sexta-feira, 22 de março de 2019

Quintela e Penalva lança projeto Pinto Bessa no Porto

A Quintela e Penalva - Real Estate, imobiliária de luxo 100% portuguesa, acaba de lançar um novo projeto na Rua Pinto Bessa, na freguesia do Bonfim, no Porto. O novo empreendimento, com características contemporâneas exclusivas, privilegia o conforto e tradição em sintonia com a arquitetura da Cidade Invicta.

O empreendimento Pinto Bessa divide-se em dois corpos e prevê 20 apartamentos residenciais, de tipologias T1 a T3 duplex, e uma fração comercial, contando ainda com lugares de estacionamento. Localizado a poucos metros da igreja do Bonfim, tem acessos privilegiados, situando-se a 500m da Estação de Campanhã, com acesso imediato à VCI e servido por três estações de metro.
Francisca Dória, diretora comercial da Quintela e Penalva – Real Estate, afirma que este é mais um projeto desafiante e que reflete o investimento da Quintela e Penalva na cidade de Porto, onde queremos estar cada vez mais presentes. Este empreendimento privilegia o conforto, mas também o moderno, encaixando-se no encontro entre o passado e o futuro, tão característico da arquitetura portuense.

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Setor da construção em Portugal perde 100 trabalhadores por dia

Saem 100 trabalhadores da construção civil por dia do país, segundo declarações do presidente do Sindicato da Construção de Portugal, Albano Ribeiro, ao Jornal i, o que leva a graves crises de falta de mão-de-obra em Portugal. A diminuição do número de trabalhadores na construção civil conjugada com o novo fôlego do setor traduz-se em vários problemas para a realização das obras. Só em janeiro e no mercado das obras públicas, o lançamento de concursos de empreitadas quase quadruplicou para 332 milhões de euros face a igual mês do ano anterior, revelou a Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN).

Ao todo faltam 14 mil trabalhadores, segundo as contas de Albano Ribeiro, e os que ainda continuam a trabalhar não serão suficientes para responder a necessidades de grandes obras, como o aeroporto do Montijo, um projeto que precisa de mais de 10 mil trabalhadores. Esta carência, no seu entender, “tenderá a agravar-se nos próximos meses”.

Os baixos salários praticados em Portugal são apontados como uma das principais razões para a emigração dos trabalhadores. “Muitas das empresas pagam apenas o salário mínimo nacional, e depois são confrontados com ordenados de 2000 ou 2500 euros noutros países.”

Outro problema apontado é o dos trabalhadores clandestinos, na sua grande maioria provenientes da Índia e do Brasil, já são responsáveis por 40% do trabalho realizado no setor. “Há angariadores de mão-de-obra ilegal que concorrem com as empresas idóneas, destruindo totalmente o mercado e não dando a esses trabalhadores as condições mínimas de segurança.”

Este problema já é transversal a todo o mercado, incluindo o das obras públicas. “Ainda há dias fomos visitar uma obra pública e detetámos 20 trabalhadores ilegais, mas graças à nossa intervenção passaram a ter as mesmas condições que os restantes trabalhadores portugueses. Se no privado essa situação é grave, então o que dizer do público”.

Recorde o nosso artigo com perguntas e respostas sobre a falta de mão-de-obra no setor da construção em Portugal.

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sexta-feira, 15 de março de 2019

Gabriel Couto na construção do "Pine Village Resort"

A construtora Gabriel Couto foi a empresa selecionada por um grupo de investidores privados nacionais, através da sociedade anónima “Quinta do Escarpão – Golfe e Animação, Actividades Turísticas, S.A.”, para arrancar com o futuro complexo turístico “Pine Village Resort”, reforçando, desta forma, a sua posição como uma empresa construtora de referência na região do Algarve.

