sexta-feira, 9 de agosto de 2019

Carteira de encomendas da Mota-Engil com níveis historicamente elevados desde 2018

A Mota-Engil celebrou novos contratos em diversas geografias, reforçando a sua carteira de encomendas que se mantém em níveis historicamente elevados desde 2018, superando os 5,2 mil milhões de euros. Para a renovação da carteira de encomendas, suportada numa estratégia de internacionalização e diversificação de mercados, merece destaque o contrato no Panamá no valor estimado de USD 178 milhões (159 milhões de euros), obtido através de concurso publico internacional, tendo sido atribuído ao consórcio constituído pela Mota-Engil (49%) e OHL (51%) para a extensão de 2,2 quilómetros da Linha 1 do metro da cidade do Panamá, a executar em 33 meses. Recorde-se que recentemente demos conta que a Mota-Engil é uma das 100 maiores construtoras do mundo.

O âmbito do contrato inclui ainda a construção de uma estação terminal com capacidade para mais de 10 mil passageiros em horas de ponta, um ponto de ligação de autocarros com capacidade para mais de 8 mil passageiros e um parque de estacionamento para cerca de 800 veículos.

Ainda na América Latina, o Grupo obteve novos contratos no Peru no valor de USD 45 milhões (40 milhões de Euros), reforçando a sua posição no setor privado onde é um dos principais players do mercado das infraestruturas, sobretudo no setor mineiro.

No Brasil, a Mota-Engil obteve contratos no total de 40 milhões de euros, parte dos quais para a Petrobras, dando sequência à relação comercial iniciada em 2018, neste caso em parceria com a Vinci Energies.

Ainda no Brasil, merece destaque a adjudicação no setor do Ambiente onde o Grupo atua através da subsidiária Consita, que celebrou um contrato para os próximos 5 anos e em consórcio com duas empresas locais, no valor de BRL 606 milhões (144 milhões de euros) para a prestação de serviços de limpeza urbana, no município de São Paulo, sendo um Marco na história do Grupo no setor do Ambiente. Merece referência ainda o facto de esta empresa ter celebrado outros contratos de menor dimensão igualmente adjudicados durante o corrente ano e que totalizam cerca de 36 milhões de euros para igual período de execução (até 60 meses).

Na senda da diversificação, o Grupo continua a dar seguimento ao seu projeto turístico no México, designado Costa Canuva, na zona de Nayarit, onde a Mota-Engil México é um dos promotores do projeto, tendo celebrado acordo para o desenvolvimento de importantes projetos turísticos, tais como o Hotel Fairmont e o Ritz Carlton Reserve.

No caso do Hotel Fairmont, o promotor do projeto procedeu à alienação de 50% do Projeto Fairmont ao Fundo de Pensões de Jalisco pelo valor de USD 21 milhões, garantindo à Mota-Engil México um contrato em regime de EPC no valor de USD 185 milhões para a construção do Hotel com uma área total de 67.000m2. quanto ao ao Ritz Carlton Reserve, a Mota-Engil Turismo garantiu, em parceria com o fundo Thor Urbana, o desenvolvimento do resort dinamizado pela prestigiada marca Ritz Carlton, que terá 100 quartos e 60 vilas. O complexo turístico Costa Canuva tem uma frente de praia de cerca de 7km e terá, entre outras infraestruturas, um vasto conjunto de residências e hotéis, um campo de golfe e uma marina.

O REFORÇO DA RELAÇÃO COM A VALE COMO CLIENTE GLOBAL
Em África, e depois de em dezembro de 2018 o Grupo ter atingido a sua carteira recorde na região de cerca de 2.750 milhões de euros, o foco está sobretudo concentrado na produção e no arranque dos mercados recentemente abertos como a Costa do Marfim e Camarões, onde a entrada do Grupo tem-se concretizado com sucesso e com o cumprimento dos objetivos definidos, tendo iniciado operação no Quénia, através da angariação das obras do Annuity, no valor de cerca de 70 milhões de euros, as quais terão início entre o último trimestre de 2019 e o primeiro trimestre de 2020, estando o financiamento garantido.

Realce ainda para o reforço, neste primeiro semestre, do reforço da atividade para empresa brasileira VALE, a segunda maior companhia mineira do Mundo e maior da América Latina, através da adjudicação de três novos contratos, dois na Nova Caledónia um no Brasil no valor de cerca de 80 milhões de euros.

