terça-feira, 16 de outubro de 2018

Oli apresenta a casa de banho perfeita na Exponor

Esta semana, a Oli apresenta a casa de banho perfeita na 2ª edição da Decor Hotel, feira profissional de Equipotel, Construção, Produtos e Serviços para hotéis e similares, que decorre entre quinta-feira, dia 18, e sábado, dia 20, na Exponor, em Matosinhos.

Móveis com design contemporâneo, autoclismos interiores ultra eficientes, placas de comando com sistema de ativação “no touch”, que elevam ao máximo os níveis de higiene, e válvulas de descarga de economia água que podem ser incorporadas na cisterna de qualquer autoclismo.

Todas estas soluções caracterizam-se pela inovação e versatilidade, podendo ser aplicadas em projetos de construção nova ou de renovação.
A Oli equipa hotéis de luxo em todo o mundo, desde o Sheraton Pine Cliffs no Algarve, passando pelo Intercontinental no Cairo até ao Ritz Carlton no Dubai.

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quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Neurociência chega ao sector imobiliário

O que nos leva a decidir pela compra de um imóvel em detrimento de outro? De que forma nos inclinamos para determinados produtos e serviços? Estas respostas podem ser dadas pela neurociência, processo que ajuda a compreender o mecanismo inconsciente de tomada de decisão, na hora do cliente escolher um produto ou serviço, recorrendo a meios de medição biométricas e neurométricas para garantir maior fiabilidade nos resultados obtidos.

O Grupo Business, uma das marcas líder no sector imobiliário português, é a primeira empresa nacional a utilizar este método inovador, que possibilita identificar as principais “dores” dos potenciais clientes, orientando-os de forma correcta para uma tomada de decisão quando chega o momento de comprar ou vender um imóvel. Este processo de gerar emoções precisas junto do cliente, assenta numa série de dados obtidos a partir da leitura das expressões faciais, postura ou olhar, convergindo todos para os estímulos certos que, no final, permitirão fazer o negócio a contento de ambas as partes.
De acordo com Miguel Aguiar, CEO do Grupo Business, “um dos grandes objectivos da aplicação da neurociência no imobiliário é possibilitar uma melhor experiência comercial e o aumento da qualidade de vida, promovendo ainda a consolidação de vínculos e fidelização entre clientes e marca”.
Assim, e no sentido de aprofundar esta abordagem inovadora ao mercado imobiliário, foram promovidas diferentes acções gratuitas para os cerca de 500 consultores do grupo, orientadas pelo espanhol António Casals, um dos mais prestigiados especialistas mundiais de neurociência aplicada aos negócios e responsável pelas SalesBrain a primeiro empresa mundial de neuromarketing.

Para tal, foi desenvolvido o primeiro estudo de base neurocientífica feito para o sector imobiliário em Portugal, e que servirá de base para a actividade do Grupo Business.

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quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Profiltek incorpora nanotecnologia nas suas divisórias à medida

A Profiltek acaba de lançar uma nova campanha em Portugal para promover a tecnologia que facilita a limpeza das divisórias de duche e permite que tenham um aspeto limpo durante mais tempo. A Profiltek foi uma das primeiras empresas a apostar na aplicação prática da nanotecnologia através do lançamento do Teknoclean, um tratamento exclusivo que minimiza os depósitos de calcário e as substâncias contaminantes.

Neste sentido, na compra de divisórias à medida no mercado português a empresa oferece o seu revolucionário tratamento anticalcário Teknoclean.

Isto vem facilitar bastante a limpeza e a manutenção das divisórias já que estas nano partículas permitem que se formem umas gotas limpas que são muito fáceis de eliminar. Para além da água, o vidro fica também protegido das manchas mais difíceis como óleos e gorduras (óleos corporais, maquilhagens, protetores solares, entre outros).
De acordo com o diretor geral da Profiltek, Félix Lafuente, com este sistema inteligente “e segundo os testes de laboratório que realizámos, conseguimos garantir o correto funcionamento das nossas divisórias por muito tempo”. Acrescenta ainda que “com uma manutenção adequada, as divisórias estarão em perfeito estado pelo menos durante 8 anos, ainda que seja alvo de elevada utilização”.