O novo complexo turístico terá uma localização privilegiada. Situado num vale pacífico de 320.000 metros quadrados, o empreendimento fica a cinco minutos dos centros de Albufeira e de Vilamoura, e a curta distância das principais praias do concelho. Este futuro resort turístico terá cerca de 50 mil metros quadrados de construção, com um total de 352 habitações, 1322 camas, distribuídas entre 83 ‘villas’ V3, 28 T0, 98 T1 e 143 T2.
Da primeira fase do projeto deste complexo turístico adjudicado à Gabriel Couto fazem parte a execução de um conjunto de demolições de algumas construções existentes, seguidas da construção de todas as infraestruturas necessárias ao novo empreendimento a edificar, desde os sistemas de drenagem de águas pluviais e residuais, redes de abastecimento de água, rega e gás, infraestruturas elétricas, iluminação pública e telecomunicações, assim como, acessos pedestres, rede viária e zonas verdes.

Após a conclusão desta primeira fase relativa à infraestruturação do empreendimento, seguir-se-á a construção de todas as edificações previstas para este novo resort turístico, a qual será faseada e dividida em duas fases distintas, e que contempla a construção de um conjunto de ‘villas’ de diferentes tipologias e conceitos arquitetónicos, um “Wellness Hotel & Resort”, que integra uma clínica de bem-estar e outras instalações de apoio, que permitirão aos futuros proprietários e hóspedes poderem experimentar e usufruir, de um conjunto de tratamentos e atividades de bem-estar e rejuvenescimento
Está ainda prevista a construção de um aparthotel constituído por 124 apartamentos, assim como um conjunto de outros apartamentos turísticos com diferentes tipologias. Este novo complexo turístico estará dotado também por um conjunto de equipamentos e infraestruturas específicas destinadas à prática de desporto e atividades de lazer, dispondo de um centro de equitação, campos de futebol e de vários campos de ténis.

Está também prevista a implantação de uma área comercial de apoio a todo o empreendimento, com a construção de um edifício com dois pisos e cerca de 1.617 m2 de área construída acima do solo, composto por zonas comerciais e de restauração.
A sensação de bem-estar, tranquilidade e relaxamento esteve sempre no conceito do investidor para este projeto. A preocupação de proteger a paisagem original e a vida selvagem, aliada a uma arquitetura limpa e minimalista - composta por materiais e soluções construtivas sustentáveis -, o uso inteligente do espaço e o recurso às energias renováveis, fazem do “Pine Village” um projeto verdadeiramente único, desenvolvido para o futuro, e um novo destino turístico privilegiado de desporto, saúde e bem-estar.

A comemorar os 70 anos de existência, após o êxito alcançado com a construção de diversas unidades hoteleiras nestes últimos anos, a Gabriel Couto considera a adjudicação desta empreitada, «um grande motivo de orgulho e que vem demonstrar de forma inequívoca a confiança que os investidores privados, nacionais e estrangeiros, têm vindo a depositar na competência técnica e na qualidade do trabalho desenvolvido», como salienta Carlos Couto, CEO da construtora minhota que ocupa o 13º lugar no ranking do setor.

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quarta-feira, 13 de março de 2019

Eco-cimento produzido com desperdícios de celuloses

Este é, provavelmente, o cimento mais ecológico do mundo. Na receita, para além de utilizar maioritariamente desperdícios das indústrias de celulose que de outra forma iriam para aterros, a produção do cimento ‘verde’ desenvolvido na Universidade de Aveiro (UA) reduz drasticamente o uso de recursos naturais virgens e pode ser produzido à temperatura ambiente, diminuindo consideravelmente o consumo de energia. O resultado é um eco-cimento para construir um mundo mais sustentável.

Desenvolvido para ter as mesmas caraterísticas do cimento comum, mais conhecido como cimento Portland e cuja produção é altamente poluente, o eco-cimento desenvolvido no Departamento de Engenharia de Materiais e Cerâmica (DEMaC) da UA assume-se como uma alternativa aos ligantes tradicionais.
“As nossas argamassas geopoliméricas são uma alternativa válida às produzidas com cimento Portland pois têm propriedades que as tornam adequadas para diversas aplicações na construção”, explica Manfredi Saeli, o investigador que a par de Rui Novais, Paula Seabra e João Labrincha desenvolveu o novo material.

