segunda-feira, 14 de maio de 2018

Garcia Garcia ultrapassa 53M€ de faturação registando crescimento de 21%

A Garcia Garcia, que recentemente renovou a sua imagem e naming, faturou em 2017 53 milhões de euros (M€), registando um crescimento de 21% face ao ano anterior. A empresa que, no ano passado, assinou projetos para empresas como Leica, ID Logistics, Nacex, bilstein group ou Groupe GM, acumula um crescimento de 116% desde 2016, ano em que o seu volume de negócios cresceu 95%.

Quando o mercado da construção se retraía e as associações representativas do setor anunciavam o colapso, a Garcia Garcia manteve a aposta num nicho em que o know-how acumulado de mais de cem anos seria uma mais-valia: design and build de unidades industriais e logísticas. Em plena crise, entre 2010 e 2013, a Garcia, Garcia cresceu 100%. E com uma carteira de obras exclusivamente em território nacional. Intervindo no processo desde a seleção da localização, a construtora contribuiu, desde então, para a fixação em Portugal de investimento estrangeiro, sobretudo, de empresas do ramo automóvel que têm apostado fortemente no país.

Diversificação do negócio
Nos últimos anos, a empresa tem investido na diversificação do seu negócio. Reflexo desta estratégia, foi a aposta em projetos do tipo logístico e residencial, com reforço do peso destes na carteira de negócio da empresa.

Em 2015, 83% dos projetos que a Garcia Garcia construía eram para o setor industrial. Nesse ano, o design and build de unidades logísticas representava um peso de apenas 15% no volume de negócios. Em função do referido investimento na diversificação, em 2017, verificou-se um reforço do peso de projetos logísticos (37%) e residenciais (7%), enquanto que os projectos industriais representaram 56%.
Os ramos automóvel e logístico têm contribuído significativamente para o crescimento da empresa que, em 2016, foi distinguida pelos Prémios Construir como a construtora do ano. As construções de unidades para a BorgWarner, Eurocast (em Arcos de Valdevez e em Estarreja) e Eurostyle e as ampliações das indústrias Uchiyama Manufacturing Corporation e Schmidt Light Metal Group são alguns exemplos de multinacionais do ramo automóvel que a Garcia Garcia ajudou a desenvolver em Portugal. Só este ano, em fase de construção, a Garcia Garcia tem já mais cinco projetos do ramo automóvel em curso.

Por sua vez, no setor logístico, são muitas as multinacionais a investir ou a reforçar o investimento em instalações. Nos últimos três anos, a Garcia desenvolveu projetos para empresas como Grupo Garland (só para esta empresa, a construtora construiu, remodelou e/ou ampliou quatro unidades), Brunotir, Brasmar, ID Logistics, Nacex, bilstein group e grupo ADI.

2017 assinala primeira internacionalização
O primeiro ano em que ultrapassou a barreira dos 50 M€ de faturação, ficou também marcado pela aposta na internacionalização. Apesar de já ter realizado projectos em França, a construção de uma unidade industrial em Kenitra, Marrocos, é o primeiro grande projeto industrial da Garcia em solo estrangeiro.

“Estamos a construir o edifício industrial da Steep Plastique, fornecedor da indústria automóvel, em Viana do Castelo. Em função do trabalho aqui desenvolvido, a empresa lançou-nos o desafio de replicarmos a parceria em Marrocos, desenhando e construindo uma nova fábrica neste país”, explica o administrador Miguel Garcia, que, adianta ainda que, fruto deste investimento, a construtora abriu uma filial em Casablanca.

Ampliação de parque empresarial da Ermida
A Garcia Garcia está a investir na ampliação do Parque Empresarial da Ermida, em Santo Tirso, do qual é proprietária. A expansão irá duplicar a área industrial do Parque, que passará dos atuais 22 para 50 hectares. A construtora detém ainda o Parque Empresarial de Mide, em Guimarães.

