sexta-feira, 21 de junho de 2019

Dois estúdios de arquitetura da UPTEC entre os 40 mais promissores da Europa

Diogo Aguiar (Diogo Aguiar Studio) e Filipa Frois Almeida+Hugo Reis (FAHR 021.3) estão entre os jovens arquitetos e designers emergentes da Europa como menos de 40 anos. Os fundadores dos estúdios de arquitetura, instalados na UPTEC – Parque de Ciência e Tecnologia da U.Porto integram a lista de vencedores do concurso internacional “Europe 40 Under 40”.

Criado pelo The European Centre for Architecture Art Design and Urban Studies e pelo The Chicago Athenaeum: Museum of Architecture and Design, o Prémio Europeu de Arquitectura “Europe 40 Under 40” pretende destacar e identificar a próxima geração de arquitetos e designers que terão impacto nos futuros ambientes de vida e trabalho, cidades e áreas rurais.

O Diogo Aguiar Studio foi premiado pelos trabalhos “Start”, instalação é construída a partir da subdivisão de um icosaedro, em vinte partes iguais, “Serralves Garden Pavilion”, um pavilhão circular construído em quatro níveis de tábuas verticais de madeira e “House over the hills”, uma construção modular de madeira integrada com a natureza.
Já a FAHR 021.3 foi distinguida pelos projetos “LOOP”, uma intervenção circular de betão que se encontra no jardim do UPTEC Asprela I e que simboliza o 10º aniversário do Parque, “Metamorfose”, uma instalação temporária e provocativa, uma rede digital que fecha e controla uma ruína no centro da cidade do Porto, e “Space Iconic Bowie”, um espaço de exposições temporárias criado para receber fotografias de David Bowie.
Os 40 arquitetos e designers de 2018 foram selecionados por um júri composto por alguns dos mais prestigiados académicos de arquitetura da École Nationale Supérieure d'Architecture de Paris-Belleville (ENSAPB).

Para além do Diogo Aguiar e FAHR 021.3, foram ainda distinguidos os arquitetos portugueses Raulino Silva e Bruno André. Em 2018, Samuel Gonçalves, fundador da Summary, empresa graduada da UPTEC, integrou a lista “Europe 40 Under 40”.

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Fidelidade vence prémio de melhor projecto de imobiliário na subcategoria de escritórios

O Grupo Fidelidade, através da Fidelidade Property Europe, SA – marca que assegura a gestão dos investimentos imobiliários da Seguradora –, venceu o prémio para o Melhor Projeto de Imobiliário na subcategoria “Reabilitação Urbana Escritórios” atribuído na primeira edição dos Prémios de Imobiliário do Expresso e SIC Notícias.

Esta distinção foi feita pelo trabalho de reabilitação desenvolvido pela Fidelidade na nova sede da Sociedade de Advogados Vieira de Almeida & Associados, localizada na zona de Santos, em Lisboa.

Para Miguel Santana, Administrador da Fidelidade Property Europe, SA, esta distinção “é mais uma prova do contínuo investimento da Fidelidade em Portugal e confirma a boa aposta que fizemos na reabilitação desta zona Ribeirinha de Lisboa, em linha com o processo de reconfiguração do nosso portfólio imobiliário”.
Desenvolvido pela Fidelidade Property, com reabilitação a cargo da Openbook Architecture e PMC Arquitectos, este projeto resulta da reabilitação de um complexo industrial em Santos, convertido num moderno edifício de escritórios, distinguindo-se pela valorização patrimonial e cultural do edifício, respeitando a sua história e memória, através da reinterpretação do espaço industrial legado a uma zona da cidade que está a despertar para uma nova vivência.

Recorde-se que este projeto da Fidelidade venceu também o prémio Architecture + Workspace / Escritórios Corporativos, atribuídos pelo Architizer A+Awards.

