segunda-feira, 20 de maio de 2019

Mercado imobiliário nacional continuou com evolução positiva nos primeiros meses do ano

O mercado imobiliário nacional continuou a evidenciar uma evolução positiva nos primeiros meses do ano, com a atividade de ocupação e de investimento a registar um desempenho em linha com o esperado, de acordo com a análise trimestral da Cushman & Wakefield.

Não obstante, a economia portuguesa começou 2019 com alguns sinais de abrandamento, fator que não pode ser ignorado e que deverá refletir-se ao longo do ano no mercado imobiliário. As estimativas da Cushman & Wakefield apontam para algum abrandamento do crescimento em termos de atividade, que deverá manifestar-se de forma ligeira na dinâmica da procura e de modo mais acentuado no que se refere aos valores de mercado.

De acordo com Marta Esteves Costa, Partner e Head of Reserach da Cushman & Wakefield, “Não esperamos uma inversão do ciclo de forte crescimento que temos vindo a registar desde 2014, mas estamos convictos de que o abrandamento no crescimento económico vai ter o seu impacto no setor imobiliário. Salientamos que as nossas expetativas não são de queda, apenas de abrandamento no crescimento.”

Escritórios: baixos níveis de desocupação pressionam subida das rendas prime
No mercado de escritórios foram transacionados cerca de 42.000 m² de área num total de 43 negócios entre janeiro e março deste ano, um valor que se mantém em linha com o período homólogo e que dá continuidade aos níveis de procura particularmente ativos registados ao longo de 2018.

A Zona 5 (Parque das Nações) concentrou 47% deste volume, tendo sido também nesta zona que se verificou o maior negócio do trimestre, a compra (em forward funding) da nova sede da AGEAS com 17.400 m². Seguem-se a Zona 2 (Central Business District) e Zona 3 (Nova Zona de Escritórios) com 22% e 16% de área transacionada, respetivamente.

A taxa de desocupação manteve a tendência de descida, atingindo os 5,3%, com apenas 250.000 m² de oferta disponível em toda a Grande Lisboa. Considerando apenas os espaços de qualidade superior, o valor da oferta disponível desce para menos de metade deste valor. A forte limitação de espaços de escritórios de qualidade e dimensão, principalmente na zona central de Lisboa, tem vindo a incentivar os negócios de pré-arrendamento e a construção especulativa de novos projetos, levando à subida das rendas prime em todas as zonas do mercado, com exceção da Zona 1 que se manteve nos 21€/m²/mês.

Retalho: comércio de rua representa 74% do número de negócios registados
A atividade no setor de retalho durante os primeiros três meses do ano é igualmente assinalável, com o índice de volume de negócios a atingir os 118 pontos em março, um crescimento homólogo de 5,4%. Entre janeiro e março foram registados pela Cushman & Wakefield mais de 180 negócios de ocupação num total de 35.000 m², com o comércio de rua a representar 74% da procura em número de negócios, mas apenas 33% em termos de área.

Os centros comerciais agregam 16% da área ocupada, resultado da escassez de espaço disponível nos principais centros. O setor dos Restaurantes & Cafés terá sido o maior impulsionador desta procura com 50% da área transacionada, seguido pelo Lazer & Cultura com 15%.

Industrial & Logística: limitação de espaços condiciona atividade
O setor Industrial & Logístico deverá revelar em 2019 uma dinâmica mais forte que em 2018, desde que garantida a necessidade de espaço dos vários operadores que o procuram de forma ativa. Apesar da ocupação restringida a 7.000 m² até março, o ano de 2019 deverá refletir os efeitos de um mercado impulsionado pela expansão dos retalhistas alimentares e pela crescente procura de espaços de logística urbana em resposta ao crescimento expetável do e-commerce.

