quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Prozis Tech na Maia através da Predibisa

O novo centro tecnológico de investigação e desenvolvimento da Prozis Group, denominado Prozis Tech, teve a intervenção da Predibisa, empresa selecionada para concretizar o negócio. A consultora imobiliária atuou na identificação da melhor localização para as novas instalações na Maia, bem como na seleção de um edifício com caraterísticas distintivas. Com localização na zona industrial, em Moreira da Maia, junto ao Parque de Ciência e Tecnologia da Maia, beneficia de boas acessibilidades e será implementada num edifício único, com um projeto moderno e inovador.

Com uma área total de 14.500 m2, a Prozis Tech irá desenvolver um projeto único, à sua imagem, composto por cinco pisos, distinguindo-se pelas suas caraterísticas diferenciadoras como excelência dos acabamentos, aproveitamento da luz natural, que conferem ao imóvel os padrões de qualidade adequados à sua funcionalidade. Situado na Maia, a sua localização destaca-se pelos acessos privilegiados, com ligação às principais vias rodoviárias, e proximidade a pontos estratégicos como o Aeroporto Francisco Sá Carneiro e Porto de Leixões.
João Leite Castro, responsável Predibisa Corporate, sublinha que "é um privilégio poder trabalhar com um grupo como a Prozis, uma empresa líder de mercado, com um alcance verdadeiramente global, e reconhecidamente com uma forte componente tecnológica”. Graça Ribeiro da Cunha, responsável pelo departamento de escritórios da Predibisa acrescenta, “a Prozis Tech ficará instalada num edifício próprio, que reúne todas as valências importantes como dimensão, localização, acessibilidades, estacionamento, entre outras. Não temos dúvidas que este projeto da Prozis será mais um sucesso e trará uma forte dinâmica empresarial à região”.

Ler o resto do artigo >>

5 empresas acusadas de participação em cartel ligado a obras na ferrovia

A Autoridade da Concorrência acusa cinco empresas, administradores e diretores de participação em cartel na manutenção ferroviária. No comunicado que emitiu, a Autoridade da Concorrência refere que em causa estão "cinco empresas de manutenção ferroviária dos grupos Mota-Engil, Comsa, Somague, Teixeira Duarte e Vossloh por constituírem um cartel em concursos públicos lançados pela Infraestruturas de Portugal, em 2014 e 2015".

Segundo o comunicado "as sociedades Fergrupo - Construções e Técnicas Ferroviárias, S.A., Futrifer - Indústrias Ferroviárias, S.A., Mota-Engil - Engenharia e Construção, S.A., Neopul - Sociedade de Estudos e Construções, S.A. e Somafel - Engenharia e Obras Ferroviárias, S.A., são visadas na acusação da AdC, bem como seis titulares de órgãos de administração e direção, por estarem envolvidos nas infrações".

A Autoridade da Concorrência afirma que as empresas "manipularam as propostas apresentadas nos concursos lançados pela Infraestruturas de Portugal", acrescentando que "para o efeito, as empresas celebraram dois acordos restritivos da concorrência visando a fixação dos preços da prestação dos serviços e a repartição dos lotes constantes de um dos concursos".
A concluir a Autoridade da Concorrência explica que o processo foi aberto em outubro de 2016, depois de uma "denúncia apresentada no âmbito da campanha de combate ao conluio na contratação pública que a AdC tem levado a cabo".

Ler o resto do artigo >>

terça-feira, 18 de setembro de 2018

Interact City vai tornar Matosinhos numa cidade mais inteligente e eficiente a nível de energia

A Signify e a câmara municipal de Matosinhos anunciaram a nova iluminação inteligente instalada na Rua Brito Capelo, durante a semana da mobilidade europeia. As novas luminárias vão proporcionar mais luz a esta conhecida rua, de forma inteligente, graças à Interact City e à poupança de energia.

