terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Predibisa coloca 42 mil m2 de área de escritórios no Grande Porto em 2018

A Predibisa Corporate foi responsável pela colocação de uma área total de 42.605 m2, comercializada em 2018 no Grande Porto. Apesar do registo na procura por novas instalações e entrada de novas empresas na região, foram a mudança de instalações e a expansão de empresas que dominaram mais de metade dos negócios concretizados. O edifício Urbo Business Center, em Matosinhos, com a instalação do BNP Paribas e o novo centro tecnológico de I&D do Prozis Group, na Maia, foram as maiores transações do ano na região, colocadas pela Predibisa, ambas com uma área de mais de 15 mil m2.

Graça Ribeiro da Cunha, responsável da Predibisa para a área dos Escritórios, refere: “ O ano de 2018 foi muito representativo no segmento de escritórios no Grande Porto, confirmando o elevado dinamismo no ciclo de procura ao longo dos meses, facto que originou um acentuado incremento no número de transações. Se do lado da procura temos assistido a um crescimento alavancado pelas multinacionais, que elegem cada vez mais o Grande Porto para se instalarem, também as empresas já instaladas, mas em fase de crescimento, têm interesse em se deslocalizarem para edifícios com melhores infraestruturas.”

Forte atratividade do Porto no mercado de procura de escritórios
Ao longo dos quatro trimestres do ano passado, no Porto, mais especificamente na Boavista (zona 1) e considerada zona prime, foi onde se concentraram o maior número de negócios (19), num total de 14.618 m2 transacionados. Constatámos também que Matosinhos (zona 6) e Maia (zona 5) foram os concelhos da Área Metropolitana do Porto com grande dinâmica no segmento, no que respeita aos maiores negócios em termos de ocupação de área. As maiores transações de 2018 na região asseguradas pelas Predibisa, ambas com uma área superior a 15 mil m2 dizem respeito ao edifício Urbo Business Center, em Matosinhos, com a instalação do BNP Paribas, e ao novo centro tecnológico de I&D do Prozis Group, na Maia.
A mudança de edifício e a expansão das empresas foram as principais motivações para a ocupação de área em 2018, num total de 44 negócios identificados, 26 dos quais realizados pela Predibisa Corporate. Os setores mais representativos foram o das “Energias Renováveis e Ambiente”, com o maior número de operações, seguido pelas “TMT’s & Utilities” e o setor de “Serviços Financeiros”, com o maior volume de área ocupada.

Atualmente, a Predibisa está envolvida em três grandes projetos, como é exemplo o POP – Porto Office Park, um edifício novo projetado de raíz, em construção junto a Francos, e que resultará em mais 31 mil m2, a partir de setembro de 2019; a reabilitação do edifício do Palácio dos Correios, nos Aliados, com 17 mil m2 de área bruta locável e que estará pronto no último trimestre deste ano, e o projeto de expansão da Lionesa, em Leça do Balio, que vai possibilitar a duplicação da oferta atual nos próximos anos.

Já o edifício BOC – Boavista Office Center, um edifício totalmente reabilitado foi colocado na sua totalidade em 2018 e será integralmente ocupado no início deste ano por uma só empresa, tendo reduzido em menos de 8 mil m2 de oferta neste segmento na Boavista, aquela que é considerada zona prime do Porto. A responsável da Predibisa considera, no entanto, que “estes projetos não serão suficientes para abranger a elevada procura por parte de novas empresas sobretudo multinacionais, que procuram o Porto como alternativa a outras cidades europeias, ou a deslocalização de empresas que se encontram mal instaladas e em fase de expansão.”

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Reciclagem na Valorsul atinge valor mais alto de sempre

A Valorsul, empresa responsável pelo tratamento e valorização dos resíduos urbanos de 19 municípios das regiões de Lisboa e Oeste, cumpriu, em 2018, todas as metas ambientais impostas pelo Estado Português no que respeita à reciclagem e desvio de resíduos dos aterros. A reciclagem registou o ano passado um aumento em todos os materiais: vidro; papel e cartão; plástico e metal. No total, entraram nos Centros de Triagem da empresa mais 9 mil toneladas de material para reciclar do que no ano anterior e foi ultrapassado o recorde de recicláveis recebidos apenas num ano.

