quarta-feira, 20 de junho de 2018

Gabriel Couto constrói fábrica da RACLAC

A RACLAC, S.A. empresa sediada em Vila Nova de Famalicão, adjudicou à construtora Gabriel Couto a execução da primeira linha de produção da sua nova unidade industrial, para pôr em marcha o Projeto NITRO, que passa pela produção de luvas de exame de uso único.

A cerimónia do lançamento da primeira pedra desta nova unidade fabril, cujo investimento ronda os 20 milhões de euros, contou com a presença da Secretária de Estado da Indústria, Ana Teresa Lehmann, e do Presidente da Câmara de V. N. de Famalicão, Paulo Cunha, entre outros ilustres convidados.

Esta nova e vanguardista unidade industrial, primeira da Europa, é especializada na conceção e fabrico de uma gama inovadora destes utensílios clínicos. Serão produzidas luvas de exame de uso único para a área da saúde de forma singular através de uma tecnologia que veio a ser desenvolvida pela própria empresa ao longo dos últimos três anos.

Trata-se de uma linha de produção 100% automatizada, com 48 robôs e sem intervenção humana, do princípio ao fim. A produção será feita em “sala limpa”, tal como o embalamento, garantindo luvas totalmente seguras e higienizadas, além de ser adotadas as mais rigorosas premissas ecológicas, com o reaproveitamento e a poupança de água e de energia.
A RACLAC, cujo volume de faturação ultrapassou os 10,5 milhões de euros em 2017, registando um crescimento de 30% face ao ano anterior, está presente em mercados como Espanha, França, Inglaterra, Angola, Moçambique, Marrocos, Tunísia e Cabo Verde, e prevê com este Projeto NITRO a entrada e conquista de novos mercados.

Para a Gabriel Couto esta nova unidade industrial, da autoria do Arquiteto Octávio Araújo e com a fiscalização a cargo da “DDN - Gestão, Coordenação e Fiscalização”, representa «mais um desafio a ser alcançado com rigorosos padrões de exigência».

Esta ampliação do complexo fabril, com enorme possibilidade de expansão num futuro próximo, será instalado num terreno anexo aos escritórios centrais da RACLAC com uma área total de cerca de 82.000 m2. Esta unidade, agora adjudicada, apresenta uma área de implantação de 7.600 m2 e uma área de construção de cerca de 8.600 m2, sendo a sua superestrutura executada em estrutura metálica com aproximadamente 300 toneladas. Os revestimentos exteriores, quer das fachadas, quer da cobertura, serão executados com recurso a painel sandwich do tipo PIR, com 50mm de espessura, totalizando uma área de revestimento total superior a 15.000 m2.
No interior, para além da área principal referente à linha de produção, está ainda prevista uma área social e administrativa. Na área exterior será instalada uma báscula ponte pesa-camiões, com capacidade até 80 toneladas, concebida para pesagem de veículos rodoviários de transporte de mercadorias. Com a preocupação ecológica e ambiental e valorização do impacto visual, está também prevista a instalação de um edifício de exploração da E.T.A.R. com elementos construtivos em tudo idênticos ao do edifício principal. No que concerne aos arranjos exteriores, está prevista uma portaria e respetiva zona de arruamentos e passeios com uma área superior a 10.500 m2, para além de todo o enquadramento paisagístico.

Esta é mais uma obra industrial de grande dimensão adjudicada à Gabriel Couto. De resto, a execução com êxito dentro de parâmetros extremamente exigentes ao nível de compromisso quantitativo, tem catapultado a construtora de V. N. de Famalicão para obras âncoras de Norte a Sul do país. «A confiança que este tipo de empresas e grupos multinacionais tem vindo a depositar na competência apresentada pela nossa empresa é para nós um enorme orgulho», vinca Carlos Couto, CEO do Grupo.

