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terça-feira, 1 de setembro de 2020

Mota-Engil em parceria com a Omatapalo assina contrato em Angola no montante de 335 milhões de dólares

A Mota-Engil assinou, em parceria 50/50 com a empresa Omatapalo, um contrato para a Reabilitação da EN 230 entre as localidades de Muamussanda na Província da Lunda Norte e Saurimo na Província de Lunda Sul numa extensão de 267 km. Faz ainda parte da empreitada a construção da nova Variante Circular de Saurimo numa extensão de 39,5km, totalizando assim o projeto 306,5km.

De referir que a EN 230 é um dos principais eixos rodoviários do País, ligando a Capital Luanda à cidade de Saurimo, atravessando as Províncias do Bengo, Kwanza Norte, Malange, Lunda Norte e Lunda Sul e subsequente ligação à Republica Democrática do Congo, assumindo especial importância no apoio ao desenvolvimento da atividade económica do País, com especial enfoque nas atividades agrícola e mineira, enquanto corredor logístico facilitador e acelerador do escoamento dos fornecimentos e das produções de ambas os setores de atividade.

O valor do contrato ascende a cerca de 335 milhões de dólares, terá a duração de 18 meses, arranque imediato e corresponde ao reforço da carteira de encomendas na componente de infraestrutura rodoviária, diversificando assim o tipo de obras em execução naquele mercado, aspeto fundamental na política de mitigação de riscos e maximização da utilização dos ativos que a Mpta-Engil dispõe no país.

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sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

Mota-engil ganha novos contratos nas Honduras, em Angola e no México num valor de construção de 450 milhões de euros

A Mota-Engil divulgou a assinatura de dois novos contratos por uma empresa subsidiária da Mota-Engil Latin America, BV e pela Mota-engil Engenharia e Construção África, S.A., respetivamente nas Honduras e em Angola. O contrato nas Honduras totaliza cerca de 195 milhões de euros, terá uma duração estimada de 36 meses e contempla a construção de uma nova instalação hidroelétrica denominada de El Tornillito com uma potência instalada de 194 MW.

Por outro lado, o contrato em Angola totaliza cerca de 115 milhões de euros, terá uma duração estimada de 30 meses e contempla a execução de três atividades principais: a conclusão do sistema elevatório norte, a construção do perímetro irrigado do Calueque e a construção de uma central de geração híbrida. Prevê-se que o financiamento integral deste projeto seja assegurado por uma instituição de crédito à exportação.
Adicionalmente, a Mota-Engil informou que uma das suas subsidiárias no México (Mota-Engil México) obteve autorização para a aquisição da Concessionária da Autopista Cuapiaxtla-Cuacnopalan, com uma extensão total de 63km, dos quais os 26km existentes apenas serão reabilitados. Esta concessão implica um investimento total superior a 200 milhões de euros, um prazo de 30 anos após o fecho financeiro, incluindo 24 meses de período de construção para executar cerca de 140 milhões de euros, e uma taxa interna de rentabilidade garantida de 13,5% em termos reais.

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sexta-feira, 11 de outubro de 2019

Mota-Engil venceu 3 concursos no valor de 327 milhões de euros

A Mota-Engil venceu três novos contratos em segmentos diferenciados de Obras Públicas, Serviços de Mineração e Construção Civil, em mercados relevantes como sejam Angola, Moçambique e Portugal, onde a Mota-Engil perspetiva continuar a afirmar-se como um player relevante no setor das Infraestruturas.

Em Angola, e resultante de um processo de Concurso Público para a implementação de projetos estruturantes na província do Cunene, a Mota-Engil ganhou contratos que visam a construção de barragens, sistemas de captação de água e canais adutores.

Neste conjunto de projetos anunciados pela Presidência angolana, a Mota-Engil Angola venceu, em consórcio com uma participação de 50%, o concurso referente ao terceiro lote, para a construção da Barragem de Calacuve, um projeto integrado no âmbito do “Programa de Ações Estruturantes de Combate aos efeitos da Seca – Província do Cunene”, sendo a obra avaliada em 177 milhões de dólares (160 milhões de Euros) e com um prazo de execução de 20 meses.

Em Moçambique, a Mota-Engil Engenharia e Construção África, S.A. (Mota-Engil África), celebrou um contrato para a execução de serviços mineiros em Moatize. O contrato totalizará cerca de 100 milhões de dólares (90 milhões de Euros) e contemplará execução dos serviços mineiros, incluindo a perfuração, desmonte com explosivos, carga e transporte do carvão e estéril. Os trabalhos, a executar em mina a céu aberto, terão um prazo de 60 meses e o início em outubro de 2019.