Por outro lado, o diretor geral da empresa considera que “este tratamento é bastante recomendável quando se adquirem este tipo de produtos, especialmente naquelas zonas onde a água tem um índice de calcário mais elevado.”. O objetivo é que as divisórias possam ter um aspeto novo durante muito mais tempo.

Por último, este recobrimento do vidro assente em nanotecnologia gera também uma superfície antiaderente e com alta resistência aos habituais produtos químicos de limpeza.

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terça-feira, 9 de outubro de 2018

Sacyr Somague ganha projeto em Moçambique no valor de 123,2 milhões de dólares

A Sacyr Somague, através da sua participada Sacyr Somague Moçambique, e em consórcio com a empresa Teixeira Duarte, assinou o contrato para a execução dos trabalhos de Construção das Instalações Portuárias do Projeto de Desenvolvimento do Porto de Nacala, fases 1 e 2, em Moçambique.

O contrato ascende a 123,2 milhões de dólares norte-americanos, tendo já sido emitida a ordem de serviço para o início da execução dos trabalhos, os quais decorrerão por 36 meses. Nesse âmbito, realizou-se no dia 3 de outubro a cerimónia oficial da colocação da primeira pedra do projeto.

A obra consiste essencialmente em trabalhos de construção de um novo cais, com 400m de comprimento, em estrutura em betão armado, dragagens e aterros com materiais de provenientes da dragagem, estrada de acesso com 1 km, 8 hectares de pavimentos em betão no parque de contentores, execução de infraestruturas elétricas, telecomunicações, água e esgotos, construção dos edifícios administrativos de apoio à operação do Porto de Nacala e ainda a reabilitação do terminal ferroviário de contentores.

Com a assinatura deste contrato, a Somague Sacyr dá continuidade à sua já longa presença em Moçambique, que remota à execução do Porto da Beira em 1963 e, numa etapa mais recente, ao longo dos últimos 20 anos, onde tem sido responsável pela execução de diferentes edifícios e projetos de infraestrutura, como por exemplo o Corredor Ferroviário de Nacala, obra concluída em 2017.
O contrato do Porto de Nacala é também um novo e importante contributo para o renovar da carteira da Sacyr Somague, que se tem vindo a verificar ao longo deste ano, impulsionando de forma significativa o crescimento da atividade da companhia, tanto a nível nacional, como internacional.

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segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Qualidade do ar no Porto pode melhorar com árvores estrategicamente plantadas

Quando colocados estrategicamente os espaços verdes têm um enorme potencial para melhorar a qualidade do ar nas cidades. A conclusão é de uma equipa de investigadores da Universidade de Aveiro (UA) que na cidade do Porto estudou o potencial das zonas verdes para reduzir as concentrações de dois dos principais poluentes das cidades nacionais: o dióxido de azoto e as partículas em suspensão no ar. Só estes dois poluentes poderiam ser reduzidos em cerca de 20 por cento com a ajuda da Natureza.

Publicado este mês na revista Atmospheric Environment, o estudo centrou-se no Porto, mais concretamente no bairro do Batalhão dos Sapadores na Rua da Constituição, onde os investigadores do Centro de Estudos do Ambiente e do Mar (CESAM) da UA, e através de modelos numéricos previamente desenvolvidos, simularam a substituição de um bloco de edifícios por um parque verde urbano de 570 metros quadrados.

O trabalho previu os efeitos que a zona verde teria sobre dois dos principais poluentes e ambos emitidos pelo sector dos transportes: as partículas em suspensão suficientemente pequenas para serem inaladas e o dióxido de azoto, poluentes que no Porto, e de uma forma geral nas cidades portuguesas, são os mais preocupantes para a saúde pública.

As conclusões não deixam dúvidas: a existência de uma área urbana junto à Constituição permitiria reduzir, em média, as concentrações de partículas em suspensão no ar em 16 por cento e de dióxido de azoto em 19 por cento, reduções essas que serão maiores ou menores dependendo das condições meteorológicas que se verificarem.