Investimento: setor de retalho concentra metade do volume transacionado
Após um ano recorde em 2018, com €3.000 milhões transacionados, entre janeiro e abril de 2019 regista-se já um volume de investimento imobiliário que se aproxima dos €700 milhões. O setor de retalho foi o mais dinâmico, tendo contabilizado dez negócios e cerca de €350 milhões transacionados, equivalente a quase 50% do total investido. O maior negócio do ano até à data foi a venda do Leiriashopping por parte da Sonae a um fundo gerido pelos alemães da REEF, por um valor de €128 milhões.

O mercado de escritórios concentrou 39% do total de investimento, com €266 milhões transacionados e que incluem a venda do portfólio do Art's Business Centre e Torre Fernão Magalhães à Merlin Properties por €112,5 milhões. Os setores industrial e hoteleiro acomodaram, em conjunto, 10% do volume de investimento. Adicionalmente, foi também registado um negócio de forward purchase de duas residências de estudantes em Lisboa e Porto, concretizado pela Xior e que envolveu €28 milhões.

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Os três melhores agentes RE/MAX em 2018 faturam 3,3 milhões de euros

Daniel Henriques e Diogo Lampreia, da RE/MAX Lumiar, Maria Teresa, da RE/MAX VIP – São Domingos de Rana e Glauco e Marcele Guimarães, da RE/MAX Spazio (local), foram os agentes que mais venderam em 2018 em toda a rede da imobiliária RE/MAX, faturando acima de um milhão de euros cada, num total de 3,3 milhões de euros. Para os resultados destes agentes contribuíram os investidores nacionais, que continuam a dominar os rankings de aquisição de casa. De um total de 348 transações realizadas em 2018 pelos agentes, 84,5% foram de clientes portugueses e os restantes 15,5% de internacionais, evidenciando-se aqui os de origem brasileira e chinesa.

No que diz respeito às tipologias mais transacionadas no ano passado por estes agentes foram os apartamentos T2 e T3, bem como moradias T4, as que lideraram as escolhas dos clientes. A freguesia de Avenidas Novas, em Lisboa, a zona de Cascais, com destaque para a freguesia de São Domingos de Rana, assim como o Estoril, foram aquelas que registaram maior procura em 2018, segundo os três consultores.

Nas maiores transações do ano, a equipa da RE/MAX Lumiar, Daniel Henriques e Diogo Lampreia, antigos empresários da área da construção e metalomecânica e de mercados financeiros, respetivamente, fecharam a venda de um prédio, cujo valor ascendeu a 1,9 milhões de euros. Já a agente imobiliária há vinte anos, Maria Teresa, da RE/MAX São Domingos de Rana, registou a venda de uma moradia no Arneiro, em Carcavelos, no valor de 450 mil euros. Por sua vez, os antigos analistas de sistemas, Glauco e Marcele Guimarães, que formam a equipa RE/MAX Spazio, foram responsáveis pela comercialização de uma moradia em Cascais, no valor de 1,75 milhões de euros. Localização, preço, estado do imóvel, áreas, acabamentos e espaço exterior são as principais valências que os clientes dão preferência na hora de investir num imóvel, de acordo com os agentes.

Estrutura, formação e reconhecimento
Para Daniel Henriques e Diogo Lampreia, equipa RE/MAX Lumiar, “o que distingue os agentes RE/MAX é sem dúvida a formação, o acompanhamento constante, a maior visibilidade no mercado e, indubitavelmente, os melhores Masters, que estão constantemente a reconhecer o nosso trabalho e a inspirar-nos para a continuidade do sucesso”. Já Maria Teresa, da RE/MAX São Domingos de Rana, acrescenta que “a partilha no negócio é o segredo”, sublinhada por Glauco e Marcele Guimarães, da RE/MAX Spazio, que acrescentam, “somos efetivamente profissionais muito bem preparados, que investimos muito em formação, serviços, tecnologia, no atendimento ao cliente, nas respostas imediatas e na disponibilidade. Tudo isto traz ao cliente conforto, segurança e tranquilidade no processo de compra/venda do seu imóvel”.