A assinatura de mais um contrato em Moatize, suportando o desenvolvimento da atividade económica que se alarga a toda a região de Tete, confirma Moçambique como um dos principais eixos da dinâmica comercial da Mota-Engil África neste continente, onde tem vindo a reforçar a sua posição como empresa de referência no setor da mineração.
Em Portugal, a Mota-Engil Engenharia e Construção, S.A., celebrou com a Vanguard Properties, um contrato para a construção do edifício residencial Infinity, um projeto que será um ícone da cidade de Lisboa, com um total de 195 apartamentos, entre as tipologias T1 e T6, e que reforça a Mota-Engil como empresa líder do mercado nacional e de referência em obras privadas de construção civil de elevada dimensão. O contrato, no valor de 77 milhões de Euros, prevê um prazo de execução de 28 meses.

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terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Casais e Somague ganham obras de 260 milhões de euros para requalificar santuário angolano

O governo angolano prevê gastar mais de 260 milhões de euros com a requalificação, nos próximos dois anos, da vila e do santuário da Muxima, empreitadas que envolvem as construtoras Somague e Casais. A informação consta de quatro despachos assinados pelo Presidente angolano, João Lourenço, autorizando a contratação das construtoras para as empreitadas no maior centro mariano da África subsariana, nomeadamente a edificação de uma basílica para 4.600 fiéis.

Um despacho, que surge na sequência do concurso limitado por prévia qualificação lançado em julho, envolve a construção da Basílica de Nossa Senhora da Muxima, a 130 quilómetros de Luanda, e áreas contíguas. O documento autoriza o diretor do Gabinete de Obras Especiais a celebrar o contrato de empreitada com o agrupamento de empresas Sacyr Somague Angola e Griner Engenharia, por 40.168 milhões de kwanzas, cerca de 115 milhões de euros.

Outro despacho autoriza a empreitada de construção das infraestruturas da vila da Muxima, por 50.624 milhões de kwanzas, ou seja, 145 milhões de euros, pelo agrupamento de empresas Casais Angola e Omatapalo.
Nos outros despachos estão as autorizações para os trabalhos de fiscalização ficarem a cargo da Progest, por 127 milhões de kwanzas (cerca de 365 mil euros), e da Dar Angola Consultoria, por 699 milhões de kwanzas (cerca de dois milhões de euros).
O projeto visa a intervenção numa área de 40 hectares e só a basílica será edificada num espaço de 18.000 metros quadrados, tendo capacidade para acomodar 4.600 pessoas sentadas, bem como o seu arranjo urbanístico. Prevê, no exterior da basílica, a construção de uma praça pública para receber até 200.000 peregrinos. Envolve ainda infraestruturas rodoviárias em torno do perímetro do santuário e áreas de estacionamento para 3.000 viaturas.

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segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Grupo DST constrói galeria comercial em Angola

O grupo dst é o responsável pela construção da galeria comercial Power Center Viana, em Angola, uma superfície comercial que inclui uma unidade de retalho alimentar de grandes dimensões. A empreitada, sob alçada da dst angola, conta com a intervenção das empresas bysteel e dte - instalações especiais, representando um volume de negócios de cerca de dois milhões de euros.

Localizado em Viana, Luanda, o novo projeto tem uma área de implementação de aproximadamente 13.200m2, onde será instalada uma loja de retalho de venda alimentar com aproximadamente 8.500m2.
Para além da realização do projeto de conceção e execução da estrutura metálica e revestimentos de cobertura e das especialidades da nova galeria comercial, a cargo da bysteel, a dte tem a execução dos trabalhos constantes nos cadernos de estabilidade, arquitetura, circulação, sinalização, AVAC, projeto elétrico, telecomunicações e segurança.
José Teixeira, presidente do Conselho de Administração do grupo dst, assinala a importância desta obra, que “representa uma percentagem significativa no volume anual de faturação do grupo em Angola da bysteel e da dte”, sublinhando ainda a “elevada margem de progressão deste cliente no mercado angolano”. Sobre a escolha do grupo para a execução deste projeto, José Teixeira não tem dúvidas que a “relação qualidade preço e o cumprimento escrupuloso dos prazos tenham sido fatores determinantes na decisão final do cliente”.

