quarta-feira, 4 de abril de 2018

Garcia Garcia amplia unidade construída há apenas um ano para a Eurostyle

Apenas um ano após ter concluído a construção de uma unidade industrial com 6.000 m2 no Parque Empresarial de Lanheses, em Viana do Castelo, para a Eurostyle Systems, a Garcia Garcia está já a desenvolver a sua ampliação. Ampliação, essa, que permitirá à multinacional francesa do setor automóvel duplicar a sua capacidade de produção e de logística, criando 250 postos de trabalho diretos. Especializada no design & build de edifícios industriais e logísticos, a construtora está atualmente envolvida em mais quatro projetos para o ramo automóvel em Viana do Castelo.

A expansão da unidade da Eurostyle, do Grupo GMD, esteve desde sempre prevista no projeto da Garcia Garcia, prevendo-se o seu desenvolvimento em duas fases adicionais, dependentes da evolução do mercado e do crescimento da empresa. Porém, uma nova encomenda de fabrico de portas para automóveis precipitou a segunda e terceira fases de ampliação, cuja execução arrancou em junho passado. A conclusão está prevista para abril.

Deste modo, a unidade industrial será ampliada em 12.700 m2, totalizando uma área produtiva e de armazenagem de 18.800 m2.
Pertencente ao Grupo GMD, a Eurostyle é a Divisão de Sistemas Plásticos, sendo a sua produção destinada aos mercados nacional e internacional, entrando diretamente na cadeia de valor de gigantes como Citroën, Opel, Nisssan, Renault, Audi, Volkswagen, entre outras. A empresa marca presença em vários países, como França, Eslováquia, Rússia, Marrocos e Portugal, e emprega mais de 1.500 pessoas, distribuídas por 11 unidades de produção e quatro centros técnicos. No nosso país, a empresa produz essencialmente peças injetadas de plástico para componentes da indústria automóvel. A aposta na expansão das suas instalações visa reforçar o seu posicionamento no mercado e fomentar o seu crescimento internacional.

Terraplanagem obrigou ao movimento de 180 mil m3 de terra
A ampliação em curso arrancou com a terraplanagem do terreno, que obrigou ao movimento de cerca de 180 mil m3 de terra.

Ao nível da arquitetura e das soluções construtivas adotadas, a obra obedece à linha definida pela primeira fase do projeto, com destaque para o recurso à pré-fabricação de modo a potenciar a celeridade na execução. De salientar ainda os 84 metros de canais técnicos enterrados para redes de suporte à produção.
Uma vez que a ampliação estava prevista desde o início, a estrutura do edifício, as suas infraestruturas de suporte e áreas técnicas foram dimensionadas e posicionadas em locais estratégicos para poderem suportar a atual expansão.

Recorde-se que, em julho 2016, na altura do lançamento da primeira pedra do projeto Eurostyle Systems Portugal, marcou presença o primeiro-ministro António Costa. Em setembro do ano seguinte, o ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, inaugurava a unidade da multinacional francesa, um investimento de 18 milhões de euros.

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terça-feira, 3 de abril de 2018

As habitações da crise

Tenho efetuado trabalhos para uma entidade bancária que me leva a visitar diversas habitações que são entregues aos bancos. Usualmente foram construídas, ou iniciada a construção, por volta de 2008, e por volta de 2010, 2011 existiu falência das empresas de construção ou mesmo dos proprietários.

Temos edifícios, casas ou mesmo loteamentos, semi-construídos, com algum vandalismo, ou mesmo completamente. Já passei por uma moradia de cerca de 400 m2, com piscina, que tinha sido tudo retirado: portas, armários, loiças sanitárias, janelas, pedra da lareira, apenas a banheira de hidromassagem (talvez pelo peso) tinha escapado.

Moradias que quase concluídas, apresentam já um estado de degradação avançado, ou por infiltrações de água, ou subida de água pela zona da garagem.

