Mostrar mensagens com a etiqueta Mota-Engil. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Mota-Engil. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 1 de setembro de 2020

Mota-Engil em parceria com a Omatapalo assina contrato em Angola no montante de 335 milhões de dólares

A Mota-Engil assinou, em parceria 50/50 com a empresa Omatapalo, um contrato para a Reabilitação da EN 230 entre as localidades de Muamussanda na Província da Lunda Norte e Saurimo na Província de Lunda Sul numa extensão de 267 km. Faz ainda parte da empreitada a construção da nova Variante Circular de Saurimo numa extensão de 39,5km, totalizando assim o projeto 306,5km.

De referir que a EN 230 é um dos principais eixos rodoviários do País, ligando a Capital Luanda à cidade de Saurimo, atravessando as Províncias do Bengo, Kwanza Norte, Malange, Lunda Norte e Lunda Sul e subsequente ligação à Republica Democrática do Congo, assumindo especial importância no apoio ao desenvolvimento da atividade económica do País, com especial enfoque nas atividades agrícola e mineira, enquanto corredor logístico facilitador e acelerador do escoamento dos fornecimentos e das produções de ambas os setores de atividade.

O valor do contrato ascende a cerca de 335 milhões de dólares, terá a duração de 18 meses, arranque imediato e corresponde ao reforço da carteira de encomendas na componente de infraestrutura rodoviária, diversificando assim o tipo de obras em execução naquele mercado, aspeto fundamental na política de mitigação de riscos e maximização da utilização dos ativos que a Mpta-Engil dispõe no país.

Ler o resto do artigo >>

quarta-feira, 13 de maio de 2020

Porto Office Park conclui obra com gestão assegurada pela Engexpor

Está em fase de conclusão o projeto de escritórios Porto Office Park (POP), promovido pelo grupo Violas Ferreira na zona da Boavista, no Porto. A gestão de projeto e obra esteve a cargo da Engexpor que ao longo dos últimos 25 meses acompanhou os trabalhos de construção, com execução das obras a cargo da Mota-Engil.

A Engexpor foi ainda selecionada pelo grupo Violas Ferreira para coordenar e fiscalizar as obras de fit-out necessárias à instalação dos inquilinos, encontrando-se já em curso trabalhos em vários pisos.

Localizado na principal zona de negócios do Porto e uma das mais centrais desta cidade, o POP é constituído por dois edifícios, cada um com 9 pisos acima do solo, que no total disponibilizam 31.500 m² de escritórios. Houve ainda a preocupação de criar espaços amplos e flexíveis, com cerca de 1.800 m² por piso, divisíveis em 4 frações. Abaixo do solo, foram construídos 18.855 m² destinados a parqueamento com 600 lugares para carros (com posto de carregamento elétrico) motas e bicicletas.

Miguel Alegria, CEO da Engexpor, refere: “O Porto Office Park é um dos projetos de escritórios mais singulares em que estamos envolvidos na região do Porto, com características pioneiras a nível dos serviços que oferece à sua comunidade empresarial na zona prime da cidade. É ainda um edifício sustentável, com elevada qualidade arquitetónica e de construção, atributos que farão dele um marco na nova geração de escritórios. Estamos muito satisfeitos por termos ajudado a dar vida a um projeto tão peculiar”.

As soluções adotadas para o projeto e construção dos edifícios e respetiva envolvente, valeram-lhe a atribuição da certificação energética “Classe A” e a certificação internacional de sustentabilidade BREEAM, com a classificação “Excelente”.

O POP está inserido numa extensa área verde de 15.000 m², um local privilegiado que estabelece a ligação entre o interior e o exterior dos imóveis e acolhe vários equipamentos para usufruto das empresas residentes, como restaurante, serviços de apoio, ginásio e 3 campos de padel. Além de um lounge com 300 m², os edifícios incluem auditório, salas de reunião e eventos com capacidade para 200 pessoas, uma cafeteria com 250 lugares no interior e 100 ao ar livre e ainda serviços de concierge, estando a gestão do empreendimento a cargo da POPeats e todos os serviços acessíveis a partir de uma aplicação digital móvel.

Com projeto de arquitetura assinado pela Broadway Malyan e engenharia pela A400, os edifícios são revestidos a vidro e lâminas de alumínio com sistema de sombreamento. Além de uma fachada emblemática que proporciona vista panorâmica sobre a cidade, esta solução garante o controlo solar, reduzindo o consumo de energia.

