terça-feira, 28 de janeiro de 2020

Indicadores antecipam inflexão imobiliária para 2020

O mercado imobiliário em Portugal vai infletir em 2020 devido a múltiplos indicadores, alerta a consultora imobiliária iMovendo, consultora que atua no ramos imobiliária e na siua mediação e que tem como principal objetivo utilizar o mundo digital, e todas as ferramentas tecnológicas que hoje já existem, na sua análise mensal de janeiro que, desta feita, faz uma análise ao ano de 2019 e antecipa 2020.

A análise mensal de janeiro da iMovendo destaca o seguinte:

• 2019 registou a pior sequência de sempre em termos de perda de empresas de mediação imobiliária, uma vez que em apenas dois meses (Novembro e Dezembro), 667 empresas cancelaram a sua licença de actividade no sector, o que corresponde a uma contração de 10%;

• O mercado de novos registos de Alojamento Local não dá sinais de recuperação, estando em queda há já vários meses;

• Os preços de venda (asking prices) atingiram fase de estagnação sendo igualmente visível em muitas zonas metropolitanas o registo de movimento de ajustamento em baixa;

• A euforia do mercado imobiliário não foi acompanhada pelos ‘Vistos Gold’, que se mantiveram tendencialmente estagnados, mesmo com incertezas crescentes em países investidores como o Brasil, Angola ou Turquia.

A consultora adianta que, com base nos dados já disponíveis de 2019, é igualmente possível antecipar mudanças no mercado ao lono dos próximos 12 a 24 meses, a saber:

• O crédito hipotecário vai manter-se em níveis de pré-crise;

• A venda de casas sem recurso à Mediação Imobiliária tradicional continuará a crescer, não só graças ao surgimento de novas soluções para a divulgação dos imóveis, como pelo aparecimento de novas abordagens no sector muito mais orientadas ao proprietário e à concretização dos negócios;

• As áreas metropolitanas de Lisboa e Porto manter-se-ão como principal força motriz do imobiliário nacional.

A iMovendo adianta que, com base nos dados já disponíveis de 2019, é igualmente possível antecipar mudanças no mercado, a saber:

• Crédito hipotecário vai manter-se em níveis de pré-crise;

• Venda de casas continuará a crescer sem recurso à mediação imobiliária graças a novas soluções de promoção dos imóveis;

• Áreas metropolitanas de Lisboa e Porto manter-se-ão como principal força motriz do imobiliário nacional.

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domingo, 26 de janeiro de 2020

China constrói hospital em 10 dias para combater coronavírus

A China vai construir um hospital em apenas 10 dias para tratar pacientes infetados com o coronavírus. A obra que arrancou a 24 de janeiro em Wuhan e vai ser inaugurada a 3 de fevereiro, será construída numa área de 25 mil metros quadrados, terá mil camas e médicos especializados no vírus. São centenas de máquinas e camiões que começaram a fazer as terraplanagens para a construção de um novo hospital em Wuhan, o centro de propagação do coronavírus na China, para tratar o surto que se pode tornar uma nova epidemia.

O hospital vai ter mil camas e médicos especializados em tratar o 2019-nCoV, esta nova espécie do coronovírus que terá sido transmitida aos humanos através de cobras e já se espalhou por 25 cidades chineses, fechando completamente três delas.

Esta unidade vai ter capacidade para isolar os doentes e dar-lhes tratamento especializado. Em Wuhan, uma cidade com 13 milhões de habitantes, existem ainda outros dois grandes hospitais que estão a tratar doentes infetados com o coronavírus.

Veja de seguida algumas imagens impressionantes do início da construção deste hospital.

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quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

Gabriel Couto ganha obra de 15 milhões de euros em El Salvador

Depois de se consolidar com o desenvolvimento de contratos importantes nas Honduras, com um projeto de reabilitação rodoviária próximo dos 85 milhões de euros, e na Nicarágua, numa empreitada de infraestruturas hidráulicas e saneamento no valor de 5 milhões de euros, a Gabriel Couto reforça agora a sua posição na América Central, ao aumentar a sua carteira de obras com um contrato de conceção/ construção do posto fronteiriço El Amatillo, em El Salvador.

Numa região onde grande parte do transporte de mercadorias se realiza por via terrestre, a modernização deste posto fronteiriço, situado na Estrada Pan-americana que rasga o continente americano do gélido Alasca ao extremo Sul, revela-se de vital importância para o país e para a região, possibilitando o incremento do fluxo de importações e exportações, no âmbito da Estratégia Centro-Americana de Facilitação do Comércio e Competitividade.