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Vai nascer o Porto Business Plaza no lugar do Central Shopping

Foi apresentado o Porto Business Plaza, um novo projeto de serviços e comércio, localizado na zona do Bonfim, entre a Rua de Santos Pousada e o Campo 24 de Agosto, no centro do Porto. O novo empreendimento resulta da reabilitação e reconversão de um antigo centro comercial, é promovido por uma empresa do grupo SDC Investimentos e será comercializado em regime de exclusividade pela Cushman & Wakefield. Com projeto da autoria do arquiteto Alexandre Burmester, o edifício está a ser reconfigurado e reequipado de modo a proporcionar as melhores condições para a instalação de modernos espaços de serviços.

O Porto Business Plaza oferecerá uma área bruta locativa (ABL) total de cerca de 17.000 m2 na sua maioria em open space, em dois pisos, possibilitando a instalação de diversas entidades que poderão ocupar grandes áreas de dimensão variável, no limite até cerca de 6.800 m2 num único piso. Existirão ainda até 1.000 m2 para retalho e, adicionalmente, está prevista uma intervenção nos antigos cinemas do mesmo centro comercial que serão transformados num espaço polivalente com cerca de 3.500 m2.

O programa inclui uma intervenção paisagística da autoria do arquiteto Luís Alçada Baptista na praceta adjacente ao Campo 24 de Agosto, onde surgirão amplos espaços verdes e uma zona de restauração e de lazer. A partir desta praceta, que confina com o hotel Vila Galé e com o terminal rodoviário do Campo 24 de Agosto, será possível aceder facilmente, através do edifício, à Rua de Santos Pousada, em muito melhorando a circulação pedonal na área.

A reabilitação deverá iniciar-se no 3º trimestre deste ano e tem conclusão prevista para o 3º trimestre de 2020. O promotor investirá no projeto cerca de 11 milhões de Euros.
De notar que o Porto Business Plaza já acolhe, atualmente, o banco francês Natixis e a tecnológica portuguesa Feedzai, além do referido terminal rodoviário e de um parque de estacionamento com cerca de 300 lugares.

Segundo Duarte Corrêa d’Oliveira, do departamento de escritórios da Cushman & Wakefield no Porto, “O Porto Business Plaza vai colmatar a escassez de oferta de grandes áreas de serviços no centro da cidade, permitindo atrair grandes ocupantes para o edifício. A construção de espaços verdes e a nova praça de restauração do Porto Business Plaza, farão com que este projeto venha dinamizar e revitalizar esta zona da cidade.”
António Castro Henriques e Gonçalo Andrade Santos, administradores da empresa promotora referem: “A renovação deste equipamento, encerrado há vários anos, vai valorizar todo o quarteirão e constituirá mais um passo importante no processo de revitalização desta área da cidade, justificando o investimento que o grupo está a realizar. Na realidade, trata-se da 2ª fase do relançamento comercial deste complexo, que se iniciou em 2016 com a reabertura do terminal rodoviário hoje operado pela Transdev e com a ocupação pela Natixis de cerca de 12.000 m2 de escritórios”.

Com efeito, a zona da cidade do Porto em que se insere o Porto Business Plaza tem estado em crescente desenvolvimento, com uma ocupação consolidada que combina habitação, comércio e um número cada vez maior de polos de escritórios e serviços, onde decorrem outros significativos investimentos, como a requalificação em curso da Avenida Fernão de Magalhães.
Trata-se de uma localização privilegiada pela proximidade ao centro da cidade (a 5 minutos a pé da Rua de Santa Catarina), bem servida pelas redes de transportes públicos (a 50 metros da estação de metro) e com fáceis acessos aos principais eixos viários envolventes.

Mercado imobiliário do Porto: grandes ocupantes estabelecem novos padrões da oferta
A evolução muito positiva do mercado imobiliário do Grande Porto nos últimos anos, tem levado os promotores e investidores a apostarem no desenvolvimento de novos projetos de escritórios e serviços de grande dimensão, que pretendem responder aos requisitos dos grandes ocupantes internacionais que, hoje, lideram a procura. Com efeito, a crescente atratividade do mercado da Invicta faz com que este seja atualmente um dos candidatos europeus para a localização de empresas do setor tecnológico, BPO’ s e Centros de Serviços Partilhados de grandes empresas internacionais, o que está a transformar o perfil da procura e a desencadear novos padrões de qualidade na oferta.