Com participação em projetos em vários países à volta do globo, a Mota-Engil assume-se como uma das principais prestadoras de serviço à escala Global em projetos de construção de curta duração e em suporte de médio prazo às atividades desta sociedade mineira. No computo geral desta relação, contamos com 12 projetos em 4 países, com valores superiores a 700 milhões de euros e com prazos até 5 anos, totalizando mais de 706 milhões de euros de valor contratual, dos quais mais de cerca de 450 milhões de euros por executar.

PERSPETIVAS POSITIVAS NA EUROPA, A COMEÇAR POR PORTUGAL
Em Portugal, durante o primeiro semestre de 2019, assistiu-se a uma angariação de carteira na ordem dos 175 milhões de euros, o que se traduziu numa evolução positiva que permitirá à Mota-Engil Engenharia e Construção retomar o crescimento da sua atividade, com perspetivas de crescimento ainda mais evidente a partir de 2020, através da retoma do investimento público, e em projetos de infraestruturas relevantes para o reforço da rede transeuropeia de transportes.

Desta forma, a retoma que se espera definitiva do setor em Portugal e a estabilidade da operação na Polónia, Irlanda e no Reino Unido, indiciam que o segundo semestre de 2019 seja o de viragem na unidade de Engenharia e Construção na região da Europa, e que 2020 seja um ano positivo.

Em resumo, nos últimos meses a atividade do Grupo foi reforçada em geografias onde já marcava presença, como o México, Brasil e Peru, assim como em novos países como é o caso do Panamá, do Quénia e da Nova Caledónia, o que permitiu terminar o primeiro semestre do ano com uma carteira de encomendas superior a 5,2 mil milhões de euros, com destaque para os 683 milhões de euros na área de Ambiente e Serviços, uma área de negócio estratégica no Grupo e complementar ao setor de Engenharia e Construção.

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quarta-feira, 7 de agosto de 2019

Imagens históricas da construção da Ponte 25 de Abril

A Ponte 25 de Abril - inicialmente chamada de Ponte Salazar - começou a ser construída a 5 de novembro de 1962, tendo sido concluída 45 meses depois, a 6 de agosto de 1966. Esta ponte é um dos emblemas de Portugal e, juntamente com a Ponte Vasco da Gama, assegura os pontos de acesso a Lisboa através do Tejo, sendo atravessada diariamente por um tráfego de mais de 130.000 veículos. Atualmente a Ponte 25 de Abril está a ser alvo de trabalhos de conservação e reabilitação.

Veja de seguida um conjunto de imagens históricas da construção da Ponte 25 de Abril provenientes do arquivo histórico do Diário de Notícias (no final do artigo encontrará um link para ver mais imagens).


>> Link para ver mais fotos históricas da construção da Ponte 25 de Abril.

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terça-feira, 6 de agosto de 2019

Garcia Garcia aposta no mercado hospitality com residência universitária no Porto

O início do ano letivo 2018/19 não foi fácil para muitos estudantes universitários deslocados e à procura de um quarto nas principais cidades do país. No Porto, o número de camas disponíveis é manifestamente inferior à procura. Reconhecendo o potencial da região, a Milestone, operador austríaco no setor das residências para estudantes, decidiu investir no Polo da Asprela da Universidade do Porto, tendo-se, para tal associado à Garcia Garcia. A construtora nacional especializada em design and build de edifícios industriais, logísticos, residenciais e comerciais, aposta assim no mercado hospitality, em que tem vindo a investir numa lógica de diversificação dos seus negócios. Responsável pela seleção do terreno, pelos projetos de arquitetura e engenharia e pela construção, a Garcia Garcia concluiu agora a obra. A nova residência irá contar com 220 quartos individuais.

Com abertura prevista a tempo do arranque do próximo ano letivo, a residência universitária assume uma localização privilegiada, a uma pequena distância da estação de metro e de outros transportes públicos e com acesso fácil à Via de Cintura Interna. Nas imediações das faculdades de Medicina, Economia, Engenharia, Ciências da Nutrição e Alimentação, de Desporto, Medicina Dentária e Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto, do Instituto Politécnico do Porto e da Universidade Fernando Pessoa, a nova residência conta com quartos totalmente mobilados e equipados. Todos incluem uma pequena cozinha e uma casa de banho privativa.

