segunda-feira, 20 de novembro de 2017

CCS distinguido como melhor software de orçamentação e controlo de produção

A “Construction Computing Awards” atribuiu o prémio do melhor software em 2017, na categoria de Orçamentação (Estimating) e Controlo de Produção (Valuation), ao Sistema Candy (CCS).

Na sequência deste prémio, os responsáveis do CCS afirmaram que o "Candy System se encontra há 39 anos na vanguarda da tecnologia de orçamentação e gestão da construção. Mas não vamos “dormir à sombra dos louros”; o mercado está em mudança acelerada e a CCS está empenhada em continuar a inovar e responder às alterações e aos requisitos dos nossos clientes, para manter esta posição".

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domingo, 19 de novembro de 2017

BIM em edifícios históricos

Será a partir de hoje que vou estar a aprender sobre BIM (Building Information Modelling) em edifícios históricos ou património construído em Dublin. Assim vou estar a ouvir o que diversos especialistas na Irlanda e do Reino Unido têm estado a efetuar no âmbito do HBIM (Historic Building Information Modelling). Do programa o que se destacou foram os guias para utilização de HBIM em Monumentos Nacionais, Modelação e Conservação.

O que me parece é que neste momento este tipo de técnicas tem sido utilizadas em património contruído dado a sua relevância para cada país. Sendo património, é a cultura de um país que não se quer perder mas garantir o melhor acompanhamento possível da sua evolução, para a sua manutenção e conservação.

Da minha pouca experiência em BIM, que passou em apenas efetuar uma formação na ordem dos engenheiros no final do ano passado, tenho a noção que esta temática é um mundo, mas também é o futuro.
A utilização de BIM para conservação e manutenção de edifícios em Portugal tem ainda pouca expressão. Do que tenho tido conhecimento, aparece mais numa ótica de projeto. Aliás a conservação e manutenção de edifícios numa perspetiva da construção ainda tem pouca expressão a nível nacional. Espero que com HBIM possamos ter um melhor acompanhamento do nosso património construído que é tanto e com características únicas.

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Artigo escrito por Susana Lucas do SEIbySusana.

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sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Casais é a melhor construtora de 2017

A Casais foi distinguida como a Melhor Construtora nacional de 2017 pelos Prémios Construir, evento que é promovido pelo Jornal Construir. A construtora de Braga, com 59 anos de atividade, venceu assim a concorrência dos outros nomeados: Lúcios, Alves Ribeiro e a Garcia, Garcia. Recorde-se que a Garcia, Garcia tinha sido a vencedora na categoria Melhor Construtora em 2016.

A Casais, que se afirma como uma das construtoras nacionais de referência, tem diversificado a sua atividade. Como exemplo dessa diversificação relembramos a aposta num sistema de gestão inteligente de energia.
Na categoria Internacionalização a vencedora foi a Mota-Engil - os outros nomeados eram a Gabriel Couto e a Tecnovia. Durante o ano, entre outras, foi destaque que a Mota-Engil ganhou uma obra de 430 milhões de euros na Colômbia.

Destaque também para o Terminal de Cruzeiros de Lisboa que recebeu o galardão de Melhor Projecto Público e o para o MAAT - Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia que venceu o de Melhor Projecto Privado. Este é mais um entre os vários prémios atribuídos ao MAAT ao longo do ano.

O Melhor Atelier de Arquitetura foi atribuído ao Spaceworkers. O atelier Spaceworkers já tinha estado em destaque no presente ano ao vencer o Archdaily Building of the Year 2017 com o projeto da Casa Cabo de Vila.

O 8 building foi eleito o Melhor Edifício Residencial. Recorde-se que este edifício era o antigo edifício dos CTT em Lisboa e foi reabilitado pela DST.

Para conhecer a lista com todos os vencedores clique aqui.

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quinta-feira, 16 de novembro de 2017

2ª fase da requalificação da praia de Monte Gordo

A Câmara Municipal de Vila Real de Santo António deu início à demolição dos antigos apoios e restaurantes da Praia de Monte Gordo. A operação marca o arranque da II fase de requalificação da praia de Monte Gordo e integra a construção de 18 novos apoios de praia, cujas estruturas serão constituídas por materiais uniformizados que ficarão ao mesmo nível do passadiço inaugurado em julho.

As demolições serão suportadas pelo município e estarão concluídas até ao final de dezembro. Já a construção dos novos apoios terá início em janeiro de 2018, devendo prolongar-se por um prazo de 5 meses.