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Profiltek aposta no setor Contract e reforça o seu posicionamento com projeto em Évora

A Profiltek, empresa líder no fabrico de divisórias de banho na Península Ibérica, reforçou a sua aposta no setor Contract, um canal que valoriza significativamente materiais tecnologicamente avançados que permite a personalização dos espaços e maximiza a sua funcionalidade. Desta forma, a Profiltek quintuplicou o seu crescimento no canal Contract em 2017, que representa 10% do negócio da empresa neste segmento.

Neste segmento, a empresa apresenta projetos de desenho para unidades hoteleiras, assim como trabalhos em matéria de inovação para arquitetura. Assim, a empresa especializada em divisórias e espaços de banho soube adaptar a qualidade do seu produto à elevada exigência deste setor, com produtos de alto rendimento que incorporam tecnologia adaptada às necessidades hoteleiras.

Entre esses produtos encontra-se o tratamento de calcário Teknoclean, desenvolvido para facilitar a limpeza e a manutenção das divisórias, o fabrico de divisórias à medida do cliente e o sistema de impressão digital Imagik, que permite personalizar o vidro e convertê-lo num elemento decorativo nos projetos de interiores.

Vitoria Stone Hotel em Évora equipado com Profiltek
A Profiltek foi a marca escolhida por uma das mais famosas designers internacionais, Nini Andrade Silva, para as divisórias de duche do hotel, localizado em Évora: o Vitoria Stone Hotel.
Entre as razões salientadas para a escolha destaca-se a estética, qualidade, fabrico à medida e o cumprimento dos prazos de entrega.

Para o Vitoria Stone Hotel, Nini Andrade Silva procurava divisórias que integrassem a decoração minimalista escolhida para as casas de banho dos quartos deste hotel.

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quinta-feira, 14 de junho de 2018

Crescimento da RE/MAX nas ilhas é superior à média nacional

A RE/MAX Portugal registou no ano passado um volume de negócios superior a 2,6 milhões de euros (M€) nas regiões autónomas da Madeira e dos Açores, resultante de 1.011 transações. Números que traduzem um crescimento do volume de negócios na ordem dos 59,6% e um aumento de 32,9% no número de transações face a 2016. O ano foi de ouro para as ilhas portuguesas, já que o crescimento foi superior à média nacional. Efetivamente, a rede RE/MAX terminou 2017 com uma faturação 37% superior a 2016 e mais 17% de negócios transacionados.

Sempre que se fala no crescimento do setor imobiliário no nosso país, quase sempre nos cingimos a Portugal Continental e muito concretamente às cidades de Porto e Lisboa e à região do Algarve. No entanto, os arquipélagos da Madeira e dos Açores são cada vez mais atrativos para investimento nesta área. Atenta à tendência do mercado, a RE/MAX começou por se implantar na Região Autónoma Madeira em janeiro de 2003. Atualmente, tem duas agências na Madeira (Funchal – Sé e Funchal – São Martinho) e três nos Açores (Ponta Delgada - S. Sebastião, Ponta Delgada - S. Pedro e Angra) e 114 agentes no total dos arquipélagos.

São os norte-americanos e os alemães quem mais investe nas duas Regiões Autónomas, depois dos portugueses, que, à semelhança do que acontece no Continente, são os principais investidores nas ilhas.
Em 2017, a Madeira atraiu mais investimento estrangeiro do que os Açores, sendo que o volume de preços rondaram os 3,8 M€. Os Açores, por sua vez, registaram um volume de preços de 1,02 milhões de euros.

“Numa altura em que o país tem todas as atenções internacionais concentradas sobre si, a Madeira, por exemplo, há muito que era ‘cobiçada’ por investidores estrangeiros. Os Açores estão, na minha opinião, a ser descobertos e a chegada das companhias de aviação low cost vai com certeza ajudar. Seja, como for, depois de chegarmos já a todas as principais cidades do Continente, a nossa prioridade é, cada vez mais, a abertura de agências no Interior e nas ilhas, onde acreditamos que há imenso potencial para investimento imobiliário”, salienta Beatriz Rubio, CEO da RE/MAX Portugal.

