terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Serratec aposta em Portugal e escolhe a Garcia Garcia para construir nova unidade industrial

A Serratec, empresa especializada na produção de componentes para a indústria automóvel, instalou-se em Portugal, escolhendo a Zona Industrial de Neiva, em Viana do Castelo, onde prolifera um cluster de empresas do setor, para a construção da sua unidade fabril. A Garcia Garcia, construtora especializada em design and build de edifícios industriais, logísticos, residenciais e comerciais, é responsável pelos projetos de arquitetura e engenharia, bem como pela execução da obra, concluída no passado mês de novembro, após nove meses de trabalhos.

A instalação da unidade fabril da Serratec ocupa uma área industrial de cerca de 7400 metros quadrados e possibilita a criação de 50 novos postos de trabalho. Recorde-se que esta empresa de tecnologia avançada fornece um dos principais players internacionais do setor de componentes automóveis, a Bontaz, cujo desenho e construção do seu centro de I&D no Parque Empresarial de Lanheses, em Viana do Castelo, foi também assegurado pela Garcia Garcia.

Integração na envolvente consolidada da Zona Industrial de Neiva
O edifício foi projetado e construído como um bloco único, com enquadramento e fusão na envolvente consolidada da Zona Industrial de Neiva. Encontra-se dividido funcionalmente em duas áreas, um bloco administrativo e social e um bloco de produção.

Na projeção do novo edifício industrial, a aposta é numa imagem de continuidade concetual do conjunto, com uma linguagem arquitetónica comum aos dois blocos. Com uma estrutura mista, o novo edifício ganha destaque pelo vão livre de 44 metros, que retira obstáculos físicos do seu interior, maximizando toda a área útil e modularidade do espaço.

Ao nível técnico, evidenciam-se os monorails suspensos na cobertura para alimentação de matérias-primas às máquinas, assim como as redes de suporte ao processo (rede de ar comprimido), distribuição de água fria e lubrificantes para as máquinas.

Esta é quinta unidade para o setor automóvel que a Garcia Garcia concebe e constrói em Viana do Castelo, quatro no Parque Empresarial de Lanheses - BorgWarner, Eurostyle Systems, Steep Plastique e Bontaz, e esta última, na Zona Industrial de Neiva. Acresce a todos estes projetos, a construção da ampliação da franco-nipónica Uchiyama, que também teve assinatura da construtora nacional.

Ficha Técnica do Projeto
Projeto e construção: Garcia Garcia
Local: Zona Industrial de Neiva, Viana do Castelo
Terreno: 10.484 m2
Área de Construção: 7.430 m2
Prazo de Obra: 9 meses
Data de Conclusão: novembro de 2018

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Mota-Engil México inicia a sua primeira etapa de produção de energia

A Generadora Fénix, empresa mexicana, resultado da parceria estratégica entre a Mota-Engil México e o Sindicato Mexicano de Electricistas (SME), celebrou a receção da unidade móvel de turbo-geração SGT-A45 fabricada pela Siemens. O evento teve como objetivo simbolizar o arranque da primeira fase do Projeto da Central de Produção Elétrica Jorge Luque. Recorde-se que no mês passado demos conta de que a Mota-Engil forneceria electricidade na Cidade do México.

Na primeira fase, com entrada em operação em junho de 2019 a Central alcançará uma produção de 33 Mw. A segunda, em Outubro de 2019, e a terceira, que está prevista para concluir en março de 2020, permitirá alcançar uma capacidade total de 100 MW.
O Projeto Jorge Luque na sua versão integral, contempla uma produção de 1.700 MW, e realizar-se-á gradualmente através de um investimento total aproximado de 30 mil milhões de pesos (1,3 mil milhões de euros).

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quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Profiltek aumenta as funcionalidades do seu sistema de impressão digital Imagik

A Profiltek incorporou uma nova tecnologia que aumenta as funcionalidades de Imagik, o seu pioneiro sistema de impressão digital sobre o vidro e que oferece infinitas opções de personalização no que respeita às suas divisórias à medida. A Profiltek é o único fabricante que integra na sua produção a tecnologia de decoração de vidro. A empresa internacional, com forte presença em Portugal, incorporou uma nova linha de impressão digital que incrementa a resistência do vidro decorado.