A mesma necessidade por espaços verdes estrategicamente posicionadas se aplicará não só a outras zonas da cidade do Porto como também a outras cidades nacionais. É que apesar das particularidades da morfologia urbana (edifícios, árvores e estradas) da zona portuense onde foi realizado o estudo, e que têm um papel preponderante no microclima urbano e, consequentemente, na qualidade do ar, os modelos numéricos e o método usado pelos investigadores da UA podem ser utilizados em qualquer área urbana.
A investigadora Sandra Rafael

Planear o território a pensar na qualidade do ar
“Estes resultados são explicados pela introdução de árvores que sendo elementos porosos, ao contrário do que acontece com os edifícios, promovem um aumento da velocidade do vento na região em estudo aumentando, consequentemente, a dispersão dos poluentes atmosféricos”, aponta Sandra Rafael, a investigadora que assina o trabalho do CESAM juntamente com Bruno Vicente, Vera Rodrigues, Ana Miranda, Carlos Borrego e Myriam Lopes.

Este estudo permitiu concluir, “através de uma análise quantitativa, o potencial das soluções baseadas na Natureza para a melhoria da qualidade do ar nas cidades, demonstrando que estas podem e devem ser consideradas como um instrumento de gestão da qualidade do ar pelos decisores políticos”, apela Sandra Rafael.

Para além disso, é evidenciado neste estudo que “os benefícios destas soluções estão diretamente dependentes de um adequado ordenamento do tecido urbano”. Isto significa que “o planeamento do território, como é exemplo a seleção do local e áreas a aplicar estas soluções, entre outros fatores, é imprescindível, requerendo que as medidas sejam avaliadas antes da sua implementação, o que só é possível através de modelos numéricos”.

Decisão política apoiada pelos cientistas
“A qualidade do ar à escala local depende fortemente das singularidades de cada área urbana, pelo que a morfologia do território, onde se enquadra a presença da vegetação, e as condições meteorológicas locais são fatores preponderantes. Estamos a falar de um escoamento atmosférico complexo cujo comportamento varia hora a hora”, aponta a investigadora. Apesar desta complexidade, Sandra Rafael garante que “temos hoje disponíveis um conjunto de ferramentas e de conhecimento que nos permitem apoiar a decisão política nesta temática”.

Assim, os resultados deste estudo reforçam a necessidade de integrar o conhecimento e as ferramentas científicas no planeamento urbano, para otimizar o papel das soluções baseadas na Natureza na melhoria da qualidade do ar e da qualidade de vida dos cidadãos. Sabendo que mais de 75 por cento da população europeia vive e viverá em áreas urbanas e conhecendo hoje os efeitos da poluição atmosférica na saúde humana, “é imprescindível garantir um ar de qualidade nas nossas cidades”.

“Sabemos hoje que as designadas soluções baseadas na Natureza para a melhoria da qualidade do ar em ambientes urbanos permitem assegurar múltiplas funções e benefícios num mesmo espaço, podendo ser mais eficientes em termos de custo-benefício”, aponta Sandra Rafael.

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sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Hydro com nova imagem que reflete o legado nórdico

Depois da aquisição da Sapa em 2017, a Hydro, empresa número 1 em extrusões de alumínio, tem agora uma presença significativa em todas as partes da cadeia de valor do alumínio. A empresa, depois de um processo que durou um ano, e que envolveu os 35.000 colaboradores de todo o mundo, vai assinalar este novo capítulo da sua história de 112 anos com a renovação da sua imagem e modernização do seu logótipo.

“Continuamos a ser a mesma empresa impulsionada por objetivos como éramos na sua fundação na Noruega há mais de um século. Isto não mudou!” afirma o Presidente & CEO Svein Richard Brandtzæg e acrescenta ainda “A nossa nova identidade visual reflete a mudança que a Sapa está a fazer na empresa, com a expansão para novos mercados e regiões, e a integração de mais de 20.000 novos colaboradores.”
O novo logótipo reflete o legado nórdico da Hydro

Desenhado pela empresa de arquitetura e design Snøhetta, sediada na Noruega, o novo logótipo da Hydro mantém as distintas velas dos antigos barcos vikings que navegavam pelas águas da Noruega, para refletir o legado histórico da marca e a continuidade dos negócios da empresa. Esta imagem mais moderna também reconhece a renovação da Hydro como empresa.

“O nosso objetivo é criar uma sociedade mais viável e a nossa contribuição é ajudar a projetar o futuro do planeta através de soluções inovadoras e produtos de alumínio sustentáveis” diz Brandtzæg. “Nós temos produtos de alumínio com baixo teor de carbono que são os melhores da sua categoria, e que com a nossa competência técnica, nos permite trabalhar com os nossos clientes para usar este metal em soluções que fazem a sociedade progredir.”