A Interact City permite integrar sensores externos para gestão da iluminação, melhorando o armazenamento e o processamento de dados. O Living Lab Matosinhos irá combinar 24 catenárias (Digistreet) geridas pela solução Interact City, que incluem sensores de deteção de presença Wattstopper e 100 luminárias viárias (Digistreet), também incluídas na plataforma. Algumas dessas luminárias serão equipadas com sensores de qualidade de ar da SpaceLayer, uma startup portuguesa sediada em Coimbra.

A nova iluminação vai reforçar a redução das emissões de carbono na cidade, alinhando-se como tal aos compromissos municipais. Isto demonstra a contínua inovação da Signify em tecnologias LED energeticamente eficientes e a liderança em providenciar iluminação para a Internet das Coisas.

Melhorias a nível de inteligência, segurança e eficiência energética
O Living Lab Matosinhos irá melhorar a inteligência, segurança e eficiência energética na rua graças à nova iluminação conectada. Sensores de deteção de presença vão permitir o ajustamento da emissão de luz dependendo da presença humana na rua pedonal, resultando em poupança de custos e redução da emissão de CO2. Adicionalmente, o sensor de qualidade do ar fornecerá informações relativas à poluição e a outras variáveis ambientais. Toda esta informação será gerida e armazenada numa só plataforma, tornando mais fácil o processo de decisão para os municípios.

A tecnologia envolvida neste projeto fará a cidade mais inteligente e habitável para os cidadãos de Matosinhos.

O Living Lab de Matosinhos pretende ser um espaço de teste, experimentação, demonstração e apropriação, em contexto real, de soluções tecnológicas, organizacionais e sociais integradas na interseção entre mobilidade, energia, ambiente, edifícios e conectividade orientadas para a descarbonização da cidade. A Signify é um dos parceiros tecnológicos desta iniciativa.

Signify é o novo nome da Philips Lighting desde 16 de maio de 2018. A designação legal será alterada para Signify em Portugal no início de 2019.

Ler o resto do artigo >>

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Livro Houses of Portugal: Value & Style projeta construção e imobiliário portugueses fora de portas

Com os mercados prioritários de França, Dubai, Inglaterra e Brasil na mira, mas sem perder de vista todos os demais, a fileira do imobiliário e dos materiais de construção portugueses conta com mais um aliado de peso, desta vez sob a forma de livro.

Dá pelo nome Houses Of Portugal: Value & Style, precisamente a designação do projeto da Associação Portuguesa dos Comerciantes de Materiais de Construção (APCMC) e da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP) que visa incrementar a notoriedade e os negócios do setor além-fronteiras, junto promotores imobiliários e potenciais novos residentes.

São, como se fundamenta na nota introdutória da obra (bilingue), cerca de 100 páginas que permitem um vislumbre sobre «como nas urbes, ou na sua envolvência, os portugueses veem e fazem as suas novas casas - de cultura, de ciência, de lazer ou… simplesmente para viver», na atualidade.

A edição abre janelas sobre as “pontes” que a construção civil lusitana está a suspender «entre o edificado histórico e as volumetrias emergentes pensadas para as novas dinâmicas» citadinas, mas não esquece os projetos diferenciadores longe das metrópoles, idealizados para outros usos.
A seleção de projetos mostra como o País está a inovar nas técnicas e nas tecnologias ao serviço da construção, inclusive na “pegada verde” do setor, tendencialmente mais sustentável no patamar ambiental.

«Estamos em crer que este livro constituir-se-á como um embaixador privilegiado de Portugal junto de promotores, investidores e prescritores que em todo o mundo procuram qualidade e diferenciação, nos domínios da arquitetura, da engenharia, do imobiliário e dos produtos de construção», referem a APCMC e a APEMIP na introdução.