A empreitada que ultrapassa os 15 milhões de euros compreende a conceção e construção de vários edifícios administrativos e técnicos, obras exteriores associadas, e também a génese e implementação de um sistema tecnológico de controlo de gestão integrada dos movimentos fronteiriços. Na atualidade atravessar a fronteira pode levar oito horas, mas com este investimento o tempo será reduzido para uns miraculosos 30 minutos.
Aliás e como se trata de uma infraestrutura de desenvolvimento de toda uma região, este projeto em El Salvador tem o financiamento do Governo dos Estados Unidos, através da agência bilateral de ajuda externa Millennium Challenge Corporation (MCC), e do respetivo programa implementado em El Salvador denominado Fomilenio II. No passado recente, a Gabriel Couto concluiu com sucesso projetos em Moçambique e na Zâmbia financiados por esta mesma entidade pertencente ao Governo Americano, e que certamente pesaram favoravelmente nesta recente adjudicação num novo mercado.

Para Tiago Couto, diretor da construtora de Vila Nova de Famalicão e responsável pelos projetos internacionais e de infraestruturas, esta obra em El Salvador tem um peso especial, não tanto pelo valor pecuniário, mas essencialmente por se tratar da entrada num novo país da América Central, que encontra na União Europeia e nos Estados Unidos, parceiros estratégicos para financiamentos que garantam o desenvolvimento desta região.
Nesta perspetiva, a Gabriel Couto mantém-se atenta à possibilidade de incrementar este tipo de investimentos, não só na zona central do continente americano, mas especialmente em toda a América Latina, pois «são mercados de concorrência saudável e menos agressivos do que em outras geografias», observa Tiago Couto que acrescenta nomes de países como a Bolívia, Costa Rica ou mesmo a Colômbia como alvos que estão no radar da construtora minhota.

A Gabriel Couto, no mercado há 71 anos, com atividade em Portugal, em África - Angola, Moçambique, Senegal, Zâmbia e Suazilândia -, e na América Central - Honduras, Nicarágua e El Salvador, ocupa o 7º lugar do “ranking” no setor no nosso país.

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sábado, 18 de janeiro de 2020

Sotecnisol Power & Water desenvolve projeto fotovoltaico na Quinta da Marinha em Cascais

A Sotecnisol Power & Water projetou e executou duas centrais fotovoltaicas na Quinta da Marinha, em Cascais, para o Hotel The Oitavos e Health Club, que totalizam uma potência de 372,60 kWp. Estas duas centrais, em regime de autoconsumo, vão permitir às unidades alcançar uma autonomia de consumo de energia elétrica da rede pública a rondar os 585.000 kWh, que representam cerca de 20% do consumo total das duas unidades, o equivalente ao consumo médio de cerca de 170 habitações.

A exploração das centrais será efetuada através do sistema de monitorização SynaptiQ da 3E, ferramenta utilizada pela equipa de operação da Sotecnisol Power & Water. Através desta monitorização, 24/7, são analisados e comparados níveis de produção de eletricidade, por inversor, e desenvolvidas ações preventivas e corretivas sempre que necessário.

Estas centrais fotovoltaicas permitirão ao Hotel The Oitavos e Health Club aumentar a sua competitividade por via da redução significativa dos custos em energia elétrica, bem como diminuir a pegada ecológica de ambos os espaços.
Para Filipe Bello Morais, Diretor Geral da Sotecnisol Power & Water, “O desenvolvimento de projetos sustentáveis num setor económico tão importante como a hotelaria é uma aposta indiscutível da nossa empresa, nomeadamente através de parcerias com players tão relevantes como o Hotel The Oitavos e o Health Club Quinta da Marinha”.

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quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

Impacto das alterações demográficas no mercado imobiliário

A Cushman & Wakefield publicou o estudo Demographic Shifts, que analisa o impacto no mercado imobiliário das profundas alterações demográficas que se irão fazer sentir na população mundial ao longo da próxima década.

O relatório concentra a análise nos grupos demográficos hoje mais preponderantes, os Baby Boomers, Millennials (ou Geração Y) e Geração Z.