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quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Consórcio da Manuel Couto Alves ganha obras de 430 milhões de euros em Angola

A Manuel Couto Alves (MCA) integra um consórcio (no qual participa a empresa chinesa Qingjian Group) que foi escolhido pelo governo angolano para três obras de cerca de 430 milhões de euros entre as cidades de Lobito e Catumbela. De acordo com uma autorização em forma de despacho presidencial, assinado ainda por José Eduardo dos Santos, em causa estão três obras que visam a "redução da exposição em áreas de risco" na província de Benguela.

Uma das empreitadas consiste na construção de 1.750 habitações sociais e infraestruturas internas para realojamento nas cidades do Lobito e Catumbela, na província de Benguela, por 203,3 milhões de euros.

Outra empreitada envolve a estabilização e regeneração das áreas de risco nas encostas entre o Lobito e Catumbela, num investimento de 121,4 milhões de euros. Por fim, o consórcio da MCA e da Qingjian Group executará ainda a empreitada de construção da macrodrenagem nas mesmas duas cidades, por 105,7 milhões de euros.
A necessidade destas obras surgiu na sequência das chuvas fortes que caíram nos municípios de Lobito e Catumbela entre 11 e 12 de março de 2015, provocando na altura cerca de 70 mortos.

Segundo a comunicação social local as fortes chuvas provocaram também vários estragos, com destaque para a destruição total de 119 casas e parcial de 46 outras, de uma igreja e a inundação de oito escolas.

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domingo, 27 de novembro de 2016

Materiais tocam o alarme no horizonte da recuperação

Depois de nove meses consecutivos com expectativas de vendas a apontar para uma redução na intensidade de crescimento dos negócios, o tecido empresarial português que se dedica ao comércio de materiais de construção demonstra - no último Inquérito de Conjuntura da Associação Portuguesa dos Comerciantes de Materiais de Construção (APCMC) - uma perceção mais «favorável» sobre a evolução deste indicador. É, de resto, o único (num total de quatro) a alinhar por este diapasão.

O mais recente relatório, referente ao 2.º trimestre do ano, evidencia-o, tomando por bitola o saldo das respostas extremas (SRE) dos empresários ao inquérito efetuado pela APCMC: «No indicador “vendas” cifrou-se em +20,1% (que compara com +10,5% no trimestre anterior), com a percentagem das empresas que afirmou o respetivo aumento face ao período anterior a subir de 29,2% para 30,6%», revela o documento, o qual, ao mesmo tempo, constata uma redução «mais significativa» das empresas que consideram terem as vendas diminuído (de 19,5% para 10,5%).

Seja como for, os sinais de preocupação toldam parcialmente as linhas de força mais benévolas possíveis de extrair do estudo, uma vez que a evolução das vendas face ao período homólogo não aparece favorável quer no segmento retalhista quer no armazenista. Ou seja, «a melhoria sazonal dos negócios, que é tradicional nos 2.º e 3.º trimestres, não terá sido suficientemente intensa, neste início de “temporada alta”, para permitir atingir os números de há um ano».

Retrocesso à espreita…
A variação negativa das vendas homólogas registada pela maioria das empresas leva a APCMC a considerar a situação, «de certa forma, alarmante». E se os números do 3.º trimestre não vierem corrigir a trajetória, a Associação vê no horizonte um «eventual retrocesso no caminho da recuperação» do setor.

O indicador “nível de atividade”, tido por «maioritariamente positivo», parece estar em sintonia com esta perspetiva mais pessimista das empresas, pois que «piorou significativamente», apresentando um SRE de 6%, contra um resultado de +21,4% nos primeiros três meses do ano. «A percentagem dos inquiridos que classificaram a atividade como Boa diminuiu de 32,1% para 21,2%, enquanto a percentagem que considerou a respetiva atividade com Deficiente aumentou de 10,7% para 15,2%», explica-se.
Não obstante a evolução trimestral dos indicadores “preços” e “existências” apresentar igualmente um «comportamento desfavorável», as previsões que apontam para o 3.º trimestre demonstram haver uma confiança crescente na atividade e na melhoria das vendas.

A causa mais provável para esta eventualidade é, no entender da APCMC, o aumento da procura que se terá registado no final do 2.º trimestre, após a paragem da chuva e com o aumento das temperaturas. De uma outra forma, os «sinais positivos» oriundos do setor imobiliário e, em consequência, da reabilitação urbana nas zonas históricas de Lisboa e Porto, bem como, o «aumento substancial que se continua a registar no crédito à habitação», dão «algum alento» para o futuro próximo.