Segundo o seu diretor geral, Félix Lafuente, esta inovação permite “melhorar significativamente as características físico-mecânicas dos nossos produtos”. Acrescenta ainda que a tecnologia permite que o vidro decorado “pode estar também no exterior, uma vez que é resistente aos raios UV”.

A Profiltek investiu cerca de um milhão de euros na implementação desta inovação tecnológica, que converte o seu sistema Imagik num elemento “totalmente diferenciador”, conclui Félix Lafuente.

Decoração personalizada
O sistema de impressão digital Imagik permite imprimir qualquer imagem, cor ou desenho diretamente sobre um vidro temperado, tanto nas divisórias de banho como em portas ou outras aplicações.

Os utilizadores podem personalizar as suas divisórias com cores translúcidas e degrades de cores, podendo gerar espaços decorativos ao seu gosto. É também possível imprimir diretamente as suas fotografias preferidas, uma vez que é possível obter ilustrações e grafismos nítidos, translúcidos e, sobretudo, resistentes à água.

Impressões cuja aparência, intensidade e cor não diminuem com o tempo através do contacto com a água e o uso diário habitual das suas divisórias de duche, ao que se soma a sua alta resistência à luz exterior.

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quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Grupo dst investe 13 milhões de euros no projeto imobiliário Salgueiral Residences em Guimarães

O dstgroup está a construir o Salgueiral Residences, um empreendimento habitacional em Guimarães, resultante de um investimento de cerca de 13 milhões de euros. O projeto imobiliário é da dst realestate, que reforçará a oferta residencial naquela cidade com mais de 71 habitações, num segmento de qualidade superior e ecologicamente sustentável. Constituído por seis prédios, cada um com sete pisos, a empreitada do Salgueiral Residences contará com a intervenção de mais quatro empresas do dstgroup na sua construção, nomeadamente a construtora dst sa, dstsolar, tagregados e tconcrete.

Localizado a cinco minutos do centro histórico e das principais zonas comerciais, de saúde e de lazer, o complexo residencial oferecerá apartamentos de estilo minimal e contemporâneo, com tipologias entre T0 a T3, concebidos de forma a garantir a privacidade, o conforto e a segurança dos seus moradores.
Com assinatura do arquiteto Manuel Graça Dias, é um projeto acolhedor, integrado numa zona habitacional familiar, que beneficiará de um extraordinário aproveitamento da exposição solar. O Empreendimento do Salgueiral estará equipado com um sistema solar térmico centralizado, que terá como função o aquecimento de águas sanitárias, tendo como apoio caldeiras de condensação, a gás natural, que serão também responsáveis pelo aquecimento central. Para além dos painéis solares, que garantem mais eficiente e uma maior poupança no consumo energético, o Salgueiral Residences estará dotado de climatização programável, isolamento térmico e acústico de excelência e garagens com pontos de carregamento para veículos elétricos.
O projeto prevê áreas amplas e uma construção ancorada numa escolha criteriosa dos materiais e acabamentos de excelência, aliados às mais sofisticadas soluções técnicas.Para além do corpo habitacional, o empreendimento integra seis espaços comerciais, uma zona de uso coletivo, para festas, reuniões e convívios, e um área de lazer reservada. Situado às portas da cidade, o Salgueiral Residences beneficia ainda de um espaço verde de oito mil m2 a 100 metros de distância e de uma grande proximidade às acessibilidades rodoviárias e ferroviárias da cidade de Guimarães.

O projeto é comercializado em regime de exclusividade pela 'dipe imobiliária', uma empresa com mais de 23 anos de experiência no mercado imobiliário da cidade de Guimarães.

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segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

MSF Engenharia em insolvência

A MSF Engenharia vai declarar insolvência devido à indisponibilidade dos financiadores para flexibilizar condições e a falta de solução para a dívida do Governo de Angola, situações que não permitem à construtora assegurar recursos financeiros para manter actividade. Recorde-se que já no ano passado aqui demos conta do problema dos salários em atraso na MSF Engenharia.

A MSF Engenharia, que é liderada por Paulo Ferreira Silvestre, já informou os trabalhadores da intenção, explicando que se encontra "hoje numa situação de grande desequilibro económico e financeiro".

"Não conseguindo a empresa assegurar recursos financeiros para fazer face às despesas da sua actividade, em particular os salários vencidos, e esgotadas todas as vias que se afiguravam como possíveis para evitar este desfecho, não resta outra alternativa que não seja a apresentação da MSF Engenharia, S.A. à insolvência", afirma a empresa.