Os Baby Boomers, o grupo demográfico com maior poder económico, começaram a entrar na fase de reforma desde a década passada. O impacto desta mudança foi sentido de forma muito clara na indústria do turismo, que a partir de 2010 assistiu a um crescimento impressionante, em parte explicado por este fenómeno. O perfil consumista que caracteriza esta geração, simbolizado pelo termo “SKY –Spending the Kids’ Inheritance”, motiva este impacto positivo, que se irá acentuar entre 2020 e 2030 com a totalidade dos Baby Boomers a atingir a idade da reforma.

Também a indústria da saúde irá beneficiar do envelhecimento desta geração, esperando-se um forte crescimento deste setor e, consequentemente, uma procura sem precedentes por parte de investidores imobiliários para ativos de saúde, residências seniores e investigação médica.

Por último, o retalho físico será também um importante beneficiário da reforma crescente dos Baby Boomers, tendo em conta a preferência clara desta geração pelo consumo em espaços físicos.

Contudo, a entrada na reforma de 21% da população ativa ao longo da próxima década, correspondente aos 693 milhões de Baby Boomers atualmente ainda em idade laboral, representará também desafios, salientando-se o impacto muito significativo ao nível dos sistemas de pensões e segurança social. Se hoje a população mundial conta com 6 trabalhadores por cada reformado, na próxima década este rácio irá descer para 4,8. Este valor é inversamente proporcional ao nível de desenvolvimento dos países - no Japão este indicador será de apenas 1,9 em 2030 e na Europa espera-se que varie entre os 2,3 e 2,5 trabalhadores.

Em 2030 os Millennials (ou Geração Y) vão representar 40% da população ativa, com os seus primeiros membros a atingirem os 50 anos no final da década. Este envelhecimento traduzir-se-á em fortes mudanças ao nível dos espaços de trabalho e em termos urbanísticos, obrigando também à alteração das estratégias de recursos humanos das empresas.

Ainda que tenha sido uma geração fortemente afetada pela crise financeira mundial da década passada, que os atingiu no início da idade adulta, espera-se que, entre 2020 e 2030, seja o grupo etário a registar o maior crescimento do rendimento disponível. São eles os principais responsáveis pelo crescimento do comércio online, e também os impulsionadores da economia partilhada e das novas formas de trabalhar. A sua preferência pela partilha impulsionou o crescimento dos espaços de coworking e de outros tipos de coproperty, bem como a profunda transformação dos escritórios, cada vez mais orientados para a flexibilidade e conveniência dos trabalhadores.

A preocupação forte pelas questões ambientais e sociais desta geração vai obrigar o mundo corporativo a uma resposta eficaz; cada vez mais as empresas social e ambientalmente responsáveis vão ser valorizadas, tanto pelos recursos humanos como pelos investidores e, em última instância, pelo mercado imobiliário.

À medida que avança na idade adulta e constitui família, este grupo geracional vai exigir cada vez mais a garantia do equilíbrio vida-trabalho, sendo premente alterações nas estratégias de recursos humanos das grandes empresas. A oferta de serviços de conveniência e de proximidade nos locais de trabalho e de residência será um requisito chave para atrair esta faixa da população. Poderá mesmo questionar-se a velha máxima do imobiliário “Localização, Localização, Localização”, sendo substituída por “Conveniência, Conveniência, Conveniência”.
Em termos urbanísticos, esta preferência dos Millennials pela conveniência em detrimento da centralidade já se pode observar, falando-se mesmo de uma nova tendência de gentrificação de zonas com boas acessibilidades mas antigamente desconsiderada , como os exemplos de Shoreditch no Reino Unido ou Hoboken nos Estados Unidos.

Por seu lado, a Geração Z é o maior grupo geracional no mundo, representando 26% da população global. Ainda que seja cedo para concluir sobre o impacto que o seu perfil social terá na sociedade (os mais novos membros da Geração Z têm hoje 7 anos) já existem evidências que permitem retirar conclusões.

A característica mais marcante deste grupo etário é o facto de serem nativos digitais; desde o seu nascimento que convivem com a tecnologia móvel. Uma situação financeira menos favorável, bem como o ambiente de insegurança em que cresceram conferem-lhes um perfil mais avesso ao risco do que a geração que os precede, os Millennials. Estudos apontam para um perfil mais conservador e orientado para a segurança e estabilidade, em oposição à forte orientação para o empreendedorismo que se observa nos Millennials.

