domingo, 28 de junho de 2020

dstgroup conclui central fotovoltaica em Cuba

O dstgroup concluiu a construção da Central Fotovoltaica em Cuba, Beja, empreitada lançada através concurso público pela EDIA – Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas do Alqueva, em 2018, pelo valor de 1 055 646 euros. Executado pelas empresas dst solar s.a. e dst s.a., ambas participadas do dstgroup, o projeto de energia renovável contemplou a instalação de 3024 módulos fotovoltaicos, numa área de 10200 m2, que permitirá a produção de 1.735 MWh e a redução da emissão de 816 toneladas de dióxido de carbono, por ano. Trata-se da primeira grande instalação numa estrutura flutuante construída em Portugal. Após a entrada em exploração, o dstgroup ficará ainda responsável pela operação e manutenção daquela central pelo prazo de três anos.

José Teixeira, presidente do Conselho de Administração do dstgroup, sublinha a importância desta obra. “É um orgulho para nós termos conquistado e executado este projeto com sucesso, não apenas por tratar-se da primeira grande instalação fotovoltaica, em estrutura flutuante, em Portugal, mas porque o recurso à energia fotovoltaica é, atualmente, uma prioridade incontornável”. José Teixeira assegura que ainda que “estamos francamente confiantes e seguros da aposta que foi feita pela EDIA e particularmente agradecidos por nos ter sido dada a oportunidade de contribuir uma vez mais para a concretização de um projeto que acompanha a tendência mundial de aposta nas renováveis”.

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segunda-feira, 22 de junho de 2020

Semana da Reabilitação Urbana de Lisboa dá o salto e avança para palco virtual

No seu espírito inovador, a Semana da Reabilitação Urbana de Lisboa dá um passo em frente e responde aos constrangimentos da pandemia Covid-19 com um evento exclusivamente virtual. A 7ª edição deste evento, que conjuga uma componente de ações de debate e formação com uma componente de exposição de produtos e serviços, irá, assim, realizar-se de 7 a 9 de julho na plataforma digital de eventos Accelevents.

A organização pretende, assim, criar uma experiência positiva e enriquecedora para os participantes e parceiros, sem colocar em risco a segurança na saúde pública. A Semana da Reabilitação Urbana é organizada conjuntamente pela Vida Imobiliária e Promevi, com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa e da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, bem como das principais Ordens profissionais, faculdades e associações do setor.

A nova Semana da Reabilitação Urbana de Lisboa terá vários palcos onde irão decorrer as diferentes iniciativas de debate, formação e seminários, além de ter uma zona de exposição, onde as empresas poderão expor os seus produtos/serviços e contactar diretamente com todos os participantes em tempo real e de forma direta, além de poderem promover os seus próprios eventos. No centro deste evento virtual, estará o lobby, a partir do qual se acede a qualquer uma das iniciativas e ao qual os participantes podem regressar a qualquer momento, encontrando aí todas as ações disponíveis.

“Estamos a evoluir para o conceito de evento virtual obviamente em resposta aos constrangimentos impostos pelo Covid-19, mas estamos focados em garantir um evento de topo no formato digital. Por isso, encontrámos uma solução que não só valoriza os aspetos chave do evento tradicional, como acrescenta novas possibilidades decorrentes precisamente de ser virtual”, comenta António Gil Machado, Diretor da Semana da Reabilitação Urbana.

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Antigo edifício das Conservas Alva reconvertido em empreendimento residencial

Localizado na zona sul da cidade, junto à orla marítima de Matosinhos, surge o empreendimento Alva, composto por 15 apartamentos T0, T1, T2 e T3, com áreas entre os 53,4 e os 142 m2. Trata-se de um projeto de reabilitação urbana, que permitirá reconverter um edifício histórico que albergou as Conservas Alva e que preserva a sua fachada emblemática, destinado agora ao segmento residencial. Em regime de co-exclusividade, a Predibisa e a JLL são as consultoras mandatadas para comercialização das habitações.