Tributação imobiliária excessiva com riscos ao virar da esquina
O Inquérito de Conjuntura não deixa de apontar, todavia, que o «atraso enorme da execução do Portugal 2020» e as regras de acesso aos incentivos, «desajustadas da realidade» financeira das empresas e da banca, «têm contribuído para a diminuição das expectativas e atrasado projetos de investimento privado». A isto acrescem «as dificuldades em cumprir as metas orçamentais» do País, as quais «levaram a uma travagem» no investimento público que «começa a fazer sentir os seus efeitos na atividade das empresas de construção».

Do mais imediato para o médio prazo, as preocupações da APCMC centram-se nos argumentos dos que têm vindo a defender um aumento na tributação dos imóveis e dos respetivos rendimentos.

Ora, fundamenta a Associação, sendo atualmente o investimento privado no imobiliário (sobretudo o destinado ao mercado do arrendamento e a atividades turísticas) o motor da reabilitação urbana, «a alteração substancial das condições atuais de tributação poderá pôr em risco a necessária rentabilidade das operações, vindo a causar uma quebra acentuada nesta atividade, com graves consequências para a sustentabilidade do setor».

Angola mexeu com a balança do setor
Segundo os últimos dados coligidos pela APCMC, o comércio internacional de produtos e equipamentos para a construção apresentou para Portugal, em 2015, um saldo positivo de praticamente 1.188 milhões de euros (uma variação negativa de 13,2% face ao ano anterior), dado que as exportações totalizaram cerca de 6.300 milhões e as importações 5.112. Ou seja, as vendas ao exterior do setor pesaram 12,6% no total das exportações portuguesas no ano transacto.

«Quer as exportações quer as importações de produtos e equipamentos para a construção, que em 2014 haviam ultrapassado os 6.242 e os 4.873 milhões de euros, respetivamente, continuaram a crescer em 2015. A subida das importações (na ordem dos 4,9%) compreende-se, já que o setor da construção conheceu algum incremento neste ano, em especial na área da reabilitação de edifícios. As exportações cresceram a um ritmo mais lento (0,92%), condicionadas pela redução dos mercados dos países emergentes, em especial Angola, que era o nosso terceiro mercado há dois anos, valendo cerca de 752 milhões de euros (23% do total das exportações portuguesas para aquele país)», revela o secretário-geral da APCMC, José de Matos.

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terça-feira, 25 de outubro de 2016

Obras de Impermeabilização do Edifício do Ministério das Finanças de Angola

A Sotecnisol ganhou a adjudicação dos trabalhos de impermeabilização do Edifício do Ministério das Finanças na cidade de Luanda, em Angola. Trata-se da impermeabilização da zona enterrada do edifício, que se encontra implantado na Mutamba – a zona baixa e o centro empresarial e financeiro da cidade de Luanda.

De acordo com José Luís Castro, Presidente do Grupo Sotecnisol, «esta adjudicação resulta da larga experiência e competitividade da Sotecnisol na área da impermeabilização e drenagem, com mais de 20 anos de know-how, e com um grande reconhecimento no mercado nacional e internacional».

Esta obra envolve a impermeabilização da laje de fundação que fica localizada a 10 metros abaixo do nível freático e cerca de 15 metros abaixo da cota dos arruamentos ficando assente sobre 342 estacas dispersas por cerca de 5000 m2 de área de implantação.
A contenção periférica é constituída por paredes moldadas. O sistema de impermeabilização em membrana de PVC, a instalar sob a laje de fundo e sobre a contenção periférica, é complementado por um sistema de drenagem associado, composto por um ecrã drenante e uma rede de drenagem a localizar em pontos estratégicos.

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segunda-feira, 20 de julho de 2015

Antarte abre terceira loja em Luanda: investimento superior a dois milhões de euros

A Antarte acaba de reforçar presença em Angola, com a abertura da sua terceira loja em Luanda, na zona do Gamek (Avenida Pedro de Castro Van-Dunem Loy). O investimento superior a dois milhões de euros é o resultado da aposta da marca portuguesa em território angolano, onde está desde 2012 e onde pretende continuar a crescer com a abertura de novos espaços quer na capital quer na zona envolvente.

Dividida por dois pisos, a loja apresenta um show room com 850 metros quadrados, onde é possível encontrar mais de 1500 referências do portfólio Antarte. Esta é já a terceira loja da marca em Angola, a do Patriota e à da Via Expresso, do lado oposto ao Estádio 11 de Novembro. A marca emprega actualmente três dezenas de colaboradores.