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terça-feira, 12 de junho de 2018

Mota-Engil lança novo programa de Trainees

O Grupo Mota-Engil lançou a 7.ª edição do seu Programa de Trainees, designado por Start@ME, com a duração de um ano e em vários países como Portugal, Irlanda, Perú, Brasil, México, Costa do Marfim, Uganda, Ruanda, Angola, Moçambique, Malawi e Guiné.

Num contexto de crescimento, o Grupo Mota-Engil procura atrair, identificar e selecionar jovens com elevado potencial e ambição para abraçar novos desafios, oferecendo um conjunto de oportunidades de emprego em diversas áreas e em diferentes países.

O Programa Start@ME agora lançado pretende integrar jovens talentos em início de carreira, promovendo o seu alinhamento com a cultura e os valores do Grupo, oferecendo a oportunidade de os jovens desenvolverem uma carreira num dos maiores e mais diversificados grupos empresariais portugueses, que conta também com a presença internacional em 28 países.

Mais informações e candidaturas:
https://careers.mota-engil.com/job/Start@ME-2018-(PT)-11/480486301/

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segunda-feira, 11 de junho de 2018

Melom é a marca mais conceituada no seu setor

A Melom é a marca com a melhor reputação em Portugal pelo terceiro ano consecutivo, segundo o Marktest Reputation Index (MRI) 2018, inquérito que mede a reputação de marcas. A Melom venceu em todos os indicadores de avaliação na sua categoria: maior admiração, maior familiaridade, maior nível de confiança, e melhor nível de imagem.

No ranking global das 146 insígnias analisadas, a Melom é marca com melhor índice MRI no seu setor, posicionando-se no 94º lugar do ranking de 2018, com um índice de reputação de 60,51 e subindo 17 posições face ao ranking do ano passado.

A propósito desta distinção João Carvalho, diretor-geral da Melom, afirma que: “Estamos muito orgulhosos com esta distinção da Marketest, que pelo terceiro ano consecutivo, reconhece o trabalho que fazemos dia a dia na Melom em prol dos nossos clientes. Acredito que a nossa valorização da comunicação com o cliente aliada ao enorme know-how e rede de suporte, colocam-nos acima do padrão médio das empresas de remodelação de imóveis.”
Em 2017, as empresas de remodelação de imóveis Melom e Querido Mudei a Casa Obras registaram um volume de negócios de 27.703 milhões de euros, um crescimento de 56% na faturação face ao período homólogo. A rede contou com 51 novas aberturas: 15 novas franquias Melom e 36 Querido Mudei a Casa Obras. O tipo de intervenção mais solicitado foi a remodelação geral com um aumento de 57,1%, à frente de obras de menor dimensão como pequenas obras de reparação, pintura ou mudança de pavimentos.

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sexta-feira, 8 de junho de 2018

DSTgroup contrói para Leroy Merlin em Aveiro

A dst S.A., empresa do dstgroup, foi selecionada para construir a nova loja da Leroy Merlin, em Aveiro. O novo espaço comercial, dedicado à bricolage, construção, decoração e jardim, nasce de um projeto de remodelação do antigo edifício de uma empresa grossista, e inclui ainda a construção de um novo pavilhão. A loja terá uma área total de 13 mil m2. A intervenção, avaliada em mais de três milhões de euros, tem data prevista de conclusão para junho deste ano.

A obra conta também com a intervenção da dte - instalações especiais -, também do dstgroup, que será responsável pelas áreas de eletricidade e AVAC de todo o projeto da Leroy Merlin, representando esta operação cerca de um milhão e meio de euros de investimento.

Segundo José Teixeira, presidente do Conselho de Administração do dstgroup, “este é um projeto de grande importância para a cidade de Aveiro, pois dotará a região com uma loja de grande dimensão, cuja oferta de serviço não existia”. O responsável acrescenta ainda que “termos sido selecionados para contribuir, uma vez mais, na estratégia de expansão desta empresa é para nós motivo de grande satisfação e, sobretudo, um sinal inequívoco do reconhecimento do excelente trabalho que realizámos na loja de Loulé, em 2017”.
Com esta presença em Aveiro, a Leroy Merlin reforça a sua presença em território nacional e aposta na oferta de uma gama alargada de produtos e serviços que levará inúmeras soluções para a casa dos consumidores daquela região. Desde o grande projeto, passando pela renovação e manutenção, até às pequenas melhorias da casa com soluções mais técnicas ou mais decorativas, a nova loja estará preparada para responder às mais variadas solicitações e expetativas.