Ler o resto do artigo >>

terça-feira, 5 de maio de 2020

Mota-Engil ganha contrato de 365 milhões de dólares no âmbito de um projeto de Gás Natural Liquefeito em Moçambique

A Mota-Engil, em parceria em 50/50 com a Besix, assinou um contrato no âmbito do projeto de Gás Natural Liquefeito (GNL), em Cabo Delgado, Moçambique. O projeto, cujo cliente é a CCS JV, contemplará a construção de uma ponte cais e de uma plataforma de descarga num total de cerca de 365 milhões de dólares. Os trabalhos, terão uma duração prevista de 32 meses, com início no primeiro semestre de 2020, tratando-se do primeiro contrato atribuído pela CCS JV no âmbito da exploração da Área 1 do projeto de GNL.

Este novo projeto em Moçambique, que será um dos maiores projetos de GNL a nível mundial na próxima década, confirma este país como um dos principais eixos da dinâmica comercial da Mota-Engil Árica no continente, destacando-se a importância que o projeto de GNL tem e continuará a ter na evolução da atividade da Mota-Engil.

Ler o resto do artigo >>

segunda-feira, 27 de abril de 2020

Mota-Engil ganha maior contrato de sempre na América Latina. O valor é de 636 milhões de euros

A Mota-Engil venceu o concurso publico internacional para o troço 1 do Megaprojeto ferroviário, designado por “Tren Maya”, no México, sendo o novo contrato no valor de 13.394 mil milhões de pesos mexicanos, o equivalente a 636 milhões de Euros. Para o desenvolvimento da proposta e futura construção do troço ferroviário, a Mota-Engil México associou-se em parceria com a China Communications Construction Company Ltd. (CCCC), num consórcio que será liderado pela Mota-Engil com 58%, sendo o primeiro projeto de construção em consórcio com a CCCC, uma das quatro maiores construtoras mundiais.

O contrato corresponde ao primeiro lanço, com 228 km, da importante infraestrutura ferroviária que dinamizará a atividade económica de 5 estados no sul do país (Tabasco, Campeche, Yucatán, Quintan Roo e Chiapas), tendo sido o primeiro e maior projeto de infraestruturas anunciado pelo atual Presidente mexicano, Alfredo Lopes Obrador, aquando do início do seu mandato.

Com a assinatura de mais um contrato no México (outros contratos recentes no México: [1], [2], [3]), o maior mercado do Grupo na região da América Latina, a Mota-Engil reforça o equilíbrio da sua atividade entre as três regiões onde atua e confirma a sustentabilidade do seu negócio e a dinâmica comercial em tempos de pandemia.

O contrato envolve a elaboração do projeto de execução, fornecimento de materiais e respetiva execução da plataforma e ferrovia.

Ler o resto do artigo >>

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

Mota-Engil ganha obras de 270 M€ na Colômbia e de 45 M€ no México

A Mota-Engil informou sobre a assinatura, através da sua subsidiária local, de um contrato de construção na Colômbia. O contrato com um montante global de construção de cerca de 270 milhões de euros, terá uma duração estimada de 46 meses e contempla a construção de uma central de produção de energia para a Talasa ProjectCo SAS, sociedade veículo de capitais maioritariamente chineses, entre os quais da CCCC (China Communications Construction Company) e da CTG (China Three Gorges Corporation).

Destaca-se ainda a recente assinatura de um contrato para a construção, no prazo de 540 dias, de um novo troço de 24km de uma estrada (Barranca Larga-Ventanilla) no México, no valor de cerca de 45 milhões de euros. Recorde-se que o México é um mercado onde a Mota-Engil tem estado particularmente ativa.
A adjudicação destes contratos é mais um exemplo relevante da dinâmica comercial da Mota-Engil na América Latina, continuando aquela região a afirmar-se como potenciadora do desenvolvimento do grupo.

Ler o resto do artigo >>

sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

Mota-engil ganha novos contratos nas Honduras, em Angola e no México num valor de construção de 450 milhões de euros

A Mota-Engil divulgou a assinatura de dois novos contratos por uma empresa subsidiária da Mota-Engil Latin America, BV e pela Mota-engil Engenharia e Construção África, S.A., respetivamente nas Honduras e em Angola. O contrato nas Honduras totaliza cerca de 195 milhões de euros, terá uma duração estimada de 36 meses e contempla a construção de uma nova instalação hidroelétrica denominada de El Tornillito com uma potência instalada de 194 MW.

Por outro lado, o contrato em Angola totaliza cerca de 115 milhões de euros, terá uma duração estimada de 30 meses e contempla a execução de três atividades principais: a conclusão do sistema elevatório norte, a construção do perímetro irrigado do Calueque e a construção de uma central de geração híbrida. Prevê-se que o financiamento integral deste projeto seja assegurado por uma instituição de crédito à exportação.
Adicionalmente, a Mota-Engil informou que uma das suas subsidiárias no México (Mota-Engil México) obteve autorização para a aquisição da Concessionária da Autopista Cuapiaxtla-Cuacnopalan, com uma extensão total de 63km, dos quais os 26km existentes apenas serão reabilitados. Esta concessão implica um investimento total superior a 200 milhões de euros, um prazo de 30 anos após o fecho financeiro, incluindo 24 meses de período de construção para executar cerca de 140 milhões de euros, e uma taxa interna de rentabilidade garantida de 13,5% em termos reais.

