quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Predibisa comercializa lotes de terreno para habitação nova em Gaia

A Predibisa está a comercializar 21 lotes de terreno, em Canidelo, Gaia, para construção de habitação nova e estabelecimentos comerciais. Com aproximadamente 27.769 habitantes (Censos 2011) e uma localização privilegiada, esta é uma das freguesias que regista maior procura por parte de novos habitantes. Contudo, as últimas construções datam de há cerca de seis anos. Este negócio permitirá a edificação de 471 novas habitações numa zona em que a procura excede largamente a oferta.

Um estudo realizado pela Predibisa, em julho do ano passado, concluía que Canidelo é a área de Gaia com maior procura de imóveis. Respondendo à falta de construção nova, à exceção da que existe na primeira linha de mar, este negócio contempla 14 lotes destinados a construção de edifícios de habitação multifamiliar, alguns dos quais com comércio no piso térreo, e sete lotes para moradias unifamiliares, num total de 471 habitações, com cérceas entre três e seis pisos acima do solo.
“Vila Nova de Gaia é, depois do Porto, o concelho com maior procura no mercado de habitação do Norte do país, sendo Canidelo a freguesia preferida pelos novos habitantes. Esta comercialização vem ajudar a colmatar a escassez de oferta de habitação nova, face à forte procura existente. Estamos certos que a construção entrou numa fase de retoma e que outros projetos ligados ao segmento residencial surgirão naturalmente”, explica António Magalhães, diretor da Predibisa.

Os lotes distribuem-se maioritariamente ao longo da Rua da Fábrica, a uma curta distância da frente de mar e do futuro parque verde do Cabedelo.
As áreas dos lotes para construção de apartamentos variam entre 2.400 m2 e os 5.500 m2, enquanto as destinadas a habitação unifamiliar tem em média 300 m2 de área de construção. Por sua vez, os espaços para comércio e serviços, localizados no piso zero dos edifícios terão uma área de aproximadamente 400 m2. Existe também um lote destinado a comércio com uma área de construção de 2.736 m2.

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quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Grupo dst aposta na formação profissional dos colaboradores

O grupo dst arranca na próxima sexta-feira, dia 6 de janeiro, com mais uma ação de formação, dando assim seguimento a uma política de valorização profissional há muito enraizada na empresa e que visa ir ao encontro das reais necessidades de todos os seus colaboradores. Este primeiro módulo, com um total de 25 horas e que se estende até 18 de fevereiro, é dedicado ao tema da Comunicação Oral e tem como formador António Fonseca, ator e encenador ligado a vários projetos de teatro e com trabalho realizado também no cinema e televisão. Tem também uma longa experiência como formador, com destaque para a colaboração que tem mantido nos últimos anos com o Curso de Teatro e Educação da Escola Superior de Educação de Coimbra.

Potenciar a eficácia da comunicação, exercitando voz e palavras, é um dos grandes objetivos desta formação, abrindo caminho a uma maior e melhor expressão pessoal e subjetiva. Ao melhorar a comunicação oral dos participantes criam-se novas dinâmicas de expressão, seja através do aparelho fonador, da produção do som e as suas implicações com o processo de relaxamento e respiração, a centralidade corporal, a articulação verbal, a capacidade de escuta ou a subjetivação dos conteúdos na oralidade. Cada sessão terá a duração de 2h30, com uma metodologia essencialmente prática.

A 21 de fevereiro arranca uma outra oficina, sobre Expressão Oral - O corpo como elemento fundamental da comunicação, que estará a cargo de Rui Madeira e que se prolongará até 28 de março. Rui Madeira é ator, encenador e diretor artístico da Companhia de Teatro de Braga, tendo lecionado no Curso de Artes da Universidade Católica de Braga, para além de várias participações como ator e encenador em peças de teatro, cinema e televisão. Neste módulo será abordado o corpo como elemento fundamental da comunicação, com exercícios práticos e técnicos, baseados na observação realista. Desta forma, os colaboradores do grupo dst em formação poderão, a cada momento, aferir sobre o seu estado e medir os resultados que estão a atingir. As áreas técnicas a abordar passam pelo corpo como elemento fundamental da comunicação, a respiração, o olhar, a articulação, a dicção, a expressão falada ou a interpretação.
Para José Teixeira, presidente do Conselho de Administração do grupo dst, “a aposta na formação profissional é determinante para a evolução do negócio, permitindo que os nossos colaboradores adquiram competências essenciais ao bom desempenho das suas funções”, frisando que “é cada vez mais importante, num mercado globalizado e em constante mutação, que as apetências comunicacionais de cada um sejam estimuladas e desenvolvidas”.