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EPAL promove concurso em Lisboa com a assessoria técnica da OASRS

A EPAL – Empresa Portuguesa das Águas Livres, S.A, promove um Concurso Público de Conceção para a Elaboração do Projeto do conjunto edificado em Lisboa com a assessoria técnica da OASRS.

Trata-se de um edifício, de usos mistos, a implantar num lote na Rua José Gomes Ferreira, junto às Amoreiras, que deve oferecer "uma solução que dignifique e resolva a malha urbana envolvente tornando-se numa referência arquitetónica da cidade num dos pontos mais nobres de entrada na cidade". O prazo para entrega de propostas decorre até 21 de Agosto.
O valor máximo para o custo global da intervenção, incluindo edifício e espaços exteriores, é de €16.800.000,00 (dezasseis milhões e oitocentos mil euros), excluindo o valor do IVA. Estão previstos três prémios: € 8 000,00 (oito mil euros) para o primeiro prémio, € 5 000,00 (cinco mil euros) para o segundo e € 3 000,00 (três mil euros) para o terceiro.

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Sessão de esclarecimento em Matosinhos sobre fundos para a reabilitação urbana

A Câmara Municipal de Matosinhos e a empresa municipal MatosinhosHabit promovem na segunda-feira, 11 de junho, às 10 horas, uma sessão de esclarecimento dedicada ao IFRRU 2020 – Instrumento Financeiro para a Reabilitação e Revitalização Urbanas, procurando, deste modo, impulsionar o processo de regeneração nas três áreas de reabilitação urbana já delimitadas em Matosinhos. O evento decorrerá na Casa da Arquitectura, localizada num antigo edifício industrial que a Câmara Municipal de Matosinhos reabilitou e cujo projeto foi recentemente foi distinguido com o Prémio Nacional de Reabilitação Urbana.

Aposta fundamental da Câmara Municipal de Matosinhos, o processo de regeneração do edificado da cidade pretende dar corpo a uma nova geração de políticas urbanas e de habitação. Para tal, a autarquia pretende responsabilizar e mobilizar os arrendatários, senhorios, proprietários, agentes económicos, parceiros sociais e investidores, facilitando o acesso aos instrumentos financeiros e administrativos disponíveis.

A Câmara Municipal de Matosinhos tem já a funcionar, há mais de um ano, um balcão exclusivamente dedicado à reabilitação, pretendendo agora otimizar o acesso dos munícipes ao IFRRU 2020, um instrumento de financiamento que reúne fundos comunitários, do Banco Europeu de Investimento e do Banco de Desenvolvimento do Conselho da Europa. O IFRRU 2020 atuará, refira-se, através de entidades financeiras (em geral, a banca comercial), que irão disponibilizar empréstimos em condições mais vantajosas para apoiar operações de reabilitação urbana.
A sessão visa esclarecer sobre os procedimentos administrativos e a ligação/cooperação entre a câmara municipal e os particulares e empresas que pretendam realizar operações urbanísticas de reabilitação de edifícios que estejam inseridos em Áreas de Reabilitação Urbanas (ARU´s) ou no Plano de Ação de Regeneração Urbana (PARU).

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quinta-feira, 7 de junho de 2018

Software COAST prevê avanço do mar e dá soluções para o deter

Chama-se COAST, foi desenvolvido na Universidade de Aveiro (UA) e usa um software visionário que simula a evolução da linha de costa para as próximas décadas. Perante o nefasto avanço do mar, o COAST indica ainda que obras de defesa costeira melhor se adequam a cada praia tendo em conta custos e benefícios.

