terça-feira, 21 de novembro de 2017

Somague vai despedir mais de 300 trabalhadores

A Somague iniciou um processo de despedimento coletivo de mais de 300 trabalhadores em Portugal. Albano Ribeiro, presidente do Sindicato da Construção, em declarações ao ECO adianta que: “o que está aqui em causa é o despedimento de centenas de trabalhadores, nem sabemos o número exato”. Albano Ribeiro acrescenta ainda que "a Somague já, em 2015, tinha despedido 270 trabalhadores e agora volta a despedir", o que torna a situação ainda mais grave.

Recentemente a Somague tinha declarado não ter capacidade para manter os 800 trabalhadores que a empresa tem em Portugal. No início do ano existiram salários em atraso, mas a situação está entretanto regularizada.

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segunda-feira, 20 de novembro de 2017

O país vai parar por falta de engenheiros civis?

A Ordem dos Engenheiros voltou a alertar para o perigo iminente que o país enfrenta. E que perigo é esse? A falta de engenheiros civis. Diz a Ordem, na pessoa de Bento Aires, em declarações ao Negócios, que "o problema que se enfrenta neste momento é a ausência de mão-de-obra qualificada para a construção civil, incluindo de profissionais de engenharia civil". Recorde-se que recentemente o Bastonário da Ordem dos Engenheiros, Carlos Mineiro Alves, também tinha alertado para o risco do país ter que importar engenheiros civis. E que uns meses antes tinha alertado para o défice de engenheiros civis em Portugal.

"Em breve vamos estar a importar mão-de-obra e a abrir o mercado da construção civil a empresas estrangeiras", avisa Bento Aires, lembrando que "Portugal, para continuar a crescer, precisa de mais habitação, mais mobilidade, mais serviços, mais oferta turística, mas de forma sustentada".

Devido à " falta de valorização do trabalho dos engenheiros, com remuneração por hora", Bento Aires alerta que a situação "está a encaminhar-se para que, a breve trecho, os engenheiros vão deixar de trabalhar ao preço que o mercado está habituado e o país vai parar porque deixa de haver produção de construção civil".
A Ordem insiste nesta tecla de que em breve haverá falta de engenheiros civis no país. A realidade insiste em mostrar que há muitos desempregados, muitos que mudaram de área e muitos que emigraram "forçados". Na sua opinião a realidade desmente a Ordem, ou uma coisa não invalida a outra?

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Sá Machado reabilita fábrica da Lacticínios de Azeméis

Até final de 2018, a Lacticínios de Azeméis investe mais de 5 milhões de euros na modernização, melhoramento e aumento da sua produção, onde uma componente significativa é dedicada à reabilitação da unidade fabril em Oliveira de Azeméis. Nesta unidade são produzidos os queijos e manteigas da conhecida marca, Universal.

Com projecto de arquitectura do atelier OFFA, a intervenção na fábrica prevê a instalação de equipamentos de elevada eficiência energética, instalação de grupo de geração de energia solar e eólica, melhoria de revestimentos térmicos, acústico e estéticos, compartimentação de sectores e reformulação das instalações de águas, AVAC e electricidade.
A Sá Machado encontra-se a executar toda a empreitada de reabilitação da fábrica. Até final do presente ano, ficará concluída a 1ª fase de intervenção, associada à área produtiva. A totalidade do projecto será concluída até final de 2018.

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CCS distinguido como melhor software de orçamentação e controlo de produção

A “Construction Computing Awards” atribuiu o prémio do melhor software em 2017, na categoria de Orçamentação (Estimating) e Controlo de Produção (Valuation), ao Sistema Candy (CCS).

Na sequência deste prémio, os responsáveis do CCS afirmaram que o "Candy System se encontra há 39 anos na vanguarda da tecnologia de orçamentação e gestão da construção. Mas não vamos “dormir à sombra dos louros”; o mercado está em mudança acelerada e a CCS está empenhada em continuar a inovar e responder às alterações e aos requisitos dos nossos clientes, para manter esta posição".