Ler o resto do artigo >>

quinta-feira, 21 de novembro de 2019

Casais eleita a melhor construtora nacional pelo terceiro ano consecutivo

A Casais foi distinguida como a Melhor Construtora nacional de 2019 pelos Prémios Construir, evento que é promovido pelo Jornal Construir. A construtora de Braga foi eleita pelo terceiro ano consecutivo a melhor construtora de Portugal pelos Prémios Construir.

Destaque ainda para o Prémio Internacionalização, que foi atribuído à Mota-Engil, e o Prémio de Melhor Edifício Residencial que foi para o Aliados 107.

Para conhecer todos os vencedores dos Prémios Construir clique aqui.

Ler o resto do artigo >>

sexta-feira, 11 de outubro de 2019

Mota-Engil venceu 3 concursos no valor de 327 milhões de euros

A Mota-Engil venceu três novos contratos em segmentos diferenciados de Obras Públicas, Serviços de Mineração e Construção Civil, em mercados relevantes como sejam Angola, Moçambique e Portugal, onde a Mota-Engil perspetiva continuar a afirmar-se como um player relevante no setor das Infraestruturas.

Em Angola, e resultante de um processo de Concurso Público para a implementação de projetos estruturantes na província do Cunene, a Mota-Engil ganhou contratos que visam a construção de barragens, sistemas de captação de água e canais adutores.

Neste conjunto de projetos anunciados pela Presidência angolana, a Mota-Engil Angola venceu, em consórcio com uma participação de 50%, o concurso referente ao terceiro lote, para a construção da Barragem de Calacuve, um projeto integrado no âmbito do “Programa de Ações Estruturantes de Combate aos efeitos da Seca – Província do Cunene”, sendo a obra avaliada em 177 milhões de dólares (160 milhões de Euros) e com um prazo de execução de 20 meses.

Em Moçambique, a Mota-Engil Engenharia e Construção África, S.A. (Mota-Engil África), celebrou um contrato para a execução de serviços mineiros em Moatize. O contrato totalizará cerca de 100 milhões de dólares (90 milhões de Euros) e contemplará execução dos serviços mineiros, incluindo a perfuração, desmonte com explosivos, carga e transporte do carvão e estéril. Os trabalhos, a executar em mina a céu aberto, terão um prazo de 60 meses e o início em outubro de 2019.

A assinatura de mais um contrato em Moatize, suportando o desenvolvimento da atividade económica que se alarga a toda a região de Tete, confirma Moçambique como um dos principais eixos da dinâmica comercial da Mota-Engil África neste continente, onde tem vindo a reforçar a sua posição como empresa de referência no setor da mineração.
Em Portugal, a Mota-Engil Engenharia e Construção, S.A., celebrou com a Vanguard Properties, um contrato para a construção do edifício residencial Infinity, um projeto que será um ícone da cidade de Lisboa, com um total de 195 apartamentos, entre as tipologias T1 e T6, e que reforça a Mota-Engil como empresa líder do mercado nacional e de referência em obras privadas de construção civil de elevada dimensão. O contrato, no valor de 77 milhões de Euros, prevê um prazo de execução de 28 meses.

Ler o resto do artigo >>

sexta-feira, 23 de agosto de 2019

As empresas pré-qualificadas para a construção das novas linhas do Metro do Porto

A empresa do Metro do Porto revelou haver onze consórcios pré-qualificados para construir as novas linhas, sendo seis para a Linha Rosa (entre os Aliados/Praça da Liberdade e a Casa da Música), e sete para a extensão da Linha Amarela (entre Santo Ovídio a Vila d'Este, em Vila Nova de Gaia). Em ambos os casos houve quatro candidaturas que foram excluídas.

Assim, segundo o Jornal de Negócios, no concurso para a Linha Amarela foram pré-qualificados sete consórcios liderados pela Mota-Engil, Teixeira Duarte, Zagope, Lena Engenharia, ABB, Acciona e a Sacyr. No caso da Linha Rosa, repetem-se os consórcios pré-qualificados para a Linha Amarela, com a excepção da Sacyr que nesta linha ficou de fora.

Esta fase de pré-qualificação prosseguirá agora com o período de audiência prévia, no qual os candidatos podem apresentar as suas reclamações relativamente às disposições do relatório preliminar.