De acordo com os dados da Cushman & Wakefield, estão em promoção 11 novos projetos de escritórios para o Grande Porto, que totalizam aproximadamente 170.000 m² de oferta nova, dos quais se prevê que 4 sejam inaugurados ainda no decorrer deste ano, trazendo ao mercado cerca de 67.000 m².

Em fase menos avançada encontram-se outros 7 projetos, com conclusão prevista para os anos 2020 a 2025, que disponibilizam uma oferta adicional de 100.000 m².

Este dinamismo é igualmente confirmado pela atividade da procura, que registou em 2018 um valor recorde. Segundo os dados da Cushman & Wakefield foram identificados mais de 50 negócios que totalizam cerca de 80.000 m² de ocupação. A operação média aumentou consideravelmente face a anos anteriores, fixando-se em valores próximos dos 1.500 m².

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terça-feira, 18 de junho de 2019

Garcia Garcia selecionada pelo Grupo VNC para a construção do seu novo centro logístico

Com o objetivo de potenciar a eficiência do processo logístico, que permitirá abastecer todas as lojas, o Grupo VNC, que atua no setor têxtil de retail & fashion, entregou à Garcia Garcia a construção do novo centro logístico, na Trofa. A construtora nacional reforça parceria com o grupo português, tendo sido responsável pela ampliação do seu edifício administrativo (2011) e execução do showroom da Tiffosi (2015), ambos situados no complexo VNC, em Lousado.

Destinado a armazenagem e distribuição de produtos têxteis das marcas do Grupo, o projeto prevê a edificação de um novo centro logístico, localizado num terreno contíguo às atuais instalações, bem como o desenvolvimento dos arranjos exteriores envolventes ao complexo produtivo do VNC, na Trofa. O projeto, que teve um período de execução de seis meses, tem a sua conclusão prevista para este mês.

“Para a Garcia Garcia é muito gratificante que o Grupo VNC nos tenha escolhido para este novo projeto, que representa mais um momento de desenvolvimento da sua actividade. Acreditamos que o nosso expertise neste tipo de projetos nos permite acrescentar valor a cada cliente e o Grupo VNC é um bom exemplo, dado mantermos uma parceria de vários anos e que deu origem a três projetos.” explica Carlos Garcia, administrador da construtora.

Prazo de execução da empreitada impõe desafios na construção
Com uma estrutura pré-fabricada em betão, um dos destaques do novo centro logístico é o vão livre de 29 metros e uma única linha de pilares no seu interior, o que eleva a área útil e a modularidade do espaço. O edifício será ainda equipado com um armazém robotizado, o que eleva a área de armazenamento e a celeridade da distribuição.
O reduzido prazo de execução de apenas seis meses foi o principal desafio a atingir na obra, pelo que foi necessário desenvolver um rigoroso processo de planeamento e de coordenação de atividades, assim como o recurso integral a soluções estruturais e de revestimento pré-fabricadas.

A empreitada foi executada com o restante complexo produtivo do Grupo VNC em funcionamento, o que constituiu outro dos desafios da obra, nomeadamente, ao nível da gestão das condições de segurança de todos os que trabalhavam no complexo. A Garcia Garcia teve também em linha de conta que todos os trabalhos fossem planeados e executados de modo a não provocarem limitações à atividade logística e produtiva do Grupo, assegurando a manutenção das instalações em total funcionamento.

O Grupo VNC é detentor de insígnias da área do retalho de moda como a Tiffosi, TiffosiKids e Vilanova Accessories. Além do território português, a empresa marca presença em mais de vinte mercados, sendo exemplo países como Espanha, França, Alemanha, Irlanda, Itália, Inglaterra, Andorra, Grécia, Ucrânia, Holanda, Bélgica, Luxemburgo, Hungria e Eslovénia. Atualmente conta com uma rede de cerca de 150 lojas próprias e mais de dois mil pontos de venda.