A separação nos ecopontos de papel e cartão foi a que registou um crescimento superior (mais 17% que no ano anterior). Seguiu-se uma evolução muito positiva na separação de plástico e metal para reciclagem (mais 14%) e a reciclagem de vidro cresceu 6%.

Cada habitante da região acompanhada pela Valorsul enviou, em média, 50 kg de materiais para reciclar. A empresa cumpriu também a meta de não ultrapassar os 23% de resíduos biodegradáveis depositados em aterro e enviou, no global, para reciclagem (embalagens, orgânicos e outros) 40% dos seus resíduos urbanos.

Estes resultados foram obtidos poupando cerca de 30 milhões de euros do investimento inicialmente previsto (por isso com menos custos para os cidadãos). O investimento foi substituído por uma forte aposta na otimização e partilha de infraestruturas já existentes.

Região Oeste regista os maiores crescimentos
Nos 14 municípios do Oeste, esta evolução na reciclagem foi ainda mais positiva, com crescimentos de mais 11% no vidro, mais 24% no papel/cartão e mais 26% de entrega de embalagens de plástico e metal. Este crescimento acentuado deveu-se a um forte investimento na recolha seletiva realizado pela empresa com mais 1500 ecopontos, mais 28 viaturas de recolha e campanhas de sensibilização.

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Portuguesa Oli equipa maior estação ferroviária de Israel

A principal estação de caminhos de ferros de Israel, Tel Aviv Savidor, em Telavive, escolheu as soluções da empresa portuguesa Oli para equipar os seus espaços de banho.

Foram selecionados os autoclismos interiores “Oli 80” e a placa de comando “Trend”. Sublinhe-se que este é segundo edifício público israelita com soluções da empresa sediada em Aveiro, depois de o hospital Tel Aviv Sourasky Medical Center ter escolhido autoclismos eletrónicos da Oli para diminuir a taxa de infeções hospitalares e evitar as mortes associadas.
Ainda em Israel, a Oli equipou recentemente o edifício da Apple, localizado a norte da cidade de Tel Aviv, que acolhe o segundo maior centro de Investigação e Desenvolvimento do mundo da marca norte-americana.

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segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Grupo DG executa instalações especiais de Hospital na Colômbia

O Grupo DG foi seleccionado para executar as Instalações Especiais do Centro de Rehabilitacion de Flora y Fauna Silvestre em Bogotá, Colômbia, um projecto de 1,5M€ em Instalações Especiais. Este é um projeto único no País. Congrega num único espaço espécies em vias de extinção em espaços climatizados com piso radiante hidráulico na tentativa de reprodução integral dos ambientes onde estes animais vivem habitualmente. Utilizando energias limpas e sistemas sofisticados, o desafio da Engenharia vai ser criar um espaço sustentável onde sejam reproduzidas as condições térmicas e higrométricas ideais de um ecossistema.

Segundo Jorge Gonçalves, Presidente do Conselho de Administração do Grupo DG, este projecto marca o início, na Colômbia, de uma área de negócio Core do grupo onde detemos uma forte experiência e é o reconhecimento da experiência técnica adquirida em toda a cadeia de valor desde o projecto até à execução, recorrendo às mais recentes tecnologias e energias renováveis.
Jorge Gonçalves realça o contributo deste projecto para a afirmação do Grupo DG neste país “Na Colômbia fizemos uma abordagem singular ao mercado iniciando no Solar e com projectos sustentáveis de energia que agregam valor, desenvolvendo soluções em conjunto com o Governo da Colômbia e legislação nesse sentido e estamos neste momento em projectos que são o nosso Core e nos quais detemos um reconhecido know-how ”.