Após a fase de audiência prévia será publicado o relatório final e depois a Metro do Porto convidará as empresas pré-qualificadas a apresentarem a respetiva proposta de preço para a execução das duas empreitadas de expansão da rede.
Os dois concursos correspondem a um investimento global na ordem dos 300 milhões de euros, que acrescentará seis quilómetros e 10 milhões de novos clientes à rede do Metro, segundo a expectativa indicada pela empresa.

A Linha Rosa tem um valor base de 175 milhões de euros um prazo de execução de 42 meses. A extensão da Linha Amarela tem um valor base de 95 milhões de euros e um prazo de execução de 34 meses.

Ler o resto do artigo >>

sexta-feira, 9 de agosto de 2019

Carteira de encomendas da Mota-Engil com níveis historicamente elevados desde 2018

A Mota-Engil celebrou novos contratos em diversas geografias, reforçando a sua carteira de encomendas que se mantém em níveis historicamente elevados desde 2018, superando os 5,2 mil milhões de euros. Para a renovação da carteira de encomendas, suportada numa estratégia de internacionalização e diversificação de mercados, merece destaque o contrato no Panamá no valor estimado de USD 178 milhões (159 milhões de euros), obtido através de concurso publico internacional, tendo sido atribuído ao consórcio constituído pela Mota-Engil (49%) e OHL (51%) para a extensão de 2,2 quilómetros da Linha 1 do metro da cidade do Panamá, a executar em 33 meses. Recorde-se que recentemente demos conta que a Mota-Engil é uma das 100 maiores construtoras do mundo.

O âmbito do contrato inclui ainda a construção de uma estação terminal com capacidade para mais de 10 mil passageiros em horas de ponta, um ponto de ligação de autocarros com capacidade para mais de 8 mil passageiros e um parque de estacionamento para cerca de 800 veículos.

Ainda na América Latina, o Grupo obteve novos contratos no Peru no valor de USD 45 milhões (40 milhões de Euros), reforçando a sua posição no setor privado onde é um dos principais players do mercado das infraestruturas, sobretudo no setor mineiro.

No Brasil, a Mota-Engil obteve contratos no total de 40 milhões de euros, parte dos quais para a Petrobras, dando sequência à relação comercial iniciada em 2018, neste caso em parceria com a Vinci Energies.

Ainda no Brasil, merece destaque a adjudicação no setor do Ambiente onde o Grupo atua através da subsidiária Consita, que celebrou um contrato para os próximos 5 anos e em consórcio com duas empresas locais, no valor de BRL 606 milhões (144 milhões de euros) para a prestação de serviços de limpeza urbana, no município de São Paulo, sendo um Marco na história do Grupo no setor do Ambiente. Merece referência ainda o facto de esta empresa ter celebrado outros contratos de menor dimensão igualmente adjudicados durante o corrente ano e que totalizam cerca de 36 milhões de euros para igual período de execução (até 60 meses).

Na senda da diversificação, o Grupo continua a dar seguimento ao seu projeto turístico no México, designado Costa Canuva, na zona de Nayarit, onde a Mota-Engil México é um dos promotores do projeto, tendo celebrado acordo para o desenvolvimento de importantes projetos turísticos, tais como o Hotel Fairmont e o Ritz Carlton Reserve.

No caso do Hotel Fairmont, o promotor do projeto procedeu à alienação de 50% do Projeto Fairmont ao Fundo de Pensões de Jalisco pelo valor de USD 21 milhões, garantindo à Mota-Engil México um contrato em regime de EPC no valor de USD 185 milhões para a construção do Hotel com uma área total de 67.000m2. quanto ao ao Ritz Carlton Reserve, a Mota-Engil Turismo garantiu, em parceria com o fundo Thor Urbana, o desenvolvimento do resort dinamizado pela prestigiada marca Ritz Carlton, que terá 100 quartos e 60 vilas. O complexo turístico Costa Canuva tem uma frente de praia de cerca de 7km e terá, entre outras infraestruturas, um vasto conjunto de residências e hotéis, um campo de golfe e uma marina.

O REFORÇO DA RELAÇÃO COM A VALE COMO CLIENTE GLOBAL
Em África, e depois de em dezembro de 2018 o Grupo ter atingido a sua carteira recorde na região de cerca de 2.750 milhões de euros, o foco está sobretudo concentrado na produção e no arranque dos mercados recentemente abertos como a Costa do Marfim e Camarões, onde a entrada do Grupo tem-se concretizado com sucesso e com o cumprimento dos objetivos definidos, tendo iniciado operação no Quénia, através da angariação das obras do Annuity, no valor de cerca de 70 milhões de euros, as quais terão início entre o último trimestre de 2019 e o primeiro trimestre de 2020, estando o financiamento garantido.