Tive igualmente de passar por um loteamento de diversos apartamentos/moradias que apenas um tinha sido vendido e os restantes estavam semi-acabados. As zonas exteriores sem manutenção e a degradação já visível.

O último foi um prédio, que também tinha sido vendido apenas um apartamento. A degradação já era notória. O prédio estava incluído no âmbito de um loteamento em que alguns prédios tinham sido construídos e outros não… E agora?
Não sei como as entidades bancárias vão resolver estas questões. Foram empréstimos com certeza em valores que o que lá está neste momento não vale e as necessidades de intervenção são por vezes tão elevadas que não sei se compensa técnica e financeiramente.

Foi uma época de construção desenfreada, com investimentos avultados que levaram a esta situação um pouco por todo o País. Espero que seja uma lição para o nosso futuro: sermos mais sustentáveis na opção da construção nova em detrimento da reabilitação do património edificado.

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Artigo escrito por Susana Lucas do SEIbySusana.

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terça-feira, 27 de março de 2018

Grupo Ageas Portugal escolhe nova sede em Lisboa

A Cushman & Wakefield anunciou hoje a escolha da Ageas para a sua nova sede que terá 17.400 m2 acima do solo, e localizar-se-á no Parque das Nações. Nesta transação, que é a maior, desde que há registo, da compra de um projeto de escritórios “chave-na-mão” para um ocupante único, a Cushman & Wakefield representou o promotor, a Elegant Offices (parte do Grupo Martinhal, fundado e detido por Chitra e Roman Stern) no seu primeiro investimento em escritórios. O projeto de arquitetura deste novo edifício é de Eduardo Capinha Lopes.

O objetivo da Elegant Offices para este edifício é o de promover o melhor edifício de Lisboa, que reflita inovações tecnológicas, preocupação ambiental, eficiência e flexibilidade, ao mesmo tempo que cria condições de trabalho alicerçadas na partilha e comunidade.

A Ageas escolheu assim este projeto inovador e diferenciador, onde irá concentrar todas as suas operações da Grande Lisboa a partir de 2020.

De acordo com Amílcar Marques da Silva, Associate do departamento de escritórios da Cushman & Wakefield, “Estamos muito satisfeitos com a conclusão deste negócio, no qual conseguimos cumprir os requisitos de qualidade da Ageas e também do nosso cliente. Este projeto é único pela dimensão, pela importância arquitetónica e urbanística e complexidade de encontrar soluções chave-na-mão para um ocupante muito exigente. Será certamente um dos edifícios de escritórios de referência em Portugal”.
Segundo Roman Stern, CEO da Elegant/Martinhal, “Estou muito entusiasmado em poder entregar este inspirador projeto no Parque das Nações à Ageas”.

Steven Braekeveldt, CEO do Grupo Ageas Portugal, refere que esta nova Sede será uma infraestrutura pensada para o futuro, que privilegia a qualidade de acabamentos, o conforto e a tecnologia, colocando o bem-estar do Colaborador em primeiro lugar e contribuindo cada vez mais para que o Grupo Ageas Portugal (composto pelas marcas Ageas Seguros, Médis, Ocidental e Seguro Directo), seja um empregador de referência no mercado Português.”

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segunda-feira, 26 de março de 2018

Grupo dst constrói obra para a URMI num valor superior a dois milhões de euros

A construtora dst e a dte - instalações especiais, empresas do grupo dst, foram selecionadas para realizar a empreitada de ampliação e construção da nova unidade industrial da empresa URMI - Unidade de Reparações de Máquinas Industriais S.A. -, localizada no Parque Industrial da Beijoca, Algueirão, no concelho de Sintra. A obra, avaliada em mais de dois milhões de euros, tem assinatura de Marco Ligeiro, do gabinete Esquissos - Arquitetura e Consultoria.