Trata-se de uma geração mais focada, empenhada e competitiva; prometendo ter um impacto muito favorável no mercado de trabalho. O seu carácter marcadamente digital irá trazer-lhes ainda assim o desafio das competências sociais; sendo este o principal ponto fraco da Geração Z. Este aspeto faz com que as suas expetativas face aos locais de trabalho sejam muito diferentes das valorizadas pelos Millennials; preferindo em grande medida a privacidade em detrimento da convivência.

O estudo conclui que a integração destas 4 gerações tão díspares, com necessidades e ambições por vezes contraditórias, vai representar um desafio para o mundo empresarial, para o mercado imobiliário e para os governos locais. Importa garantir que as cidades e os produtos imobiliários estão alinhados com as expetativas de todos estes grupos geracionais.

O enfoque na gestão local, ao nível municipal, ganha neste enquadramento mais força. O placemaking surge como a nova palavra chave do imobiliário, retratando todo o trabalho que deve ser feito ao nível das cidades, e dos projetos imobiliários em escala, de forma a garantir a atração de talento. O placemaking passa em grande medida pela valorização da nova máxima antes referida “Conveniência, Conveniência, Conveniência”.

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terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Dstgroup reabilita viaduto na Linha do Douro

A dstrainrail, empresa do universo dstgroup, arrancou recentemente com os trabalhos de reabilitação estrutural do viaduto da Ferradosa, na Linha do Douro, uma empreitada da Infraestruturas de Portugal, S.A. (IP) que vai investir 650.430,96 euros na melhoria das condições do tráfego ferroviário daquela importante via de comunicação.

Atualmente a funcionar com um sistema de contenção provisório de balastro, que impõe condicionamentos ferroviários, o viaduto será alvo de uma intervenção de reabilitação que permitirá retomar a normal circulação dos comboios, contribuindo assim para favorecer a eficiência deste transporte coletivo, com impactos positivos no dia-a-dia dos residentes, mas também junto dos turistas que cada vez mais frequentam a Linha do Douro.

Com assinatura da Betar Consultores, o projeto será executado pela dstrainrail, empresa do dstgroup especializada na construção e manutenção de caminhos de ferro. A obra tem data de conclusão prevista para Março de 2020.

José Teixeira, presidente do Conselho de Administração do dstgroup, considera que a adjudicação desta empreitada é a renovação da confiança no trabalho do grupo. “Contámos já no nosso portfólio com a execução de importantes projetos em infraestruturas ferroviárias, quer na Linha do Douro, quer nas linhas do Minho e do Norte. As nossas equipas de trabalho estão fortemente empenhadas neste projeto, que permitirá reforçar a acessibilidade e mobilidade de todos aqueles que diariamente ou em turismo recorrem a esta infraestrutura”.
As condições de segurança, a disponibilidade e fiabilidade da infraestrutura ferroviária são para José Teixeira uma prioridade. “A moldura paisagística que acompanha esta linha e que foi classificada pela UNESCO como Património da Humanidade deve ser apreciada em segurança, com as melhores garantias de comodidade e eficiência, e o dstgroup colocará todo o seu know how e rigor profissional para que este desiderato se cumpra no prazo estimado da empreitada”, conclui.

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quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

Resultados da CBRE batem recorde pelo quinto ano consecutivo

A CBRE Portugal cresceu 22% em 2019, uma performance recorde que a consultora imobiliária conquista pelo quinto ano consecutivo e que posiciona o último ano como o melhor de sempre da história da CBRE Portugal no que respeita a volume de negócio. As operações em Lisboa apresentaram um crescimento de 15,5% e o escritório do Porto aumentou em mais que o dobro a sua receita, fruto do dinamismo da região norte em matéria de transações imobiliárias.

A acompanhar a tendência global do setor em 2019, que ficou marcado pela transação de diversos portfolios e carteiras de fundos de investimento imobiliário, bem como um forte investimento alocado ao setor dos hotéis, as áreas de negócio da CBRE que registaram maior crescimento em 2019 foram Agência de Retalho, Property Management e Capital Markets, com especial enfoque na área de Hotéis. Destaque ainda para a área de Avaliações e Consultadoria, que aumentou de forma expressiva o número de operações junto de clientes internacionais (75% do total da carteira de clientes são estrangeiros).

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quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

Oli presente no "templo" do atletismo mundial

A portuguesa Oli foi a empresa escolhida para equipar os espaços de banho do renovado Estádio Vallehermoso, em Madrid, considerado um dos “templos” do atletismo mundial, por onde passaram figuras como Carl Lewis, Sergey Bubka ou Elena Isinbayeva.