A intervenção global (passadiço, acessos e restaurantes) está avaliada em 10 milhões de euros e permitirá a conclusão de todas as estruturas e equipamentos associados.
«O objetivo é termos a praia cem por cento funcional no próximo mês de maio, pronta para a próxima época balnear. Orgulho-me de poder dizer que esta é a maior operação de requalificação urbanística e ambiental jamais levada a cabo no nosso concelho», afirma Conceição Cabrita, presidente da Câmara Municipal de VRSA.

«Significa isto que, no próximo Verão, teremos uma praia de excelência, com novos acessos e apoios, em que todos ficam a ganhar. O feedback em relação ao novo passadiço tem sido muito positivo, pelo que esta é já uma aposta ganha», prossegue a autarca.
O projeto de requalificação, aprovado pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA), contempla a construção de 18 novos concessionários - que irão substituir os atuais - sendo futuramente acessíveis quer através do corredor central, quer da marginal.

«Recorde-se que o Plano de Ordenamento da Orla Costeira (POOC), inicialmente aprovado, apenas previa a construção de 8 apoios de praia mas, através da sua revisão e do conjunto de reuniões desenvolvidas entre a Câmara Municipal e a APA, foi possível a instalação de 18 unidades», nota Conceição Cabrita, presidente da Câmara Municipal de VRSA.
Desta forma, todos os empresários que detinham atividade na praia e possuíam a sua situação regularizada não necessitaram de submeter-se a concurso, pondo-se fim ao sistema de licenças precárias que vigorava até ao momento.

O passadiço da praia de Monte Gordo é, atualmente, o maior do género no Sotavento algarvio. Com uma extensão de 3 quilómetros, representa um investimento de um milhão de euros.

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quarta-feira, 15 de novembro de 2017

New Bond Street ultrapassa os Campos Elísios e passa a ser a 3ª localização de comércio mais cara do mundo

O grande aumento de rendas na New Bond Street em Londres fez com que esta zona subisse ao terceiro lugar do ranking apresentado na última edição do estudo Main Streets Across the World, publicado anualmente pela Cushman & Wakefield. A 5ª Avenida em Nova Iorque mantém o primeiro lugar, seguida de Causeway Bay em Hong Kong. Recorde o ranking do ano passado.

O estudo Main Streets Across the World 2017 monitoriza e ordena 421 localizações de retalho em todo o mundo. O ranking apresentado é baseado no valor de renda anual mais elevado em cada país analisado, não incluindo custos de condomínio, impostos locais e outras despesas de ocupação. Nesta edição, o estudo inclui um ranking de 68 localizações, a mais cara por país analisado.

A renda de comércio mais alta do mundo, 5ª Avenida, chega aos 28.262 euros anuais por metro quadrado, enquanto em Hong Kong o valor ronda os 25.673 euros anuais.

Por sua vez, a New Bond Street registou este ano valores de renda de 16.200 euros (m2/ano). A Via Montenapoleone em Milão, onde se registou uma subida de 12,5% nas rendas, passou a ocupar o 4º lugar no ranking com 13.500 euros (m2/ano) e os Campos Elísios (Paris) que este ano desceram da terceira para a quinta posição do ranking, mantêm-se no mesmo valor - 13.255 euros (m2/ano).

Em Portugal a localização mais cara é o Chiado em Lisboa, que mesmo tendo registado uma valorização de 15% na sua renda de referência (situando-se hoje nos €1.380/m² /ano) manteve a sua posição no ranking face a 2016, ocupando o 33º lugar.
Segundo Marta Esteves Costa, associate e diretora do departamento de research & consultoria da Cushman & Wakefield, “O forte crescimento do formato de rua em todo o mundo justifica a estabilidade de Lisboa no ranking. Ainda assim, o dinamismo e atratividade do comércio de rua em Lisboa e no Porto mantiveram-se ao longo de 2017, fruto do crescimento do turismo e do aumento muito significativo dos projetos de reabilitação urbana que trouxeram às nossas ruas quantidade e sobretudo uma maior qualidade da oferta de retalho neste formato”.

Os valores de mercado nas restantes zonas de Lisboa e também na cidade do Porto retratam um mercado em crescimento, registando uma evolução positiva desde 2013. Em Lisboa, a renda prime na Avenida da Liberdade situa-se nos €1.140m²/ano e na Baixa nos €960/m²/ano. No Porto os valores são inferiores, mas revelam crescimentos equivalentes, no 3º trimestre de 2017 a renda na Rua de Sta. Catarina cifrava-se nos €690/m²/ano.

Nos primeiros 9 meses do ano as cidades de Lisboa e Porto foram responsáveis por mais de 200 novas operações de arrendamento que ultrapassaram os 50.000 m2 de área ocupada. Lisboa continua a liderar a procura, tendo sido responsável por 80% dos espaços transacionados.