A empreitada geral, da responsabilidade da construtora dst, consiste na ampliação da atual infraestrutura e na construção de um novo edifício industrial, composto por duas unidades autónomas, uma com 20,00mx89,05m e outra com 15,00mx110,00m. Os trabalhos preveem a execução de fundações diretas e muros de suporte, pavimentos interiores para tráfego de pesados, estrutura metálica, revestimentos de fachada e coberturas, arranjos exteriores e diversos trabalhos de sementeiras, plantações e calcetamento. A dte será responsável pelo fornecimento e execução das instalações especiais, incluindo instalações elétricas, telecomunicações, rede ITED e AVAC.

A execução desta unidade industrial junta-se a muitas outras que o grupo dst tem construído, ao longo dos anos, em território nacional e no estrangeiro, entre as quais se destacam as empreitadas realizadas para a Bial, Bosch (nos polos de Ovar e Aveiro), Continental, Mabor e Renova.
Para José Teixeira, presidente do Conselho de Administração do grupo dst, “este projeto é o resultado de uma sólida relação de confiança com a URMI, parceiro de negócios do grupo há muitos anos, e é para nós um orgulho poder participar nesta escalada de crescimento e de sucesso que a empresa está a registar.”

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Para os brasileiros que compram casa no Porto o acolhimento é fator determinante

Face à grande procura brasileira por habitação no Porto, a Predibisa, consultora imobiliária especializada no norte do país, fez uma pesquisa de opinião junto de clientes/investidores para apurar os principais fatores que determinam esta escolha. O acolhimento foi o mais apontado, refletindo-se nas respostas de 100% dos inquiridos. A maioria destacou a afetividade da generalidade dos portuenses, bem como a facilidade de integração na cidade. A qualidade de vida, a segurança, a beleza da cidade, a cultura, a gastronomia e o clima são também razões que explicam esta crescente atração pela cidade.

Segundo dados recentes divulgados pelo Gabinete de Estudos da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), os franceses são os estrangeiros que mais investem em Portugal (29%), contudo é o investimento brasileiro que mais tem crescido, representando já cerca de 19% da compra de casas a nível nacional. Seguem-se outras nacionalidades como os ingleses (11%), os chineses (9%) e os angolanos (7,5%), que em 2017 adquiriram habitação em Portugal. No Porto são os brasileiros que dominam a compra de casas por estrangeiros, com uma representatividade de 27%. A instabilidade política, social e económica sentida atualmente no Brasil, tem conduzido muitos brasileiros a procurar mercados seguros para investir em ativos imobiliários, como é o caso do português.

De acordo com os resultados da pesquisa de opinião da Predibisa, depois do acolhimento, surge a qualidade de vida entre os fatores que fazem do Porto um destino preferencial, recolhendo cerca de 70% das respostas dos entrevistados. Neste ponto, foram frequentes referências à escala da cidade, à diversidade e riqueza culturais, assim como a proximidade a outras valências: serviços, educação e mercado de trabalho.

Metade dos inquiridos refere ainda ter tido o fator da segurança em consideração. Segundo o último relatório anual do Índice Global da Paz (2017), realizado com base em 23 indicadores que avaliam o nível da paz em cada país, Portugal fecha o top 3 da tabela dos países mais pacíficos e seguros do mundo para se viver, subindo duas posições face aos dados de 2016.
A diversidade cultural, a boa gastronomia, a beleza e o charme da cidade Invicta e o clima mediterrânico são também fatores apontados nesta pesquisa de opinião e que ajudam a perceber a crescente procura residencial no Porto por parte de brasileiros.

Para Rita Costa Seixas, responsável pelo departamento de Marketing & Research da Predibisa “o Porto tem-se posicionado como uma das cidades que mais atrai a nacionalidade brasileira na opção de comprar casa. A par de aspetos mais de ordem emocional, como a questão do acolhimento, qualidade de vida, segurança, há também outro tipo de fatores que influenciam esta escolha, como o preço do metro quadrado no Porto ser inferior à maior parte das capitais e grandes cidades europeias. Acresce a isso, o facto do imobiliário português ser cada vez mais sinónimo de qualidade, transparência e dinamismo e também a qualidade da construção ser alta e estar entre as melhores da Europa.