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quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Metro de Lisboa: as novas estações de Santos e Estrela e o prolongamento da linha

O concurso para a construção do prolongamento do Metro de Lisboa entre o Cais do Sodré e Rato e a criação das novas estações de Estrela e Santos representa um investimento de 210 milhões de euros, apoiado por fundos comunitários. A construção de um túnel com 1956 metros vai permitir viajar entre o Cais do Sodré e o eixo central de Lisboa sem necessidade de transbordo.

O início das obras está previsto ainda para este ano, prevendo-se uma duração de quatro anos. Como é natural uma obra destas traz constrangimentos à população, nomeadamente desvios de tráfego rodoviário e também da Linha de Cascais, estaleiros a céu aberto e emissões de ruído e vibrações para escavação do túnel e das estações.

A estação de Santos, que terá 25 metros de profundidade, vai servir o Instituto Superior de Economia e Gestão, o Instituto de Artes Visuais, Design e Marketing, a Assembleia da República e evidentemente as zonas residenciais e de diversão nocturna que existem nas imediações.
Segundo o Estudo de Impacto Ambiental o túnel entre o Cais do Sodré e Santos vai ser executado em vala a céu aberto ​(no cruzamento entre a Av. Dom Carlos I e a rua Calçada Marquês de Abrantes até ao edifício da EDP, na 24 de Julho), prevendo-se que os imóveis nas imediações das obras sejam afectados com "poeiras, gases e lamas" que podem "afectar a estabilidade fundacional e estrutural dos imóveis". É referido também que possam vir a existir "danos ou eventuais colapsos" em troços do aqueduto e do chafariz da Esperança, que têm de ser "recuperados no final dos trabalhos".
O Estudo de Impacto Ambiental refere ainda que para a execução do projecto vai também ser necessário proceder a algumas demolições, "fundamentalmente dentro do Quartel dos Sapadores Bombeiros de Lisboa, prevendo-se também demolições no antigo Hospital Militar Principal de Lisboa".

A estação da Estrela vai ser construída no cimo da Calçada da Estrela, na extremidade Sul do Jardim da Estrela, 54 metros abaixo do nível do solo, ficando nove metros mais abaixo do que a actual estação mais profunda do Metro de Lisboa: a estação da Baixa-Chiado. Esta estação servirá uma parte da cidade “primordialmente residencial e que possui uma concentração elevada de serviços de autocarro”.
O interface do Cais do Sodré também vai sofrer obras de renovação e junto ao estádio de Alvalade vão acontecer trabalhos nos viadutos ali localizados.
Com estas alterações os utentes da actual linha amarela a norte do Campo Grande (estações entre Quinta das Conchas e Odivelas) vão ser obrigados a mudar de linha para poderem prosseguir viagem para o centro da cidade. A linha amarela vai ser desviada para Telheiras e os utentes vão assistir ao aumento do tempo de espera em 15 segundos, passando para os 4 minutos e 15 segundos.

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terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Casais e Somague ganham obras de 260 milhões de euros para requalificar santuário angolano

O governo angolano prevê gastar mais de 260 milhões de euros com a requalificação, nos próximos dois anos, da vila e do santuário da Muxima, empreitadas que envolvem as construtoras Somague e Casais. A informação consta de quatro despachos assinados pelo Presidente angolano, João Lourenço, autorizando a contratação das construtoras para as empreitadas no maior centro mariano da África subsariana, nomeadamente a edificação de uma basílica para 4.600 fiéis.

Um despacho, que surge na sequência do concurso limitado por prévia qualificação lançado em julho, envolve a construção da Basílica de Nossa Senhora da Muxima, a 130 quilómetros de Luanda, e áreas contíguas. O documento autoriza o diretor do Gabinete de Obras Especiais a celebrar o contrato de empreitada com o agrupamento de empresas Sacyr Somague Angola e Griner Engenharia, por 40.168 milhões de kwanzas, cerca de 115 milhões de euros.