Segundo a APCMC, o Livro de Prestígio tem merecido, por parte das diversas personalidades distinguidas com a sua oferta, «os maiores elogios e algumas manifestações de surpresa e admiração com a qualidade dos edifícios e a diversidade dos estilos e soluções construtivas, destacando a beleza das reabilitações, a modernidade das soluções arquitetónicas e os exemplos de integração no património cultural e no meio ambiente», nas palavras de José de Matos, secretário-geral.
Profusamente ilustrada, graças à objetiva de conhecidos fotógrafos portugueses, a obra tem a assinatura editorial e gráfica da DESIGNARTE – Brand Activation e é uma das peças de comunicação que a fileira está a usar na presença em feiras internacionais consideradas estratégicas, no âmbito do programa Houses Of Portugal: Value & Style.

Próxima paragem: Reino Unido
Depois da participação recente no International Property Show, no Dubai (Emirados Árabes Unidos), no Salon de L’Immobilier et du Tourisme, em Paris, e na Convenção SECOVI 2018, em S. Paulo, segue-se o Reino Unido, no próximo ano.

O Terminal de Cruzeiros do Porto de Leixões, o Hotel Vincci Porto, as Snake Houses & Ecohouses do Pedras Salgadas Spa & Nature Park, a Casa Godiva, o Ecorkhotel Suites & Spa, a Casa em Guimarães, o Palácio dos Condes de Murça, o Cella Bar, a Pousada de Lisboa, o Passeio das Cardosas, o Parque Tecnológico de Óbidos, o 8 Building, a Casa Cabo de Vila, o Ozadi Heart & Soul Tavira Hotel, o Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, o L’And Vineyards Resort e L’And Hotel, o Chalé das Três Esquinas, o Edifício Ópera LX, a Quinta do Paço do Lumiar, o Gomos Building System, o Edifício Monchique e os Terraços de Bragança são os 22 empreendimentos em destaque.

«É uma amostra pequena. Mas seria-o sempre face à proliferação de bons exemplos», explica-se nas notas iniciais do livro, que evidencia a qualidade da «nova linguagem arquitetónica e construtiva que está a redefinir o desenho e a imagem do Portugal cosmopolita. Intramuros e fora deles», com a ajuda de arquitetos de renome mundial «a servir de veio à harmonização do antigo com o novo», de norte a sul do País.

Ler o resto do artigo >>

Casais abre portas a centenas de alunos potenciais candidatos

O Grupo Casais vai voltar a abrir as portas a centenas de alunos, de todo o país e de diferentes áreas de formação e graus académicos. A Casais Open’Week vai na segunda edição e visa, por um lado, dar a conhecer o Grupo e as várias empresas associadas a potenciais candidatos e, por outro, permitir a estudantes a frequentarem o ensino superior ou o ensino técnico-profissional tomarem contacto com profissionais e atividades das áreas em que desejam profissionalizar-se. Tal como no ano passado, o departamento de Recursos Humanos, espera envolver à volta de 300 alunos.

Até ao momento, foram convidados a participar estudantes de 17 cursos de nove escolas superiores de áreas como Engenharia Civil, Arquitetura e Engenharias Mecânica e Elétrica e de 12 cursos técnico-profissionais de nove instituições das áreas da Construção. As inscrições decorrem até 21 de setembro através do link do doodle https://casais.doodle.com/poll/q377vw7i52w2hpyv.

“O principal objetivo do Grupo Casais é, ao longo de uma semana, dar a conhecer a alunos do ensino superior de engenharias Civil, Mecânica ou Eletrotécnica e de Arquitetura e do ensino técnico-profissional relacionado com o setor da construção civil, as funções desenvolvidas pelas várias empresas do grupo, transmitir-lhes a política de Recursos Humanos da empresa e quais os valores e competências que valorizamos nos candidatos, partilhar com eles os testemunhos dos nossos profissionais e promover a proximidade dos técnicos especializados nas áreas de formação que os mesmos frequentam, disponíveis para partilhar opiniões e esclarecer dúvidas”, explica Sofia Miranda, diretora de Recursos Humanos do Grupo Casais. Além deste objetivo, “pretende-se transmitir a cultura de segurança da Casais, bem como estreitar as nossas parcerias com as escolas e instituições”. No programa, estão ainda previstos momentos de partilha com a comunidade local e com as famílias dos colaboradores, para os quais as portas da empresa estarão também abertas.

