quarta-feira, 26 de abril de 2017

Projetos eólicos na Alemanha

Atualmente, o Planeta Terra vem passando por diversas mudanças climáticas decorrentes do aquecimento global, as principais causas estão relacionadas às práticas não sustentáveis praticadas pelo homem que agridem diretamente o meio ambiente. A degradação do meio ambiente está relacionada ao aumento de alguns gases, principalmente o dióxido de carbono – CO2, o gás metano – CH4, o óxido nitroso – N2O, fluorhidrocarbonos e perfluorocarbononos.

Queimadas, poluição, desmatamento são alguns dos causadores da degradação ambiental e que tem colaborado para o aumento dos efeitos do aquecimento global no qual todos nós atravessamos atualmente. As consequências do aquecimento global estão relacionadas ao degelo das calotas polares, o que eleva o nível dos oceanos, a extinção de algumas espécies de animais, problemas ambientais de ordem ecológica e o aumento das temperaturas médias nos oceanos e atmosfera.

Não há consenso na comunidade científica sobre a ocorrência do aquecimento global, os céticos do clima acreditam que o gás carbónico não é capaz de gerar efeitos conclusivos sobre o clima na questão do efeito estufa. Nessa guerra científica de opiniões adversas, a Conferência do Clima da ONU, COP-21, conseguiu um feito inédito em Paris no ano de 2015 envolvendo quase todos os países do mundo. O Acordo de Paris foi validado por 195 países membros da Convenção do Clima da ONU em um esforço para reduzir as emissões de carbono e conter os efeitos do aquecimento global que valerá a partir de 2020.

E o que os países que assinaram o Acordo de Paris estão fazendo para manter o aquecimento global muito abaixo dos 2º C? Muitos países estão investindo recursos financeiros em projetos de energia renovável, solar, eólica e biomassa, como é o caso da Alemanha. Em 2015, a produção de energia renovável na Alemanha ficou em cerca de 33%, a previsão para 2025 é que 40 a 45% da eletricidade consumida no país seja proveniente de fontes renováveis, ou seja, a meta tende a crescer a cada dez anos muito mais do que o proposto em 2015.
A agência alemã Bundesnetzagentur selecionou por meio de leilão quatro projetos eólicos offshore da Dong Energy e da EnBW que serão desenvolvidos no Mar do Norte com capacidade de 1.490MW, sendo 900MW da EnBW He Dreiht, Dork Borkum Riffgrund II Oeste, Gode Wind 3 e OWP West. As licitações são elegíveis em rodadas de projetos em 2017 e 2018 para os Mares do Norte e Báltico compreendendo um volume total de cerca de 6.000 MW a 7.000MW respectivamente.

A previsão é que os parques eólicos sejam colocados em operação entre os anos de 2021 e 2025, além do que, todos os projetos bem sucedidos terão direito a financiamento ao abrigo da Lei das Fontes de Energia Renováveis e a possibilidade de explorar os parques eólicos durante 25 anos.

E que mais projetos de energia renovável sejam desenvolvidos ao redor do mundo, atitudes como estas tendem a beneficiar todos os habitantes do planeta, consequentemente haverá redução na temperatura, assim esperamos todos nós.

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Artigo escrito por Marisa Fonseca Diniz.

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sexta-feira, 21 de abril de 2017

MSF Engenharia com salários em atraso

A situação da MSF Engenharia é crítica, tendo este ano muitos trabalhadores recebido apenas meio mês de salário. Os atrasos nos pagamentos dos salários variam entre 3 e 7 meses e dependem dos mercados onde a empresa está inserida. A administração da empresa recorreu na semana passada ao mecanismo PER (Processo Especial de Revitalização), convencida e que os credores estarão do seu lado na luta pela viabilização.

BCP e Novo Banco são os principais credores e estão em sintonia com a administração da empresa na procura de uma solução que evite o colapso desta empresa histórica da engenharia portuguesa.

Angola e Qatar são dois dos mercados que mais problemas tem trazido à empresa, sendo os trabalhadores colocados nesses mercados os que têm mais salários em atraso.

A construtora registou um recorde de faturação de 510 milhões de euros (2011) que se reduziu para 120 milhões em 2015 (80% no exterior). Ainda assim, está entre as 10 maiores do sector, operando em 10 países – os mercados mais recentes, com obras rodoviárias, são o sultanato de Omã, Moldávia e Serra Leoa. Nos últimos exercícios tem registado perdas pesadas: 57 milhões, no biénio 2014/15.
A dívida financeira ronda os 120 milhões num passivo que supera os 300 milhões de euros. As dívidas a fornecedores superam os 70 milhões.

Em 2016, a MSF Engenharia contara com boas notícias do lado das barragens da Iberdrola. O consórcio com a Ferrovial ganhara a construção de duas centrais hidroeléctrica, no Alto Tâmega, na zona de Chaves – 170 milhões de euros no total.