Outro despacho autoriza a empreitada de construção das infraestruturas da vila da Muxima, por 50.624 milhões de kwanzas, ou seja, 145 milhões de euros, pelo agrupamento de empresas Casais Angola e Omatapalo.
Nos outros despachos estão as autorizações para os trabalhos de fiscalização ficarem a cargo da Progest, por 127 milhões de kwanzas (cerca de 365 mil euros), e da Dar Angola Consultoria, por 699 milhões de kwanzas (cerca de dois milhões de euros).
O projeto visa a intervenção numa área de 40 hectares e só a basílica será edificada num espaço de 18.000 metros quadrados, tendo capacidade para acomodar 4.600 pessoas sentadas, bem como o seu arranjo urbanístico. Prevê, no exterior da basílica, a construção de uma praça pública para receber até 200.000 peregrinos. Envolve ainda infraestruturas rodoviárias em torno do perímetro do santuário e áreas de estacionamento para 3.000 viaturas.

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sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Preço base irrealista do concurso de Reabilitação do Liceu Alexandre Herculano adia execução da empreitada

A reabilitação do Liceu Alexandre Herculano, no Porto, ficará adiada mais uns meses, depois do concurso público lançado não ter tido propostas abaixo do preço base definido pelos responsáveis do concurso, o que implicou a exclusão de todas as propostas. O preço base do concurso era 7 milhões de euros, mas tendo em conta os trabalhos previstos nenhuma construtora achou possível executar essa obra por um valor abaixo do preço base (condição necessária para as propostas poderem ser validadas).

Surgiram 14 interessados, mas estes invocaram que o preço base proposto para o projeto que chegou à Câmara do Porto, depois de elaborado pela Parque Escolar, era demasiado baixo e assim o procedimento não teve propostas válidas.

O presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, comunicou ao Ministério da Educação que "a Autarquia quer fazer parte da solução", mas lembrou que "a responsabilidade pelo edifício e por aquele nível de ensino é do Estado".
O assunto tem sido notícia na comunicação social, com diversos responsáveis a lamentarem-se pela situação de adiamento das tão necessárias obras no Liceu Alexandre Herculano, mas curiosamente ainda ninguém assumiu a responsabilidade por definir um preço base irrealista, abaixo do qual nenhuma construtora quer fazer a obra. Por exemplo o director da escola disse que lamenta e "é estranho que não haja concorrentes para realizar a obra que é uma necessidade premente e urgente e porque vai adiar mais uma vez um processo". Mas a realidade é que não são os concorrentes que definem o preço base do concurso, não sendo portanto responsáveis por o seu preço para fazer a obra não ser enquadrável no procedimento.

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DTE selecionada pela Eiffage Construction para executar empreitada em Paris

A dte - instalações especiais, sa -, empresa do dstgroup, foi selecionada pela francesa Eiffage Construction Équipement para construir um centro de formação em Paris. Trata-se da primeira obra adjudicada por uma das maiores empresas de construção francesa à dte naquele mercado internacional, a qual permitirá um encaixe financeiro na ordem de 1,4 milhões de euros.

A empreitada consiste na requalificação de uma central de correios, com uma excelente localização no centro da cidade parisiense, que será transformada num centro para formação dos trabalhadores da Câmara, com salas, escritórios, ateliês e oficinas de apoio à formação profissional. Neste edifício estão ainda previstos quatro terraços excecionais, com 6000 m² de área disponível, destinados à agricultura biológica.

Situado numa zona em plena transformação, a requalificação deste imóvel insere-se numa estratégia de reagrupamento de atividades e de valorização do património da capital francesa.
Segundo José Teixeira, presidente do Conselho de Administração do dstgroup, “trata-se de uma obra de elevada exigência técnica, para a qual a dte vai desenvolver soluções específicas de ventilação industrial e de despoeiramento” adianta. A intervenção desta subsidiária do grupo estende-se ainda à climatização e redes hidráulicas, que serão executadas nas oficinas da Câmara de Paris. José Teixeira destaca a importância desta conquista “Esta adjudicação é o reconhecimento do elevado grau de desempenho, inovação e know how das empresas do nosso grupo por uma das mais importantes construtoras europeias, a Eiffage Construction Équipement, que nos confiou um projeto de exigência técnica relevante”.