Ainda que a missão principal da Open’Week não seja à partida identificar e captar jovens talentos, esse propósito acaba por estar inerente dada a escassez de mão-de-obra qualificada no setor, a qual tem vindo a ser apontada pelo CEO do Grupo Casais, António Carlos Rodrigues, como limitadora do crescimento da Construção. Tanto que, na sequência da primeira edição, foram contratados alguns colaboradores, não sendo mais porque a maioria ainda demoraria para terminar a sua formação.

Tal como no ano passado, a iniciativa envolverá uma grande equipa interna, “alguns pela primeira vez”, de 11 empresas do Grupo Casais, nomeadamente: Casais Engenharia e Construção, Undel, Opertec, Quadrina, Carpin | Casais Wood & Metal, CASP, Socimorcasal, Cnt, Hidrocnt, Ampere Energy Portugal e Homing Homes.
Os estudantes vão, assim, tomar contacto com um grupo que desenvolve a sua atividade de uma forma integrada, com capacidade de envolver diferentes especialidades num projeto, sempre com o objetivo de oferecer soluções completas aos seus clientes.

Engenharias e processos construtivos são as áreas que suscitam maior interesse
As atividades previstas no âmbito do programa da Casais Open’Week 2018 decorrerão entre a sede do Grupo, em Braga, e as suas instalações em Lisboa. Uma das novidades apresentadas este ano é a disponibilização de workshops, abertos a profissionais e alunos do setor, sendo que o objetivo é a “partilha de conhecimentos técnicos especializados em áreas de interesse para os profissionais e estudantes, que, deste modo, podem acompanhar as tendências do setor, bem como aprofundar e debater os temas atuais”, adianta Sofia Miranda.

No final de cada dia de atividades, e mediante a resolução de um desafio proposto aos jovens, irão ser sorteados estágios de verão. Segundo a responsável de Recursos Humanos, as áreas de eletricidade, mecânica e produção são as que maior recetividade acolheram junto dos estudantes na primeira edição, sendo as profissões mais procuradas as de diretor de obra, técnico de condução de obra e técnico de eletricidade e climatização e ar condicionado.

Com cerca de 3.900 colaboradores em vários mercados, o Grupo Casais teve, em 2017, um volume de negócios agregado de 355 Milhões de Euros. Apostada numa política de criação de conhecimento, a empresa forneceu no ano passado 40.171 horas de formação. A comemorar o seu 60º aniversário, a empresa tem uma forte presença internacional, com cerca de 60% da sua atividade gerada em 15 países estrangeiros - Alemanha, Angola, Argélia, Bélgica, Brasil, Emirados Árabes Unidos, Espanha, EUA, França, Gibraltar, Holanda, Marrocos, Moçambique, Qatar e Reino Unido.

Ler o resto do artigo >>

Análise da mola, calço de travão A.B.S.

-- Este é um artigo patrocinado --
A tecnologia que é utilizada na mola, calço de travão A.B.S. é capaz de oferecer aos clientes um tipo de diagnóstico e capacidades sem precedentes, especialmente no que refere a assegurar que o seu carro está sempre em boas condições. Além disso, ao utilizar um produto como este, continua numa posição para utilizar as suas características, especialmente no que refere a assegurar que tudo está a funcionar da forma correta. Existem várias vantagens que tendem a vir com a mola, calço de travão, que vão deixar os clientes felizes.

Como funciona o produto? Costuma haver um conjunto de tambor do travão e mola de travão. O que acontece aqui é que as molas de suspensão que estão a retrair vão ser as que se vão afastar do tambor do travão caso o pedal do travão seja solto. O que acontece a seguir é que a mola vai aplicar uma certa quantidade de pressão nos calços de travão do seu carro. Por sua vez, isto é o que vai empurrar pelo cilindro da roda do seu carro. Depois, as molas vão caber na perfeição nos furos que estão nos calços de travão, assim como aqueles que estão à volta do pino âncora do carro.