“Isto assinala o início do novo capítulo” conclui o Presidente & CEO da Hydro.

A aquisição da Sapa para se tornar a nova área de negócios Extruded Solutions da Hydro representa um grande passo em todas as três dimensões desta aspiração, ao mesmo tempo que exige um rebranding de mais de 150 escritórios e locais de produção, em todos os mercados globais de alumínio e para mais de 30.000 clientes.

Em Portugal as marcas Sapa e Technal pertencem à Hydro. O Grupo detém também uma unidade de produção em Avintes com cerca de 200 colaboradores.

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quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Finerge instala-se em Matosinhos

Na sequência do seu crescimento no mercado e numa altura em que integra mais de 889 MW de energia eólica, a Finerge prepara-se para transferir as suas instalações para um edifício localizado na nova Rotunda da Avenida D. Afonso Henriques e Rua Sousa Aroso, em Matosinhos Sul, onde contará com uma área de 1600 m2. O imóvel, atualmente em reabilitação e com uma área total de 4.000 m2, está a ser comercializado pela Predibisa que, já no primeiro semestre deste ano, colocou no Grande Porto uma área de escritórios de 25mil m2.

A Geo Investimentos, promotor deste edifício, destinado a escritórios moduláveis entre 600 m2 a 4.000 m2, entregará o espaço de acordo com o fitout previamente analisado e estudado com a Finerge adaptando o seu layout e otimizando o mesmo relativamente aos requisitos específicos desta empresa. Localizado a escassos metros da Estação de Metro da Câmara de Matosinhos e com acessos rápidos a vias centrais como Estrada da Circunvalação, Via de Cintura Interna, A4 e A28, além de muito próximo do Porto de Leixões e do Aeroporto Francisco Sá Carneiro, goza assim, de grande visibilidade e de acessibilidades privilegiadas, requisitos essências na decisão e escolha atualmente de escritórios.

Fundada em 1996, altura em que começou a desenvolver atividades de cogeração elétrica em Portugal, a Finerge, com sede atualmente no Porto, é uma das empresas líderes no setor da produção de energia eólica. Anualmente, através dos seus cerca de 500 aerogeradores instalados nas 40 Centrais Eólicas que explora, a Finerge tem neste momento 889 MW em funcionamento, produzindo cerca de 1,77 TW/h por ano e evitando a emissão de cerca de 800.000 toneladas de CO2. A par das atividades de construção e exploração de centrais eólicas, a Finerge possui, desde 2007, um Centro de Despacho no Porto que faz a monitorização de todas as centrais eólicas em atividade, 24 horas por dia, todos os dias do ano.
A empresa que ainda recentemente adquiriu o projeto Âncora Wind, justifica a mudança para instalações maiores e com mais condições para a prossecução do seu trajeto de crescimento. Numa fase em que o departamento de escritórios da Predibisa assume um grande dinamismo, com a procura a exceder a oferta, a consultora imobiliária mantém-se atenta à disponibilização de imóveis apropriados para colocação sobretudo de grandes empresas que procuram instalar-se ou expandir a sua atividade na área do Grande Porto.

“O Porto continua a consolidar a sua atratividade neste mercado. Porém, a escassez de produto compatível com o perfil atual da procura, obriga-nos a uma maior atenção e leva as empresas a ajustarem a procura a locais onde a sua instalação seja mais rápida e que conjuguem boas acessibilidades, estacionamento, infraestruturas de qualidade, estações de metro nas proximidades, enquadramento urbano e área para expansão”, sublinha Graça Cunha, responsável pelo Departamento de Escritórios da Predibisa.

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terça-feira, 25 de setembro de 2018

Mota-Engil vai construir a segunda maior ponte de África, num negócio de 100 milhões de euros

A Mota-Engil vai construir a segunda maior ponte de África, tendo sido atribuído ao consórcio formado pela construtora portuguesa e pela sul-africana Concor o projeto para a construção da Msikaba Bridge, na África do Sul, num negócio avaliado em cerca de 100 milhões de euros.

A Msikaba Bridge vai ter uma distância entre torres de 580 metros. Apenas a ponte suspensa Maputo-Catembe, concluída este ano no sul de Moçambique, é mais extensa com cerca de 680 metros.