Já para Beatriz Rubio, CEO RE/MAX Portugal, “Os nossos consultores são o rosto da RE/MAX todos os dias. Por isso, o nosso foco ao nível de recursos humanos está centrado na retenção de talento e a partilha da experiência e know-how a toda a equipa. Não temos dúvidas que o que nos diferencia é a melhor formação que existe no mercado, o elevado e constante reconhecimento e premiação, a partilha de negócios entre consultores como promotor do crescimento, assim como a retribuição justa e elevada dos rendimentos.”

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terça-feira, 14 de maio de 2019

Engexpor reforça operação no Porto com abertura de novo escritório

Em linha com a forte atividade de promoção imobiliária que se regista no Grande Porto, a Engexpor - empresa especializada na gestão de projeto e de construção - reforça a sua presença neste mercado com a abertura de um escritório na cidade Invicta.

Nos últimos anos, o volume de projetos que a empresa tem acompanhado neste mercado cresceu de forma significativa, com 2019 a arrancar com uma carteira de trabalhos muito expressiva e transversal aos vários setores de imobiliário, quer na reabilitação urbana quer na construção nova. O dinamismo da Engexpor deverá manter-se, dado o potencial que este mercado apresenta para os próximos anos e o crescente interesse que os investidores demonstram pela zona do Grande Porto.

Miguel Alegria, CEO da Engexpor, refere: «Com o fortalecimento da nossa atividade no mercado do Grande Porto, faz todo o sentido ter aqui uma presença física que nos permita um acompanhamento mais personalizado e mais próximo dos nossos clientes. Queremos dar resposta ao bom momento que estamos a viver neste mercado, mas sobretudo criar as condições ideais para que o nosso crescimento na zona Norte do País seja feito de forma sólida e sustentada».

«O Grande Porto tem um enorme potencial», continua Miguel Alegria «e tem-se verificado um interesse crescente não só dos investidores mas também da autarquia, sendo de realçar a reabilitação do mercado do Bolhão e do túnel do Ateneu. As oportunidades incidem não só no mercado residencial, mas também nos escritórios e no setor industrial e logístico, no qual o Grande Porto tem um histórico muito relevante de projetos».
Entre os mais recentes trabalhos que a Engexpor está a acompanhar na gestão de projeto e de construção contam-se o condomínio residencial de luxo, Montevideu 156, localizado na zona da Foz, e ainda o projeto residencial premium que irá nascer no edifício do Café Embaixador, na Baixa portuense, ambos promovidos pela Quântico Albatross.

No mercado de escritórios, a empresa está a gerir o projeto e a obra do Porto Office Park, na Boavista, promovido pela Holding Violas Ferreira e, no setor industrial, está a acompanhar a construção da nova fábrica da Atepeli em Penafiel, que está a ser implementada num terreno com 6,5 hectares, para quem já acompanhou em 2018 a construção da sua fábrica em Lousada. Recentemente, a Engexpor participou na reabilitação do Aliados 107, promovido pela Avenue, um edifício histórico construído originalmente em 1930 para acolher a sede do antigo jornal “O Comércio do Porto”, transformado agora em habitação topo de gama.

Fundada em 1984, a Engexpor opera em todo o território nacional com escritório em Lisboa e agora também no Porto. Além do mercado português, a empresa está presente no Brasil, Angola e Moçambique.

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Investimento em imobiliário comercial atinge 380 milhões de euros no 1º trimestre de 2019

O departamento de research da WORX, Real Estate Consultants revela que foram investidos 378 milhões de euros em imobiliário comercial, maioritariamente nos sectores de escritórios e de retalho, no 1º trimestre de 2019 em Portugal. Os setores de escritórios e de retalho representaram a maior fatia das transações imobiliárias no primeiro trimestre do ano, fixando o seu total em cerca de 250 milhões de euros, o que representa 66,6% do total do investimento.

No setor de retalho, o Barreiro Retail Planet que foi comprado por um fundo de investimento alemão num investimento na ordem dos 55 milhões de euros.