A MSF Engenharia justifica a decisão pela "grave crise que o sector da construção atravessa em Portugal" devido à redução de investimento público, conjugada "com a diminuição dos contratos nos mercados internacionais da empresa, condicionados pelos baixos preços do petróleo".
"Tivemos expectativa até ao último momento de conseguir evitar o impacto desta insolvência" e "tudo fizemos na tentativa de reverter os problemas que afectam a empresa e de ultrapassar a situação vivida, mas infelizmente isso não foi viável", concluiu o presidente da MSF Engenharia.

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sexta-feira, 30 de novembro de 2018

O futuro exige casas saudáveis para todos

A InovaDomus - Associação para o Desenvolvimento da Casa do Futuro – apresentou publicamente o novo projeto “Construção Para a Saúde” na Ordem dos Arquitetos, no Porto, na última quarta-feira, dia 28. “Este projeto tem como objetivo central potenciar, dinamizar e prestar informação ao mercado de como construir casas mais saudáveis. Este é um tema atual que vai dinamizar a economia nos próximos anos; há até quem lhe chame a indústria do futuro: a saúde. E o setor da construção deverá adaptar-se, para assegurar que temos casas mais saudáveis, mais amigas de todos, não só daqueles que estão doentes ou envelhecidos, e que precisam de necessidades especiais para habitarem nas suas casas, mas também de todos aqueles que não estão doentes, mas que beneficiam se viverem num ambiente mais saudável, uma vez que atualmente passamos 90% do nosso tempo dentro de edifícios”, explicou António Oliveira, Presidente da InovaDomus.

“É do conhecimento público que o Estado quer promover a hospitalização domiciliária; compete assim aos diversos ‘players’ criar as condições para que isso possa acontecer em segurança. Especificamente, ao sector da construção, compete-lhe perceber as condições, os produtos e as soluções que podem e devem ser incorporados nas habitações. Após algumas pesquisas, verificámos que a ligação da construção e da saúde, é ainda um tópico a explorar, a nível nacional e europeu”, alertou António Oliveira.

Neste projeto “Construção Para a Saúde”, a Universidade de Aveiro participará com uma equipa multidisciplinar - Departamento de Engenharia Civil, Instituto Superior de Contabilidade e Administração com o NeuroScience Lab, Departamento de Ciências Biomédicas e a Escola Superior de Saúde -, procurando a integração de conhecimento vindo de certificações e normas da saúde e da engenharia, com o foco no desenvolvimento de casas mais saudáveis e em acrescentar valor ao mercado da construção, através do levantamento de informação certificada a aplicar.

A Universidade de Aveiro será responsável pelas ações de ‘benchmarking’ internacional e nacional dos estudos e normas; levantamento, tratamento e produção de informação relevante à regulamentação; apoio científico no tratamento de informação nos eventos e versão preliminar de certificação; e proposta da versão final de contributos recolhidos.

Para Ana Velosa, Pró-reitora da UA, este projeto decorre da “necessidade de desenvolver estratégias para garantir o bem-estar das pessoas no tempo em que desfrutam dos espaços interiores - trabalho, lazer ou outra atividade -, contribuindo para a sua produtividade e satisfação”.

Ao nível do impacto no mercado da construção, Eduardo Leite, Administrador da CARI Construtores, do grupo DST, considerou que a construção para a saúde lança novos desafios e oportunidades, ao nível da modelação da habitação, em função das características físicas e psicológicas associadas ao envelhecimento geracional. “Quem se antecipar ganhará uma clara vantagem competitiva”, concluiu.

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Porto ainda tem escassez de residências para estudantes

O Porto vive um momento de transformação e modernização. O imobiliário está em alta e regista números recorde. Mas, quais são os novos segmentos de mercado e quais os formatos de habitação que a cidade exige? E quais as principais preocupações entre os investidores? Segundo o diretor do departamento Corporate da Predibisa, consultora imobiliária especializada no norte do país, o mercado imobiliário tem sofrido uma enorme evolução, com aumento da qualidade da nova construção e reabilitação das zonas históricas, que têm contribuído para a revitalização e uma visão sustentada do futuro cidade. Variáveis que beneficiam o alojamento turístico, começam agora a contribuir para a oferta do alojamento de estudantes, nacionais e estrangeiros.