Para ver o ranking completo clique aqui.

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terça-feira, 14 de novembro de 2017

Elétrica estreia-se na Exponor com o melhor do setor eletrónico

A primeira edição da Elétrica, uma feira dedicada ao setor elétrico e eletrónico, chega à Exponor já entre os dias 23 e 26 de novembro, e pretende ser o ponto de encontro de excelência da oferta e da procura nas mais diversas áreas deste setor.

A decorrer em simultâneo com a Concreta 2017, a Elétrica assume-se desde já como o espaço privilegiado para o estabelecimento de pontes entre as empresas que desenvolvem atividade industrial, comercial, investigação tecnológica e/ou formação profissional no âmbito do setor elétrico, eletrónico, energia e telecomunicações, mas também pretende ser o palco para todos aqueles que fornecem produtos e soluções nas referidas áreas, assim como para quem procura fornecedores capazes, que permitam ajudar a desenvolver os negócios.
Contando com uma forte componente expositiva, a Elétrica desenvolverá um ambicioso programa de atividades paralelas, como conferências, seminários e exposições temáticas.
Na Exponor será ainda possível encontrar as mais recentes novidades em máquinas elétricas e industriais, fios e cabos, aparelhagem e sistemas de medida, controlo e automatismos, sistemas eletrónicos e de telecomunicações, eletrónica de consumo, eletrodomésticos, engenharia de software e sistemas de informação, lâmpadas ou material para iluminação, são algumas das valências que podem ser visitadas na Elétrica.
Numa época em que as questões energéticas, ambientais e de sustentabilidade estão na ordem do dia, a Exponor conta com uma adesão significativa de empresas expositoras, nomeadamente as que se apresentam com maior representatividade nos seus respetivos mercados, elevando o potencial de negócio entre os expositores e os visitantes qualificados que, normalmente, visitam estes eventos.

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Sustentabilidade do novo Terminal de Cruzeiros de Lisboa assegurada pela Oli

O novo Terminal de Cruzeiros de Lisboa, a nova porta de entrada da capital, inaugurado pelo primeiro-ministro, António Costa, na última sexta-feira, foi equipado pela Oli, ao nível dos espaços de banho e do sistema de drenagem de água pluviais.

A eficiência hídrica da infraestrutura de 13.800m², da autoria do arquiteto João Luís Carrilho, será assegurada, nos WC’s, pelos autoclismos interiores “OLI 74 PLUS” e as placas de comando “Slim Mate” e “Slim Inox”, e na drenagem de águas pluviais, pelos sistemas sinfónicos “Triplus” e “Rainplus”, que permitem a reutilização hídrica.
O novo Terminal de Cruzeiros de Lisboa junta-se, assim, a outros recentes projetos arquitectónicos de referência equipados pela marca portuguesa, nomeadamente as sedes da EDP e da Polícia Judiciária, a nova Basílica do Santuário de Fátima ou a renovada Torre dos Clérigos.

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Reabilitação da construção e inovação

A reabilitação da construção é uma área de múltiplos interesses, dado que por vezes podem se verificar patologias não comuns e necessidade de particularidades no âmbito da intervenção. Essas necessidades podem ser consideradas como um potencial.

Existindo sempre alguma particularidade que necessita de uma intervenção distinta, pode mesmo potenciar a inovação. Existe hoje em dia cada vez mais novos materiais com potencial de aplicação específico a determinado tipo de intervenção.

A reabilitação pode ser mesmo uma área com um potencial elevado de investigação e desenvolvimento. Temos cada vez mais distintas patologias que tendo em conta os materiais e processos construtivos onde se encontram necessitam de avaliação, pesquisa e criação de soluções adaptáveis.

Por isso é tão comum hoje em dia, existir cada vez mais soluções específicas e inovadoras para determinadas condições funcionais do edificado a intervir.
Por exemplo o BIM (Building Information Modelling) pode ter o seu contributo nesta inovação. Dado o seu potencial de recolha de informação pode permitir recolher dados verificar soluções de uma forma consolidada e simular intervenções.

Durante a próxima semana irei dar novidades sobre a aplicação do BIM em edifícios históricos.

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Artigo escrito por Susana Lucas do SEIbySusana.

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sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Gabriel Couto contrói empreendimento Off Liberdade em Lisboa

A Gabriel Couto é a empresa responsável pela construção do novo empreendimento residencial do Grupo Level Constellation em Lisboa, o “Off Liberdade”. A Level Constellation é uma sociedade de direito português fundada em 2014 por um grupo de investidores chineses, sendo o seu propósito a realização de investimentos no sector imobiliário em Portugal e a promoção e venda de produtos imobiliários na China e em Portugal. A Level Constellation, como entidade promotora, pretende com este projeto, que tem assinatura do arquiteto Manuel Pardal Monteiro, valorizar um novo conceito e uma nova forma de viver numa das zonas mais movimentadas de Lisboa.