Outro tipo de mola, conhecido como fixador, são muito importantes, uma vez que são as que tendem a segurar os calços de travão do seu carro para assegurar que está protegido da placa traseira do seu veículo. Assim, é importante certificar-se que a mola do calço do travão está em bom estado e, caso não esteja, seja reparada a tempo. Fazer isto vai assegurar que o seu veículo está sempre em bom funcionamento e também é outra forma de assegurar que são evitados acidentes.

Escrito com a ajuda de: www.autopecasstore.pt

Ler o resto do artigo >>

domingo, 9 de setembro de 2018

O curso com melhor média de entrada este ano é de Engenharia Civil... Porque só tem um aluno!

Não é habitual os cursos de engenharia civil figurarem na lista dos cursos com melhores médias de entrada em Portugal, mas este ano há um curso de engenharia civil que entra nessa lista e é inclusive o curso com melhor média de entrada no país. Claro que se não houvesse uma explicação isto seria um bocado estranho num país onde o setor da engenharia civil e construção deixou de ser atrativo comparativamente a outras áreas profissionais. Mas há explicação e resume-se a estarmos a falar de um curso onde entrou apenas um aluno, tendo ele a média excepcional de 18,9. O curso em causa é o de engenharia civil (ensino em inglês) da Faculdade de Ciências Exatas e da Engenharia da Madeira.

Não se pode dizer que não seja uma evolução, este ano antes de se falar dos cursos de engenharia civil que ficaram desertos, fala-se deste caso singular. Infelizmente para o aluno em causa, poderá não lhe valer de muito o mérito que teve em obter a melhor média de Portugal porque como o curso tinha 20 vagas e apenas ele entrou, sujeita-se a que o curso não abra.

Entre os 33 cursos que ficaram desertos, 6 são de engenharia civil, o que confirma a tendência iniciada há muitos anos. O que não se percebe é porque continuam abertos tantos cursos de engenharia civil, sabendo-se que isso põe em causa a qualidade e credibilidade do setor.

Talvez este ano não surja ninguém a proclamar a estranha teoria de que Portugal precisa de importar engenheiros civis. Também se disse que Portugal pode parar por falta de engenheiros civis, mas na realidade não faltam engenheiros civis em Portugal, faltam é boas condições de emprego para estes.
Apenas quatro universidades conseguiram preencher 100% das vagas nos cursos de engenharia civil. Destaca-se pela positiva o Instituto Superior Técnico e a Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, que tendo aberto respetivamente 129 e 121 vagas para engenharia civil conseguiram 100% de colocações. A somar a estas duas instituições apenas a Universidade Nova de Lisboa (50 vagas) e o Instituto Superior de Engenharia do Porto (60 vagas) conseguiram também 100% de colocações. Todos os outros cursos de engenharia civil ficaram com vagas por preencher.

Ler o resto do artigo >>

Lucios reforça aposta em projetos "chave na mão"

A Lucios anunciou um reforço na sua carteira de investimentos no setor imobiliário, com especial atenção para a hotelaria, numa aposta focada num novo modelo de negócios, os projetos “chave na mão”. Este modelo de negócio funciona como uma interface entre a oferta de imóveis e a procura de exploradores e investidores, e a Lucios acredita que ascenda a 60% do volume total de faturação da empresa. Nos próximos dois anos a empresa vai investir 40 milhões de euros em projetos hoteleiros em Lisboa e Porto.

Segundo afirma a construtora de Vila do Conde, através deste conceito assegurará todo o processo imobiliário, procurando oportunidades de negócio e direcionando-as de forma personalizada a cada cliente, desde a aquisição do imóvel, a execução do projeto, licenciamento, construção, assessoria e consultoria. Será ainda garantida a assistência e manutenção do edifício no processo pós-venda.