Concebido para o segmento alto do mercado residencial, o empreendimento exibe uma arquitetura contemporânea e a sua fachada é marcada por grandes janelas. Com espaços sociais e individuais flexíveis e com boa fluidez de circulação, áreas comuns amplas e diversificadas, a residência conta com pátios no piso térreo e no primeiro e sexto andares destinados a momentos de lazer, salas de estudo, ginásio, lavandaria self-service e espaços multiusos. O edifício contempla ainda dois pisos subterrâneos reservados a estacionamento. Futuramente, receberá uma cafetaria ou pequeno restaurante para servir os residentes.

PEGADA AMBIENTAL REDUZIDA
Com uma volumetria imponente, a nova residência da Milestone é revestida com painéis pré-fabricados em betão. Além de, em conjunto com as colunas facetadas com orientações diferentes, ter conferido ao edifício uma linguagem arquitetónica singular de linhas irregulares e em que a profundidade de sombras dá ao alçado uma presença figurativa, a solução pré-fabricada permitiu encurtar o prazo de execução da obra.

Concebido para minimizar a sua pegada ambiental, o edifício será candidato à Certificação LEED, a qual promove uma abordagem integrada para a construção “verde”, avaliando rigorosamente os imóveis desde a sua conceção até à operacionalização ao longo da vida, analisando igualmente a sua execução. Além das grandes janelas que marcam a fachada e que permitem uma boa iluminação dos espaços, destacam-se soluções como a reutilização da água usada nos banhos para as sanitas, a escolha de equipamentos elétricos e mecânicos de elevada eficiência energética, o controlo dos caudais nas torneiras, a utilização de energias renováveis e de sistemas inteligentes para gestão de equipamentos, controlo de sistemas de ar condicionado pela abertura de janelas e recurso a revestimentos com eficiência térmica e que favorecem a iluminação natural.
Presente na Áustria, Hungria e Portugal, a Milestone explora uma rede europeia de alojamento para estudantes. No nosso país, o operador, que pertence ao grupo de promoção e desenvolvimento Value One, é responsável pela residência do Campus de Carcavelos da Universidade Nova de Lisboa, com 122 quartos. Igualmente associado à Garcia Garcia está a construir um novo empreendimento também em Carcavelos (Lombos).

FICHA TÉCNICA DO PROJETO
Construção: Garcia Garcia
Localização: Polo Universitário da Asprela
Área de Implementação: 1.725 m2
Área Total de Construção: 10.890 m2
Área Acima do Solo (9 pisos): 7.440 m2
Área Abaixo do Solo (2 pisos): 3.450 m2
Cércea: 30 metros
Nº de Quartos: 220
Prazo de Obra: 16 meses
Data de Início da Obra: Abril 2018
Data de Conclusão da Obra: Julho 2019

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CICCOPN colabora na definição das características que destacam os melhores carpinteiros

No âmbito do projeto europeu Under Construction, no qual é parceiro, o CICCOPN – Centro de Formação Profissional da Indústria da Construção Civil e Obras Públicas do Norte esteve em Fürth (Nuremberga), na Alemanha, para uma reunião visando definir as caraterísticas que, em sete profissões, destaquem uns técnicos dos outros com base no seu desempenho. Após a identificação dessas características, serão desenvolvidos módulos que possam ser lecionados aos profissionais, visando melhorar os seus desempenhos em ambiente de trabalho.

Este segundo encontro de trabalho do projeto teve lugar nos dias 16 e 17 de julho de 2019 e foi organizado pelo parceiro alemão “Institut für Lern-Innovation”.

O projeto “Under Construction – Key Skills Making Top Professionals in Construction and Habitat 4.0” é uma Parceria Estratégica Erasmus+ no domínio da Educação e Formação Profissional. Aborda a melhoria das competências dos profissionais e estudantes em sete domínios: carpintaria, alvenaria, revestimentos de paredes e pavimentos, marcenaria, domótica, design e tecnologias e impressão 3D.

O CICCOPN esteve representado nos trabalhos na Alemanha por dois colaboradores do Departamento Técnico, estando a trabalhar em específico a profissão de carpinteiro.

Rui Valente, diretor do CICCOPN, afirmou que “a instituição está a par das dificuldades sentidas pelas empresas em termos de mão de obra qualificada. Num momento em que o setor da Construção está em desenvolvimento (quer ao nível da construção nova, quer da reabilitação do edificado), o CICCOPN procura ajustar a sua oferta formativa às necessidades sentidas pelo tecido empresarial. A formação de jovens e adultos aposta na (re)qualificação de candidatos interessados em entrar no setor, garantindo-lhes as competências e os conhecimentos indispensáveis a um bom desempenho profissional”.