Promovido pela Pelican Scenery - Investimentos Imobiliários, o imóvel agrega apartamentos distribuídos em 4 pisos e cujos preços de venda variam entre os 160 aos 398 mil euros. Situado em Matosinhos, cidade conhecida pela sua gastronomia, arquitetura contemporânea, festas e romarias, o edifício Alva localiza-se numa zona estratégica, que conjuga centralidade com excelentes acessibilidades e uma boa rede de transportes públicos. O empreendimento residencial está também próximo da praia e toda a faixa marítima vocacionada para atividades ao ar livre, assim como o Parque da Cidade do Porto,

O projeto prevê a manutenção e recuperação das fachadas norte e oeste e a construção de duas novas fachadas – este e sul. Caraterizado pelos acabamentos de qualidade, que visam proporcionar o máximo de conforto, o edifício incorpora isolamento térmico, caixilharias em madeira com vidros duplos, mármore Estremoz, cozinhas totalmente equipadas. O empreendimento Alva vai permitir aos seus moradores usufruírem de uma zona tradicional da indústria conserveira de Matosinhos e que tem uma ampla oferta de restaurantes, comércio e serviços.

Joana Lima, responsável da Predibisa pelo segmento de reabilitação, refere que “Este projeto residencial Alva destina-se a quem procura qualidade de vida. A proximidade da praia de Matosinhos, conceituada mundialmente pela prática de surf e pela extensão de areia branca, a proximidade de ampla oferta de serviços, ginásios, restaurantes, a gastronomia reconhecida por World’s Best Fish District, as excelentes acessibilidades, o serviço de metro, a proximidade a diversos estabelecimentos de ensino e escritórios de multinacionais têm sido fatores impulsionadores da procura residencial. O projeto residencial Alva integra-se num imóvel que traduz o teor histórico e identitário de uma antiga fábrica conserveira e que dará resposta a quem pretende viver ou investir em Matosinhos Sul, zona cada vez mais cosmopolita.”

Patricia Barão, Head of Residential da JLL, comenta que “o Alva é um condomínio que alia charme histórico ao conforto e valências da vida moderna, situado próximo da praia e das principais ruas comerciais de Matosinhos, com bons acessos, numa zona que é uma extensão natural do Porto. É não só uma excelente opção para quem valoriza viver com qualidade e maior tranquilidade a zona do Porto, como para quem olha para este mercado numa perspetiva de investimento”.

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terça-feira, 16 de junho de 2020

Dezenas de oportunidades de emprego no dst group

São dezenas as oportunidades de emprego em aberto no dst group. As funções a contratar são variadas, de norte a sul do país e também no mercado internacional.

Encontra a lista completa de oportunidades de emprego na página de recrutamento da empresa bracarense: recrutamento.dstsgps.com.

Recorde-se que na fase de confinamento obrigatório devido à pandemia da Covid-19, quando muitos "players" do setor da construção optaram por um discurso pessimista, o dst group mostrou que é possível atravessar momentos de incerteza injetando confiança nos trabalhadores e no mercado. Nessa fase, entre outras medidas, o grupo contratou mais de uma centena de trabalhadores e assegurou a permanência de todos os que tinham contrato com a empresa, inclusive os que estavam à experiência.

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Nova unidade industrial da Atepeli termina obra com gestão da Engexpor

Foi recentemente concluída a construção da nova unidade industrial da Atepeli, instalada em Penafiel. Os trabalhos decorreram ao longo de 12 meses, com gestão de projeto e fiscalização de obra a cargo da Engexpor que desenvolveu ainda o estudo e o projeto de engenharia para a multinacional francesa que fabrica componentes de malas, carteiras e porta-cartões para marcas de luxo.

A nova unidade de produção, que recebeu o nome de Atelier Agile, está localizada na zona do antigo hipódromo, em Santa Marta, num terreno com 6,5 hectares. Tem uma área bruta de construção de 7.650 m² e um pé direito de 6 metros, num projeto que assume preocupações sociais e de sustentabilidade, nomeadamente em termos da eficiência energética e ambiental.

Com estrutura em madeira, o edifício incorporou soluções otimizadas ao nível das fundações, iluminação natural e integração no meio envolvente. O projeto foi desenvolvido num terreno amplo, de natureza quase campestre, privilegiando-se a interligação com o exterior, através da criação de diversos espaços envidraçados que deixam passar a luz natural, proporcionando boas condições de trabalho aos seus colaboradores e um ambiente de tranquilidade, pouco comum neste tipo de edificações.