Localizado na Rua do Salitre - que lidera o top das “artérias” com a habitação mais cara à venda em Portugal - o “Off Liberdade” encontra-se a apenas 85 metros da Avenida da Liberdade e a 130 metros da Estação de Metro da Avenida, este condomínio com piscina será composto por 15 apartamentos (TO e T1 duplex), de extrema sofisticação.
«Ter o apartamento numa Lisboa mais tranquila e recatada e em simultâneo ter a nobre vizinhança da mais extraordinária e cosmopolita artéria de Portugal é, sem dúvida, uma mais-valia para quem pretende usufruir de elevada qualidade de vida», salienta Pedro Vicente, diretor-geral da Level Constellation.
O “Off Liberdade” vai ser um pequeno oásis privado no centro da cidade de Lisboa. Ao ser pensado para corações jovens, este empreendimento mistura com sucesso a emoção e a funcionalidade, trazendo a natureza para o seu interior, com um pátio e piscina comum no piso térreo, onde a vegetação domina a paisagem e terá uma notável gestão do espaço.
Ao nível da imagem urbana, as novas fachadas pretendem manter a sua integração na área envolvente. Assim, na fachada principal, o projeto contempla uma métrica de vãos em alinhamento vertical, com a marcação de um eixo central, de acordo com a predominância da zona, e uma composição cromática idêntica à existente. No piso térreo valorizou-se a criação de uma zona de lazer, ligada ao logradouro e acessível através do átrio de habitação, onde será introduzida uma magnífica piscina.
Pelas suas caraterísticas específicas e pela sua localização estratégica e centralidade, este novo empreendimento residencial “Off Liberdade” faz um duplo convite, quer ao mercado nacional, quer ao mercado internacional.
Recorde-se que a responsável pelo “Off Liberdade”, Level Constellation, opera em Portugal há mais de dois anos, tendo já investido mais de 50 milhões de euros em Lisboa. «Desenhámos sempre um produto para um mercado global, mas marcadamente português, com integral respeito pela área sensível em que se insere», acrescenta Pedro Vicente, diretor-geral da Level Constellation.

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quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Ecovisão presente na COP23, em Bona

O projeto “Roadmap dos Resíduos em Cabo Verde” será apresentado na 23ª. Conferência das Partes (COP23), no âmbito da Convenção-Quadro das Nações Unidas para as Alterações Climáticas (na sigla inglesa UNFCCC) que decorre em Bona, de 6 a 17 de novembro de 2017.

A Conferência das Partes da Convenção é o órgão de decisão supremo da UNFCCC. Sob esta Convenção internacional e no âmbito do Acordo de Paris adotado em dezembro de 2015, todos os países desenvolvidos e em desenvolvimento assumiram compromissos de redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE) e em prol de um desenvolvimento de baixo carbono resiliente. A COP 23 irá dar continuidade às negociações em curso com vista à adoção na próxima Conferência sobre Alterações Climáticas, em Katowice, na Polónia no final de 2018, as regras de implementação do Acordo de Paris.

A Agência Nacional de Águas e Saneamento de Cabo Verde e a Euronatura, em conjunto com a Ecovisão, na qualidade de líder do consórcio executante Ecovisão/AdPi/TESE, irá apresentar o projeto em curso sob o tema “Roadmap in Cabo Verde – Waste management in a multi-island African State”, que ocorrerá, no dia 16 de novembro, às 15H00, num side event oficial, facilitado pelo Secretariado da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (UNFCCC) na sala de reuniões 9, da “Bonn Zone” da conferência.


Ainda como informação adicional, foram submetidas cerca de 800 propostas para side events e apenas aprovados 136, entre os quais o side event de Cabo Verde – “Roadmap in Cape Verde – Waste management in a multi-island African State”.

O Roadmap dos resíduos em Cabo Verde, está a ser desenvolvido desde dezembro de 2014, e conta com o apoio da Cooperação Portuguesa, através do financiamento do Fundo Ambiental.

Ecovisão é uma empresa multinacional de engenharia e serviços ambientais, pertencente ao Grupo Elevo. Desde a sua fundação, em 1995, já desenvolveu mais de 1500 projetos em mais de 16 países, 4 continentes, nas áreas de estudos ambientais, resíduos orgânicos e bioenergia, água e saneamento, segurança alimentar, implementação de normativos técnicos, formação profissional, entre outros.

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