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domingo, 19 de novembro de 2017

BIM em edifícios históricos

Será a partir de hoje que vou estar a aprender sobre BIM (Building Information Modelling) em edifícios históricos ou património construído em Dublin. Assim vou estar a ouvir o que diversos especialistas na Irlanda e do Reino Unido têm estado a efetuar no âmbito do HBIM (Historic Building Information Modelling). Do programa o que se destacou foram os guias para utilização de HBIM em Monumentos Nacionais, Modelação e Conservação.

O que me parece é que neste momento este tipo de técnicas tem sido utilizadas em património contruído dado a sua relevância para cada país. Sendo património, é a cultura de um país que não se quer perder mas garantir o melhor acompanhamento possível da sua evolução, para a sua manutenção e conservação.

Da minha pouca experiência em BIM, que passou em apenas efetuar uma formação na ordem dos engenheiros no final do ano passado, tenho a noção que esta temática é um mundo, mas também é o futuro.
A utilização de BIM para conservação e manutenção de edifícios em Portugal tem ainda pouca expressão. Do que tenho tido conhecimento, aparece mais numa ótica de projeto. Aliás a conservação e manutenção de edifícios numa perspetiva da construção ainda tem pouca expressão a nível nacional. Espero que com HBIM possamos ter um melhor acompanhamento do nosso património construído que é tanto e com características únicas.

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Artigo escrito por Susana Lucas do SEIbySusana.

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sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Casais é a melhor construtora de 2017

A Casais foi distinguida como a Melhor Construtora nacional de 2017 pelos Prémios Construir, evento que é promovido pelo Jornal Construir. A construtora de Braga, com 59 anos de atividade, venceu assim a concorrência dos outros nomeados: Lúcios, Alves Ribeiro e a Garcia, Garcia. Recorde-se que a Garcia, Garcia tinha sido a vencedora na categoria Melhor Construtora em 2016.

A Casais, que se afirma como uma das construtoras nacionais de referência, tem diversificado a sua atividade. Como exemplo dessa diversificação relembramos a aposta num sistema de gestão inteligente de energia.
Na categoria Internacionalização a vencedora foi a Mota-Engil - os outros nomeados eram a Gabriel Couto e a Tecnovia. Durante o ano, entre outras, foi destaque que a Mota-Engil ganhou uma obra de 430 milhões de euros na Colômbia.

Destaque também para o Terminal de Cruzeiros de Lisboa que recebeu o galardão de Melhor Projecto Público e o para o MAAT - Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia que venceu o de Melhor Projecto Privado. Este é mais um entre os vários prémios atribuídos ao MAAT ao longo do ano.

O Melhor Atelier de Arquitetura foi atribuído ao Spaceworkers. O atelier Spaceworkers já tinha estado em destaque no presente ano ao vencer o Archdaily Building of the Year 2017 com o projeto da Casa Cabo de Vila.

O 8 building foi eleito o Melhor Edifício Residencial. Recorde-se que este edifício era o antigo edifício dos CTT em Lisboa e foi reabilitado pela DST.

Para conhecer a lista com todos os vencedores clique aqui.

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quinta-feira, 16 de novembro de 2017

2ª fase da requalificação da praia de Monte Gordo

A Câmara Municipal de Vila Real de Santo António deu início à demolição dos antigos apoios e restaurantes da Praia de Monte Gordo. A operação marca o arranque da II fase de requalificação da praia de Monte Gordo e integra a construção de 18 novos apoios de praia, cujas estruturas serão constituídas por materiais uniformizados que ficarão ao mesmo nível do passadiço inaugurado em julho.

As demolições serão suportadas pelo município e estarão concluídas até ao final de dezembro. Já a construção dos novos apoios terá início em janeiro de 2018, devendo prolongar-se por um prazo de 5 meses.

A intervenção global (passadiço, acessos e restaurantes) está avaliada em 10 milhões de euros e permitirá a conclusão de todas as estruturas e equipamentos associados.
«O objetivo é termos a praia cem por cento funcional no próximo mês de maio, pronta para a próxima época balnear. Orgulho-me de poder dizer que esta é a maior operação de requalificação urbanística e ambiental jamais levada a cabo no nosso concelho», afirma Conceição Cabrita, presidente da Câmara Municipal de VRSA.