Miguel Alegria, CEO da Engexpor, refere: «O caráter inovador da nova unidade industrial da Atepeli é evidente não só nas suas preocupações sociais e ambientais mas também na modernidade do edifício. É um projeto com muita qualidade que deve ser tido como exemplo e que acompanhámos com muita satisfação. Trabalhámos desde sempre o setor industrial e logístico e é muito positivo assistir ao seu ressurgimento com projetos diferenciadores, alguns dos quais estamos a acompanhar».

Ainda para a Atepeli, a Engexpor realizou a gestão de projeto e obra da sua fábrica da Lousada, inaugurada em 2018.

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quinta-feira, 4 de junho de 2020

dstgroup constrói Stay Hotel junto ao aeroporto de Lisboa

A dst sa, empresa do dstgroup, está a construir a nova unidade hoteleira da cadeia Stay Hotels, que nascerá junto ao aeroporto de Lisboa. Trata-se de um investimento de 4,5 milhões de euros, promovido num modelo de negócio “design and build to suit”, que entrará em operação no segundo semestre de 2020. O negócio resulta de uma parceria entre o dstgroup, proprietário do terreno onde o empreendimento está a ser edificado, e a cadeia nacional Stay Hotels, que entra com a marca e a gestão da unidade, prosseguindo assim o seu objetivo de deter uma rede de 14 hotéis, num total de mil quartos, até 2022.

Com uma área de construção de cerca de 3800 m², a décima unidade do grupo hoteleiro terá 84 quartos, 14 dos quais singles, reforçando a oferta hoteleira de cidade. Destina-se sobretudo a clientes que se encontram em Lisboa de passagem, em negócios ou lazer, ou passageiros com voos de longas escalas.

Da autoria do gabinete Serôdio&Furtado, o Stay Hotel Lisboa Aeroporto aposta no conceito “Just What You Need” e integra competências arquitetónicas e técnicas que o distinguem. A dupla de arquitetos portuenses, João Pedro Serôdio e Isabel Furtado, adotou uma estratégia de conceção, que confere ao projeto preocupações de sustentabilidade material e ambiental, incorporando soluções de produção nacional e sistemas que conduzem à otimização de consumos energéticos.

A implantação e volumetria do edifício, concebidas numa base de respeito pela envolvente, aposta no parqueamento exterior coberto e na sua harmonia com os espaços envolventes, reforçada pela replantação das árvores existentes. O projeto conta com a intervenção de várias empresas do dstgroup que se aliam nesta empreitada em prol de um resultado tecnicamente competente e ambientalmente respeitador. A par da dst sa, responsável pela construção do hotel, está também a dte - instalações especiais, com a execução dos projetos de instalações, elétricas, climatização, ventilação e segurança integrada, a tbetão, que fornece o betão para este projeto, e a tmodular que assina a execução do mobiliário do novo Stay Hotel Lisboa Aeroporto. As empresas parceiras são a DRI – drenagens, revestimento e impermeabilizações -, que assume as impermeabilizações do edificado, a Revestsolutions, responsável pelos tetos e divisórias em gesso cartonado, e a Smartfloor, com as pinturas epóxi do pavimento.

Com vasta experiência na construção e reconversão de edifícios para o setor hoteleiro, o dstgroup soma assim mais um empreendimento ao seu portfólio na indústria hoteleira, continuando fortemente apostado em manter a chancela de rigor, profissionalismo e know-how na execução dos projetos.

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quarta-feira, 3 de junho de 2020

Casais traz movimento CREE para Portugal e aumenta aposta na sustentabilidade

Numa fase em que ficou evidente a necessidade de se implementarem medidas para a preservação do meio ambiente, proteção do ecossistema e aumento da qualidade de vida das pessoas e espécies, muda o quadro de exigência de todos os atores nos mais diversos setores da economia. A indústria da construção é um desses setores, no qual são exigidos processos e metodologias que permitam obter uma maior eficiência ambiental da sua atividade, bem como a níveis de prazos, custo e segurança.