Composto por três ferramentas - projeção da evolução da linha de costa para diferentes cenários de intervenção; dimensionamento da intervenção quando o cenário contempla obras de defesa costeira; avaliação de custos e benefícios da intervenção – o COAST pretende ajudar não só os cientistas a estudarem a erosão costeira como também auxiliar os responsáveis pela proteção da costa na escolha da melhor estratégia para prevenir cenários catastróficos.
“Face à importância económica e social das zonas costeiras e aos problemas de erosão que enfrentam, é de antecipar um aumento dos investimentos necessários à realização e manutenção de intervenções de defesa costeira a curto e médio prazo”, aponta Márcia Lima, a investigadora do Departamento de Engenharia Civil (DECivil) da UA que desenvolveu o COAST.

No entanto, alerta a cientista, “é grande a complexidade associada à escolha da melhor intervenção, uma vez que as soluções economicamente mais atrativas conduzem a maiores perdas de território”. Por outro lado, “as soluções que melhor ajudam a manter ou a ampliar o território são pouco atrativas do ponto de vista económico”. A solução passa por um compromisso entre custos e benefícios.
“A grande mais-valia do COAST em relação às ferramentas já existentes é a integração de três valências importantes na avaliação de intervenções de defesa costeira e o facto de permitir análises custo-benefício das intervenções”, esclarece.

As simulações com o COAST, explica Márcia Lima, “exigem um registo passado e outro atual de batimetria [profundidade do mar] e topografia do local de estudo, e o conhecimento do clima de agitação [estudo das ondas]. É ainda necessário “conhecer o valor atribuído ao território, custos unitários dos materiais e estimativa de custos de manutenção das intervenções, ajustados à realidade do local de estudo”.
“São várias as zonas críticas na costa portuguesa, nomeadamente, a zona do Furadouro, o troço entre a paria da Barra e Mira e a zona a sul da Figueira da Foz”, alerta Márcia Lima cujo trabalho, desenvolvido durante o Doutoramento em Engenharia Civil foi orientado por Carlos Coelho, também investigador do DECivil. Nestas, como noutras zonas suscetíveis de grande erosão “as perdas económicas que podem advir no caso de não serem implementadas medidas de intervenção de defesa costeira são extremamente elevadas”.
“A aplicação da ferramenta deve ser ponderada e realizada com precaução, uma vez que os resultados dependem dos pressupostos admitidos quer na projeção de cenários quer na avaliação de custos e benefícios”, sublinha Márcia Lima. Como tal, “a ferramenta deve ser aplicada por especialistas possibilitando o apoio às entidades decisoras através de serviços de consultadoria”.

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quarta-feira, 6 de junho de 2018

Oli lança autoclismo com duas entradas de água

A Oli deu mais um passo importante para a sustentabilidade hídrica através da inovação, ao apresentar um novo autoclismo com duas torneiras de enchimento de água, que permite a ligação do autoclismo a uma segunda rede de abastecimento.

O autoclismo interior Oli74 Plus torna possível, por exemplo, utilizar um reservatório de águas pluviais para as descargas, em alternativa à água potável, um recurso natural escasso, cujo preço é cada vez mais elevado.

A utilização de águas pluviais nos sistemas de instalação sanitária é uma resposta à necessidade de redução do consumo de água no espaço de banho. As recentes previsões das Nações Unidas indicam que em 2030 haverá um défice hídrico de 40% em todo o mundo, sendo urgente adotar novos padrões de consumo, sobretudo no WC, responsável por 33% do consumo doméstico.
O Oli74 Plus foi desenvolvido, no último ano, pelo centro de Investigação e Desenvolvimento da Oli, em Aveiro, e incorpora a tecnologia patenteada Hydroboost e Azor Plus.

Fabricado em polipropileno, material altamente resistente, o Oli74 Plus permite ajustar o volume de descarga de água até aos seis litros e dispõe de quatro acionamentos – ‘no touch’, eletrónico, pneumático e mecânico.

Esta solução decorre da inovação que define o ADN da Oli, que atualmente tem 47 patentes ativas e está entre as empresas portugueses que mais patenteiam na Europa.

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