De fato, acrescenta o investigador, “os materiais produzidos são altamente sustentáveis, menos poluentes e a sua produção é rentável”. Além disso, “os geopolímeros endurecem rapidamente, exibem uma matriz estável e uniforme, um desempenho mecânico adequado e uma excelente resistência a produtos químicos e ao envelhecimento. Tudo isso torna essa nova classe de cimentos uma alternativa ao cimento Portland válida e sustentável”.
Desenvolvido com recurso a desperdícios da indústria de celulose, nomeadamente cinzas e grãos de cal que de outra forma iriam parar a aterros e que constituem 70 por cento dos ingredientes do eco-cimento da UA (os outros 30 por cento são metacaulino), este material inovador pode ser usado no lugar dos cimentos tradicionais e com níveis de desempenho idênticos.

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terça-feira, 5 de março de 2019

Túnel do Mercado do Bolhão no Porto adjudicado à Teixeira Duarte

A empreitada do túnel de acesso à cave do Mercado do Bolhão, no Porto, foi adjudicada à Teixeira Duarte por um valor de cerca de 4,4 milhões de euros, segundo informação avançada pelo Município do Porto. A obra tem um prazo de execução de 365 dias, sendo que a gestão da mesma ficará a cargo da empresa municipal de Gestão e Obras Públicas do Porto, GO Porto.

"A empreitada do 'Túnel Urbano que liga a Rua do Ateneu Comercial do Porto à Rua Alexandre Braga - 2' foi adjudicada à Teixeira Duarte - Engenharia e Construções, SA, por um valor próximo dos 4,4 milhões de euros", lê-se numa nota publicada pela autarquia.

A obra visa a construção de um túnel que será aproveitado para acesso à cave logística do futuro Mercado do Bolhão, no seguimento das obras de restauro e modernização do centenário equipamento, iniciadas a 15 de Maio.
Os trabalhos "irão contribuir para a retirada de tráfego na Rua do Ateneu Comercial do Porto e Rua de Alexandre Braga" e "facilitar as cargas e descargas inerentes à actividade comercial na zona envolvente ao Mercado". "A ligação à cave logística será feita pelo início da Rua do Ateneu Comercial, através de dois edifícios devolutos que a Câmara já adquiriu, até à Rua de Alexandre Braga", afirma a autarquia.

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segunda-feira, 4 de março de 2019

Schindler aumenta receitas globais para 9,6 mil milhões de euros em 2018

O balanço anual volta a ser positivo para a Schindler tanto ao nível dos resultados como do volume de negócios alcançado já que, em 2018, manteve-se a tendência ascendente iniciada nos anos anteriores. A multinacional suíça voltou a crescer e a manter margens estáveis, apesar das dificuldades causadas pelo aumento dos custos com materiais, pela inflação salarial e pela pressão constante sobre os preços. Em 2018, a Schindler conseguiu aumentar a sua carteira de encomendas em 6,2% correspondentes a mais de 10.281 milhões de euros e as receitas aumentaram 6,9%, para mais de 9.585 milhões de euros. O lucro operacional, por sua vez, aumentou 6,9, atingindo 1.118 milhões. A margem EBIT situou-se nos 11,7%, em linha com o ano anterior. O lucro líquido também aumentou significativamente, em 14%, alcançando sensivelmente 888 milhões de euros.

A multinacional suíça volta a atingir resultados anuais positivos, os quais, extrapolados para o setor do transporte vertical a nível mundial, assentam no aumento da procura geral no mercado de novas instalações em regiões como China, Índia, Estados Unidos e América do Sul, mas também no norte e no sul da Europa, onde o crescimento da procura se fez notar significativamente.

Os bons resultados da Schindler resultam decisivamente da aposta da empresa em tecnologia de ponta e na digitalização. A Internet aplicada ao funcionamento dos elevadores e das escadas mecânicas é já uma realidade na empresa e a solução “Schindler Ahead” é uma referência na inovação aplicada ao transporte vertical.