O Grupo Casais sempre procurou assentar o seu crescimento no conhecimento e inovação, e neste quadro tornou-se no parceiro para o mercado português da CREE Buildings, uma rede internacional de empresas com know-how na construção com madeira híbrida, para, de uma forma inovadora e sustentável, desenvolver grandes volumes de construção em prazos curtos e com grandes níveis de eficiência.

Estas soluções, acessíveis aos seus representantes, em países como Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Japão, Luxemburgo, Singapura, Suíça, e agora, Portugal, permitem a construção de edifícios híbridos de madeira de alta qualidade, sendo um produto confiável e com baixo risco execução.

Esta é mais uma aposta do Grupo Casais no crescimento da industrialização e na implementação de soluções de construção mais sustentáveis, que será apresentada hoje, durante a visita às instalações industriais da construtora, em Braga, dos secretários de Estado do Planeamento e das Infraestruturas, José Gomes Mendes e Jorge Delgado, respetivamente.

“A orientação e as soluções de madeira híbrida sustentável da CREE estão em sintonia com o nosso posicionamento presente e futuro na indústria da construção. A nossa missão é construir de forma responsável, incorporando práticas sustentáveis, que criem valor para os nossos clientes e para a sociedade como um todo a longo prazo”, explica António Carlos Rodrigues, CEO da Casais.

Por sua vez, Hubert Rhomberg, CEO e cofundador da CREE Buildings, afirma que o sistema que ajudou a criar “está a mudar a face da indústria da construção. Ao estabelecermos colaborações com parceiros autorizados como o Grupo Casais, estamos a acelerar este processo de mudança”.

No âmbito desta licença, o Grupo Casais assume um papel pioneiro na indústria e no mercado nacional. “O desempenho ambiental da Casais continua a evoluir de forma sustentada desde a decisão de implementação de programas de eficiência para potenciarmos os nossos edifícios de ‘Elevado Perfil Ambiental’. Reforçámos este desempenho com a adoção de critérios ambientais, sociais e de governance, que agora abrangem desde Energia a Sistemas de Construção, como o que é disponibilizado pela CREE”, continua o CEO.

No essencial, o sistema CREE baseia-se numa matéria-prima natural renovável, a madeira, para pré-fabricar componentes individuais padronizados, como painéis de teto e de fachada, pilares e estruturas. Estes podem ser rapidamente montados no local da obra, reduzindo as emissões de carbono, o ruído e as poeiras e permitindo economizar tempo, recursos, e criar valor ao maximizar processos que reduzem o custo global e contribuem de forma direta para a redução de resíduos. “Hoje, precisamos de construir edifícios que se adaptem às necessidades e que acompanhem as mudanças dos negócios, das empresas e das pessoas. Por essa razão, precisamos de edifícios que sejam cada vez mais flexíveis, mas também duradouros, e o sistema CREE permite-nos isso”, concretiza António Carlos Rodrigues.

Industrialização é ferramenta para Edifícios de Alto Perfil Ambiental
A industrialização tem vindo a ser a ferramenta da Casais para aumentar a eficiência, que considera essencial para a transição do setor da construção, no qual a tendência será cada vez mais assente em produtos e sistemas pensados e produzidos de uma forma integrada, permitindo assim transformar a construção num processo de montagem de componentes que podem ser configurados de diferentes formas para atingir o resultado final. Nesta vertente, a construtora integra 13 empresas – Socimorcasal, Socimorcasal Angola, Probetão, HidroCNT, Undel, Carpin Wood & Metal, Metalser, EIA – Electro Ideal Angola, Carpinangola, Ampere Energy Portugal, Hidroangola, Quadrina e RMCasais – que lhe permitem assumir um posicionamento verticalizado.

Numa perspetiva de edifício “carbono zero”, e na lógica dos “Nearly Zero Energy Buildings” (NZEB), a Casais assumiu a linha da frente desta transição para uma construção mais sustentável em 2008, com o lançamento da marca GO GREEN BUILDINGS e o projeto Olympo Solutions. Posteriormente, a empresa desenvolveu e registou a marca EPA (Edifícios de Alto Perfil Ambiental), destinada à promoção de edifícios sustentáveis e que pretende ser o instrumento de suporte ao negócio e contribuir para a fidelização dos clientes numa perspetiva de criação de valor conjunto.