2028 horas de formação em 2016
A formação profissional dos recursos humanos tem sido uma preocupação crescente no seio do grupo dst, que só no ano de 2016 proporcionou mais de duas mil horas de formação, em que estiveram envolvidos 300 colaboradores, em 84 ações certificadas. Esta promoção da aprendizagem permanente fomenta, para além da aquisição de conhecimentos e aptidões técnicas, as competências de relacionamento e o sentimento de pertença à organização, resultando no estímulo da autoconfiança e na sensação de segurança. Todas as ações de formação identificadas e realizadas são ajustadas às reais necessidades dos trabalhadores, tendo em conta o Plano de Formação da empresa, construído anualmente a partir do levantamento de necessidades e cada departamento ou empresa, em articulação com os seus diretores e administração.

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Grupo dst reabilita edifício para habitação no centro de Lisboa

O grupo dst tem em mãos a reabilitação urbana de um edifício de habitação no centro de Lisboa para a execução de 33 apartamentos, no valor de 2,9 milhões de euros. Localizado no Largo do Mastro, entre a Rua do Saco e a Rua Conselheiro Arantes Pedroso, o edifício, de quatro pisos e com uma área bruta de construção de 3.100 m2, destina-se ao mercado residencial.

Nesta empreitada de reabilitação estão envolvidas várias empresas do grupo dst, nomeadamente a dst, s.a., responsável por todos os trabalhos da obra, a tmodular, que assume a execução de carpintaria e de outros trabalhos que envolvem a utilização de madeira, e a tgeotecnia, que fica com a responsabilidade dos trabalhos de fundações e microestacas.

Com assinatura do arquiteto Santa Rita e data de conclusão prevista para o primeiro semestre de 2017, esta obra reforça a carteira de clientes do grupo dst na área da reabilitação urbana, nomeadamente na baixa pombalina, onde o grupo tem já um importante portfólio de empreitadas realizadas. A título de exemplo, refiram-se os projetos Combro 7 e Lisbon 8, ambos situados na baixa pombalina e executados para o mercado residencial.
Para José Teixeira, presidente do Conselho de Administração do grupo dst, esta obra “reforça a nossa posição como empresa de referência na área da reabilitação urbana, um setor que assiste a um crescimento assinalável”, frisando ainda que “o nosso know-how e as soluções inovadoras que propomos em intervenções na malha urbana das cidades fazem de nós um parceiro de excelência, facto comprovado pelas inúmeras obras do género que temos vindo a executar”.

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Calculadora de honorários para arquitetos

A falta de um instrumento eficaz para o cálculo dos honorários é um problema persistente que tem implicado a desvalorização do trabalho dos arquitetos, afirma a Ordem dos Arquitetos. Agora qualquer arquiteto poderá quantificar o seu trabalho e formar um preço para os seus serviços com o apoio de uma ferramenta de cálculo, desenvolvida pela Secção Regional Sul da Ordem dos Arquitetos.

Não se trata de uma tabela de honorários, cuja implementação está dependente do Estado, nem se pretende com este mecanismo estabelecer qualquer referência para os valores praticados pelos arquitetos.

A Calculadora é uma ferramenta online que permite introduzir os custos inerentes à actividade de cada arquiteto, auxiliando-o a estimar o valor justo de cada projecto, de acordo com um amplo conjunto de parâmetros e com base nos serviços enquadrados na Norma NP 4526:2014 - Serviços prestados pelo arquiteto e pelos arquiteto paisagista no âmbito da construção.

O acesso é reservado aos membros inscritos na OA e registados na Plataforma da Encomenda e está disponível na área pessoal de cada membro registado.