Com capacidade para 10 mil espectadores, o Vallehermoso, inaugurado em 1961, renasce como um coliseu moderno, com uma pista de tartan de cor verde, única no mundo, que promete ser um dos palcos mais emblemáticos do atletismo mundial.
Para assegurar o uso eficiente da água e o design minimalista dos seus espaços de banho, o “novo” estádio, projetado pelo arquiteto espanhol Alfonso Cano, instalou autoclismos interiores Oli 120, que se destacam pela redução do consumo de água, e as placas de comando SLIM, que conferem simplicidade e modernidade a estas áreas.
Ambas as soluções foram desenvolvidas e produzidas no centro de investigação e no complexo industrial da OLI, sediados em Aveiro. A inovação define o ADN da Oli, que atualmente tem 45 patentes ativas e está entre as empresas portugueses que mais patenteiam na Europa.

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Dstsolar executa oito centrais fotovoltaicas para a JOM

A dst solar, empresa do dstgroup especializada em energia solar fotovoltaica, será responsável pela construção de mais cinco centrais fotovoltaicas para a JOM, empresa 100% portuguesa a operar no mercado há mais de 20 anos. Após a execução de três centrais fotovoltaicas, nas lojas da JOM em Aveiro e na Batalha e na sede da JOM Indústria, em Guimarães, a dst solar vê assim reconhecido o seu trabalho com a adjudicação de cinco novos projetos fotovoltaicos, nomeadamente na Mealhada, em Corroios e nas três lojas da JOM, em Ovar.

A execução das centrais fotovoltaicas representa um investimento de 300 mil euros, com a colocação de mais de 1500 módulos fotovoltaicos, que permitirá a redução anual de emissões de 345 t de CO2. "O investimento na tecnologia solar fotovoltaica, no âmbito da nossa política de responsabilidade ambiental, reitera a nossa visão de que devemos fazer parte do desenvolvimento do caminho para a descarbonização da economia”, destaca Joaquim Mendes, administrador da JOM, sublinhando ainda que “a dstsolar foi selecionada para este projeto, tanto pelo profissionalismo, como pelo portefólio demonstrado. A nossa escolha provou-se certeira, de tal modo que vamos avançar com mais cinco projetos que voltam a ter o cunho da empresa solar do dstgroup."
Reconhecida pelo elevado grau de especialização no projeto e construção de unidades solares fotovoltaicas, a dst solar continua a ser líder no segmento industrial e comercial, nas instalações destinadas essencialmente ao autoconsumo. A área da sustentabilidade ambiental tem sido uma das grandes apostas do dstgroup, onde tem investido muito nos últimos anos. José Teixeira, presidente do dstgroup acredita, por isso, que a execução destas oito empreitadas para uma das mais dinâmicas empresas nacionais em artigos de lar e decoração “é o resultado do empenho, do esforço diário e das competências da dst solar no desenvolvimento de soluções competitivas e que acrescentam valor ao mercado. Significa ainda o reconhecimento de uma parceria que se elevou a uma experiência de sucesso com impactos positivos para os parceiros, para os clientes e para o Ambiente”.

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quinta-feira, 2 de janeiro de 2020

Os 10 artigos mais lidos em 2019

Em jeito de balanço de 2019, é altura de destacar os conteúdos que mais foram lidos pelos visitantes do Engenharia e Construção ao longo do ano.

Fique de seguida com a lista dos 10 artigos mais lidos em 2019 no nosso site.


1 - As construtoras que trabalham para a Mercadona em Portugal

2 - Imagens históricas da construção da Ponte 25 de Abril

3 - Mota-Engil, Sacyr e Comsa ganham corredor Évora-Elvas

4 - Metro de Lisboa: as novas estações de Santos e Estrela e o prolongamento da linha

5 - Concurso da construção do Hospital de Lisboa Oriental tem propostas de 8 empresas

6 - 8 consórcios apresentaram candidatura à construção do novo Hospital da Madeira

7 - Gabriel Couto constrói uma das maiores residências universitárias de Portugal

8 - Engenharia portuguesa alcança recorde mundial na Turquia

9 - Setor da construção em Portugal perde 100 trabalhadores por dia

10 - Mota-Engil é uma das 100 maiores construtoras do mundo

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