2018 arrancou de forma positiva para a Garcia Garcia que, neste momento, em função da carteira de obras em curso, antecipa já mais um ano de crescimento.

Ler o resto do artigo >>

sábado, 5 de maio de 2018

DSTgroup fecha operação histórica de arrendamento de escritórios no Grande Porto

O dstgroup, com a colaboração da Predibisa e a WORX, fechou a maior operação de arrendamento de um edifício de escritório para um único ocupante de que há registo no mercado imobiliário do Grande Porto. O Urbo Business Centre, que terá como principal inquilino o BNP Paribas, a partir de 2019, é o primeiro de uma nova geração de empreendimentos de escritórios da dstrealestate, imobiliária do dstgroup.

Resultante de um investimento de 38 milhões de euros, o Urbo Business Center é o maior empreendimento de escritórios em desenvolvimento na Área Metropolitana do Porto com a chancela da dstrealestate. Assinado pelo Arquiteto Nuno Capa, o projeto, localizado no centro do Porto, junto à rotunda AEP, em Matosinhos, conjuga design arrojado com arquitetura vanguardista e aposta nas mais recentes e inovadoras valências tecnológicas e nas mais modernas soluções de eficiência energética, o que lhe permitirá obter a certificação BREEAM GOOD.

Com uma área total de construção de 25.616 m2, este centro de negócios que imprimirá uma nova dinâmica empresarial à região, é composto por um total de oito pisos, seis dos quais acima do solo, destinados a serviços e unidades de negócio de retalho, e os restantes dois direcionados para estacionamento com capacidade para 200 lugares.

O projeto desenvolvido pelo dstgroup e construído pela CARI, S.A. conta na sua construção com a participação de várias empresas do dstgroup, nomeadamente a bysteel, responsável pelo projeto de estruturas do edifício e solução de construção metálica, a dte, com intervenção nas áreas de instalações eléctricas, AVAC e instalações especiais, e a bysteel fs, que assinou o sistema de fachadas envidraçadas pré-fabricado.
Para José Teixeira, Presidente do Conselho de Administração do dstgroup, “o Urbo Business Center é um projeto do qual muito nos orgulhamos, sobretudo porque representa muito daquilo que o grupo antevê como o futuro do imobiliário, isto é, o desenvolvimento de soluções “chave na mão”, numa perspetiva inovadora, com recurso a soluções técnicas e ambientais inovadoras, desenvolvidas e produzidas internamente pelo grupo”. O projeto materializa a visão e ambição de futuro do grupo, já que “todas as soluções, desde a construção de toda a superestrutura do edifício em estrutura metálica até à utilização de sistema de fachadas prefabricadas envidraçadas e passíveis de certificação junto dos referenciais mais exigentes como o BREEAM, foram exclusivamente desenvolvidas no seio do nosso grupo pelas nossas empresas”, sublinha aquele responsável.

O Urbo Business Center, é comercializado em regime de co-exclusividade pela Predibisa e JLL, sendo que o negócio de arrendamento agora assinado foi concretizado pela Predibisa, enquanto representante da dstrealestate, e pela WORX, em representação do BNP Paribas.

--> Recorde o nosso artigo sobre a Sede do BNL-BNP Paribas em Roma.

Ler o resto do artigo >>

sexta-feira, 4 de maio de 2018

Bysteel constrói tribuna principal do hipódromo ParisLongchamp

O conhecido Hipódromo de Longchamp, em Paris, agora denominado ParisLongchamp, foi inaugurado no passado domingo, 29 de abril, após um período de obras de profunda remodelação, que contou com a participação da bysteel, empresa do dstgroup.

Responsável por toda a obra de estruturas metálicas e sistemas de fachada em alumínio e vidro, a bysteel assumiu a construção da “Tribune du Jockey”, a principal reforma arquitetónica deste espaço inaugurado em 1857 por Napoleão III. Trata-se de uma tribuna de 160 metros de comprimento com 23 metros de altura, que apresenta uma “forma inclinada inspirada no movimento de um cavalo puro sangue a galope”, como revelou Dominique Perrault, arquiteto responsável pela reforma da tribuna.