O setor dos escritórios representou quase 50% do investimento comercial imobiliário no primeiro trimestre de 2019, ao contrário do que aconteceu no período homólogo de 2018, em que a maior fatia do investimento foi para o setor do retalho. Com 65 M€ investidos este ano em retalho, o setor representa apenas 17% do volume de investimento no primeiro trimestre de 2019. Já os setores do turismo e da logística, com 35,5 M€ e 8 M€, respetivamente, representaram 9,4% e 2,1% do total do valor investido neste período.

Comparativamente ao mesmo período do ano 2018, em que o valor em transações de investimento foi de cerca de 850 M€, regista-se uma queda de cerca de 470 M€. Este decréscimo deve-se essencialmente às transações atípicas e de montantes elevados realizadas em igual período de 2018, entre as quais a compra do Centro Comercial Dolce Vita pela AXA Investment Managers e a compra de um portfólio composto pelo Sintra Retail Park, Forum Sintra e Forum Montijo.
Pedro Valente, Capital Markets da WORX, revela que “continua a verificar-se bastante interesse dos investidores internacionais pelo mercado nacional, prevendo-se que 2019 venha a ser mais um bom ano de investimento na área do imobiliário comercial”.

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segunda-feira, 13 de maio de 2019

Cushman & Wakefield leva luxo aos Aliados no Porto num projeto promovido pela Avenue

A Cushman & Wakefield foi responsável pela comercialização das primeiras lojas de luxo na Avenida dos Aliados no Porto. A Tod’s, Burberry e Boutique dos Relógios Plus irão integrar o edifício Aliados 107, promovido pela Avenue, resultado de uma profunda reabilitação e reconversão do seu uso em apartamentos e 1700 m² de comércio.

A Boutique dos Relógios Plus terá então a sua primeira loja no Porto, localizada fora de um espaço comercial, enriquecendo, assim a oferta de luxo naquela que é a mais elegante e exclusiva área de compras da Invicta. Seguindo a estratégia e aposta dos espaços que possui na Avenida da Liberdade, em Lisboa, a nova loja nos Aliados, dedicada à alta relojoaria e joalharia de luxo, promete surpreender pela arquitetura e exclusividade, assim como pelo habitual serviço e atendimento de topo.

O grupo Brodheim escolheu também o Aliados 107 para instalar duas das suas marcas de luxo: Tod’s e Burberry, sendo que esta última apresentará nesta localização o seu mais recente modelo de loja.
A Cushman & Wakefield, que atuou em nome da Avenue nestas transações, conseguiu atrair para esta zona da cidade as primeiras marcas de prestígio, tornando a Avenida dos Aliados o endereço obrigatório para insígnias de luxo.
Segundo Sílvia Morais, do departamento de retalho da Cushman & Wakefield no Porto, “a Avenida dos Aliados, que muito se assemelha à Avenida da Liberdade, em Lisboa - zona de retalho de luxo há muito consolidada - promete ser o próximo destino de eleição do Porto. Marcas pioneiras como a Boutique dos Relógios Plus, Tod’s e Burberry acreditam no sucesso desta localização, da mesma forma que o fizeram no passado na Avenida da Liberdade.”

“Num trabalho conjunto e muito próximo entre a Cushman & Wakefield e a Avenue, conseguimos alcançar aquilo a que nos propusemos, levar o luxo aos Aliados, neste que foi o primeiro projeto concluído nesta Avenida. Novos projetos aguardam entrada de outras marcas do mesmo segmento. Acreditamos que a consolidação deste destino para as marcas Premium e Luxury terá início com o Aliados 107”, conclui Sílvia Morais.
De acordo com Aniceto Viegas, “A Avenue sempre acreditou que a Avenida dos Aliados tinha características únicas para poder acolher marcas de prestígio. Ficamos muitos satisfeitos com a escolha e a confiança da Boutique dos Relógios Plus e do Grupo Brodheim. O profissionalismo e a excelente reputação destes dois grupos, trarão ainda mais dinamismo para a Avenida dos Aliados e para o comércio do Porto, em geral”.