Zita Rocha, directora comercial e de marketing da Antarte, classifica este novo investimento da marca como “um compromisso claro com Angola e com o Angolanos, apostando em estar cada vez mais perto dos clientes que vêm nos nossos produtos um compromisso único de qualidade, conforto e design”. “Mesmo numa altura em que se assiste a uma estação do investimento, a Antarte reforça o seu plano de expansão em Angola, um mercado onde entrou em 2012 e que tem sido fundamental para a estratégia de internacionalização da marca”, concluiu.
Anselmo Ralph, embaixador da Antarte para Portugal e Angola, e um dos mais populares músicos do momento nos dois países, marcou presença na inauguração da nova loja, numa cerimónia que contou ainda com a presença de diversas figuras públicas de Luanda. Assumindo-se como uma marca destinada a um público da classe média-alta, a Antarte lança assim uma nova âncora no mercado angolano, cada vez mais exigente e atento às novas tendências de mobiliário e decoração.

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Trabalhadores da Soares da Costa em protesto no Porto e em Angola

Os trabalhadores da Soares da Costa que estão em Angola com salários em atraso desde maio estão a ameaçar queimar camiões e contentores onde dormem em protesto contra a situação dos atrasos dos ordenados. Os protestos alargam-se ao Porto, tendo os trabalhadores protestado à porta da seda da empresa, antes de se deslocarem até à Câmara Municipal do Porto. O protesto dos trabalhadores da Soares da Costa era encabeçado por uma faixa que dizia "Exigimos o pagamento dos salários em atraso em Portugal, Angola e Moçambique. Despedimento coletivo: Não!".

Em Angola há 400 portugueses a trabalhar para a Soares da Costa e neste momento têm 3 meses de salários em atraso. Segundo o presidente do Sindicato da Construção Civil, Albano Ribeiro, os trabalhadores angolanos da Soares da Costa têm "apenas" 1 salário em atraso, o que indicia uma situação de discriminação.

Em Portugal os 275 trabalhadores em inatividade da Soares da Costa ameaçam mesmo ocupar com as suas famílias os escritórios da empresa.

"A manter-se o não pagamento dos salários, os trabalhadores e suas famílias vão ocupar os escritórios até que sejam pagos os salários", lê-se no comunicado do Sindicato da Construção de Portugal, dizendo ainda que "quer em Portugal quer em Angola a Soares da Costa tem milhões de euros nos bancos e há muitos trabalhadores e suas famílias que estão a recorrer a familiares para se alimentarem."
Recorde-se em 2011 a Soares da Costa avançou com uma reestruturação da empresa, que implicou centenas de despedimentos. No ano passado António Mosquito assumiu a presidência da Soares da Costa após ter injetado 70 milhões de euros na empresa. Juntamente com a Mota-Engil e a Teixeira Duarte, a Soares da Costa figurou entre as 5 maiores construtoras da Europa.

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quinta-feira, 11 de junho de 2015

Angola vai começar a atrasar mais os pagamentos às empresas de construção

Segundo os analistas da Economist Intelligence Unit é provável que Angola recomece a somar atrasos nos pagamentos do Estado e das empresas públicas ao sector privado por causa da desvalorização da moeda nacional, o kwanza.

A unidade de análise da revista britânica The Economist afirma que "o Governo está a tentar minorar o problema causado pela descida do preço do petróleo e consequente escassez de divisas, promovendo as iniciativas não relacionadas com o petróleo, mas a falta de reservas estrangeiras está a manietar os esforços para desenvolver outras partes da economia".

"Há várias empresas que estão a reportar dificuldades em pagar aos fornecedores estrangeiros e em processar salários, e isto criou gargalos em vários setores económicos, incluindo a construção e a indústria", dizem os analistas.

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Mobiliário português na Orla da Nicha em Luanda

A Larus mobilou o passeio marítimo da Orla da Nicha, na praia de Futungo de Belas, em Luanda, Angola. O novo espaço público à beira-mar foi equipado com quiosques, estruturas de ensombramento e papeleiras “Tom”, no âmbito de um projeto de requalificação urbana desenvolvido pela construtora brasileira Queiroz Galvão.

A antiga zona de pesca artesanal, com 1200m de passeio marítimo, é hoje uma zona privilegiada de bem-estar com passeio pedonal, ciclovia e áreas de restauração.