Com o crescimento da atividade turística, como se apresentam os novos formatos residenciais? Por isso mesmo realizou-se uma conferência dedicada ao tema “Novas oportunidades na promoção residencial”. O responsável da Predibisa expôs a sua visão sobre o mercado imobiliário do Porto, às 15h20. A VI Semana da Reabilitação Urbana do Porto arrancou segunda-feira, dia 26, no Palácio da Bolsa e prolonga-se até sábado, 1 de dezembro.

Segundo um estudo recente da Predibisa, que analisa o mercado do alojamento do Porto, se por um lado ainda há uma escassez de oferta de residências de estudantes no Porto, por outro lado o número de alojamentos locais e de unidades hoteleiras estão em grande expansão.

Impulsionado pelo crescimento do turismo, grande parte da promoção imobiliária no centro histórico do Porto centra-se em casas T0 a T2, destinadas a alojamento local, onde se verifica mais de metade dos registos (70%). De encontro ao estudo, este ano as previsões são de que nesta zona prime os registos sejam 20% superiores face a 2017 e 32% nas restantes zonas do Porto.

Na vertente de alojamento para estudantes no Porto, segundo o diretor do departamento Corporate da Predibisa, “os estrangeiros que chegam à cidade não são apenas turistas ou grandes investidores imobiliários. São também estudantes e todos os anos chegam mais, com o número de estrangeiros no ensino superior no Porto a subir cerca de 5% entre 2012 e 2017, segundo dados do INE. Nada aponta para que esta tendência se inverta.“
Ponto de atração para investimento estrangeiro, o Porto começa a receber operadores especializados neste segmento de alojamento para estudantes. A aposta são novas residências de estudantes privadas, que pretendem colmatar uma lacuna existente neste mercado. “Falamos de projetos com layouts muito bem desenhados, com instalações exclusivamente adaptadas ao público-alvo, estrategicamente localizadas, com condições e serviços muito especializados e acima da média, mas vocacionados em particular para estudantes deslocados. Dadas as características, as rendas mensais praticadas poderem chegar aos 600€. Estão já previstos quatro novos projetos de residências privadas para estudantes no Porto, com cerca de 1.400 quartos e que deverão ficar prontos em 2019 e 2020”, explica João Leite Castro.

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A iluminação conectada de 15 pontes icónicas de Londres

A Signify foi escolhida como parceira de iluminação conectada para assegurar a iluminação de 15 pontes icónicas de Londres, até 2022. A decisão foi tomada pela Illuminated River Foundation, com o objetivo de revigorar as famosas pontes sobre o rio Tamisa e fazer de Londres uma das capitais mais atrativas do mundo. A Signify ganhou o contrato para fornecer o sistema Interact Landmark e as luminárias Philips Color Kinetics LED para iluminar as pontes com efeitos de iluminação dinâmicos e artísticos, através do seu software gerido centralmente. Adicionalmente, a Signify vai também fornecer serviços de ciclo de vida para gerir e monitorizar remotamente a iluminação conectada das pontes durante os próximos 10 anos.

Esta é a primeira vez que existe uma estratégia holística para iluminar todas as pontes do centro de Londres. O objetivo desta iniciativa é criar uma experiência visual a vários níveis para as pontes, que seja visível para os pedestres que circulam nas pontes, das margens do rio, do ar, de edifícios altos e a partir dos barcos. O projeto está a cargo da Illuminated River Foundation, que organizou um concurso de design internacional para escolher um responsável pelo design da iluminação.

O vencedor foi o artista internacional Leo Villareal e os arquitetos londrinos Liftschutz Davidson Sandilands. Após o processo de avaliação, a Signify foi escolhida para este projeto devido à sua dimensão global e expertise em iluminação, assim como pela sua capacidade de desenvolver um projeto de iluminação conectada a esta escala. Outro fator determinante para a escolha da Signify foi a experiência da empresa em trabalhar com designers e arquitetos de iluminação na gestão da dinâmica e arquitetura dos cenários de iluminação.
“As pontes de Londres são conhecidas mundialmente, mas não estavam a ser aproveitadas em termos do seu potencial para transformar a cidade à noite,” afirmou Sarah Gaventa, diretora da Illuminated River Foundation. “O que estamos a fazer neste momento, em parceria com a Signify, ao transformar as pontes e as margens do rio, é completamente inovador. Estamos a utilizar pela primeira vez iluminação LED eficiente em 15 pontes de Londres que, com o sistema Interact Landmark da Signify, permite criar arte pública numa escala nunca antes vista.”