A base do projeto é a avaliação das necessidades, no intuito de verificar como as tendências atuais dos mercados de trabalho são moldadas pelo aumento da competitividade, exigindo assim atualizações rápidas das aptidões profissionais. Neste contexto, torna-se necessário providenciar as condições para essa qualificação, não só em profissões ditas ‘tradicionais’, mas também em profissões emergentes de evolução rápida.

O projeto propõe-se criar:
- Uma diretriz de competências chave exigidas para profissionais de alto nível (profissionais de topo), em construção e habitat 4.0;
- Um currículo de treino para cada um dos domínios profissionais abordados;
- Uma plataforma de e-learning multilíngue para ministrar os cursos;
- Um roteiro para a exploração e inclusão dos cursos nos sistemas de ensino, assim que tenham sido testados e validados.

A parceria é liderada pela empresa portuguesa Apload, Lda. (www.apload.pt) e integra ainda a Asociación Empresarial de Investigación Centro Tecnológico del Mueble y la Madera de la Región de Murcia, de Espanha (www.cetem.es), o Institut für Lern-Innovation – Friedrich-Alexander-Universität Erlangen Nuernberg, da Alemanha (www.ili.fau.de), o Consorzio Materahub Industrie Culturali e Creative, de Itália (www.materahub.com), a empresa MERK, da Holanda, e o CICCOPN – Centro de Formação Profissional da Indústria da Construção Civil e Obras Públicas do Norte, de Portugal (www.ciccopn.pt).

Atualmente, o CICCOPN tem cerca de 2 100 formandos, distribuídos entre a formação para jovens e para adultos que decorre nas suas instalações na Maia. Além disso, conta com cerca de 700 formandos em diversos pontos geográficos da sua área de intervenção, isto é, os nove distritos a norte do Mondego. Por ano, o CICCOPN realiza cerca de 40 000 horas de formação.

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segunda-feira, 5 de agosto de 2019

RE/MAX mantém crescimento no 1º semestre de 2019

Nos primeiros seis meses do ano, a Remax, maior imobiliária a operar em Portugal, transacionou 31.664 imóveis, mais 6,1% do que em período homólogo de 2018 e mais de metade do total de propriedades negociadas em todo o ano passado. São resultados que, embora convirjam com um mercado em abrandamento, como preconizam vários estudos e relatórios que têm vindo a público, não suscitam dúvidas à Remax: será mais um ano de crescimento. Como tem vindo a acontecer em ciclos anteriores, continuam a ser os Portugueses quem mais adquire ou arrenda a casa. Entre os investidores estrangeiros, são os Brasileiros quem mais negoceiam em imobiliário – na primeira metade deste ano, as transações com cidadãos do país-irmão representam já 6,3%, mais 1,6 pontos percentuais que em todo o ano passado.

“No segundo semestre continuaremos a registar bons índices de crescimento em todos ou praticamente todos os indicadores económicos: faturação, recrutamento de novos consultores, reforço de equipa, número de transações e partilha das mesmas, volume de preços, produtividade, entre outros. Não temos dúvidas que a rede registará um bom crescimento em 2019, não obstante haver sinais de um abrandamento da atividade do mercado e diferentes níveis de evolução”, antecipa Beatriz Rubio, CEO da Remax. A responsável não demonstra preocupação face à propagada desaceleração do mercado imobiliário, até porque a rede tem vindo a antecipar essa tendência “implementando novos conceitos e uma inovadora abordagem por via do cliente-comprador”. Na verdade, “o crescimento não é, em si, motivo de preocupação, mas não terá garantidamente o mesmo ritmo nas várias regiões do país”, acrescenta Beatriz Rubio.

Uma tendência, aliás, que já se nota no número de transações negociadas por concelho neste primeiro semestre. Com 4.422 transações, 14% do total registado pela Remax, Lisboa lidera o top 10. Seguem-se Sintra (6,8%), Cascais (3,9%), Oeiras (3,8%), Almada (3,4%), Odivelas (2,6%), Setúbal (2,6%), Loures (2,6%) e Amadora (2,5%) – no total, os 18 concelhos da Área Metropolitana de Lisboa representam 46,4% dos imóveis transacionados pela rede entre janeiro e junho deste ano. Na 10ª posição vem o Porto, com 2,4%, correspondentes a 771 propriedades.