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quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Sacyr Somague lidera consórcio da conservação e reabilitação da Ponte 25 de Abril

O Ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, presidiu à cerimónia que marca o início dos trabalhos de conservação e reabilitação da Ponte 25 de Abril. Este projeto será executado por um consórcio liderado pela Sacyr Somague. Nesta cerimónia o Ministro do Planeamento e das Infraestruturas foi acompanhado por outras personalidades políticas nacionais e locais, bem como pelos representantes da Sacyr: Eduardo Campos, CEO da Sacyr Somague, e Antonio Belmonte, diretor EMEA da Sacyr Ingeniería e Infraestructuras.

O consórcio liderado pela Sacyr Somague, no qual participam também as empresas Sociedade de Montagens Metalomecânicas e STAP – Reparação, Consolidação e Modificação de Estruturas, centrará a sua intervenção nas estruturas metálicas da ponte suspensa e do tabuleiro ferroviário norte, assim como nos elementos de betão armado e no tabuleiro sul da ponte suspensa e no tabuleiro de acesso norte.

Projetos complexos
Este projeto, adjudicado pela Infraestruturas de Portugal (IP), tem um orçamento de 12,6 milhões de euros e um prazo de 24 meses.

Eduardo Campos, CEO da Sacyr Somague, destacou a capacidade da empresa "para responder com sucesso a projetos tão complexos como a ponte 25 de Abril, um símbolo para Lisboa e Portugal".
A Sacyr Somague conta com uma ampla experiência nesta tipologia de infraestruturas, tendo sido um destacado elemento do consórcio encarregue da construção da Ponte Vasco da Gama entre 1995 e 1998, aquela que, com mais de 12 km de comprimento, é uma das maiores pontes da Europa.

A ponte 25 de Abril, construída nos anos 60 do século XX, é um emblema da capital e, juntamente com a Ponte Vasco da Gama, assegura os pontos de acesso a Lisboa através do Tejo. É uma das estradas mais movimentadas da cidade, com um tráfego de mais de 130.000 veículos por dia.

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DST Solar ganha concurso para construção de central fotovoltaica flutuante em Cuba

O dstgroup, através das participadas dst,sa e dstsolar, ganhou o concurso público para a construção de uma Central Fotovoltaica em Cuba, no distrito de Beja, lançado pela EDIA – Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas do Alqueva. Para além do projeto de execução e da empreitada de construção, o dstgroup ficará ainda responsável pela operação e manutenção da central pelo prazo de três anos, após a entrada em exploração.

Avaliada em 1.055.646 euros, a empreitada contempla a instalação de 3024 painéis fotovoltaicos, numa área de 10200 m2, que permitirá a produção de 1.735.981kWh . Será a primeira instalação de 1MW em estrutura flutuante numa estação elevatória a ser construída em Portugal.
Foto retirada do site BelgaImage: exemplo de instalação em estrutura flutuante, na Bélgica

Para José Teixeira, presidente do Conselho de Administração do grupo dst, a obra assume particular relevância por ser, entre outras razões, o primeiro projeto fotovoltaico de grande dimensão a ser implementado numa estrutura flutuante em Portugal. “Estamos muito entusiasmados com este projeto, porque se trata de uma empreitada com um enquadramento de construção muito particular, que assenta pela primeira vez em território nacional a execução de uma central fotovoltaica de grande dimensão num piso flutuante. Está no nosso ADN sermos pioneiros e sermos primeiros, daí o entusiasmo”, refere José Teixeira. Por outro lado, adianta, “trata-se também de um projeto ambientalmente responsável, que permitirá a redução da emissão de 816 toneladas de dióxido de carbono, por ano. No nosso grupo abraçamos com particular afinco esta área da sustentabilidade ambiental, na qual temos, de resto, investido nos últimos anos, e acredito, por isso, que a execução deste projeto por parte do consórcio dstsolar/dst sa é o resultado do empenho e do esforço diário no desenvolvimento de soluções competitivas e que acrescentam valor ao mercado”, conclui.

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