Ficha Técnica do Projeto
Construção: Garcia Garcia
Local: Trofa
Área de Terreno: 20.557 m2
Área de Construção: 10.828 m2
Prazo de Obra - 6 meses
Data de Conclusão – junho de 2019

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Oli equipa Hospital Privado da Madeira

A Oli foi escolhida para equipar o recém-inaugurado Hospital Particular da Madeira (HPM), o primeiro daquela região. Nos espaços de banho do HPM foram instalados os autoclismos interiores “Oli 74 Plus Sanitarblock”, que se destacam por ser hidricamente eficientes e silenciosos, e as placas de comando “Globe Mate”. Ambas as soluções foram desenvolvidas no Departamento de Investigação e Desenvolvimento e produzidos na fábrica da OLI, em Aveiro.

O Hospital Privado da Madeira junta-se assim a outras unidades de saúde nacionais e internacionais que selecionaram a inovação, a sustentabilidade e a segurança das soluções da marca, como o Hospital Cuf no Porto, o Hospital Francisco de Assis em Madrid, o Hospital Ichilov Medical Center em Telavive ou o Hospital Mowasat no Kuwait.
A inovação tem permitido à Oli consolidar a sua presença em projetos de saúde e de hotelaria de referência em todo o mundo. Nos últimos cinco anos, a empresa mobilizou 12,5 milhões de euros para área de Investigação e Desenvolvimento. Atualmente, tem 45 patentes ativas na Europa e, nos últimos três anos, surgiu no ‘top 3’ das empresas em Portugal que mais patentearam na Europa.

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Novas regras do arrendamento comercial beneficiam arrendatários

Com as novas Leis n.ºs 12/2019 e 13/2019, de 12 de fevereiro, foram introduzidas modificações importantes no Regime Jurídico do Arrendamento Urbano por via de alteração, entre outros, do Código Civil, do Novo Regime do Arrendamento Urbano aprovado pela Lei n.º 6/2006, de 27 de fevereiro (“NRAU”) e do Regime Jurídico das Obras em Prédios Arrendados, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 157/2006, de 8 de agosto (“RJOPA”).

Assim, as principais alterações relativas ao arrendamento comercial verificam-se a diferentes níveis, salientando-se, duração, denúncia e oposição à renovação automática do contrato; suspensão do contrato e indemnização em caso de mora.

Duração, denúncia e oposição à renovação automática do contrato
Neste âmbito, embora as regras referentes à duração, denuncia e oposição à renovação do contrato se mantenham no que respeita à sua livre estipulação pelas partes, a Lei 13/2019 de 12 de fevereiro veio acrescentar que:
- Salvo acordo das partes em contrário, o contrato de arrendamento não habitacional celebrado com prazo certo renova-se automaticamente no seu termo e por períodos sucessivos de igual duração ou de 5 anos, quando a duração do contrato inicial for inferior a 5 anos.

Os arrendamentos para fins especiais e transitórios como sejam os arrendamentos para fins turísticos, por exemplo, são uma excepção a este regime.

- Nos primeiros cinco anos após o início do contrato, o senhorio não pode opor-se à renovação.

- O senhorio apenas poderá denunciar o contrato em duas situações:

   1. para demolição ou realização de obras de remodelação ou restauro profundos que obriguem à desocupação do imóvel arrendado
   2. mediante comunicação ao arrendatário com antecedência não inferior a cinco anos sobre a data em que pretende a cessação.

- Indemnização em caso de denúncia pelo senhorio

A denúncia nos casos atrás referidos obriga o senhorio a indemnizar o arrendatário pelos prejuízos que, comprovadamente, resultem da cessação do contrato de arrendamento, a menos que tenha ocorrido trespasse do referido estabelecimento nos três anos anteriores, caso em que esta indemnização não será devida pelo senhorio.