A “Tribune du Jockey” acolhe até 10 mil pessoas e conta com quatro pisos, escadas rolantes, 75 camarins e um restaurante, no último piso, aberto em dias de corrida ou em eventos especiais, sobre uma estrutura em consola de grandes dimensões. Um dos pisos da tribuna oferece uma visão de 360 graus sobre todo o recinto
Com um valor superior a seis milhões de euros, a execução desta empreitada pela bysteel incluiu ainda o projeto de ligações, fornecimento e montagem da estrutura metálica, chapa colaborante, fachadas em alumínio e vidro.

O hipódromo, que durante mais de 150 anos acolheu o “Prix de l'Arc de Triomphe” - a corrida de cavalos mais famosa da Europa, encerrou em 2015 para obras de profunda renovação e recebe, já no próximo mês de outubro, a edição deste ano daquela prestigiada corrida de cavalos.
O famoso hipódromo da capital francesa conta com uma área de construção de 20 mil metros quadrados, implantado numa área total de 57 hectares, entre o rio Sena e o Bosque de Bolonha.

Para Rodrigo José Crespo de Araújo, administrador da bysteel, é um enorme orgulho fazer parte desta empreitada, tão emblemática e histórica como esta.

Ler o resto do artigo >>

sexta-feira, 27 de abril de 2018

Garcia Garcia reforça posicionamento no mercado e renova imagem e naming

A Garcia Garcia, construtora especializada em design and build de edifícios industriais, logísticos, residenciais e comerciais, aposta numa nova imagem gráfica. A visão de futuro e o objetivo de alavancar outros setores e oportunidades, sem perder o foco no core business da empresa, inspiram a nova identidade. A nova imagem alia elementos do património histórico da empresa centenária, como a chaminé têxtil, com um novo traço, mais firme, encorpado e equilibrado.

A mudança acontece também ao nível do naming da empresa, liderada há quatro gerações pela família Garcia. Deixa cair a vírgula e passa a designar-se Garcia Garcia, o que lhe confere maior fluidez. Passa também a assinar Design & Build em vez de Engenharia e Construção, reflexo da sua experiência de mercado e das áreas em que atua, uma vez que a empresa intervém desde a seleção da localização até à execução, assegurando ainda os projetos de arquitetura e engenharia.

Este passo na renovação da imagem da construtora portuguesa, distinguida em 2016 pelos Prémios Construir como a melhor empresa de construção do ano, visa projetar a sua modernização, respeitando, simultaneamente, a sua história ligada à construção industrial.
“Ao longo dos últimos anos temos crescido e desenvolvido competências e serviços. Esta aposta numa identidade renovada vem refletir e assinalar essa evolução e também cimentar o nosso posicionamento no mercado. Somos uma empresa que oferece um serviço diferenciado, abrangente e integrado, de ‘A a Z´, que inclui a procura e seleção de terrenos, a gestão e desenvolvimento de projeto, o project finance e a construção, entre outros”, destaca Miguel Garcia, um dos administradores da empresa.

Ler o resto do artigo >>

terça-feira, 24 de abril de 2018

Grupnor distinguida como PME Excelência

A Grupnor, empresa portuguesa líder na implementação de soluções para elevadores convencionais e não convencionais, foi distinguida com o galardão PME Excelência. A constância dos resultados de crescimento económico da empresa permitiram-lhe alcançar este estatuto, que distingue empresas com desempenhos superiores. Para Frederico Esteves, este reconhecimento, que tem associado um conjunto de benefícios, “enche-nos de orgulho sobretudo pela certificação de qualidade na relação com o mercado”. O PME Excelência é um selo de reputação associado a solidez e desempenho económico-financeiro, tendo critérios exigentes e a validade de um ano.