Este é o quinto projeto de referência da Larus em Angola. Em 2011, equipou a baía de Luanda, lançou a linha de mobiliário urbano “Embondeiro”, inspirada na árvore de referência da paisagem local, e a coluna de iluminação “Orion” projetada a pensar nas temperaturas elevadas e nas “chuvas barrentas” do país. Em 2012, equipou a Academia do Banco Africano de Investimento e, no ano passado, desenhou uma linha exclusiva para o luxuoso Intercontinental Hotel&Casino, em Luanda.

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quinta-feira, 14 de agosto de 2014

DTE com obras em Angola no valor de 12 milhões de dólares

A dte, empresa do grupo dst, tem em curso um conjunto de empreitadas em Angola no valor de aproximadamente 12 milhões de dólares, o que reforça a capacidade instalada da empresa naquele país africano, em consonância com a estratégia de internacionalização que vem sendo colocada em prática pelo grupo dst.

Em território angolano, a dte, através da dst angola, tem sob sua responsabilidade a execução das instalações elétricas, segurança e telecomunicações do Armazém Central de Medicamentos de Luanda, situado numa zona quase deserta, entre a localidade de Viana e Cacuaco, em Kifangondo Funda. Com uma área de construção de quase sete mil metros quadrados, esta é a primeira obra de instalações elétricas a realizar em território angolano pelo grupo dst, sendo também considerado um projeto-chave pelo Ministério da Saúde.

No coração da capital angolana, está a ser construído o Novo Edifício de Escritórios da Somoil - petrolífera Angolana -, empreitada na qual a dte é responsável pelos sistemas de segurança, instalações elétricas, telecomunicações e circuito fechado de TV. Esta obra, localizada no centro de Luanda, visa, ainda, a instalação de um posto de transformação e as instalações de baixa tensão.

Também sob a alçada da dte, está a ser executada, em prazo recorde, a empreitada de instalações elétricas, segurança e telecomunicações da Autostar, localizada na estrada Viana/Catete, junto à Zona Económica Especial. Um projeto singular, de elevado cariz arquitetónico, que obriga a uma elevada precisão na aplicação dos equipamentos e materiais, nomeadamente no que à iluminação diz respeito.
Mais recentemente, foram adjudicadas as empreitadas de instalações elétricas, segurança e telecomunicações e instalações de AVAC do Complexo da Bromangol, na zona de Camama, Luanda. Trata-se de um sofisticado Centro Tecnológico de Laboratórios, constituído por um edifício de laboratório de três pisos, um edifício administrativo de seis pisos, um armazém de apoio, quatro portarias, um edifício de gases medicinais e um edifício de geradores.

Para José Teixeira, presidente do Conselho de Administração do grupo dst, a presença no mercado angolano “é mais um passo firme na estratégia de internacionalização que temos vindo a seguir com assinalável sucesso”, lembrando ainda que “o crescimento económico que Angola tem verificado obriga o país a dotar-se das necessárias infraestruturas de suporte a esse desenvolvimento. E aqui é importante o know-how de uma empresa como a dte, aplicando no terreno a fiabilidade e a inovação que caracterizam os projetos em que nos envolvemos”.

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quinta-feira, 19 de junho de 2014

Pavilhão de Portugal brilha no Salão Ambiente Angola 2014

Pelo segundo ano consecutivo a Fundação AIP organizou o Pavilhão de Portugal no Salão Ambiente Angola, de 5 a 8 de Junho. O Salão Ambiente Angola tem a organização do Ministério do Ambiente da República de Angola e da Feira Internacional de Luanda, contando com uma presença forte de empresas portuguesas, ou empresas mistas com capitais portugueses, graças a um mercado do sector do ambiente em franco crescimento, tendo duplicado a sua dimensão nos últimos 3 anos.

As empresas Contenur Portugal do sector dos resíduos, da Alfatubo no sector das àguas, a Fabriwatt e Gesto Energia, mostraram as suas mais recentes novidades ao mercado angolano, incluindo a participação como oradores no programa de conferências do salão. Em grande destaque no Pavilhão de Portugal esteve ainda a promoção ao Acqualiveexpo e Energyliveexpo de 4 a 6 de Março de 2015 e ainda a “Coligação para o Crescimento Verde” uma iniciativa do Governo de Portugal e dezenas de outras instituições portuguesas, onde a Fundação AIP participa desde a primeira hora.

Fátima Jardim, Ministra do Ambiente de Angola visitou o Pavilhão de Portugal, valorizando a presença das empresas portuguesas, e reforçando o interesse no relacionamento cada vez mais estreito entre empresas portuguesas e angolanas para a construção de uma Angola mais verde e sustentável.