Filipe Azevedo, administrador da Lucios, esclarece que se trata de uma “resposta ao mercado, que regista atualmente uma grande procura por investidores estrangeiros, sobretudo por negócios no Porto e em Lisboa. Através da criação de uma solução ‘chave na mão’, com integração de vários serviços no mesmo projeto, permitimos que os investidores entrem no mercado português de forma organizada e sustentável”.
Os projetos chave na mão são já um sucesso na Lucios, registando elevada procura nos últimos meses. A empresa tem vários projetos em curso, destacando-se a entrada do grupo espanhol Catalonia Hotels & Resorts na cidade do Porto (no emblemático edifício da antiga Pensão Aviz, junto à Praça da Batalha), a entrada do grupo Accor na Rua do Bonjardim, e ainda a negociação de um projeto na Praça Carlos Alberto, também na cidade do Porto, que tem já várias propostas.

Ler o resto do artigo >>

sexta-feira, 7 de setembro de 2018

Gabriel Couto reabilita Bairro da Cruz Vermelha em Lisboa

A Gabriel Couto está responsável pela reabilitação e construção do futuro empreendimento Bairro da Cruz Vermelha, tendo esta empreitada sido adjudicada pela Câmara Municipal de Lisboa (CML) pelo valor total de 11.572.020,00 euros, e com um prazo global contratado de 600 dias de calendário. A construtora será assim responsável por mais um projeto de requalificação e reabilitação urbanas, afirmando-se como uma referência nacional nesta área.

O futuro Bairro da Cruz Vermelha estará localizado na freguesia de Santa Clara, Malha 23.2 do PUAL (Plano de Urbanização do Alto Lumiar), e surge na sequência da construção de inúmeros projetos de renovação e regeneração urbanas promovidos por parte da CML, com o intuito de uma melhoria significativa das condições da habitação e do espaço público, e consequentemente da qualidade de vida dos seus habitantes.

O Alto do Lumiar, hoje conhecido pela Alta de Lisboa, é constituído por 300 hectares de terreno com mais de 33 malhas e fica situado entre dois pontos importantes na cidade de Lisboa, a Cidade Universitária e o Aeroporto Internacional Humberto Delgado.
Hoje, o Alto do Lumiar tem um tecido urbano variado e complexo, com diferentes tipologias, desde blocos de moradias unifamiliares até edifícios de apartamentos, serviços, comércio, equipamentos sociais, desportivos e amplas zonas de lazer. Mais de 2 500 000m2 de construção, com 60 000 residentes, envoltos por 70 hectares de zonas verdes e 20 recintos desportivos, 21 escolas, 25 quilómetros de rede viária, 7000 postos de trabalho e 11 000 famílias realojadas, a Alta de Lisboa tem cumprido os seus objetivos quanto à reabilitação urbana como incremento de uma mais valia à Capital. Da autoria do Gabinete “ORANGE - Arquitetura e Gestão de Projeto”, este projeto de requalificação e regeneração urbanas contempla, nesta fase, a construção de um novo empreendimento de habitação social constituído por 130 novos fogos e mais de 150 novos lugares de estacionamento. A eficiência energética e a sustentabilidade a longo prazo destas novas habitações – a fim de assegurar os consumos energéticos de forma sustentada, com sistemas ecológicos compatíveis com os hábitos dos moradores e em simultâneo reduzir os encargos de manutenção ao longo do tempo – são uma das grandes apostas deste projeto para o futuro empreendimento Bairro da Cruz Vermelha.
A resiliência dos espaços da nova habitação, a capacidade de organizar o interior da habitação em simbiose com a tipologia familiar e o modo como esses espaços se podem adaptar às transformações dessa mesma tipologia foram outros pormenores de elevada relevância que os responsáveis e autores do projeto tiveram em consideração.
De realçar que esta empreitada será, de resto, a terceira intervenção do género desta construtora de V.N. de Famalicão na cidade de Lisboa, surgindo na sequência do projeto da Reabilitação do Bairro da Boavista – Fase 1 (em fase final de construção), e mais recentemente da Reabilitação do Bairro Padre Cruz (empreitada em execução). De registar que no final destas três empreitadas, a Gabriel Couto contribuirá para este plano de regeneração urbana levado a cabo pela CML, com a construção de 232 novos fogos habitacionais, totalizando uma área de construção superior a 22.500 m2.