Realce ainda para o reforço, neste primeiro semestre, do reforço da atividade para empresa brasileira VALE, a segunda maior companhia mineira do Mundo e maior da América Latina, através da adjudicação de três novos contratos, dois na Nova Caledónia um no Brasil no valor de cerca de 80 milhões de euros.

Com participação em projetos em vários países à volta do globo, a Mota-Engil assume-se como uma das principais prestadoras de serviço à escala Global em projetos de construção de curta duração e em suporte de médio prazo às atividades desta sociedade mineira. No computo geral desta relação, contamos com 12 projetos em 4 países, com valores superiores a 700 milhões de euros e com prazos até 5 anos, totalizando mais de 706 milhões de euros de valor contratual, dos quais mais de cerca de 450 milhões de euros por executar.

PERSPETIVAS POSITIVAS NA EUROPA, A COMEÇAR POR PORTUGAL
Em Portugal, durante o primeiro semestre de 2019, assistiu-se a uma angariação de carteira na ordem dos 175 milhões de euros, o que se traduziu numa evolução positiva que permitirá à Mota-Engil Engenharia e Construção retomar o crescimento da sua atividade, com perspetivas de crescimento ainda mais evidente a partir de 2020, através da retoma do investimento público, e em projetos de infraestruturas relevantes para o reforço da rede transeuropeia de transportes.

Desta forma, a retoma que se espera definitiva do setor em Portugal e a estabilidade da operação na Polónia, Irlanda e no Reino Unido, indiciam que o segundo semestre de 2019 seja o de viragem na unidade de Engenharia e Construção na região da Europa, e que 2020 seja um ano positivo.

Em resumo, nos últimos meses a atividade do Grupo foi reforçada em geografias onde já marcava presença, como o México, Brasil e Peru, assim como em novos países como é o caso do Panamá, do Quénia e da Nova Caledónia, o que permitiu terminar o primeiro semestre do ano com uma carteira de encomendas superior a 5,2 mil milhões de euros, com destaque para os 683 milhões de euros na área de Ambiente e Serviços, uma área de negócio estratégica no Grupo e complementar ao setor de Engenharia e Construção.

Ler o resto do artigo >>

segunda-feira, 22 de julho de 2019

Relatório preliminar da qualificação para a construção do novo Hospital da Madeira exclui consórcio da Casais e Acciona

Foi publicado o Relatório Preliminar da fase de Qualificação para a construção do Hospital Central da Madeira. Após a análise das 8 candidaturas apresentadas foi proposta pelo júri a exclusão da apresentada pelo consórcio Casais-Engenharia e Construção, S.A. / Acciona Construcción, S.A.

Dos oito consórcios que apresentaram candidatura à construção do novo Hospital da Madeira, os sete que serão convidados a apresentar uma proposta para a construção do novo Hospital da Madeira são os seguintes:

- Tecnovia-Madeira, Sociedade de Empreitadas, S.A. / Teixeira Duarte-Engenharia e Construções, S.A.

- Socicorreia-Engenharia, S.A. / Puentes y Calzadas Infraestructuras, S.L.

- Afavias-Engenharia e Construções, S.A. / Mota-Engil Engenharia e Construção, S.A.

- Etermar – Engenharia e Construção, S.A. / Constructora San Jose, S.A. / Constructora San Jose, S.A. (Pontevedra) Representação em Portugal/ Alves Ribeiro, S.A.

- Domingos da Silva Teixeira, S.A. / Sacyr Somague, S.A. / Rim – Engenharia e Construções, S.A.

- Zagope-Construções e Engenharia, S.A. / Comsa, S.A. / Comsa, Instalaciones y Sistemas Industriales, S.A.U. / Extraco, Construccións e Proxectos, S.A.

- José Avelino Pinto, Construções e Engenharia, S.A. / Conduril – Engenharia, S.A. / Ramalho Rosa Cobetar, Sociedade de Construções, S.A. / FCC Construcción, S.A.

Agora, no período de audiência prévia, os concorrentes poderão apresentar reclamações da decisão do júri, pelo que será necessário aguardar pelo relatório final para confirmar o resultado divulgado no relatório preliminar.
Recorde-se que o valor base do concurso é 205,9 milhões de euros e o prazo de execução da empreitada é de 50 meses.

Ler o resto do artigo >>

terça-feira, 16 de julho de 2019

As construtoras que trabalham para a Mercadona em Portugal

A chegada da Mercadona a Portugal trouxe oportunidades para várias empresas de construção. O gigante espanhol da distribuição confiou as obras de construção das suas instalações a diversas empresas, tendo optado por uma estratégia de diversificação na escolha destas. Quando entrou no mercado português a Mercadona procedeu a uma primeira consulta a um conjunto alargada de empresas, a partir de um projeto-tipo para tomar o pulso ao mercado. Depois convidou um grupo restrito para cada projeto concreto, diversificando a escolha para ter um leque de experiências mais alargado e avaliar o desempenho de cada um dos empreiteiros que contrata.