A Grupnor registou no ano transacto um crescimento na ordem dos 10 por cento no volume de negócios. “São números muito animadores para nós. Crescemos muito acima do que cresce a economia do País e estamos muito confiantes para 2018. Jugamos que é possível manter o crescimento, sublinha Frederico Esteves, director da empresa sediada em Vila do Conde.

Com duas áreas de negócio bem definidas – o serviço de manutenção pós-venda e a venda de novos equipamentos -, a Grupnor melhorou as suas performances de forma muito semelhante nas duas vertentes, contribuindo assim para o aumento significativo da sua faturação. Para os resultados alcançados não é estranho o crescimento de sectores como o turismo e a reabilitação urbana, mas a empresa tem uma carteira de clientes, do sector público e privado, fidelizada há muito “pelas soluções de engenharia inovadoras, com uma forte preocupação nas questões ligadas à segurança, que faz da empresa um exemplo numa área de actuação em que o risco, apesar de tudo, está presente”, sublinha Federico Esteves.
O mercado nacional continua a consumir a grande fatia do negócio, mas a empresa também dá passos seguros no caminho da internacionalização. Tem projectos em alguns países de língua oficial portuguesa, como Brasil, Moçambique, Angola ou Cabo Verde, mas também Reino Unido, Irlanda ou Rússia. “É uma valência do negócio que apresenta resultados interessantes e que não descuramos. Em 2017 tivemos projectos em França e estamos atentos a oportunidades de negócio no exterior”, reforça o director da empresa.

Ler o resto do artigo >>

sábado, 21 de abril de 2018

Gabriel Couto constrói novas fábricas da Navigator em Cacia

Após ter concluído em apenas 11 meses a construção da nova fábrica da multinacional indiana Sakthi, em Águeda, a construtora Gabriel Couto volta a Aveiro, desta feita, para construir em Cacia as novas fábricas da Navigator Tissue. O êxito obtido na conclusão daquela estrutura em tempo recorde face à especificidade e dimensão da obra tornou-se num excelente cartão de visita desta construtora.

«É mais um desafio aliciante e ambicioso, que vem demonstrar o capital de confiança adquirido junto dos investidores, que apostam no conhecimento e na experiência da Gabriel Couto na área da construção de grandes polos de investimento industrial», refere Carlos Couto, o CEO desta construtora minhota sediada em V.N. de Famalicão.

Com assinatura do Gabinete de Consultoria e Projetos de Engenharia “GEG – ENGINEERING STRUCTURES FOR LIFE”, este Projeto designado Smooth – Armazém de Bobines e de Paletes e Expedição (Contratos 3 e 5), promovido pela Navigator Tissue Cacia, S.A., integra-se na construção das suas novas fábricas de papel no distrito de Aveiro, com conclusão prevista para o segundo semestre de 2018, e vão criar cerca de 100 novos postos de trabalho. A construção destas novas unidades fabris tem como objetivo a construção de uma linha de produção de papel “Tissue” (utilizado em lenços de papel e papel higiénico) e respetiva transformação em produto final.
 Estes contratos, compostos pelas empreitadas 3 e 5, incluem várias edificações e estruturas distintas. Na empreitada 3, o destaque especial vai para o conjunto de edifícios destinados à armazenagem de bobines de papel, que integram a fábrica de Tissue de Cacia, numa área total de cerca de 4.500 m². Esta estrutura engloba o transportador, receção e cais de carga de bobines para o exterior, bem como a sala de equipamentos de ventilação e de redução de oxigénio. A empreitada 5 é composta, em especial, por um conjunto de edifícios destinados à armazenagem de paletes de papel e expedição, numa área total de cerca de 6.000 m².

Com estas novas fábricas, a Navigator Tissue Cacia atinge um investimento próximo dos 120 milhões de euros e ficará dotada de uma capacidade de produção nominal de 70.000 toneladas por ano. Estes números permitem, desde já, antever o peso significativo que terá no volume de exportações da região, o que constitui uma oportunidade muito significativa de dinamização e crescimento económico e de promoção do emprego, assumindo no contexto atual um papel muito relevante.