Com as novas regras agora introduzidas no RJOPA, caso as partes não cheguem a um acordo quanto às condições da denúncia, prevalece a obrigação de realojar, ficando o senhorio obrigado a garantir o realojamento do arrendatário por um período não inferior a três anos. Somente nos casos em que não seja possível o realojamento é que será, então, aplicável a indemnização calculada nos termos estabelecidos na lei.

Suspensão do contrato
As alterações legislativas, nomeadamente no âmbito do RJOPA, estabelecem que, caso o senhorio pretenda realizar obras de remodelação ou restauro profundos no imóvel, haverá lugar à suspensão da execução do contrato de arrendamento pelo período de decurso daquelas obras – excepto aquando das obras não exista local com características equivalentes às do locado, onde seja possível a manutenção do arrendamento e, nesse caso, poderá o senhorio proceder à denúncia do contrato, conforme vimos anteriormente.

Indemnização em caso de mora
Finalmente, no tocante à indemnização em caso de mora do locatário no pagamento da renda, a lei prevê a possibilidade de o senhorio exigir ao arrendatário 20% dos valores em dívida, para além do montante das rendas ou encargos em falta, salvo se resolver o contrato com base na falta de pagamento.
Para além das referidas, existem outras alterações legislativas no âmbito deste tema sendo que, em termos genéricos e na sua maioria visam, essencialmente, prevenir e punir o assédio no arrendamento e corrigir situações de desequilíbrio entre arrendatários e senhorios.

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segunda-feira, 17 de junho de 2019

Gabriel Couto constrói uma das maiores residências universitárias de Portugal

Na sequência do ambicioso plano de investimentos projetado para Lisboa e Porto para os próximos anos, o grupo “U.hub Investments”, onde pontificam Jaime Antunes, Hugo Gonçalves Pereira e a gestora de ativos Atrium, acaba de confiar a construção do seu maior empreendimento universitário em Portugal ao grupo Gabriel Couto. Este projeto faz parte do programa de investimentos previsto por este grupo promotor, o qual visa tornar, em 2021, a rede U.hub líder no segmento das residências para estudantes em Portugal, com um universo de mais de 1700 quartos e suites.

Esta nova residência universitária, projetada para a zona da Areosa, junto ao Polo Universitário da Asprela, área que concentra o maior número de estudantes universitários do País, resulta de um investimento global superior a 15 milhões de euros, e apresenta-se como uma solução de alojamento estudantil para nacionais e estrangeiros, de elevada qualidade, com excelentes condições, prometendo uma experiência memorável aos novos utentes.
Com a assinatura do atelier de arquitetura “PG Arquitetos Associados”, este empreendimento destinado a acolher a futura residência universitária será constituído por 456 unidades de habitação de diferentes tipologias, distribuídos por 10 pisos acima da cota de soleira, totalizando uma área total de construção de cerca de 14.000 m2. Para a Gabriel Couto este emblemático projeto residencial representa «mais um desafio aliciante a ser alcançado num prazo muito exigente». A Fiscalização desta empreitada estará a cargo da empresa “Tecnoplano - Engenharia e Gestão, S.A.”.
Esta nova residência universitária constitui uma resposta eficiente à reduzida oferta de alojamentos para estudantes que atualmente se verifica na cidade do Porto, através de um modelo que segue os mais elevados padrões de qualidade, incluindo no seu âmbito requisitos e exigências que se enquadram dentro dos parâmetros internacionais de oferta entre este tipo de serviços, tendo presente que muito dos clientes serão estrangeiros que frequentam temporariamente as instituições universitárias da cidade do Porto.