Ranking
Concelho
Nº de Transações
Peso Nacional
Lisboa
4.422
14%
Sintra
2.151
6,8%
Cascais
1.228
3,9%
Oeiras
1.201
3,8%
Almada
1.065
3,4%
Odivelas
833
2,6%
Setúbal
820
2,6%
Loures
812
2,6%
Amadora
782
2,5%
10º
Porto
771
2,4%

BRASILEIROS INVESTEM CADA VEZ MAIS
À semelhança de anos anteriores, são os Portugueses que lideram o volume de transações negociadas pela Remax no primeiro semestre do ano. Os cidadãos nacionais são responsáveis por 81,1% das compras e arrendamentos de imóveis. Sempre a crescer está o investimento dos Brasileiros no imobiliário em Portugal. Em 2017, representavam 3% das transações, no ano passado 4,7% e, agora, 6,3% só nos primeiros seis meses. Serão pelo terceiro ano consecutivo os cidadãos de nacionalidade estrangeira que mais imóveis negociaram com a Remax.

Mantendo também a tendência nos últimos anos, os apartamentos são os dois tipos de propriedade que a rede imobiliária mais comercializa, representando 62,3% e 19,9% do total, respetivamente. As tipologias mais procuradas são os T2 (28,5%), seguindo-se os T3 (19,4%) e, finalmente, os T1 (10,3%). Aproximadamente 5,6% dos imóveis negociados entre janeiro e junho são terrenos e 4,6% lojas.

NÚMERO DE CONSULTORES CRESCE 14,5%
No final do primeiro semestre, a rede Remax tinha 327 agências e 7.757 consultores. Com 15 novas unidades abertas este ano, a consultora imobiliária viu o número de agentes crescer 14,5%, tendo recrutado perto de 1.000 consultores em apenas seis meses.

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Modernização da Linha da Beira Alta vai arrancar no troço Guarda-Cerdeira do Côa

A modernização da Linha da Beira Alta vai arrancar no troço Guarda-Cerdeira do Côa, empreitada que foi consignada à Teixeira Duarte por cerca de 8,7 milhões de euros. A obra tem um prazo de 10 meses e consistirá na renovação integral da ferrovia numa extensão de 14 quilómetros.

O auto de consignação foi assinado na estação da Guarda, onde também foi lançado o concurso público para a modernização do troço Pampilhosa-Santa Comba Dão, que inclui a construção da ligação ferroviária entre a Linha do Norte e a Linha da Beira Alta, denominada de Concordância da Mealhada. Esta intervenção vai motivar o encerramento total da via durante 9 meses e terá um custo de cerca de 66 milhões de euros.
Pedro Nuno Santos,  ministro das Infraestruturas e da Habitação, que o investimento na ferrovia é "uma das maiores apostas" do Governo porque é "também para as pessoas, para o turismo e não apenas para as mercadorias".

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sexta-feira, 2 de agosto de 2019

Casais vai construir a nova Ala Pediátrica do Hospital de São João

A nova Ala Pediátrica do Centro Hospitalar Universitário São João (CHUSJ) vai ser construída pela Casais. Após convite a 14 empresas de construção para apresentarem propostas à referida empreitada, a obra de especial complexidade técnica foi adjudicada à construtura de Braga. As empresas foram convidadas pelo Grupo de Trabalho presidido Joaquim Poças Martins, presidente do Conselho Diretivo da Ordem dos Engenheiros da Região Norte.

As empresas foram identificadas pelo Grupo de Trabalho presidido por Joaquim Poças Martins, presidente do Conselho Diretivo da Ordem dos Engenheiros–Região Norte e Professor da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. “Esta abordagem aumentou a exigência com que o Estado encarou este investimento. A coordenação deste Grupo por um representante da Ordem dos Engenheiros pretendeu assegurar a total transparência do processo, bem como o rigor nas decisões técnicas”, adianta ainda o CHUSJ.

O Grupo de Trabalho recebeu quatro propostas (uma delas num consórcio de duas das empresas convidadas), que analisou tecnicamente, de acordo com os requisitos e exigências definidas, selecionando a Casais.

Face à urgência da construção da Ala Pediátrica, a Lei do Orçamento do Estado para 2019 autoriza o CHUSJ a recorrer ao procedimento de ajuste direto na contratação da empreitada.
No início de julho, o CHUSJ anunciou o fim do internamento de crianças em 36 contentores e referiu que estas estruturas (provisórias há cerca de 10 anos) seriam desmontadas.