Na implantação em Portugal a Mercadona lida com dois modelos: geralmente é dona dos terrenos e promotor da obra, mas admite ocupar o edifício em regime de aluguer de longa duração, celebrando um contrato com o promotor imobiliário.

Nos supermercados que abrirá até ao fim do ano, não há uma construtora repetida. Na primeira vaga de supermercados adjudicados constava a Arcada Prometida a quem foi entregue o supermercado da Maia, a DST no de Matosinhos, a Retail Concept no de Gondomar e a CJR no de Gaia foram as outras construtoras envolvidas. Além destas, outras empresas portuguesas fazem parte deste primeiro leque de empresas selecionadas: Cobelba, ABB, Mota-Engil e Costa & Carreira.

A somar a estas, surge ainda a Araconsa, empresa catalã, que é a responsável pela instalação da loja de Ovar. Este é o primeiro caso em que a Mercadona recorre a uma construtora espanhola sem sucursal em Portugal. No total a Araconsa construiu já mais de 100 supermercados da Mercadona.
Tendo em conta estas primeiras empreitadas da Mercadona em Portugal, pode-se dizer que o valor de cada uma anda entre os 2,5 milhões e 5 milhões de euros, dependendo da dimensão e das soluções adoptadas.

O maior investimento será no segundo pólo comercial em Gaia, adjudicado à Mota-Engil. Este pólo comercia incorpora um edifício de escritórios que acolherá os serviços centrais.

Ler o resto do artigo >>

sexta-feira, 12 de julho de 2019

Mota-Engil é uma das 100 maiores construtoras do mundo

A Mota-Engil é a única empresa portuguesa no ranking das 100 maiores construtoras do mundo. A empresa surge na 74.ª posição, com receitas de 3,327 mil milhões de dólares em 2018. A este valor corresponde um aumento de 14%, um crescimento acima da média. Este ranking foi elaborado pela Deloitte.

O ranking da Deloitte é dominado por companhias chinesas, que ocupam as quatro primeiras posições. As que constam no pódio são as únicas construtoras que fecharam 2018 com receitas acima de 100 mil milhões de dólares. São elas a China State Construction Engineering, a China Railway Group e a China Railway Construction. Estas três companhias representam perto de 29% das receitas, mas apenas 13% do valor de mercado.
A Europa é o continente mais representado no ranking, totalizando 44 empresas. A francesa Vinci surge logo depois das companhias chinesas e é a primeira europeia do ranking, surgindo mais atrás a espanhola ACS no 7º lugar. A empresa espanhola é a líder nas receitas obtidas fora do seu país.

Ler o resto do artigo >>

segunda-feira, 6 de maio de 2019

Mota-Engil é a única empresa qualificada no concurso da expansão do CCB

O concurso internacional para a expansão do Centro Cultural de Belém (CCB), em Lisboa, terminou com apenas um candidato, a Mota-Engil. Esta foi a única empresa a manifestar interesse na subcessão do direito de superfície de uma parte dos terrenos, tendo em vista a construção e exploração de uma unidade hoteleira, assim como a construção de espaços comerciais.

A Fundação Centro Cultural de Belém quer concessionar o direito de superfície sobre os módulos 4 e 5, que estavam no projeto inicial, de 1989, de Vittorio Gregotti e Manuel Salgado, que é o atual vereador do urbanismo de Lisboa. A área total é de 23.500 metros quadrados, mas a área de implantação é de 11.456 metros quadrados. O módulo 4 será para a construção de escritórios e uma galeria comercial numa área disponível de 7.170 metros quadrados. No módulo 5 está previsto um hotel de luxo, com 150 quartos, de pelo menos quatro estrelas, virado para o rio Tejo, numa área de 16.330 metros quadrados. O exterior está bem definido, sendo no interior que o vencedor poderá fazer as opções arquitetónicas que entender.
O processo de concessão que agora se desenrola terá uma duração de 50 anos. Durante os anos de construção, que se antecipa que sejam dois, o concessionário terá de pagar uma renda anual de 300 mil euros. Mas quando o hotel e lojas estiverem em funcionamento, a renda a pagar ao CCB passará para um valor mínimo de 900 mil euros anuais.

Ler o resto do artigo >>

terça-feira, 9 de abril de 2019

Novo troço ferroviário entre Freixo e Alandroal adjudicado à Mota-Engil

A Infraestruturas de Portugal anunciou a assinatura de contrato com a Mota-Engil com vista à construção do novo troço ferroviário entre Freixo e Alandroal, que integrará o futuro corredor internacional Sul.