Mais informações aqui.

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domingo, 1 de janeiro de 2017

A Súecia está a mudar uma cidade para outra localização

A cidade de Kiruna, que se localiza no norte da Suécia, foi mudada cerca de 3 quilómetros para leste. Esta cidade foi crescendo ao lado da maior mina de ferro mundial. A companhia estatal Luossavaara-Kiirunavaara AB (LKAB) que explora a mina avisou em 2004 que para continuar com as extrações de ferro teria que realizar escavações ainda mais profundas, o que colocaria em causa os edifícios e monumentos desta cidade sueca. O plano de mudança desenvolve-se ao longo de muitos anos, para não comprometer os negócios locais e consistirá em grande parte em demolição de edifícios e construção de novos na nova localização. A LKAB terá comprado os imóveis dos residentes a 125% do preço de mercado.

A cidade de Kiruna tem alguns edifícios reconhecidos pela sua arquitetura, nomeadamente a igreja de Kiruna, construída em 1912, que foi eleita o edifício mais bonito da Suécia.

Na imagem do The Atlantic que a seguir mostramos pode ver o esquema do plano de deslocalização da cidade de Kiruna.

Um ponto relevante deste processo é que nem só de demolição e construção se faz esta mudança de localização da cidade de Kiruna. Há imóveis que serão transportados desde a localização original até à nova. Veja de seguida o vídeo onde se vê alguns dos imóveis a deslocar a ser transportados por camiões devidamente equipados para o efeito.


Para finalizar deixamos um documentário onde se mostra a forma tranquila como os habitantes de Kiruna estão a lidar com a mudança de localização da sua própria cidade.

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sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Gabriel Couto na Zâmbia

A construtora Gabriel Couto iniciou a empreitada “Mazyopa Drainage Project” em Lusaca, Zâmbia, uma obra de elevada monta - a reabilitação do Sistema de Drenagem em Mazyopa, numa extensão de cerca de 2.6 Km, projeto esse integrado no Sistema de Abastecimento de Água, Drenagem e Saneamento da cidade de Lusaka, a um custo de US$ 17,2 milhões, dos US$ 355 milhões do total investido pela Lusaka Water Supply, Sanitation and Darinage (LWSSD), empresa pública de abastecimento de água, saneamento e drenagem de Lusaca, financiadas pelo governo dos EUA através do Millennium Challenge Corporation (MCC) em parceria com o governo da República da Zâmbia.

Mazyopa é uma linha de água natural, para onde as águas pluviais das descargas de sistema de drenagem confluem. A finalidade deste projeto é melhorar o sistema de drenagem existente, incrementando o eficaz escoamento de águas pluviais em período de chuvas intensas e/ou tempestades para o emissário, a fim de evitar as cíclicas cheias que afetam a população.
O canal de drenagem serpenteia por cerca de 2400m ao longo de uma área de casas informais na margem ocidental, onde se situa o povoado de Mazyopa e por uma área casas inseridas em lotes murados com 140m de frente na margem ocidental.
No final do canal é proposto a construção de uma estrutura para fazer a recolha de todo o lixo e madeiras que sejam arrastados pela corrente e ao mesmo tempo servir de estrutura de dissipadora de energia a par com outras duas que se realização ao longo do canal a montante deste ponto. Para serviço da população local, estão previstas a construção de duas pontes pedonais que atravessarão o canal, bem como a reabilitação de uma existente ponte pedonal suspensa.
A Gabriel Couto, com mais esta empreitada internacional, vê o seu portfólio de obras reforçado nesta área de projetos de infraestruturas hidráulicas, afirmando-se hoje como uma das maiores empresas portuguesas do sector da construção civil além-fronteiras.

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Conclusão das obras do Quartel da GNR de Fafe

A NVE concluiu no final do mês de Novembro a empreitada de construção das novas instalações do Destacamento Territorial da Guarda Nacional Republicana de Fafe, obra que teve início em Dezembro de 2014 na Rua Serpa Pinto, concelho de Fafe, obra de extrema importância para o Município e restante comunidade.