Com uma localização privilegiada e acabamentos de alta qualidade, esta residência universitária irá servir as diversas instituições de ensino superior localizadas no Campus Universitário da Asprela, sendo este o principal polo da Universidade do Porto. A U.hub desenvolveu um conceito de residência orientada por princípios programáticos centrados no conforto, bem-estar e segurança, estabelecendo com base nestes pressupostos um conjunto de requisitos que estruturam o desenvolvimento de um empreendimento habitacional concebido para integrar todas as funções de “habitar” do quotidiano do estudante comum, nomeadamente a função dormir, estar e estudar.
Esta nova residência universitária da U.hub no Porto está organizada em dois núcleos independentes, cujo acesso se processa por duas colunas verticais principais compostas por escadas e elevadores. Nos pisos inferiores localizam-se os espaços coletivos de apoio para as funções lúdicas, convívio, lazer, trabalho e estudo, com áreas generosas e condições de ambiente e equipamentos apropriados para as diversas funções. Para complementar o dia-a-dia dos futuros residentes, este equipamento dispõe ainda de um conjunto de serviços de apoio diversos, nomeadamente lavandaria, arrumos, limpeza, tudo gerido a partir da unidade de operação e gestão do empreendimento.

No que concerne ao estacionamento no exterior, este terá uma capacidade para 57 viaturas, conforme previsto nas condições aprovadas do loteamento, dispondo ainda de uma oferta diferenciada de estacionamento para os diversos tipos de veículos nomeadamente bicicletas e motociclos, apesar de acreditar que a maioria dos futuros residentes se deslocarão a pé para os seus estabelecimentos de ensino, face à localização privilegiada do espaço.

A comemorar os 70 anos de existência, para o grupo Gabriel Couto, "a adjudicação desta empreitada por parte do grupo U.hub Investments constitui um grande motivo de orgulho e sinal inequívoco da confiança que este tipo de empresas e grupos investidores têm vindo a depositar na competência técnica apresentada pela nossa empresa, como entidade responsável pela construção de grandes projetos residenciais e imobiliários".

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sábado, 15 de junho de 2019

Engenharia portuguesa alcança recorde mundial na Turquia

Pela primeira vez, graças à engenharia e inovação desenvolvidas pela BERD, empresa portuguesa de soluções para construção de pontes, foi alcançado um recorde mundial e abriram-se novas possibilidades na construção de tabuleiros de pontes e viadutos. O M1, equipamento desenvolvido pela BERD, permite a execução de vãos de 90 metros através do método de betonagem in situ em apenas 14 dias. Este equipamento encontra-se a trabalhar na construção dos tabuleiros de quatro viadutos, que são parte integrante da Linha Ferroviária de Alta Velocidade que ligará Ankara a Sivas, na Turquia.

Estes quatro viadutos, com um comprimento total de 6151 m, estão a ser executados por dois equipamentos fornecidos pela BERD: o M1-90-S, utilizado para vãos de 90 metros, e o M55-S, para vãos até 55 m.

O M1-90-S é único no mundo e o maior cimbre autolançável da atualidade. Antes do M1 apenas eram executados, com este método construtivo, vãos até 75 metros. A sua utilização é particularmente indicada para a execução de pontes com grandes vãos (acima dos 70 metros). Graças ao OPS integrado os equipamentos podem ser mais leves e maiores. O M1 representa uma inovação tecnológica que permite novos limites à construção de tabuleiros de pontes e viadutos.
A par da rapidez de avanço do projeto e da economia de custos, ao utilizar a tecnologia desenvolvida pela BERD, esta obra na Turquia tornou-se mais sustentável e ecológico, dado que foi conseguida uma redução de betão equivalente a 35 mil camiões e mais de 20 mil toneladas de CO2.

De seguida pode ver o documentário recentemente lançado pela BERD sobre o M1.

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terça-feira, 11 de junho de 2019

Placa de comando dá a OLI o terceiro prémio internacional de 2019

A Moon Black deu à Oli a terceira distinção internacional de 2019, com a conquista do “German Innovation Award 2019”, na categoria “Excellence in Business to Consumer - Heating & Bathroom”.

Fabricada com a porcelana da Vista Alegre, a Moon Black assume-se como a primeira placa de autoclismos interiores em cerâmica do mercado. Para além do design único, é autossustentável, sendo compatível com o sistema inovador Hydroboost, em que a ativação da descarga da água do autoclismo gera a sua própria energia, dispensando uma fonte de energia elétrica ou de pilhas.