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Hábitos dos engenheiros bem-sucedidos

Da Era da Produção da Revolução Industrial, onde o objetivo era produzir o máximo, desprezando as condições humanas e sociais, até à Era do Marketing, onde o propósito era a venda, a competição, o cliente e portanto o consumismo, chegámos à Era da Estratégia, virada para a parceria, para o envolvimento de todos, Stakeholders - sociedade, fornecedores, acionistas, colaboradores e claro, os clientes.

Do papel até ao produto final, um Engenheiro é uma peça chave, que deve ter em conta todos os participantes e guiá-los da forma mais correta para a concretização dos objetivos de determinado projecto.

À semelhança da temática Líder vs Chefe, um Engenheiro deve ter hábitos relacionados com atitude, entreajuda e bom ambiente entre equipas, para que o sucesso seja uma constante na sua vida pessoal e profissional.

Espreitem o vídeo. Reflitam. Apliquem.


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Artigo escrito por Catarina Vicente.

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Época de reabilitação de Lisboa... E depois?

Nos últimos tempos (talvez mesmo meia dúzia de anos) quem passa por Lisboa tem a noção do que está num estaleiro de obras. Não existe rua, largo ou avenida que não tenha pelo menos um prédio a reabilitar. Aliás, era necessário!

Julgo que grande parte se deve ao turismo. Pelo menos hotéis, hostels e afins proliferam como cogumelos. Não existe época do turismo, é todo o ano.

Considero que Lisboa vai ficar linda, fantástica e com toda a certeza mais turistas virão, pelo bem e pelo mal… A dificuldade de conseguir uma casa em Lisboa hoje em dia é impressionante.

A minha reflexão de hoje passa talvez pelo mesmo assunto da semana passada… E o depois? Vamos deixar novamente os edifícios sem intervenção até ser necessário reabilitar novamente? Espero que não.

Espero que existam medidas, regulamentos, requisitos que definam e monitorizem a manutenção dos edifícios. Será muito importante para os mesmos estarem nas condições funcionais adequadas.

A manutenção e monitorização estrutural e não estrutural dos edifícios tem que ser uma forma de se conseguir aumentar o temo de vida útil, com as características funcionais adequadas.

Assim volto à questão: será que o nosso futuro próximo na Engenharia e Construção, em Portugal e mais especificamente em Lisboa, passará por aqui?

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Artigo escrito por Susana Lucas do SEIbySusana.

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sexta-feira, 23 de março de 2018

Mota-Engil, ABB e consórcio da Lucios e Alberto Couto Alves disputam o Matadouro do Porto

A Câmara do Porto divulgou quem são os três concorrentes que vão disputar a reabilitação total e gestão parcial do antigo Matadouro Industrial da cidade, um edifício que começou a ser construído em 1910 e que está desativado há 20 anos. De acordo com a informação colocada na página da internet da autarquia portuense foram aceites a concurso as empresas Mota-Engil, a Alexandre Barbosa Borges (ABB) e o agrupamento de empresas Alberto Couto Alves e Lúcios. Os resultados preliminares do concurso devem sair até ao final de abril.

Nessa altura será publicado o relatório preliminar, segundo o modelo de avaliação das propostas, e depois os concorrentes terão a possibilidade de apresentar pronúncias ou reclamações, seguindo-se a decisão final do júri, confirmando ou não o vencedor aquando do relatório preliminar.
O vencedor do concurso terá a responsabilidade de desenvolver o projecto de reconversão do antigo Matadouro, orçado em cerca de 15 milhões e com um prazo de execução de obra de cerca de dois anos, precedido de sete meses destinados à conclusão do projecto. O vencedor do concurso fica ainda, durante 30 anos, com a exploração de grande parte dos 20.500 metros quadrados do equipamento, ficando apenas 9200 destes metros quadrados sob a gestão da empresa municipal GO Porto.