A primeira fase do projeto terá quatro pontes iluminadas, durante o primeiro semestre de 2019, com as luminárias Philips Color Kinetics LED a serem utilizadas na famosa London Bridge, na Canon Street Railway Bridge, Southwark Bridge e na Millennium Bridge. O sistema Interact Landmark da Signify fará a gestão e monitorização remota da iluminação destas quatro pontes. Pela primeira vez, a Canon Street Railway Bridge estará iluminada, assim como os topos e as bases das restantes três pontes. Tal facto permitirá efeitos de iluminação tridimensionais, para melhorar as áreas circundantes e torná-las mais seguras.

Cinco factos sobre o projeto da Illuminated Rivers:
1 - O projeto Illuminated River será a comissão de arte pública mais longa em todo o mundo, com mais de 4 quilómetros de comprimento, o equivalente a 44 campos de futebol estendidos ao longo de 4,5 milhas náuticas no rio Tamisa. O sistema Interact Landmark da Signify fará a gestão centralizada da nova iluminação conectada deste projeto.
2 - Serão usados mais de 22.000 pontos de luz LED Philips Color Kinetics, exibindo mais de 16 milhões de cores, para criar efeitos de iluminação dinâmica em 15 pontes de Londres: London Bridge; Southwark Bridge; Cannon Street Bridge; Millennium Bridge; Blackfriars Railway Bridge; Golden Jubilee Bridge, Waterloo Bridge; Blackfriars Bridge; Lambeth Bridge; Vauxhall Bridge; Westminster Bridge; Grosvenor Bridge; Chelsea Bridge; Albert Bridge; Tower Bridge.
3 - London Bridge: Desde os tempos medievais que existe uma ponte neste local ou nas suas imediações. Esta ponte icónica tem o pavimento aquecido para prevenir a formação de gelo nos dias mais frios.
4 - A Millenium Bridge é a ponte pedestre mais recente em Londres em mais de um século e foi pensada como uma “lâmina de luz” ao longo do Tamisa, ligando a St Paul Cathedral à Tate Modern e o Globe Theatre na margem sul. Em conjunto com a Foster & Partners, o arquiteto da Millenium Bridge, a Signify irá iluminar pela primeira vez a base da ponte, criando luz adicional para exibir a lâmina de luz ao longo do rio.
5 - Todos os anos há mais de 200 milhões de travessias nas 15 pontes de Londres.

“A iluminação é um dos meios mais poderosos para trazer nova vida às cidades e áreas metropolitanas, anunciando uma nova era de beleza e design urbano. Iluminámos pontes em todo o mundo e assistimos em primeira-mão ao impacto positivo da iluminação dinâmica a transformar as comunidades e economias locais. É fantástico proporcionar às pessoas de Londres pontes com uma iluminação única, algumas delas iluminadas pela primeira vez,” disse Maria-Letizia Mariani, Presidente da Signify Europe.

O software vai detetar e gerir falhas e executará diagnósticos e manutenção remotamente, melhorando a gestão de ativos e, consequentemente, reduzindo custos. No total, nas 15 pontes estarão mais de 13.000 luminárias, que serão controladas individualmente ou centralmente para criar cenários únicos. Os cenários poderão ser criados para assinalar ocasiões especiais como o nascimento de um bebé da Família Real ou um evento como a passagem de ano.

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TPG Real Estate e Round Hill Capital associam-se para criar nova habitação e residências para estudantes em Lisboa

A TPG Real Estate, braço da TPG que se dedica à gestão de ativos imobiliários, e a Round Hill Capital (“Round Hill”), empresa que se dedica ao investimento, desenvolvimento e gestão de ativos imobiliários, adquiriram , através de uma joint venture constituída para o efeito, um terreno com cerca de 39.000 m2 de área edificável, em Lisboa. A TPG Real Estate e a Round Hill tencionam desenvolver naquele local um projeto de referência, no segmento residencial e uma residência para estudantes. As condições financeiras do negócio não foram reveladas.

A aquisição assinala o primeiro negócio conjunto da TPG Real Estate e da Round Hill em Portugal, país que apresenta uma dinâmica positiva no segmento residencial e oferece indicadores de confiança para o investimento imobiliário. A TPG Real Estate e a Round Hill têm vindo a avaliar o mercado imobiliário em Portugal há vários anos e continuam atentas a novas oportunidades de investimento no país, em linha com a estratégia de investimento da joint venture, que criaram.