Com um investimento superior a 1 milhão e setecentos mil euros, o novo quartel foi construído na rua Serpa Pinto, no centro da cidade, ocupando a área onde funcionou uma antiga escola e aproveitando um edifício centenário contíguo e resulta de um protocolo entre o Município de Fafe, a Direção Geral de Infraestruturas e Equipamentos do Ministério da Administração Interna e a GNR. Com as novas instalações a GNR pretende a centralização de diversos núcleos operativos num mesmo edifício, melhorando a interação e a comunicação entre os mesmos.

Recorde-se que o Posto Territorial da GNR de Fafe estava instalado num edifício desajustado ao número de efetivos disponíveis e limitativo face ao incremento previsível dos mesmos, as suas instalações eram completamente desadequadas às necessidades atuais exigíveis e a sua localização desarticulada com as dinâmicas da Cidade.

O novo edifício surgiu, no seu alçado principal voltado para a Rua Serpa Pinto como sendo um edifício de rés-do-chão. O corpo situado a norte do terreno e voltado para o Parque tem um andar, no entanto, o mesmo surge com um afastamento ao arruamento principal que retira qualquer impacto visual que o mesmo pudesse ter relativamente ao edifício centenário e à envolvente. A geometria e morfologia do terreno, possibilitou a obtenção de uma solução volumétrica que não retirou a proporção do edifício centenário, e ao mesmo tempo “disfarçou” o volume necessário para a instalação das áreas funcionais necessárias ao correcto funcionamento de um equipamento deste tipo.
O Edifício tem uma área total de cerca de 3000 m2, distribuída por três pisos, o quartel vai contemplar no piso -1 uma garagem, vestiário e arquivo, com uma área de 840 m2, no piso 0, a receção e área administrativa. No piso 1, será instalada a área administrativa e alojamentos, numa área de 570 m2 mais 270 m2, no edifício existente."

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Hospital israelita adota inovação portuguesa

O Tel Aviv Sourasky Medical Center, hospital de excelência no tratamento médico e investigação em saúde, em Israel, selecionou uma inovação da empresa portuguesa Oli, que diminuirá a contaminação nas casas de banho.

A unidade hospitalar de Tel Aviv torna-se na primeira instituição pública de Israel a adotar autoclismos electrónicos. O objetivo é diminuir a taxa de infeções hospitalares e evitar as mortes e complicações associadas a estas doenças.
Os equipamentos selecionados são os autoclismos interiores “OLI74 Sanitarblock” e as placas de acionamento “Electra III”, com um sistema “no touch”, desenvolvidos no Departamento de Investigação e Desenvolvimento e produzidos na fábrica, em Aveiro.

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Ampliação da Wieland Thermal Solutions a cargo da Garcia, Garcia

Líder global na fabricação de produtos semiacabados e na produção de materiais específicos de cobre e ligas de cobre, o Grupo alemão Wieland selecionou a Garcia, Garcia, construtora nacional especializada na conceção e execução de edifícios industriais, para ampliar a unidade da sua divisão Wieland Thermal Solutions, em Esposende. Em função do crescimento evidenciado, o projeto irá reforçar a capacidade de produção da empresa germânica, fomentando a criação de postos de trabalho diretos e indiretos. A Garcia assume a execução e a coordenação da obra, que contempla a construção de uma nova área produtiva (2000 m2), a remodelação do atual edifício de produção (2.000m2) e a construção e reabilitação da área administrativa e social (1.155m2).

Com conclusão prevista para janeiro de 2017, o projeto prevê a construção de uma nova nave industrial, contígua à existente, permitindo a duplicação da área de produção, que passará dos atuais 2.000 m2 para 4.000 m2. Por sua vez, as áreas administrativas existentes serão alvo de uma remodelação e ampliação, dando lugar a novos e funcionais escritórios, estando também projetadas novas áreas sociais para os colaboradores.

“É muito gratificante podermos participar nesta fase de crescimento da Wieland Thermal Solutions. A nossa missão neste projeto é contribuir para que a empresa seja dotada de um espaço dinâmico, que corresponda integralmente às suas necessidades nas suas várias dimensões e garantindo um eficiente aumento da sua capacidade instalada”, explica Carlos Garcia, administrador da construtora.