Esta realidade digital não entra em conflito com as atividades mais tradicionais da Schindler, uma vez que a instalação e a manutenção de equipamentos de transporte vertical, bem como a sua reabilitação, continuam a ser as principais fontes de negócio da empresa. Não obstante, seguindo premissas claras defendidas pela marca, como a garantia de segurança para utilizadores e colaboradores, assim como a excelência e a qualidade dos equipamentos e dos técnicos que os instalam. Esta conjugação de tradição e futuro posiciona a Schindler como um dos líderes mundiais do setor, em que a liderança se faz acompanhar de um crescimento sustentado e sustentável.
Em Portugal, onde a empresa marca presença desde 1948, empregando 425 colaboradores, a faturação ascendeu a 44,1 milhões de euros, em linha com o ano anterior. Com uma carteira de cerca de 25.500 unidades instaladas ou alvo de manutenção em 2018, a Schindler interveio em edifícios de referência em áreas como centros comerciais, edifícios públicos, universidades ou urbanizações de habitação.

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Mota-Engil com valores recordes de facturação e de carteira de encomendas

O Grupo Mota-Engil publicou os seus Resultados Anuais de 2018, tendo registado um crescimento de 8% no Volume de Negócios para 2.818 milhões de euros, um valor recorde no Grupo, e também um crescimento de faturação em todas as regiões onde marca presença – Europa, África e América Latina.

Relativamente ao EBITDA, o Grupo cresceu para 409 milhões de euros, atingindo uma margem de 15%. Já no que diz respeito à carteira de encomendas, barómetro fundamental da tendência futura de atividade, a Mota-Engil alcançou em dezembro um registo expressivo de 5.465 milhões de euros, o maior valor até hoje registado no Grupo, tendo no final de 2018 um valor equivalente a mais de dois anos de atividade, especialmente em África, onde conta com 50% do valor.

Ao nível do desempenho financeiro, o Grupo registou um investimento (CAPEX) de 287 milhões de euros no total do ano, sendo a sua maior parte (186 milhões de euros) efetuado em África e relacionado com contratos de médio e longo prazo no segmento de Mining.
Ainda assim, e concretizando um CAPEX significativo como o que registou em 2018, o Grupo reduziu a sua dívida líquida face a Junho em 49 milhões de euros, melhorando o indicador de Net Debt / EBITDA para 2,3x, mantendo o nível de sustentabilidade financeira em linha com os objetivos traçados.

Quanto ao Resultado Líquido, o Grupo Mota-Engil apresentou um valor de 24 milhões de euros, o qual compara com 2 milhões de euros registado no período homólogo.

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sexta-feira, 1 de março de 2019

8 consórcios apresentaram candidatura à construção do novo Hospital da Madeira

A Secretaria dos Equipamentos e Infra-estruturas divulgou a lista dos consórcios e respectivas empresas que se apresentaram à pré-qualificação para o concurso da obra de construção do novo hospital da Madeira. O valor base do concurso é 205,9 milhões de euros e o prazo de execução da empreitada é de 50 meses

Os candidatos são:
- Tecnovia Madeira Sociedade de Empreitada SA/ Teixeira Duarte - Engenharia e Construções S.A.;
- SOCICORREIA-Engenharia S.A./ Puentes Y Calzadas Infraestructuras, S.L.U.;
- AFAVIAS- Engenharia e Construções, SA/ MOTA-ENGIL-Engenharia e Construção S.A.;
- CASAIS – Engenharia e Construção, S.A./ Acciona Construcción, S.A.;
- ETERMAR- Engenharia e Construção, S.A./ Constructora San Jose, S.A./Alves Ribeiro, S.A/Constructora San Jose, S.A.;
- Domingos da Silva Teixeira, S.A./ SACYR Somague, S.A./ RIM- Engenharia e Construções, S.A.;
- Zagope – Construções e Engenharia, S.A./ COMSA, S.A./ Comsa Instalaciones y Sistemas Industriales SAU/Extraco Construccións e Proxectos, S.A.;
- José Avelino Pinto- Construção e Engenharia, S.A./ Conduril- Engenharia, S.A./ Ramalho Rosa Cobetar- Sociedade de Construções, S.A./ FCC Construcción, S.A..
Os consórcios que preencherem os requisitos definidos no programa de concurso serão convidados a apresentar uma proposta para a construção do novo Hospital da Madeira.