A MSF, aliada à Somague, permanece em litígio com o Estado por causa do resgate da concessão do Túnel do Marão. O consórcio reclama em tribunal uma indemnização de 535 milhões de euros, depois do Tribunal Arbitral ter decido um acerto de contas com base na obra executada e não paga (46 milhões).

Fonte: Expresso

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Recuperação da Irmãos Cavaco em risco

A aprovação do plano de recuperação da construtora Irmãos Cavaco está dependente do voto da Caixa Geral de Depósitos (CGD), revelou o administrador judicial da empresa, Francisco Duarte. Esta semana decorreu no Tribunal de Oliveira de Azeméis a assembleia de credores, e 28,5% votaram contra o plano de recuperação da empresa, apresentado pela sua administração. Entre os credores que votaram contra estão o BCP, o Santander Totta, as Finanças e vários trabalhadores da construtora de Santa Maria da Feira.

Um grupo de cinco credores que representam 12,7% dos votos, onde se inclui a CGD, o BIC e a Segurança Social, pediram para votar por escrito no prazo de dez dias. Os votos destes credores vão determinar se o plano de recuperação da Irmãos Cavaco é aprovado ou não, destacando-se neste particular a CGD que sozinha pode chumbar o plano caso o seu voto seja contra.

"Só a Caixa representa 5,1% dos votos, o que quer dizer que se votar contra, automaticamente chegamos aos 33,4% dos votos, que são suficientes para chumbar o plano", disse Francisco Duarte.
A Irmãos Cavaco foi oficialmente declarada insolvente em agosto de 2016, depois de o Supremo Tribunal de Justiça ter revogado o segundo Processo Especial de Revitalização, que estava em curso desde 2015.

Fundada há 40 anos, a Irmãos Cavaco é uma empresa especializada em obras hidráulicas.

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Novotel London Canary Wharf com vista panorâmica de 360º de Londres

Com um design que alia a decoração industrial ao património da zona de Docklands, o mais recente hotel arranha-céus da Novotel oferece uma vista panorâmica de 360º de Londres. Localizado em Canary Wharf, a nova unidade da Novotel abre portas esta semana. O hotel possui 39 andares, 313 quartos, 26 suites, uma piscina, um ginásio de estilo nova-iorquino, um café e bar-restaurante contemporâneo com rooftop, oferecendo uma vista panorâmica de 360º de Londres.

Desde a entrada do hotel, ao mergulhar na Gallery, os hóspedes descobrirão uma impressionante escadaria suspensa com barras de cobre verticais e degraus de carvalho maciço. Esta escadaria é a peça central da decoração de inspiração industrial do hotel, influenciada pela história marítima de Canary Wharf.
A parede vegetal, turquesa e vermelha, decorada com grãos de café arábica, obra do célebre artista Sam Peacock, funde-se com as peças de madeira e metal e as cordas mais escuras, criando um ambiente caloroso de convívio.

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quinta-feira, 20 de abril de 2017

Oferta Formativa do CEEC – ISEL

Durante o próximo mês de Maio o Centro de Estudos de Engenharia Civil do ISEL (Instituto Superior de Engenharia de Lisboa), iniciará três cursos de formação. Estes cursos têm como principal objetivo dar um complemento à formação de um engenheiro civil, e de outras especialidades, mantendo-os atualizados sobre o que hoje se faz. Sendo que, não é obrigatório possuir formação superior.

O curso de Especialização em Facility Management está dividido em 4 módulos de 12h cada e inicia-se a 8 de Maio de 2017 e prolonga-se pelas 4 semanas seguintes de segunda a quinta-feira. Este curso pretende dar resposta à falta de formação em Facility Management e dar conhecimentos no domínio da gestão de contractos e gestão de negócios. Para saber mais clique aqui.

No mesmo dia inicia-se o 2º curso de Inspeção de Construções – Conhecimento e Prática. Este terá apenas 2 módulos. O Módulo I de 16h e decorre durante 2 dias e o Módulo II de 12h durante 1 dia e meio. Este curso está mais voltado para a área da Reabilitação Urbana e pretende fornecer ferramentas para a identificação de anomalias, as suas causas e possível evolução. Este curso é bastante completo passando pelos temas das alvenarias e rebocos, estruturas metálicas, de madeira e de betão armado. Pode consultar aqui mais informações e como se inscrever.

A iniciar a 9 de Maio existe o Curso de Metodologias BIM na Coordenação de Projeto e Gestão de Obras, dividido por 4 Módulos. O principal objetivo deste curso é dotar os seus participantes das melhores práticas de BIM. Esta nova tecnologia começa a dar os primeiros passos em Portugal mas é já muito utilizada noutros países da Europa, prevê-se que o futuro da gestão de projetos irá passar por aqui. Todos os módulos serão ministrados em regime pós-laboral. Pode consultar mais informações aqui.