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segunda-feira, 6 de maio de 2019

Mota-Engil é a única empresa qualificada no concurso da expansão do CCB

O concurso internacional para a expansão do Centro Cultural de Belém (CCB), em Lisboa, terminou com apenas um candidato, a Mota-Engil. Esta foi a única empresa a manifestar interesse na subcessão do direito de superfície de uma parte dos terrenos, tendo em vista a construção e exploração de uma unidade hoteleira, assim como a construção de espaços comerciais.

A Fundação Centro Cultural de Belém quer concessionar o direito de superfície sobre os módulos 4 e 5, que estavam no projeto inicial, de 1989, de Vittorio Gregotti e Manuel Salgado, que é o atual vereador do urbanismo de Lisboa. A área total é de 23.500 metros quadrados, mas a área de implantação é de 11.456 metros quadrados. O módulo 4 será para a construção de escritórios e uma galeria comercial numa área disponível de 7.170 metros quadrados. No módulo 5 está previsto um hotel de luxo, com 150 quartos, de pelo menos quatro estrelas, virado para o rio Tejo, numa área de 16.330 metros quadrados. O exterior está bem definido, sendo no interior que o vencedor poderá fazer as opções arquitetónicas que entender.
O processo de concessão que agora se desenrola terá uma duração de 50 anos. Durante os anos de construção, que se antecipa que sejam dois, o concessionário terá de pagar uma renda anual de 300 mil euros. Mas quando o hotel e lojas estiverem em funcionamento, a renda a pagar ao CCB passará para um valor mínimo de 900 mil euros anuais.

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sexta-feira, 3 de maio de 2019

Odebrecht Engenharia & Construção renova a sua marca para OEC

No ano em que completa 75 anos, a Odebrecht Engenharia & Construção anuncia a renovação da sua marca, passando a adotar as iniciais “OEC”. A nova identidade visual, desenvolvida com o apoio da consultora Keenwork, traz as cores verde, azul e cinza e já pode ser vista em todas as comunicações da empresa.

Esta mudança representa o que a empresa chama de Jornada da Transformação, com importantes avanços na sua gestão, como a implementação de um novo sistema de qualidade, incorporação de conselheiros independentes, atualização e adoção de novas políticas e diretrizes, um processo de sucessão que promoveu uma nova geração de líderes, a assinatura de importantes acordos no Brasil e exterior e, também, o início de sua reestruturação financeira.
“Foi uma caminhada intensa que nos permitiu iniciar um processo de reconstrução de confiança e cujos resultados já estão aparecendo até mesmo na forma de importantes conquistas de novos projetos desde o ano passado”, afirma o presidente da OEC, Fabio Januário.
A OEC, que chegou a ser considerada a maior construtora da América do Sul, está presente em 16 países, tem nos seus quadros com mais de 20 mil trabalhadores de diferentes nacionalidades.

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quinta-feira, 2 de maio de 2019

Obras na ponte internacional do Guadiana vão terminar em 2020, dois anos depois do previsto

As obras na ponte internacional do Guadiana, anunciadas em junho de 2017, deveriam ter terminado em 2018, mas problemas com um empreiteiro e danos detetados nos tirantes vão alargar os trabalhos até final de 2020, revelou a Infraestruturas de Portugal (IP). Após o incumprimento por parte da empresa adjudicatária, Soares da Costa, que se revelou incapaz de dar início aos trabalhos, a IP viu-se obrigada a proceder à resolução contratual, que ocorreu a 21 de dezembro de 2017.

A nova data de finalização da requalificação da ponte entre o Algarve e a região espanhola da Andaluzia foi avançada à agência Lusa pela IP.

Uma portaria publicada a 11 de abril em Diário da República autoriza a empresa "a proceder à repartição de encargos relativos ao contrato da Empreitada «IP1, KM 132+500, Ponte Internacional sobre o Rio Guadiana. Substituição do sistema de tirantes»".