Os grandes projectos de diminuição do impacto ambiental, das actividades da exploração petrolífera, diamantífera, a recolha e tratamento de resíduos urbanos, tratamento e distribuição de água, acesso à energia eléctrica nas cidades e nas províncias ou a certificação ambiental, são apenas exemplos das intensas possibilidades de parceria no mercado angolano para os próximos anos no mercado do ambiente.

De acordo com Jorge Oliveira, Director de Área de Feiras da FIL e responsável pela organização do Pavilhão de Portugal no Salão Ambiente Angola, a “construção de uma nova Angola mais verde e sustentável é uma oportunidade para as empresas portuguesas, que deverão olhar para este mercado como prioridade estratégica passível de concretização de negócios no curto prazo, pois temos competências tecnológicas e de recursos humanos capazes de responder a esse desafio”.

As tecnologias ambientais em Angola estarão em evidência também no Acqualiveexpo e Energyliveexpo, de 4 a 6 de Março de 2015, no CCL - Centro de Congressos de Lisboa, numa organização da Fundação AIP, onde Angola será um dos países convidados de honra.

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sexta-feira, 21 de março de 2014

Somague ganha contratos de 378 M€ em Angola

A Somague venceu a adjudicação para a construção de dois novos edifícios para a Assembleia Nacional de Angola, no valor de 98 milhões de euros. Estes novos imóveis abrangem uma área de construção de 42 mil metros quadrados e irão dar apoio à Assembleia Nacional, que neste momento se encontra em fase de finalização.

Além destes contratos, a Somague garantiu ainda a conclusão no complexo de Kinaxixi MXD, de Luanda, de duas torres de 25 pisos e do centro comercial, num valor total de 158,2 milhões de euros. Para a Sonangol a Somague irá construir dois parques de combustível, um em Malangue no valor de 54,9 milhões de euros, e outro em Soyo no valor de 66,4 milhões de euros.
A Somague reafirma assim a sua forte aposta no mercado angolano, fundamental na estratégia actual da empresa.

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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

"Não é seguro que 2014 seja de viragem na construção"

Na entrevista que deu à TSF Castro Henriques afirmou que a Soares da Costa trabalhou sem folgas nos últimos dois anos, tendo a preocupação neste período de tempo sido a curto prazo, e nunca a médio e longo prazo. A sobrevivência da empresa esteve em jogo, mas Castro Henriques sempre se manteve confiante, tendo em conta, entre outros, a qualidade técnica e o prestígio internacional da empresa. No entanto revela que foi essencial a entrada de António Mosquito na Soares da Costa, empresa que de outra forma podia ter a sua continuidade comprometida.

Quanto à recuperação do sector da construção o CEO da Soares da Costa diz que acha que os primeiros sinais surgirão apenas em 2015 e não antes, uma vez que é necessário que a economia portuguesa comece a dar sinais positivos antes disso, para depois sim, o sector da construção começar a retomar.
As ambições da Soares da Costa em Angola, o principal mercado da empresa, serão reforçadas agora que António Mosquito vai assumir a presidência da empresa.

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quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Antarte abre loja em Luanda

A Antarte acaba de abrir uma loja em Luanda, Angola, reforçando assim a sua presença em território africano, onde já possui um espaço em Nelspruit, África do Sul, aberto em Maio de 2010. O novo espaço Antarte, situado no Bairro do Benfica, Estrada do Patriota, no Município de Belas, é um dos maiores da marca, com 1500 m2, distribuídos em três pisos, e resulta de um investimento superior a um milhão de euros.

A nova loja abre com a última colecção, que apresenta em Luanda todas as linhas que integram o portfólio da marca, desde as mais exclusivas às mais acessíveis. Para além do atendimento e aconselhamento personalizado e do serviço pós-venda, a marca disponibiliza serviço de decoração de interiores, no sentido de conceber ambientes adequados às preferências e disponibilidades de cada um. Os projectos são posteriormente apresentados em 3D e incluem, para além do mobiliário, a conjugação dos mais variados complementos, como tapetes, cortinados, papel de parede ou iluminação, e sugestão das cores ideais para cada ambiente de casa.