Agora, com esta tecnologia de construção, a Casais prepara a segunda fase da sua unidade industrial, onde projeta produzir os componentes deste sistema construtivo, dando assim escala ao crescimento da sua mais recente unidade, a BluFab. Esta tem vindo a dar corpo à transformação do negócio numa visão de construção “industrializada”, onde são já produzidos elementos num processo integrado de construção off-site.

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sexta-feira, 29 de maio de 2020

Faturação da Garcia Garcia cresce 16% em 2019

A Garcia Garcia, construtora nacional especializada no Design and Build de edifícios industriais, logísticos, residenciais e comerciais, fechou 2019 a faturar acima dos 84 milhões de euros, registando assim um crescimento de 16,1% face ao ano anterior. Pelo quarto ano consecutivo nomeada como “Melhor Construtora” para os Prémios Construir, categoria que já venceu em 2016, a empresa que, no ano passado, assumiu obras para empresas como Lidl, Kirchhoff Automotive, VNC, Milestone, entre outras, assinala ganhos sucessivos desde 2010.

A empresa regista um crescimento acumulado de 58,8% nos últimos dois anos. Com uma estratégia sustentada e estruturada, a construtora tem investido na capacitação dos quadros da empresa, na agilidade organizacional e no desenvolvimento de uma estrutura flexível e polivalente. Cerca de metade dos seus clientes são empresas multinacionais, representando 70% do volume de negócios de 2019, que conta atualmente com 175 trabalhadores no Grupo. Dedicada ao Design and Build de edifícios industriais, logísticos, residenciais e comerciais, ainda assim, é no setor industrial e logístico que a Garcia Garcia tem a sua maior alavanca, com esta área de negócio a representar 70% do volume de negócios de 2019. A construtora tem contribuído desta forma para a operacionalização de um investimento global de várias dezenas de milhões de euros e para a criação de novos postos de trabalho.

Do portefólio deste ano da Garcia Garcia fazem parte projetos diversificados como o novo entreposto logístico da cadeia de retalho Lidl, em Santo Tirso; a construção da nova sede e edifício de escritórios do Grupo Vigent na Trofa - nomeado pelos Prémios Construir 2019 na categoria para Melhor Edifício de Escritórios -; a ampliação da multinacional alemã do ramo automóvel, Kirchhoff Automotive, em Ovar; a edificação das novas residências universitárias da Milestone no Porto e em Cascais; entre outros.

“Sempre tivemos um denominador comum, que foi o nosso core business. É por isso natural que projetos industriais e logísticos assumam um maior peso no nosso volume de negócios. Não obstante, temos vindo a reforçar em outras áreas, como a construção residencial e o hospitality, nas quais temos vindo a desenvolver projetos cada vez mais relevantes”, realça Miguel Garcia, administrador da empresa.

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segunda-feira, 25 de maio de 2020

O BIM e a Gestão de Projetos

Atualmente os gestores de projeto tendem a assumir um papel limitado na implementação e utilização do BIM (Building Information Modelling) como parte do processo de desenvolvimento dos projetos de construção e infraestruturas.
Para maximizar o potencial desta metodologia, requer-se uma maior proatividade e entendimento sobre as implicações e possibilidades que o BIM pode proporcionar ao ambiente construído.

“Os gestores de projeto podem - e devem - assumir um papel relevante na liderança e governance da gestão da informação”, diz Bruno de Carvalho Matos, Board Member do RICS Portugal.

O gestor de projetos pode influenciar na forma como os processos são adaptados e nos requisitos necessários para facilitar a implementação BIM. Deverá assim participar na tomada de decisão desde cedo, capitalizar sobre a sua experiência em comunicação, coordenação e colaboração, e estar ciente das vantagens e desafios desta abordagem, que no final do dia tem apenas o seguinte objetivo: melhorar a forma como os projetos são desenvolvidos e como os ativos são geridos, facilitando, para todas as partes interessadas, o acesso à informação correta, da entidade correta, na forma correta e no tempo correto.