Na portaria, as tutelas das finanças e do Planeamento e Infraestruturas dão autorização à IP para "proceder à repartição de encargos relativos ao contrato da Empreitada" até "ao montante global de 8,6 milhões de euros, dos quais 4,3 milhões de euros serão comparticipados pelo Reino de Espanha".
Refere ainda que: "os encargos orçamentais decorrentes da execução do contrato acima referido são repartidos da seguinte forma, não podendo exceder estes valores em cada ano económico: Em 2019: 3,612 milhões de euros; Em 2020: 4,988 milhões de euros".

A IP referiu que foi "necessário lançar um novo procedimento de concurso para a execução da empreitada, o que provocou o atraso do início da obra", e que "já na fase de desenvolvimento dos trabalhos, verificou-se a existência de uma maior amplitude e diversidade de elementos a intervencionar, tendo-se concluído pela necessidade de se proceder à substituição integral do sistema de tirantes existente na ponte".

"Esta situação só foi possível de detetar em fase de execução, após a desmontagem de elementos do sistema instalado, incluindo a realização de endoscopias ao interior dos tubos cofrantes e a medição dos respetivos desvios angulares dos tirantes", justificou a IP, acrescentando que teve que abrir "um procedimento de concurso complementar para a realização unicamente dos trabalhos de reabilitação dos tirantes" e proceder a "uma reprogramação dos trabalhos da empreitada, envolvendo duas intervenções em simultâneo, com novos planos que decorrerão em simultâneo durante o ano de 2019 e 2020".
Relativamente à segurança atual da ponte a IP assegura que "não obstante o prolongamento verificado relativamente à execução da empreitada, não se configuram riscos para a segurança de pessoas e bens na utilização da Ponte Internacional do Guadiana".

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As zonas mais rentáveis para Alojamento Local em Lisboa e Porto

A Avenida dos Aliados e a Rua Mouzinho da Silveira, na cidade do Porto, são as áreas que podem gerar as receitas mais elevadas para os proprietários de unidades de Alojamento Local, revela hoje a GuestReady numa versão inspirada no jogo de mesa Monopólio, que inclui os preços médios diários das unidades de Alojamento Local cobrados através da Airbnb nas principais zonas de Lisboa e Porto, em substituição das áreas tornadas famosas pelo jogo de 1930.

Esta solução foi criada com base num estudo de mercado realizado recentemente por esta empresa de gestão de unidades de Alojamento Local em Portugal, tendo como objetivo mostrar aos proprietários das unidades de alojamento de Lisboa e do Porto quanto poderão ganhar por dia anunciando as suas propriedades em plataformas de aluguer de curta duração.

O estudo indica que um apartamento com dois quartos pode render por dia até €150 na Avenida dos Aliados, com uma unidade idêntica a poder gerar até €140 na Rua Mouzinho da Silveira. Propriedades semelhantes na Rua do Alecrim e na Rua Garret, em Lisboa, podem também atingir receitas de €130 diários.

De resto, os proprietários de alojamentos situados em zonas centrais de Lisboa e do Porto, como o Chiado, a Baixa, a área da Estação de S. Bento e a Rua de Sta. Catarina podem obter receitas diárias até aos €120 com os seus apartamentos anunciados em plataformas como a Airbnb.

As zonas mais baratas presentes neste estudo da GuestReady são a da Rua da Cedofeita, no Porto, com preços médios entre os €70 e os €85 para apartamentos com um e dois quartos, respetivamente, bem como a da Av. Almirante Reis e do Largo do Rato, em Lisboa, com valores médios entre os 70 e os 90 euros por dia, consoante a tipologia.

Algumas áreas à volta das estações ferroviárias apresentam também valores de aluguer mais baixos do que outras presentes neste jogo, mas os preços continuam a revelar-se atrativos para os turistas que pretendem visitar Lisboa e o Porto, quando comparados com os preços dos hotéis nessas zonas. Um apartamento com um quarto junto à estação de Campanhã pode render em média €55 por dia, enquanto um alojamento semelhante perto da Estação do Oriente chega a custar €75.
Vanessa Vizinha, Country Manager da GuestReady em Portugal, afirma que “o que é surpreendente nesta versão inspirada no Monopólio é que o preço a pagar pelo terreno no tradicional jogo de tabuleiro é quase o mesmo do que o utilizador pagaria agora para ficar uma noite num apartamento de um ou dois quartos!