Estes cursos serão dados no Campus do ISEL, no Edifício Ferreira Cardoso, na sala de formação do Centro de Estudos e Engenharia Civil no piso 0.

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Artigo escrito por Vânia Baptista.

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terça-feira, 18 de abril de 2017

O assentador de pavê mais rápido do mundo

Por vezes o conhecimento prático vai moldando, ou mesmo alterando, o conhecimento previamente aprendido. Neste caso, depois de ver o vídeo que lhe apresentamos, vai mesmo pôr em causa o que aprendeu até agora sobre rendimentos de mão-de-obra de assentamento de pavê. Quantos metros quadrados de pavê assentará este homem por dia? Veja de seguida o vídeo com aquele que será provavelmente o assentador de pavê mais rápido do mundo.

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Honduras é a nova aposta da Gabriel Couto

A construtora portuguesa Gabriel Couto anuncia a sua entrada no mercado da América Latina, com um novo projeto internacional nas Honduras. No âmbito da diversificação geográfica que tem vindo a seguir, esta empresa que é uma das 15 maiores do ranking português, assinou o contrato "Construcción de las Obras para la Rehabilitación de la Carretera de Occidente", obra a executar na região de Copán, Honduras.

As empreitadas foram adjudicadas pelo Estado hondurenho, através da Secretaria de Infraestruturas e Serviços Públicos. São 82 quilómetros de reabilitação, com um pavimento concreto hidráulico com uma espessura de 20 cm para melhorar as secções existentes nas faixas de rodagem e aumentar a largura das referidas vias, reforçando assim a Gabriel Couto a sua carteira em 85 milhões de dólares (80 milhões de euros). Em franca concretização no continente africano, onde em 2016 se realizaram 107 milhões de dólares (101 milhões de euros), cerca de dois terços do volume de negócios da construtora de Vila Nova de Famalicão.
É de salientar que a Gabriel Couto tem selecionado mercados estáveis e menos disputados do continente americano para aprofundar a vocação internacional. Daí também ter já apresentado propostas em concursos na Colômbia e Costa Rica. Apesar de não descurar novas oportunidades na América Latina, esta empresa portuguesa continua a ter no radar novos mercados africanos.

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Criatividade acima do solo

Na Holanda, um gabinete de Design - LOOS.FM - criou um edificação sobreelevada constituída por estrutura metálica e de madeira, fechada com painéis de vidro e usou como elemento decorativo embalagens PET usadas e enviadas para reciclagem. Este espaço denominado como Pavilhão PET vai estar até 31 de dezembro de 2017 em Enschede e nele poder-se-á assistir a palestras, exposições, concertos de música, com o intuito de aproximar a sociedade de temas como a arte, a educação, a sustentabilidade, a inovação e a própria interação social.

Dos mesmos criativos e na mesma cidade, no ano de 2011, foi criado um pavilhão temporário, em forma de Igreja, para receber o Festival Grenswerk. O factor surpresa foi a construção da estrutura com uma espécie de blocos de Legos gigantes. Estes eram nada mais do que blocos de cimentos pintados de várias cores dando a ideia de que se tratavam das peças de plástico que dão largas à imaginação a crianças e adultos.
PET Paviljoen Enschede

O pavilhão, intitulado por Abondantus Giganticus, nos seus imponentes 20 metros de altura, era formado pelos blocos de cimento distribuídos de forma hexagonal, de forma a garantir a ventilação do espaço. Nele foi possível assistir a concertos, jogos desportivos, uma ópera, uma celebração religiosa e um concurso de Legos.
Legochurch - Abondantus Giganticus

No final do festival, a desmontagem foi rápida e simples, estando a estrutura pronta a ser reutilizada noutro lugar.

Apresentam-se de seguida vídeos com a demonstração da construção de ambos os espaços. (Nota: não está traduzido) Aqui, aqui e aqui.

Assim tem-se bons exemplos de criatividade associada à inteligência, à versatilidade, à eficiência, à rapidez e à sustentabilidade.

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Artigo escrito por Catarina Vicente.

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quinta-feira, 13 de abril de 2017

Lisboa ainda é dos lisboetas?

Nos últimos anos temos vindo a assistir a um grande crescimento do turismo em Portugal, com especial foco em Lisboa e no Porto. Este facto é visto por todos como positivo, todos gostamos de ver o nosso país projetado lá fora, sendo bem falado e destino de preferência de muitos estrangeiros. Mas o aumento do turismo não é apenas bom para o nosso ego, também se reflete na economia e prova disso é o investimento na reabilitação de edifícios na zona histórica das cidades para criação de hotéis e alojamento local.