A Moon Black tem ainda um acionamento “no touch”, que permite a ativação da descarga por aproximação, isto é, sem necessidade de toque, graças à utilização de sensores capacitivos.
Este é a terceira distinção internacional que a placa de comando de autoclismos interiores conquista, depois do “Iconic Award 2019” e do “Design Plus 2019”.

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terça-feira, 4 de junho de 2019

Porminho adjudica a ampliação das suas instalações industriais à Gabriel Couto

O grupo Porminho elegeu a Gabriel Couto para a construção e ampliação das suas instalações industriais, um projeto que tem assinatura do atelier de arquitetura “TRAMA Arquitetos”, a que corresponde um investimento global a rondar os 18 milhões de euros. Esta empresa que se dedica à transformação e distribuição de carnes e que tem a sua produção em Vila Nova de Famalicão, na freguesia de Outiz, prevê a criação de 50 novos postos de trabalho diretos e a dinamização de áreas críticas, como a investigação.

Fundada pela família “Freitas” em 1984, a partir de um pequeno negócio que rapidamente ganhou escala industrial, a Porminho planeia aumentar a sua capacidade de produção e automatizar os processos fabris com esta ampliação das suas instalações industriais, por forma a apostar fortemente no lançamento de novos produtos, através de investigação interna e em parceria com universidades e outras entidades ligadas ao setor alimentar. Atualmente a Porminho exporta para 12 países a gama de produtos de charcutaria, maioritariamente com a sua própria marca, e a atual estratégia passa por conquistar novas geografias e consolidar as vendas nos mercados onde já está presente, sendo que, quando este plano de investimento e expansão estiver concluído, em 2020, a empresa famalicense estima atingir um volume de negócios de 60 milhões de euros.

A empreitada em epígrafe consiste na construção e ampliação das atuais instalações da Porminho é constituída por duas fases, correspondendo a primeira à execução de uma nova nave industrial com cerca de 25.000m2 de área coberta, e dividida em 2 pisos, assim como a todos os trabalhos preparatórios, acessos, passeios e arruamentos envolvente ao edifício. Numa 2ª fase posterior, serão construídos os futuros escritórios, edifício administrativo, bem como uma nova portaria e os arranjos exteriores.
Para a Gabriel Couto este projeto industrial, representa «mais um desafio aliciante a ser alcançado num prazo muito exigente». A Fiscalização desta empreitada estará a cargo da empresa “C.G.F. - Coordenação, Gestão e Fiscalização de Obras”.

A nova área industrial ampliada em dois pisos, com uma área de construção superior a 20.000m2, encontra-se no enfiamento da atual nave industrial, com cerca de 8.000m2.

Será constituída por uma ampla área laboral, permitindo a criação de vários novos espaços de trabalho, áreas destinadas à expedição e armazenagem de produtos, com ligação ao exterior através dos cais de cargas e descargas. Está prevista também uma entrada pedonal para acesso às áreas sociais da unidade, nomeadamente para o refeitório, gabinetes, salas de formação, lavandaria, instalações sanitárias e balneários.

Numa 2ª fase da empreitada, os futuros escritórios e área administrativa surgem num volume destacado, permitindo com isso controlar de forma mais eficaz o acesso de veículos e pessoas, bem como, reduzir a incidência de ruídos gerados pela área de produção, o que resulta numa melhor imagem da empresa para com quem a visita.

A comemorar os 70 anos de existência, para Carlos Couto, Presidente da empresa, «A adjudicação desta empreitada por parte da Porminho constitui grande um motivo de orgulho e sinal inequívoco da confiança que este tipo de empresas e grupos multinacionais têm vindo a depositar na competência técnica apresentada pela nossa empresa, como entidade responsável pela construção de grandes projetos industriais.»

De registar que esta é mais uma obra industrial de grande dimensão recentemente adjudicada à Gabriel Couto, contando a mesma no seu portfólio dos últimos anos com cerca de 200.000 m2 de construção de novos empreendimentos e polos industriais.

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