Possuidora de vasta experiência na área da reabilitação e requalificação urbanas, a Gabriel Couto vê, assim, com esta empreitada, o seu portfólio de obras reforçado nesta área de intervenção que se têm revelado tão importante para a reativação do sector da construção, uma vez que, nos últimos anos, têm sido vários os investimentos e projetos de reabilitação e regenerações urbanas.

Ler o resto do artigo >>

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Icónico palacete na Foz do Porto vai acolher projeto residencial de luxo

O número 156 da Avenida de Montevideu, zona da Foz, Porto, está a ser reabilitado e será a nova morada de um projeto residencial de luxo. Desenvolvido a partir da reconversão de um palacete, tem também previsto construção nova, através da edificação de dois blocos de apartamentos premium, numa área total de construção de 5.545 m2, repartidos acima e abaixo do solo. A joint venture Quantico-Albatross, principais investidores e assessores do Fundo Vesta Real Estate, são responsáveis pelo projeto, tendo a comercialização do imóvel sido entregue à Predibisa, consultora imobiliária portuense.

Localizado na primeira linha de mar, este projeto é um investimento de 18 milhões de euros, que preserva um imóvel de alto valor patrimonial e se apresenta agora como um empreendimento habitacional de luxo, perfeitamente harmonizado com a natureza. Lançado pelos investidores o convite a arquitetos de renome para explorarem o conceito, o mesmo estará fechado em breve. Nessa altura será definido o número total de apartamentos, que deverá variar entre 15 e 18, maioritariamente de grandes dimensões, tipologias T3, T4 e T5, orientados para famílias. No que diz respeito a preços, o valor por metro quadrado oscilará entre os 8 mil e os 10 mil euros, com as novas casas a terem um preço de venda a partir dos 2 milhões de euros.

O atual projeto prevê a conservação da fachada original do imóvel, mantendo o charme do estilo clássico, contudo adaptando-o a condições únicas de conforto, modernidade e tranquilidade. Todos os materiais, acabamentos, funcionalidades e paisagismo obedecem a padrões de luxo, que assentam no detalhe e na excelência.
Os dois novos blocos de apartamentos serão dotados de varandas e terão quatro e cinco pisos acima do solo. Por sua vez, o edifício do palacete será transformado em um ou dois apartamentos com grandes áreas, bons acessos, jardim e piscina privativos. Os espaços exteriores são também um dos pontos fortes do projeto, devido à envolvência com a natureza e destacam-se pela ampla área verde de jardim com espécies protegidas e uma vista sobre o mar.
Para Carlos Vasconcellos, Presidente da Quantico, “temos em mãos um diamante que se propõe afirmar como o mais luxuoso, exclusivo e diferenciador projeto imobiliário residencial do Porto dos últimos tempos. Com uma localização extraordinária, em frente ao mar e rodeado de jardins centenários, estamos a dar os passos necessários ao nível da arquitetura, materiais e paisagismo para conseguir um produto que redefina o conceito de luxo imobiliário em Portugal.“

Já João Nuno Magalhães, diretor-geral da Predibisa sublinha que “é um projeto verdadeiramente diferenciador, com imensa personalidade, que estamos muito orgulhosos em abraçar. Projetado num dos edifícios mais carismáticos da Foz, vai de encontro a uma vaga de transformação funcional da frente de mar e que contribuirá para renovar as linhas urbanas daquela zona prime”, refere. Para a Predibisa, esta comercialização “é uma oportunidade de investimento única e que será sinónimo de sucesso de vendas.”

Ler o resto do artigo >>

  ©Template by Dicas Blogger

TOPO