A empreitada implica um investimento de 74,5 milhões de euros que será levado a cabo no contexto do programa Ferrovia 2020, que contempla a construção deste sub-troço com 20,5 quilómetros da nova linha de Évora.

Os trabalhos incluem a edificação de infra-estrutura de via-férrea (acompanhados de terraplenagem e sistema de drenagem), a criação de uma estação técnica e a construção de nove novas pontes e viadutos ferroviários.
Esta secção que integra a linha de Évora é composta pelos troços Évora Norte-Freixo, Freixo-Alandroal e Alandroal- Linha do Leste, numa extensão que, no seu total, tem perto de 100 quilómetros; 80 destes são novas construções.

Ler o resto do artigo >>

segunda-feira, 4 de março de 2019

Mota-Engil com valores recordes de facturação e de carteira de encomendas

O Grupo Mota-Engil publicou os seus Resultados Anuais de 2018, tendo registado um crescimento de 8% no Volume de Negócios para 2.818 milhões de euros, um valor recorde no Grupo, e também um crescimento de faturação em todas as regiões onde marca presença – Europa, África e América Latina.

Relativamente ao EBITDA, o Grupo cresceu para 409 milhões de euros, atingindo uma margem de 15%. Já no que diz respeito à carteira de encomendas, barómetro fundamental da tendência futura de atividade, a Mota-Engil alcançou em dezembro um registo expressivo de 5.465 milhões de euros, o maior valor até hoje registado no Grupo, tendo no final de 2018 um valor equivalente a mais de dois anos de atividade, especialmente em África, onde conta com 50% do valor.

Ao nível do desempenho financeiro, o Grupo registou um investimento (CAPEX) de 287 milhões de euros no total do ano, sendo a sua maior parte (186 milhões de euros) efetuado em África e relacionado com contratos de médio e longo prazo no segmento de Mining.
Ainda assim, e concretizando um CAPEX significativo como o que registou em 2018, o Grupo reduziu a sua dívida líquida face a Junho em 49 milhões de euros, melhorando o indicador de Net Debt / EBITDA para 2,3x, mantendo o nível de sustentabilidade financeira em linha com os objetivos traçados.

Quanto ao Resultado Líquido, o Grupo Mota-Engil apresentou um valor de 24 milhões de euros, o qual compara com 2 milhões de euros registado no período homólogo.

Ler o resto do artigo >>

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Projeto de requalificação do antigo matadouro do Porto foi chumbado pelo Tribunal de Contas

O Tribunal de Contas recusou visto ao projeto para a requalificação do antigo matadouro do Porto por considerar a "qualificação do contrato como concessão de obra pública". Entendeu, ainda, que o modelo que se pretende "deve ser enquadrado como parceria público-privada". A requalificação do antigo Matadouro Industrial de Campanhã, desativado há aproximadamente duas décadas, é referida pelo Presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, como um projeto “essencial” e um “game changer” para o município. “Mata este projeto e mata qualquer outro que a vontade popular sufragada quisesse implementar” neste mandato, afirmou o autarca sobre o chumbo do Tribunal de Contas.

No procedimento que originou o contrato celebrado entre a empresa municipal Go Porto e a Mota-Engil, segundo o acórdão proferido em sessão da 1.ª Secção do Tribunal de Contas, houve "vários motivos" para a recusa de visto. O Tribunal de Contas menciona os seguintes motivos: "violação de normas imperativas do regime jurídico das PPP, da Diretiva 2014/23/UE, do Código dos Contratos Públicos, em particular sobre efetividade da transferência do risco para o concessionário e publicidade internacional do procedimento, bem como os princípios da lealdade e concorrência consagrados no Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia".

Numa nota enviada pelo Tribunal de Contas, é referido que o acórdão se limitou a apreciar, no exercício das competências daquele tribunal, "a legalidade do procedimento e a violação de normas e princípios legais" e que esse julgamento não compreendeu "quaisquer juízos sobre conveniência ou oportunidade da decisão de contratação ou do modelo organizativo adotado".

Para Rui Moreira, trata-se de uma “intromissão inadmissível que põe em causa a soberania dos municípios”, acusando o TC de se “assumir como uma troika interna, com poderes arbitrários para permitir ou não permitir a seu bel-prazer que os executivos municipais decidam de acordo com o que entendem ser as suas opções políticas”.