A adoção de processos construtivos caracterizados por estruturas de betão pré-fabricado e metálicas conduzem a um maior controlo dos prazos globais de execução das unidades industriais deste projeto Smooth de Cacia dada a evidente escassez de recursos atualmente existente na indústria da construção em Portugal face ao elevado volume de empreitadas a decorrer. O prazo global para execução destas empreitadas é de, 8 meses para o contrato 3, e de 9 meses para o contrato 5.
Constata-se uma complexa conexão entre os distintos contratos que compõe este projeto Smooth, obrigando a uma concertada programação entre todos os executantes envolvidos, sendo compatibilizadas todas as especialidades e operações com extremo nível de detalhe e pormenor, garantindo assim, para satisfação do cliente, uma elevada qualidade do produto acabado, e o cumprimento dos prazos.

A execução destes projetos está a ser mais um desafio aliciante e ambicioso assumido pela Gabriel Couto, e a alcançar num prazo muito exigente. Contudo, «a vantagem da Gabriel Couto possuir muito equipamento próprio, permite uma mobilização extremamente rápida numa fase inicial, o que em obras de curta duração, como é o caso destas empreitadas, é um fator muito importante. Além disso, é de ressalvar o facto de conseguirmos aliar as capacidades que temos com a experiência e as valências técnicas apropriadas para a execução de qualquer tipo de empreitada, nas mais diversas áreas da nossa atividade», acrescentou o CEO, Carlos Couto.

Ler o resto do artigo >>

terça-feira, 17 de abril de 2018

Virtual Heritage Network

Gostava hoje de fazer um resumo do que ouvi na conferência da Virtual Heritage Network, da passada semana na Irlanda. À partida para que nada tem a ver com uma Engenheira Civil (e Química), contudo verifiquei que temos muitos mais pontos em comum…

Assim, com imagens virtuais podemos ter:
- Avaliação da Luz em edifícios (do património ou não) e perceber como eram projetados tendo em conta a região onde se localizavam e/ou o uso que tinham.
- Analisar a evolução da degradação dos materiais de construção em edifícios (novamente de património ou não), de forma a caracterizar, monitorizar a sua evolução e definição das melhores técnicas de recuperação.
- Reconstrução virtual de património que desapareceu de forma a garantir a compilação da informação sobre o mesmo.
- Verificar a evolução das cidades, a partir da construção de modelo 3D das zonas das cidades antigas, bem como com informação documental é possível simular a evolução de cidades, dos edifícios, das ruas, etc.
- O levantamento 3D do património pode igualmente permitir ter acesso a locais que fisicamente não é possível, simular ambientes, bem como passar informação de uma forma mais visível.
Hoje apenas gostava de vos despertar para os assuntos que foram abordados e como áreas distintas podem interagir para uma informação completa sobre o património. Posso vos dizer que não senti de todo desenquadrada entre historiadores, arqueólogos e arquitetos, muito pelo contrário todos consideraram a minha presença uma mais-valia!

---
Artigo escrito por Susana Lucas do SEIbySusana.

Ler o resto do artigo >>

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Mosaic é a nova marca do Grupo DST e quer construir smart cities do futuro

A mosaic é a nova marca do grupo dst criada com o objetivo de abordar, de forma integrada, o mercado das Smart Cities. Apresentada hoje na Portugal Smart Cities Summit 2018, em Lisboa, a marca, que pretende criar uma rede que ligue as pessoas ao território, quer sejam vilas, aldeias ou cidades, vai agregar uma ampla variedade de tecnologias e competências de várias áreas - engenharia, energia, comunicações e ambiente -, que, até ao momento, eram disponibilizadas aos clientes, de forma isolada, por cada uma das empresas do grupo dst.