O projeto, que se localiza no Campo Pequeno, zona central de Lisboa, vai incluir uma capacidade de 390 camas para estudantes e cerca de 250 apartamentos. A residência de estudantes vai incluir áreas de estudo e lazer para estudantes, assim como espaços comerciais comuns disponíveis para todos os residentes. O Campo Pequeno é uma zona residencial consolidada que beneficia de excelentes acessos e transportes. O terreno está a uma curta distância a pé do Campus da Universidade de Lisboa e de outras universidades, institutos e escolas de negócios, permitindo um fácil acesso tanto ao centro histórico como ao Aeroporto de Lisboa.
Após a conclusão da construção, a residência de estudantes será gerida pela Nido Student, unidade da Round Hill para este efeito na Europa.

Michael Abel, Partner na TPG Real Estate, comentou que “temos testemunhado uma procura crescente de espaços residenciais de elevada qualidade e com uma localização privilegiada em Lisboa, alavancada pela robustez da economia em Portugal. Estamos convictos de que a vasta experiência neste sector da TPG Real Estate, combinada com o conhecimento que a Round Hill tem do mercado residencial, incluindo alojamento de estudantes na Europa, vai criar uma parceria dinâmica que nos coloca numa posição privilegiada neste segmento de mercado”.

Por sua vez Michael Bickford, fundador e CEO da Round Hill Capital, afirmou que “a aquisição deste ativo no Campo Pequeno é a primeira operação conjunta da TPG Real Estate e da Round Hill em Portugal. A Round Hill continua interessada em investir em novos alojamento para estudantes e no crescimento residencial, em linha com a estratégia de investimento e planos de crescimento em Portugal e noutros mercados europeus.
O interesse da Round Hill no mercado português é reforçado com esta aquisição, que vem acrescer à aquisição efetuada junho de 2017 de um projeto de 100 milhões de euros de Investimento, que inclui residências de estudantes, apartamentos, um supermercado, áreas de restauração e ainda espaços de escritórios, enquadrados por amplas áreas exteriores e novos e acolhedores espaços públicos verdes.”

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quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Predibisa responsável pela venda do edifício do Café Embaixador no Porto à Quantico-Albatross

O número 119 da Praça da Liberdade, no Porto, morada do edifício do Café Embaixador, foi vendido à Quantico-Albatross, principais investidores e assessores do Fundo VESTA REAL ESTATE. A venda do imóvel a esta sociedade de investidores, que agrega três frações, pisos 1 a 4, foi intermediada pela consultora imobiliária Predibisa. Com autoria do arquiteto António Leitão Barbosa, o projeto assenta na reconversão deste edifício histórico com uma área total de 1.500 m2 (antiga Casa Bancária da família Pinto Leite), num moderno conjunto habitacional de 15 apartamentos T1 e T2, com áreas médias entre 60 e os 130 m2.

Para além da localização no coração da Baixa da cidade, com todo o edificado histórico envolvente, o edifício desenvolve-se através de uma ampla fachada ao longo da Rua Sampaio Bruno, onde está instalado o conhecido Café Embaixador, cuja envolvente é um património arquitetónico muito preservado. Os interiores do imóvel destacam-se pela sua funcionalidade e elegância dos materiais e acabamentos e no exterior ganham destaque as varandas e terraços expostos a sul, permitindo usufruir de uma excelente exposição solar.
Para Joana Lima, responsável da Predibisa pelo negócio, “Este edifício prima pela singularidade, que lhe permite, por exemplo, estar à altura de um hotel de cinco estrelas. A consultora acrescenta ainda que “além do forte simbolismo do edifício, acresce uma localização prime, numa das zonas da Baixa do Porto onde se concentra maior atividade turística e que tem permitido que a maioria dos edifícios na sua envolvente estejam a ser remodelados para habitação, hotelaria e comércio. Este projeto de reabilitação urbana destina-se a quem procura viver com qualidade ou rentabilizar o seu investimento num edifício situado na praça mais importante da cidade.”
Recorde-se que ainda recentemente a Predibisa concretizou uma outra operação de venda de um imóvel para a Quantico-Albatross, concretamente, o palacete Montevideu, na Foz, um emblemático imóvel na primeira linha de mar que vai ser reabilitado para habitação de luxo.

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