O programa previsto para o Matadouro prevê a reabilitação de grande parte do equipamento, havendo no entanto algumas estruturas a ser demolidas. Está também projectada a construção de um novo edifício, nas traseiras do terreno, a partir do qual será aberta uma nova ligação directa ao metro e ao parque de estacionamento do Estádio do Dragão.
Dos mais de 20 mil metros quadrados disponíveis para construção, 7.885 metros quadrados ficarão sob gestão municipal, sendo o restante explorado pela entidade vencedora do concurso. O município, através da Go Porto, terá a gestão dos espaços culturais e sociais, entre os quais o Museu da Indústria, um espaço museológico da memória do próprio edifício, espaços de residências artísticas, um auditório e oficinas. O vencedor do concurso ficará com a concessão da área mais vasta, destinada a empresas e comércio.

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SAPA Portugal apresenta novas soluções na Madeira

No dia 22 de março, a Sapa Portugal, em conjunto com os parceiros D+H, 3M e Covipor, reuniu cerca de 40 convidados, entre os quais, instaladores, arquitetos, promotores imobiliários e construtores, no Pestana Casino Park Hotel, na Madeira.

Nesta acção foram apresentados alguns sistemas inovadores e diferenciados para os diferentes segmentos do mercado, nomeadamente no que respeita a soluções de proteção e segurança, portas de vidro colado, e o sistema minimalista Slimslide EVO.

Foram igualmente abordados os temas sobre o comportamento térmico e acústico, com incidência no segmento hoteleiro, uma área em que a Sapa Portugal se tem destacado nestes últimos anos no mercado da região.

“Deve-se realçar o interesse demonstrado pelos participantes nesta reunião por aspectos tão importantes e temas tão prementes como a eficiência térmica e acústica da caixilharia e fachadas, assim como as soluções e sistemas de protecção e segurança nos edifícios. Tratando-se de uma sessão orientada especificamente para o mercado da Madeira focámos a nossa atenção no sector hoteleiro e residencial destacando-se a análise de soluções para ventilação e desenfumagem”, conclui o Engº Artur Mexia, Director Técnico e palestrante da Sapa Portugal.
Na segunda parte da reunião, a 3M apresentou soluções de colagem para portas e fachadas de vidro colado, a D+H abordou os sistemas de desenfumagem com ênfase nas soluções certificadas com sistemas Sapa. A Covipor, pertencente ao grupo vidreiro Saint-Gobain, apresentou soluções de alto desempenho de segurança, térmico e acústico.

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quinta-feira, 22 de março de 2018

Oli cresce onze por cento em 2017

Em 2017, a Oli atingiu um volume de negócios de 54 milhões de euros, que representa um aumento de 11%, face a 2016, e o quarto ano consecutivo do seu crescimento. Esta progressão foi impulsionada particularmente pelo crescimento das exportações para a Escandinávia (50%) e Alemanha (26%), continuando a Europa a ser o principal mercado da empresa portuguesa.

O desenvolvimento de soluções inovadoras, nomeadamente autoclismos interiores, com tecnologia incorporada, que respondem às exigências da sustentabilidade hídrica e energética, e a criação de uma filial na Alemanha, em 2016, que alavancou a expansão da marca neste país, explicam os bons resultados das exportações escandinavas e germânicas.

Em 2017, a Oli produziu cerca de dois milhões de autoclismo e exportou 80% da produção para 80 países dos cinco continentes.
No mercado nacional, o crescimento foi de 12%, na comparação homóloga, tendo contribuído para esta subida a retoma do setor da construção, nomeadamente da construção nova e da reabilitação.

“A Oli é uma marca em crescimento e continuará a manter esta evolução. Este ano, estimamos crescer globalmente 10%, aumentar a quota de mercado em mercados estratégicos e continuar a colocar a inovação ao serviço da preservação da água, com o objetivo de salvaguardar a vida do planeta”, afirma António Oliveira, Presidente da Oli.

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