“O Monopólio acaba por ser um marco no setor imobiliário. Na verdade, o primeiro contacto que muitos dos trabalhadores deste sector tiveram com o próprio negócio foi através do jogo de tabuleiro quando eram muito jovens. Uma vez que o foco da GuestReady é gerir o aluguer de curta-duração de propriedades, achamos que seria divertido inspirarmo-nos neste jogo de tabuleiro e adaptá-lo ao nosso mercado para dar a conhecer quanto podem ganhar os proprietários de unidades de Alojamento Local nas principais áreas de Lisboa e do Porto.”

Devido às crescentes expectativas dos hóspedes, os anfitriões da Airbnb envolvem cada vez mais as empresas de gestão de arrendamento de curto prazo, como a GuestReady, para tratar das suas propriedades. Na GuestReady os anfitriões têm à sua disposição assistência 24 horas por dia, sete dias por semana, receção personalizada, serviços de concierge durante as estadias dos hóspedes, lençóis e toalhas com qualidade hoteleira e outras comodidades. Este elevado nível de serviço aumenta a probabilidade de os proprietários receberem avaliações positivas nas plataformas online e garante o sucesso a longo-prazo das propriedades. O mesmo serviço é oferecido para propriedades anunciadas através da Booking.com e da HomeAway.

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terça-feira, 30 de abril de 2019

Arquiteto Souto de Moura deposita na Casa da Arquitectura acervo de 40 anos de trabalho

Na próxima segunda-feira, dia 6 de maio, pelas 17h00, vai ser assinado no Arquivo da Casa da Arquitectura, em Matosinhos, o “Contrato de Depósito do Acervo Eduardo Souto de Moura na Casa da Arquitectura”. A acrescentar às 604 maquetes já depositadas na instituição desde 2009, a Casa da Arquitectura vai agora receber, a título de depósito, cerca de 8500 peças desenhadas e toda a documentação textual e fotográfica que complementa os projetos produzidos pelo arquiteto ao longo dos seus 40 anos de atividade profissional.

Caberá ao arquiteto e crítico de arquitetura Jorge Figueira fazer um breve enquadramento sobre “A importância da obra de Eduardo Souto de Moura”. Segue-se uma intervenção do arquiteto portuense, que antecede a assinatura do Contrato de Depósito do Acervo.

Este é um momento de maior significado para o país e para a instituição enquanto Centro Português de Arquitectura, já que desta forma se garante a permanência de tão importante acervo em Portugal. “Com este património, a Casa da Arquitectura irá tratar e dar a conhecer aos investigadores e ao grande público este importante acervo referente a 40 anos de trabalho de um dos mais reconhecidos e premiados arquitetos portugueses”, assinala o Diretor Executivo, Nuno Sampaio.

Trata-se de um património valiosíssimo que a Casa da Arquitectura vai dar a conhecer ao público em outubro próximo com a Exposição “Souto de Moura – Memória, Projetos, Obras”, com curadoria de Francesco Dal Co e Nuno Graça Moura.
Patente na CA a partir de outubro e ao longo de seis meses, esta mostra vai oferecer uma singular e inédita leitura monográfica do seu trabalho. Cobrindo um arco temporal de quatro décadas de um impressionante percurso profissional, a Exposição “Souto de Moura – Memória, Projetos, Obras” pretende dar a conhecer ao público a produção arquitetónica de um dos mais influentes arquitetos portugueses, Prémio Pritzker de Arquitetura em 2011, e promete ser um dos acontecimentos culturais mais relevantes do ano a nível nacional e internacional.

A mostra vai ‘invadir´ a Casa da Arquitectura: irá ocupar a nave expositiva com 950 metros quadrados e a Galeria da Casa com 150 metros quadrados, mas também o Arquivo da Casa.

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