Quem nunca, andando pelo centro de Lisboa, se sentiu o único português daquele local, ao ouvir as várias línguas em seu redor? Ouvimos, espanhol, inglês, italiano, francês… Uma imensidão de línguas diferentes faz-nos pensar se estaremos mesmo em Portugal. E quantos de nós não se atrasou a caminho do trabalho ou se fatigou de andar aos empurrões a turistas? Onde estão os lisboetas? As pessoas que moravam no centro da cidade?

Isso eu não sei, mas sei que há medidas a tomar e projetos sociais a realizar. Não podemos pensar apenas na Lisboa para turismo, mas sim na Lisboa para o lisboeta e para os seus migrantes. Para começar, pensar que a sociedade está a envelhecer, por isso devemos orientar a cidade e os edifícios para os idosas, para atividades recreativas e sociais. Devemos ter em conta as pessoas com mobilidade reduzida e enfrentar os desafios que se colocam em muitos dos edifícios a reabilitar que é a adaptação destes para estas pessoas, como por exemplo a impossibilidade de colocação de um elevador ou uma rampa, e tentando realoja-los nos pisos do rés-do-chão. Mas não só são os mais velhos que querem viver na cidade, também os jovens gostariam de ter oportunidade de formar família onde a história se escreveu, por isso, e sabendo que as famílias são agora menores, deve-se pensar na criação de fogos mais pequenos.
Mas como se pode fazer tudo isto se o que dá dinheiro é investir em alojamento local? A reabilitação é cara e apenas sob um investimento rentável, empresas e construtoras apostam na reabilitação no centro das cidades.

Felizmente existem já alguns projetos pensados para classe média-baixa, como por exemplo o programa “Reabilitar para Arrendar – Habitação Acessível”, promovido pelo Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana, conta com o apoio financeiro do Banco Europeu de Investimento e do Banco de Desenvolvimento do Conselho da Europa e tem como objetivo o financiamento para reabilitar edifícios de idade igual ou superior a 30 anos e que deverão, maioritariamente, destinar-se à habitação sob um regime de renda condicionada.

Também a Câmara Municipal de Lisboa está de olhos postos para esta problemática e iniciou já com um novo Programa de Arrendamento Acessível que consiste no lançamento de concursos públicos “para celebrar com privados contractos de longo prazo para investirem na reabilitação de imóveis municipais ou para construírem de raiz lotes de casas; o investimento de privados será recuperado pelas rendas contratualizadas de casas que no fim do período da exploração regressam à autarquia” diz Fernando Medina em entrevista à Vida Imobiliária.

Em termos legislativos a criação de uma lei que protege as “Lojas Históricas” será um grande passo positivo para a salvaguarda do património português e do que de mais belo e emblemático temos. Ainda assim há, em Portugal, uma enorme falta de legislação para projetos de reabilitação urbana estando ainda em vigor até 2021 o Regime Jurídico Excecional e Temporário da Reabilitação Urbana (RJETRU), que muito tem dado que falar por isentar, determinadas obras de reabilitação, de uma verificação sísmica.

Respondendo à pergunta inicial, Sim, Lisboa ainda é dos lisboetas e continuará a ser se avançarmos para politicas sociais que preservem o património, as pessoas e o que é característico da nossa terra. Tudo isto pode ser alcançado se engenheiros, arquitetos, técnicos, políticos e a população em geral trabalharem em conjunto em prol de um único objetivo, devolver Lisboa aos lisboetas.

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Artigo escrito por Vânia Baptista.

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terça-feira, 11 de abril de 2017

Mercado de arrendamento em Portugal tem cada vez mais procura

O Imovirtual recebeu em 2016 mais de 576 mil novos anúncios de imóveis para venda, mais de 121 mil novos anúncios de imóveis para arrendar e mais de 2.800 novos anúncios de imóveis para arrendamento de férias. Comparativamente com 2015, o ano passado registou um aumento de 20,49% de agências imobiliárias e um aumento de 8,77% utilizadores particulares registados no portal.

Apesar de no ano passado, o número de novos anúncios de imóveis para venda ser bastante superior ao número de novos anúncios para arrendamento, o número de pessoas que contactaram os anunciantes foi superior nos imóveis para arrendamento (290.283) do que nos imóveis para venda (276.891), o que demonstra o enorme interesse pelo mercado de arrendamento em Portugal. No total, em 2016, foram mais de 500 mil pessoas que contactaram anunciantes com imóveis para venda, arrendamento e férias, um aumento de 17% relativamente a 2015. Os contactos entre anunciantes e utilizadores, ascenderam a mais de 1,6 milhões em 2016, um aumento de 20% face ao período homólogo.
Em 2016, junho e novembro foram os meses que registaram um maior número de anúncios de imóveis para venda e janeiro e setembro os meses com maior número de anúncios de imóveis para arrendamento. Para o arrendamento de casas de férias, maio e junho foram os meses mais expressivos.

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