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terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

António Costa inaugura fábrica da bysteel fs

Realiza-se amanhã a inauguração da unidade industrial bysteel fs, que contará com a presença do Primeiro Ministro, António Costa, amanhã, às 15h30, na sede daquele grupo empresarial, em Braga. Recorde-se que esta unidade industrial localiza-se nas atuais instalações do grupo, tendo a empresa aberto recentemente uma unidade fabril com uma área de cerca de 8.000m2 e dotada das mais recentes e inovadoras tecnologias. A fábrica representa um investimento de 16 milhões de euros e permitirá criar mais de 200 postos de trabalho. Em 2021, prevê-se uma facturação de 45 milhões de euros, 90% dos quais em mercados internacionais.

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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

SIC dará nome a hotel gerido pela BlueShift

Observar a produção televisiva num estúdio real localizado no lobby do hotel ou cruzar-se casualmente com as estrelas da televisão em momento de trabalho ou lazer, são algumas das experiências que esperam os hóspedes e visitantes do futuro hotel com a marca SIC, projetado em parceria com a BlueShift. O Hotel SIC será o primeiro projeto de hotelaria do mundo com esta abordagem ao universo televisivo, onde a experiência de lazer de uma unidade hoteleira se cruza com a energia e glamour da produção televisiva.

Fruto de uma parceria entre o grupo Impresa e a gestora e consultora hoteleira BlueShift, o conceito de TV Hotel foi desenvolvido ao longo de mais um ano por uma equipa de trabalho conjunta, que definiu dezassete elementos-chave que caracterizam a experiência deste novo espaço de forma única e impactante.

Os promotores do projeto iniciam agora a fase de procura de um terceiro parceiro que disponibilize um ativo hoteleiro em Lisboa, para implementação do conceito. Entre os requisitos obrigatórios está, além de uma boa localização, uma capacidade mínima de 100 quartos e uma ampla diversidade de áreas comuns que possam ser reconvertidas para espaços de restauração, bar e lazer, com qualidade e sempre sob o tema da televisão e do universo SIC.

O modelo de negócio prevê que a gestão fique a cargo da BlueShift, operador com forte experiência na gestão de hotéis e no desenvolvimento de conceitos inovadores, dentro dos princípios da teoria “Blue Ocean Strategy”, que aposta na disrupção e inovação como forma de diferenciação no mercado e obtenção de uma rentabilidade de negócio superior.
“A SIC volta a ser pioneira ao associar a sua marca ao primeiro projeto de hotelaria do mundo com esta abordagem conceptual ao universo televisivo. Acreditamos na força das nossas marcas e que elas têm vida própria além dos ecrãs. Abraçamos este desafio, no qual não investiremos financeiramente, antes emprestando o naming “SIC”, num momento histórico de mudança para o Grupo IMPRESA, porque queremos continuar a inovar e a estar mais próximo dos nossos públicos”, afirma Francisco Pedro Balsemão, CEO da IMPRESA.

Sobre a participação da BlueShift nesta parceria inédita, o CEO Francisco Nogueira de Sousa enfatiza que “a disrupção faz parte do ADN da BlueShift desde a sua criação, porque acreditamos que existem enormes oportunidades para quem oferecer experiências novas em turismo e lazer. Fazê-lo com uma marca com o valor da SIC é extraordinário.”

Os proprietários ou exploradores hoteleiros interessados a associar-se ao projeto do Hotel SIC poderão aceder a mais informação no website da BlueShift, em www.blueshiftportugal.com/hotelsic.

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