“As crianças que estavam em enfermarias colocadas em contentores foram deslocadas para um internamento de 25 camas pediátricas situadas no edifício principal do CHUSJ, utilizando espaços que ficaram livres com a relocalização de outros serviços e onde irão manter-se até estar terminada a construção da ala pediátrica”, divulgou o CHUSJ.

Há 10 anos que o hospital tem um projeto para construir uma ala pediátrica, mas desde então o serviço era prestado em contentores.

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terça-feira, 30 de julho de 2019

Vai ser lançado o concurso para a construção do Hospital de Évora

O Governo autorizou a realização de despesa até 150 milhões de euros para a celebração do contrato de empreitada para a construção do novo Hospital Central do Alentejo, em Évora. O concurso deverá ser lançado até setembro e a conclusão da empreitada de construção está prevista para 2023.

A Ministra da Saúde Marta Temido explicou que a resolução aprovada vai “autorizar a ARS do Alentejo a assumir a realização da despesa no montante máximo de cerca de 150 milhões de euros”.

O Governo determinou também “a repartição de encargos com esta despesa por quatro anos”, até 2023, referiu a ministra da Saúde, indicando que “as verbas a afetar ao projeto estão inscritas e serão verbas também a inscrever no orçamento da ARS do Alentejo”. A empreitada vai ser financiada por fundos comunitários do programa Portugal 2020, através de apoios do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).
O novo hospital, que será construído na periferia de Évora, vai ter um edifício que ocupará uma área de 19.000 metros quadrados e que terá uma lotação de 351 camas em quartos individuais. Em caso de necessidade, a lotação pode ser aumentada até 487 camas. A infraestrutura contará com 11 blocos operatórios, 3 dos quais para atividade convencional, 6 para atividade de ambulatório e 2 para atividade de urgência, 5 postos de pré-operatório e 43 postos de recobro.

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Estudo de Impacte Ambiental viabiliza construção do Aeroporto do Montijo, embora alerte para as consequências

Um Estudo de Impacte Ambiental, disponível para consulta pública, viabiliza a construção do novo aeroporto. O estudo revela que, à semelhança de qualquer outro projecto desta natureza, o Aeroporto do Montijo vai ter um impacto significativo no ambiente. O Governo pretende que o aeroporto esteja em funcionamento em 2022.

O documento, divulgado pelo jornal Público, assume que a construção da nova infraestrutura vai afetar a região envolvente: excesso de ruído e efeitos na saúde humana são os principais alertas do estudo ambiental. Um dos efeitos na população afetada serão as perturbações do sono. Para além disso, a nível ecológico, o aumento do trânsito, de veículos, aviões e de pessoas a circular na região, assim como o ruído provocado pelos aviões, pode afetar os hábitos de algumas espécies protegidas, nomeadamente das aves.
O documento estará disponível para consulta pública até 19 de setembro. A Agência Portuguesa do Ambiente tem um mês após este período para se pronunciar e decidir pela aprovação ou chumbo do projeto, sendo este o último passo para o processo de construção avançar em definitivo.

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Socicorreia investe 2,5 M€ em edifício no centro histórico de Braga

A Socicorreia iniciou um investimento de 2,5M€ num empreendimento com 7 habitações de luxo e um espaço comercial no centro histórico de Braga, mais concretamente na Rua dos Chãos, denominado “Edifício Chãos de Braga”, com uma área de implantação para reabilitação de 227m2.

O Grupo liderado por Custódio Correia reforça assim a sua presença no Norte do país, especificamente na cidade de Braga, alargando geografias no território nacional, depois do Funchal, Ponta Delgada e Lisboa.

“Este projeto traduz a nossa afirmação para lá das três capitais nacionais e reforça a nossa aposta na cidade de Braga, com um produto diferenciado e que satisfaz a procura dos consumidores por apartamentos de segmento alto”, adianta Custódio Correia, presidente do Grupo Socicorreia.
O dono de obra é o Grupo Socicorreia, cuja promotora detém os Edifícios Século XXI, com 16 edifícios dessa marca especialmente no Funchal e em Lisboa.
Recorde-se que a presença em Braga e no centro histórico está assegurada desde o arranque da obra de reabilitação “Lux Housing Século XXI”, no Largo da Senhora-a-Branca, com apartamentos premium para arrendamento turístico.

Recentemente, a empresa abriu um novo centro logístico em Braga que serve de base de seleção, de controlo e distribuição de materiais e equipamentos para as diversas obras em curso nos diferentes pontos do país.

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