Para Mário Rocha, chairman na Antarte, a abertura da loja “é mais um passo no esforço de internacionalização que temos vindo a encetar, designadamente em mercados com forte crescimento económico, como é o caso do angolano”. Resultado de um esforço comum com um parceiro local, esta nova unidade da Antarte “vai permitir levar cada vez mais longe a qualidade do nosso mobiliário, com Angola a constituir uma privilegiado porta de entrada no mercado africano”, concluiu.
Com lojas nas principais cidades portuguesas, a Antarte conta também com espaços comerciais em países tão diversos como Espanha, França ou Suíça, para além de várias representações noutras latitudes através de parceiros locais, como é o caso da África do Sul e Angola.

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quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Projekta by Constrói Angola 2013 com a participação da Sotecnisol

A Sotecnisol vai marcar presença na 10º edição do Projekta by Constrói Angola 2013 que arranca amanhã em Luanda na FIL – Feira Internacional de Luanda - prolongando-se até ao dia 27 de Outubro. O Espaço Sotecnisol na Projekta by Constrói Angola 2013 situa-se no Stand 17 e pretende dar a conhecer a empresa bem como todas as áreas em que actua.

Recorde-se que a Sotecnisol está presente no mercado Angolano desde 2012 com as áreas de engenharia, revestimentos, coberturas & Fachadas e materiais. Actualmente totaliza 21 colaboradores neste país.

José Luís Castro, Presidente da Sotecnisol, considera que «No último ano a Sotecnisol registou um grande crescimento no mercado Angolano, quer em termos de clientes, quer em termos de colaboradores. A participação no maior certame do sector da construção em Angola é por isso “obrigatória”, pretendemos assim mostrar aos nossos parceiros e potenciais clientes toda a capacidade técnica e de execução que oferecemos actualmente neste país».
A operar já em Espanha, Itália, Angola, Argélia e Moçambique, o peso actual dos mercados internacionais representa 10% da facturação da Sotecnisol, a empresa espera atingir os 30% de facturação no exterior nos próximos anos.

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sexta-feira, 26 de julho de 2013

Soares da Costa conquista obras no Brasil, Angola e Moçambique

A Soares da Costa conquistou o seu maior contrato no Brasil, que consiste em construir um parque habitacional e respectivas infraestruturas, no valor de 84 milhões de reais, cerca de 29 milhões de euros, no estado do Ceará, nordeste do Brasil.

Neste comunicado da empresa à CMVM, a Soares da Costa revela ainda sobre obras que vai começar em Angola. Assim, a empresa vai construir em Luanda a sede da Empresa Nacional de Electricidade, num empreendimento de 46,9 milhões de dólares (35,5 milhões de euros). Tem ainda para construir um centro de escritórios, comércio e habitação no valor de 18,6 milhões de euros e um edifício para a instalação de um "call-center" no valor de 11,8 milhões de euros.

Além de Angola, a Soares da Costa tem também mais uma obra para começar em África, mais concretamente em Maputo, Moçambique, onde vai construir a sede do Ministério da Justiça daquele país por 11 milhões de euros.

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quinta-feira, 20 de junho de 2013

Ramos Ferreira Angola lança nova área de negócio

A Ramos Ferreira Angola lançou uma nova área de negócio: projecto e consultoria. A este propósito, em comunicado a empresa refere que "idealizar, construir, partilhar o entusiasmo e o sucesso: é neste registo que a Ramos Ferreira estabelece alianças fortes e colaborativas com cada cliente. Indo ao encontro deste desejo mútuo de parceria, a Ramos Ferreira dá mais um passo na diversificação das suas áreas de actuação, apostando em 2013 numa nova esfera de negócio: a área de projecto e consultoria. Em causa está a oferta de um serviço global de engenharia a todos os países onde o Grupo está implementado, bem como a outros mercados que estão a ser alvo de prospecção".

Para esta nova área a Ramos Ferreira reforçou a sua estrutura humana, integrando técnicos com experiência em grandes projectos e instalações especiais, capazes de corresponder cabalmente aos serviços a prestar, designadamente, Elaboração de Estudos e Projectos Multidisciplinares, Consultoria e Assistência ao Dono da Obra.

Combinando know-how e uma vasta equipa competente, a área de projecto e consultoria inclui diversas valências, a saber:

- Instalações Eléctricas Média Tensão e Baixa Tensão;
- Instalações de Comunicações;
- Sistemas Informáticos;
- Instalações de Segurança Activa e Passiva;
- Sistemas de Segurança;
- Energias Renováveis;
- Instalações Mecânicas;
- Redes de Gás;
- Instalações Hidráulicas;
-Gestão Técnica Centralizada.

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