Rui Moreira salienta igualmente que o chumbo “tem um impacto direto na credibilidade dos concursos e contratos públicos”, lançando a pergunta: “Quantas vezes mais uma Mota-Engil estará disponível para se ocupar de um concurso, apresentar um projeto contratado ao arquiteto que assina o Estádio Olímpico de Tóquio, criar uma empresa própria, prestar caução e arriscar?”.
As obras de reconversão - avaliadas em 40 milhões de euros e entregues à empresa Mota-Engil, com desenho arquitetónico do japonês Kengo Kuma - deveriam arrancar em abril, recuperando integralmente o edifício e criando espaços empresariais e culturais.

Ler o resto do artigo >>

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

Mota-Engil, Sacyr e Comsa ganham corredor Évora-Elvas

A ligação ferroviária Évora-Elvas, a maior obra ferroviária dos últimos 100 anos em Portugal, será adjudicada brevemente. O concurso foi segmentado em três troços e a Mota-Engil e as espanholas Sacyr e Comsa surgem em primeiro lugar no relatório preliminar, vencendo um troço cada. No entanto este não é um processo concluído uma vez que houve concorrentes que reclamaram da classificação dos concorrentes no relatório preliminar. No total os três troços representam um investimento de quase 300 milhões de euros. Três quartos do investimento segue para a carteira de duas construtoras de capital espanhol. Os fundos comunitários financiam 56% da empreitada.

A classificação final deste concurso pondera dois factores: o preço com 60% de ponderação e a valia técnica da proposta com 40% de ponderação. Em nenhum dos troços a proposta vencedora foi a que apresentou o preço mais baixo.

A Mota-Engil venceu no troço Freixo-Alandroal, com uma proposta de 75 milhões de euros - o preço base era 105 milhões. A Ferrovial, uma construtora espanhola, ficou em segundo lugar e terá contestado a classificação das propostas.

A Sacyr, dona da Somague, venceu no troço mais caro (195 milhões de preço base), correspondente à ligação entre Alandroal e a Linha do Leste. Recorde-se que recentemente demos conta que a Sacyr Neopul ganhou uma obra ferroviária de 822 milhões de euros no Uruguai.

No troço Évora-Freixo a vencedora foi a Comsa, multinacional catalã que opera em Portugal através do Fergrupo, com uma proposta de 45 milhões de euros - o preço base era de 65 milhões de euros. Neste troço, havia duas propostas de preço inferior à da Comsa, a da Opway/Elevo e a da Gabriel Couto.

Ler o resto do artigo >>

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Mota-Engil México inicia a sua primeira etapa de produção de energia

A Generadora Fénix, empresa mexicana, resultado da parceria estratégica entre a Mota-Engil México e o Sindicato Mexicano de Electricistas (SME), celebrou a receção da unidade móvel de turbo-geração SGT-A45 fabricada pela Siemens. O evento teve como objetivo simbolizar o arranque da primeira fase do Projeto da Central de Produção Elétrica Jorge Luque. Recorde-se que no mês passado demos conta de que a Mota-Engil forneceria electricidade na Cidade do México.

Na primeira fase, com entrada em operação em junho de 2019 a Central alcançará uma produção de 33 Mw. A segunda, em Outubro de 2019, e a terceira, que está prevista para concluir en março de 2020, permitirá alcançar uma capacidade total de 100 MW.
O Projeto Jorge Luque na sua versão integral, contempla uma produção de 1.700 MW, e realizar-se-á gradualmente através de um investimento total aproximado de 30 mil milhões de pesos (1,3 mil milhões de euros).

Ler o resto do artigo >>

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Mota-Engil ganha novos contratos na América Latina de quase 200 milhões de euros

A Mota-Engil viu adjudicado, a uma participada na Colômbia, um contrato público para a realização do projeto, da construção e da operação assistida de uma estação elevada de águas residuais na região de Canoas. O projeto e a construção terão um prazo de execução de 44 meses e a operação assistida decorrerá durante um prazo de 6 meses. Ambas as fases originarão um montante agregado de faturação de cerca de 100 milhões de euros.

Adicionalmente, à Mota-Engil Peru, foi adjudicada a obra de elevação da barragem de Las Bambas, fase 4, pela Minera Las Bambas. Aquela obra terá um prazo de execução de 26 meses. À mesma empresa, foi igualmente adjudicada a extensão dos trabalhos de conservação de algumas estradas pela Provias por um período de 18 meses. Por último, à Mota-Engil Republica Dominicana, foi adjudicada a reconstrução e extensão de parte do Porto de Caucedo, obra que terá um período de execução de 13 meses.
Com estas adjudicações, a Mota-Engil reforça a sua carteira de encomendas em cerca de 192 milhões de euros, aumentando para 500 milhões de euros o volume de novas obras acrescidas à carteira da região da América Latina no segundo semestre do ano, continuando desta forma a incrementar e a diversificar o portefólio de obras naquela região.

Ler o resto do artigo >>

  ©Template by Dicas Blogger

TOPO