Com base num portfólio diferenciador de competências internas, “a mosaic oferece ao mercado soluções tecnológicas que representam uma resposta completa aos desafios dos seus clientes, ao invés de vender produtos e serviços de forma avulsa e que requerem a integração pelo próprio cliente” revela José Teixeira, presidente do Conselho de Administração do grupo dst. Ou seja, “não vendemos plataformas tecnológicas ou aplicações informáticas, mas soluções que dão resposta a problemas reais ou a oportunidades de melhoria através da inovação tecnológica”, evidencia.

Promover a economia circular, o controlo das infraestruturas da cidade e um ambiente sustentável; aproximar o decisor ao cidadão, através de serviços universais e de proximidade, centrados no aumento do bem-estar e no exercício da cidadania com uma maior participação; e promover a coesão e a inovação social, cultural e territorial são os três eixos fundamentais que sintetizam a operação da mosaic, que ambiciona “construir as smart cities do futuro”.
Direcionada fundamentalmente para autarquias e comunidades intermunicipais, assim como para entidades públicas e privadas com diferentes escalas de atuação territorial, no âmbito da gestão dos ativos ambientais, infraestruturas e redes de distribuição de energia e água, a nova marca do grupo dst aposta fundamentalmente em soluções centradas na melhoria da qualidade de vida dos cidadãos.

mosaic - uma nova marca, uma experiência de décadas
A personalização de cada projeto, em função das necessidades de cada cliente, permite desenhar e construir soluções adequadas ao território, garantindo não só a melhor adaptação das soluções, mas também uma maior agilidade nas respostas aos clientes e a possibilidade de criar uma base de conhecimento local. Esta é, de acordo com José Teixeira “uma das características diferenciadoras da mosaic que beneficia do conhecimento profundo das cidades e dos territórios, onde o grupo dst detém já uma experiência acumulada de décadas”.

A “diminuição do risco percebido pelos clientes é também uma das principais vantagens da mosaic”, sublinha, uma vez que “no desenvolvimento das soluções à medida, são utilizados referenciais de outras soluções aplicadas anteriormente com sucesso, pelas empresas do grupo dst, a que se junta uma execução faseada e escalada, através de protótipos e pilotos de âmbito mais reduzido”.

A abordagem industrial importada da atuação do grupo dst noutros setores, que se destaca pela grande orientação ao processo e não só ao produto, acrescenta “robustez, replicabilidade e escalabilidade aos projetos, cuja intervenção serve todo o território, sejam cidades, vilas ou aldeias”. Na verdade, a mosaic ambiciona ultrapassar fronteiras e implementar projetos nas geografias onde o grupo está presente.

Smart Cities: mais eficiência e mais cultura
Mais do que soluções técnicas e tecnológicas, a mosaic pretende transpor para o mercado a sensibilidade cultural que caracteriza toda a atividade do grupo dst, materializada na assinatura própria: “Building Culture for Smarter Cities and Communities”. A incorporação dos valores do grupo dst à mosaic, entre os quais a responsabilidade social, a solidariedade ou a estética, adquirem uma nova dimensão quando aplicados no âmbito das smart cities.
Com esta nova marca, o grupo dst vai reforçar a sua filosofia de negócio com uma abordagem que conjuga componentes tecnológicas de ponta com ativos intangíveis, como a sensibilidade cultural ou a preocupação artística. A título de exemplo, refira-se a minimização do impacto ambiental na paisagem urbana dos ativos físicos que integram cada solução, como sejam sensores ou antenas, entre outros suportes.

O presidente do Conselho de Administração do grupo dst enfatiza que “a mosaic representa a conjugação tecnicamente precisa e artisticamente diferenciadora da experiência acumulada pelo grupo nesta área, durante os últimos anos, através de um número já significativo de projetos, agora enriquecida pelo início de um novo ciclo de investimento em inovação que justifica o lançamento desta nova marca”. Nesta área dos novos negócios derivados da mobilidade, do uso da energia e da relação dos consumidores com as cidades, “o grupo dst está, sem qualquer dúvida, onde tem de estar. Está na pole position na oferta de soluções smart cities”.