A South African National Roads Agency informou que as obras para a construção da Msikaba Bridge na região da Wild Coast, na província do Cabo Oriental, deverão começar em fevereiro do próximo ano, prevendo-se 33 meses para a execução da empreitada. Contudo os primeiros procedimentos para o início deste projeto deverão ocorrer já no próximo mês.

Os mercados internacionais continuam a ser uma forte aposta da empresa portuguesa. Recorde-se que recentemente foi noticiado que o Canadá e o Panamá são novas apostas para a Mota-Engil. Na Argentina a Mota-Engil ficou com a construção e concessão do Corredor Sur em Buenos Aires.

Neste link pode ler todas as notícias sobre a Mota-Engil.

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segunda-feira, 24 de setembro de 2018

14 anos após o Euro 2004 ainda continua a derrapar o custo das obras no Estádio Municipal de Braga

A Câmara Municipal de Braga foi condenada a pagar mais quatro milhões de euros à ASSOC - Obras Públicas por trabalhos executados pela empresa na construção do estádio municipal de Braga em 2002 e 2003. A ASSOC, um consórcio das construtoras liderado pela Soares da Costa, apresentou duas ações em tribunal por falta de pagamento de trabalhos que alega terem sido prestados. No ano passado, a Câmara Municipal de Braga também foi condenada a pagar ao consórcio mais seis milhões de euros. Decorre ainda outra ação contra a Câmara, em que o consórcio reclama mais dez milhões de euros, sendo que o caso se encontra em apreciação no Supremo Tribunal de Justiça.

Recorde-se que o custo inicial previsto para a construção do Estádio Municipal de Braga, inaugurado em 2003, rondava os 65 milhões de euros. No entanto, ao longo da construção, as obras de execução derraparam para um total superior a 150 milhões de euros.
Em comunicado a Câmara Municipal de Braga revela ainda que tem "um custo, entre 100 e 150 mil euros anuais, para despesas de manutenção do Estádio, estando em causa os custos com a monitorização das infraestruturas, com reparações ou com manutenção do "placard" e materiais de apoio eletrónico".

"A única fonte de receita do Município é a renda cobrada ao Sporting Clube de Braga, de 550 euros mensais", esclarece a autarquia no comunicado.

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DSTgroup investe 16 milhões de euros em nova unidade industrial

A bysteel fs é a mais recente aposta do dstgroup, que conta a partir de agora com uma empresa especializada na conceção, engenharia e execução de fachadas e envelopes arquitetónicos para edifícios. Localizada nas atuais instalações do grupo, em Braga, a empresa abriu recentemente uma unidade fabril com uma área de cerca de 8.000m2 e dotada das mais recentes e inovadoras tecnologias. A fábrica representa um investimento de 16 milhões de euros e permitirá criar mais de 200 postos de trabalho. Em 2021, prevê-se uma facturação de 45 milhões de euros, 90% dos quais em mercados internacionais

Esta nova empresa do dstgroup, com capacidade para executar soluções construtivas e projetos arrojados e inovadores, complementa a oferta da bysteel nas áreas das estruturas metálicas e cuja posição de destaque é já uma realidade em mercados internacionais, como França, Reino Unido, Holanda e Angola. Com o nascimento da bysteel fs, o dstgroup está agora preparado para responder “chave na mão” às diversas solicitações dos mercados internacionais.
Para Rodrigo José Crespo de Araújo, administrador da bysteel fs, “a capacidade de responder de forma integrada às tendências da arquitetura para o vidro, alumínio e aço vem colmatar uma lacuna que se verifica nas grandes empresas europeias de construção metálica na prestação de serviços nesta área”, por outro lado o design conceptual tem em conta as novas exigências da indústria ecológica nomeadamente nas componentes acústicas, energética e térmica” acrescentando ainda que “a preferência dos clientes em contratar uma única entidade responsável por ambas as especialidades é uma tendência crescente para a qual estamos totalmente preparados”.

Rodrigo Crespo de Araújo enfatiza ainda que esta operação “permitirá reforçar ainda mais o reconhecimento que os grandes players europeus têm feito ao trabalho inovador desenvolvido pela companhia nos últimos anos, projetando-a no clube restrito das empresas europeias indicadas para desenvolver projetos de alta complexidade e dimensão”. A bysteel fs quer “vestir as obras de grandes arquitetos e ser a Gucci da engenharia de revestimentos de fachadas de edifícios”.

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