A fase conceptual do projeto teve em linha de conta alguns desafios e condicionalismos, nomeadamente o reduzido espaço disponível e a necessidade de a empresa se manter em funcionamento. Todos os trabalhos foram planeados e estão a ser executados de modo a não provocarem constrangimentos à atividade laboral da Wieland, assegurando a manutenção das instalações em total funcionamento e a gestão de todas as condições de segurança para todos os que trabalham no complexo.

A nova nave foi projetada em betão pré-fabricado e a existente beneficiou de um reforço estrutural que suportará a ampliação. A expansão da área administrativa e social foi conseguida através da construção de um novo piso sobre a área já existente, o que implicou uma adaptação e reforço da estrutura do edifício. Para além do anterior, todos os espaços foram alvo de significativa remodelação e beneficiação.
Respeitando a linguagem arquitetónica anterior, que era outro dos condicionalismos iniciais, o edifício irá apresentar uma imagem mais atual e afirmadora da modernidade da Wieland. O recurso a novos revestimentos de fachada (área de produção) e ao vidro (área administrativa) irão marcar a imagem do futuro edifício.

Com um volume de negócios de 2,8 biliões de euros, o Grupo Wieland integra aproximadamente 6.800 trabalhadores em todo o mundo.

Por sua vez, a Wieland Thermal Solutions, que pertence ao grupo Wieland, é líder global em soluções para transferência térmica e em tecnologias de deformação, tem 490 trabalhadores, divididos por quatro unidades industriais em Portugal, Estados Unidos, Alemanha e China. No nosso país produz tubos de superfície melhorada para permutadores de calor para a indústria de ar condicionado e refrigeração, assim como para aplicações industriais ligadas à indústria de processos (química, petroquímicos, gás natural, etc.).

A produção da Wieland em Portugal destina-se quase exclusivamente à exportação, nomeadamente, para o mercado europeu e americano. É uma indústria de alta tecnologia e com forte componente de I&D.

Dados do projeto:
Localização: Esposende
Concepção e Construção: Garcia, Garcia
Prazo de Execução: 8 meses
Data prevista de conclusão: janeiro 2017

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Empresa portuguesa requalifica antiga central de gás na Bélgica

A AGM (Agremarco) – empresa de construção civil de Braga – ganhou o projecto de requalificação de uma antiga estação e central de gás na cidade de Sint-Truiden, na Bélgica, um investimento de aproximadamente três milhões de euros e que constitui a maior empreitada alguma vez efectuada pela empresa em território belga. O espaço em causa dará lugar a um edifício com várias valências, entre as quais um centro social, uma escola primária e uma área residencial. Com uma carteira de obras em execução no valor de 6,5 milhões de euros, a empresa bracarense continua a crescer naquele mercado europeu, estratégico na aposta de internacionalização empreendida.

A AGM será assim responsável pela requalificação de um espaço privilegiado no centro daquela cidade, localizada no Norte da Bélgica, tendo a seu cargo a construção de três edifícios, nomeadamente um centro de juventude constituído por salão de festas e auditório, salas de ensaio e centro de dia para jovens, uma escola primária e um complexo residencial que fará a ligação ao espaço urbano residencial envolvente. Sob este espaço será desenvolvido um parque subterrâneo público de dois níveis.

A obra, com uma área aproximada de 24 mil metros quadrados, arranca em Janeiro de 2017, após a conclusão dos trabalhos de despoluição e descontaminação dos solos daquela antiga estação e central de gás, e prevê a realização de toda a estrutura em betão armado, a alvenaria estrutural e não estrutural e o revestimento de fachadas em tijolo face à vista.
“Esta empreitada, a maior até agora entregue pelo cliente à AGM, reflete a confiança na capacidade da empresa e a crescente presença que temos no mercado belga”, sublinha Nuno Vieira, director-geral da AGM, lembrando a propósito que a confiança na equipa técnica suscitou um convite para a AGM participar no planeamento e redefinição de soluções para optimizar custos e tempo. “O cliente pediu-nos para prepararmos a obra em conjunto nos últimos dois meses, no sentido de garantir o arranque da obra em 2017”, conclui.

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