A gestão BIM deve ser assegurada por uma entidade independente e respeitar os requisitos da ISO19650, a norma internacional para gerir a informação ao longo do ciclo de vida de um ativo construído utilizando BIM. Nesta norma encontramos a descrição do processo de gestão a seguir para cada fase de contratação deste tipo de serviços, ao longo do desenvolvimento dos projetos.

A utilização do BIM evolui ao longo do ciclo de vida do ativo, variando desde a conceção, mais orientada para a produção de informação, até à construção e exploração, onde existe um maior foco na extração e utilização da informação. A importância da coordenação de projetos é frequentemente reconhecida apenas quando algo de errado acontece, existindo a tendência de transferir erros de conceção, medição e outros para a fase de construção. Os gestores de projeto têm a oportunidade de mitigar estas ineficiências por recurso à metodologia BIM, desde que previamente definidos os requisitos contratuais apropriados para promover a colaboração entre as equipas de conceção e construção.

Os gestores de projeto podem assumir uma posição líder na gestão da mudança requerida para a implementação desta abordagem inovadora, alinhando a sua estratégia em 3 níveis chave: organização-ativo-projeto. A mudança organizacional deverá iniciar com o apoio da gestão de topo, passando por iniciativas intra- e inter-organizacionais, até atingir um estágio de melhoria contínua.

Não obstante, o BIM não é ainda a panaceia que a indústria tem vindo a procurar. A falta de normalização específica; a escassez de recursos humanos reunindo conhecimento e experiência combinada em BIM e na indústria da construção; a dificuldade em definir objetivos SMART (“specific, measurable, actionable, relevant and timely”); e a complexidade em realizar análises custo-benefício, recorrendo ao conceito de custo de oportunidade, baseadas em potenciais erros, omissões, incompatibilidades e outras ineficiências, são alguns dos desafios mais significativos, além da natural resistência humana.

Saiba mais sobre este tema no seguinte artigo desenvolvido por este autor: BIM: a project management view.

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Bruno de Carvalho Matos MRICS é Engenheiro Civil Sénior MSc PMP e possui um MBA pela Católica | Nova

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sexta-feira, 22 de maio de 2020

Sá Machado executa recuperação de um palacete e construção de edifício de habitação no Porto

Os quase 90 anos de história da empresa de construção Sá Machado terão sido uma das principais razões da adjudicação das obras referentes à 2ª fase da empreitada: “Recuperação de palacete e construção de edifício de habitação multifamiliar”, na Avenida Brasil - Porto, a esta empresa. Tratam-se dos trabalhos de acabamento necessários à finalização desta empreitada, assim como a recuperação e restauro dos elementos arquitetónicos classificados do Palacete.

A Sá Machado tem no seu historial um imenso portefólio relacionado com a restauração de património protegido, quer público quer privado. Sérgio Machado, Administrador da empresa, considera que esta adjudicação “para além de mais uma oportunidade de demonstrar as valências e competências da Sá Machado nesta área, é também mais um trabalho, muito importante, para deixar a nossa marca no âmbito das obras de restauro complexas e de grande responsabilidade.”

O projeto é promovido pela empresa Alfa Atlântica e compreende uma área de construção de 1.640,00 m², correspondendo a 9 apartamentos de alta qualidade e apurado design, estando previsto que as obras estejam concluídas no espaço de um ano.

Esta é uma obra que reforça ainda mais o mercado imobiliário de habitação de luxo no Porto, mercado onde a Sá Machado atua há várias décadas, e para o qual conta com os melhores recursos para a sua execução.

Este grupo de construção de Braga, cuja atividade internacional representa atualmente mais de 50% do seu volume de negócios, pretende demonstrar também “o seu empenho no trabalho nacional onde, mesmo numa altura de grandes restrições, quer dar continuidade ao crescimento da sua atividade e da qualidade da sua carteira de obras”, conclui Sérgio Machado.

OPORTUNIDADES DE EMPREGO EM TODOS OS DEPARTAMENTOS
Devido ao crescimento que tem vindo a registar, a Sá Machado tem neste momento vagas para recrutamento abertas em todos os seus departamentos, tanto a nível nacional como internacional.

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