E conclui “o objetivo é continuar a investir, continuar a semear, continuar a aprender, para tirar o melhor proveito das valências da atual inovação tecnológica e para que, imbuídos no espírito do grupo dst de se reinventar a si próprio a cada ano, se continue a trabalhar em prol de uma contínua renovação e evolução.”

Ler o resto do artigo >>

quinta-feira, 12 de abril de 2018

Ouro Residence, um edifício com vista sobre o Rio Douro

A Predibisa e a JLL foram as consultoras escolhidas para comercializar, em regime de co-exclusividade, um novo empreendimento habitacional, o Ouro Residence, projetado pelo gabinete de renome A.P.E.L. – Ginestal Machado, e promovido pela conceituada Efimóveis. Implementado na rua do Ouro, em plena marginal do Porto, junto à ponte da Arrábida e numa zona nobre da cidade, surge um projeto residencial que dará lugar a 14 apartamentos de luxo, distribuídos por oito pisos, de tipologias T2 a T4 Duplex. O edifício destaca-se pela centralidade, por uma arquitetura moderna e pelo uso de materiais de elevada qualidade de construção.

Com exposição solar a sul/poente, refletida na paisagem sobre o rio Douro e o mar, o projeto materializa-se num prédio unicamente residencial vocacionado para receber famílias. Os valores dos apartamentos apresentam-se a partir dos 485 mil euros, e com áreas entre os 135m2 e os 500m2. Segundo as consultoras, o edifício alia a harmoniosa organização das áreas a um bom aproveitamento de espaço, num mix de conforto e modernidade. Todas as habitações estão dotadas de varandas.
Nelma Serpa Pinto, diretora da Predibisa e responsável pela instrução, refere que “a vista impactante sobre o rio Douro, a localização privilegiada numa zona carismática da cidade e os acabamentos premium, fazem do Ouro Residence a morada ideal para quem procura viver ou investir no centro do Porto”. Para a consultora, esta comercialização “é um investimento seguro, dado tratar-se de um projeto que acentua detalhes diferenciadores e de excelência, e que, por certo, terá bastante procura.”

Patrícia Barão, Head of Residential da JLL Portugal comenta: “O Ouro Residence é uma oportunidade verdadeiramente exclusiva. A localização em primeira linha de Rio confere a este projeto vistas fantásticas sobre a foz do Rio Douro e uma luz natural inigualável. Os acabamentos de topo, a funcionalidade dos apartamentos, as áreas exteriores generosas e o estacionamento privativo, são, a par da localização e vistas, características para quem procura qualidade de vida. Estamos muito confiantes no seu sucesso.”

Ler o resto do artigo >>

terça-feira, 10 de abril de 2018

Janela com mais de 1000 anos

É uma área que gosto de analisar, quais eram os processos construtivos. Esta imagem tirei do Instagram da National Geographic, do fotógrafo Aaron Huey.

A imagem foi tirada de umas construções com mais de 1000 anos… e o que verificamos a utilização da construção em terra para as paredes e janelas em madeira, não é assim tão diferente do que fazemos ou devíamos fazer, certo?

Verifica-se assim que existe uma distinção dos materiais consoante o uso. Para as paredes um material mais resistente (em diversos sentidos), a terra. Para a janela, um material mais leve, contudo parece que conseguiu resistir igualmente.
No meu ponto de vista julgo que temos que aprender e refletir com o que se fazia, pois a construção foi uma atividade que os humanos efetuaram com vista a ter melhores condições de habitação/abrigo. Claro que se utilizavam os materiais locais e de fácil transporte e que pelos vistos podem ter uma capacidade resistente fantástica.

---
Artigo escrito por Susana Lucas do SEIbySusana.

Ler o resto do artigo >>

  ©Template by Dicas Blogger

TOPO