«Significa isto que, no próximo Verão, teremos uma praia de excelência, com novos acessos e apoios, em que todos ficam a ganhar. O feedback em relação ao novo passadiço tem sido muito positivo, pelo que esta é já uma aposta ganha», prossegue a autarca.
O projeto de requalificação, aprovado pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA), contempla a construção de 18 novos concessionários - que irão substituir os atuais - sendo futuramente acessíveis quer através do corredor central, quer da marginal.

«Recorde-se que o Plano de Ordenamento da Orla Costeira (POOC), inicialmente aprovado, apenas previa a construção de 8 apoios de praia mas, através da sua revisão e do conjunto de reuniões desenvolvidas entre a Câmara Municipal e a APA, foi possível a instalação de 18 unidades», nota Conceição Cabrita, presidente da Câmara Municipal de VRSA.
Desta forma, todos os empresários que detinham atividade na praia e possuíam a sua situação regularizada não necessitaram de submeter-se a concurso, pondo-se fim ao sistema de licenças precárias que vigorava até ao momento.

O passadiço da praia de Monte Gordo é, atualmente, o maior do género no Sotavento algarvio. Com uma extensão de 3 quilómetros, representa um investimento de um milhão de euros.

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quarta-feira, 15 de novembro de 2017

New Bond Street ultrapassa os Campos Elísios e passa a ser a 3ª localização de comércio mais cara do mundo

O grande aumento de rendas na New Bond Street em Londres fez com que esta zona subisse ao terceiro lugar do ranking apresentado na última edição do estudo Main Streets Across the World, publicado anualmente pela Cushman & Wakefield. A 5ª Avenida em Nova Iorque mantém o primeiro lugar, seguida de Causeway Bay em Hong Kong. Recorde o ranking do ano passado.

O estudo Main Streets Across the World 2017 monitoriza e ordena 421 localizações de retalho em todo o mundo. O ranking apresentado é baseado no valor de renda anual mais elevado em cada país analisado, não incluindo custos de condomínio, impostos locais e outras despesas de ocupação. Nesta edição, o estudo inclui um ranking de 68 localizações, a mais cara por país analisado.

A renda de comércio mais alta do mundo, 5ª Avenida, chega aos 28.262 euros anuais por metro quadrado, enquanto em Hong Kong o valor ronda os 25.673 euros anuais.

Por sua vez, a New Bond Street registou este ano valores de renda de 16.200 euros (m2/ano). A Via Montenapoleone em Milão, onde se registou uma subida de 12,5% nas rendas, passou a ocupar o 4º lugar no ranking com 13.500 euros (m2/ano) e os Campos Elísios (Paris) que este ano desceram da terceira para a quinta posição do ranking, mantêm-se no mesmo valor - 13.255 euros (m2/ano).

Em Portugal a localização mais cara é o Chiado em Lisboa, que mesmo tendo registado uma valorização de 15% na sua renda de referência (situando-se hoje nos €1.380/m² /ano) manteve a sua posição no ranking face a 2016, ocupando o 33º lugar.
Segundo Marta Esteves Costa, associate e diretora do departamento de research & consultoria da Cushman & Wakefield, “O forte crescimento do formato de rua em todo o mundo justifica a estabilidade de Lisboa no ranking. Ainda assim, o dinamismo e atratividade do comércio de rua em Lisboa e no Porto mantiveram-se ao longo de 2017, fruto do crescimento do turismo e do aumento muito significativo dos projetos de reabilitação urbana que trouxeram às nossas ruas quantidade e sobretudo uma maior qualidade da oferta de retalho neste formato”.

Os valores de mercado nas restantes zonas de Lisboa e também na cidade do Porto retratam um mercado em crescimento, registando uma evolução positiva desde 2013. Em Lisboa, a renda prime na Avenida da Liberdade situa-se nos €1.140m²/ano e na Baixa nos €960/m²/ano. No Porto os valores são inferiores, mas revelam crescimentos equivalentes, no 3º trimestre de 2017 a renda na Rua de Sta. Catarina cifrava-se nos €690/m²/ano.

Nos primeiros 9 meses do ano as cidades de Lisboa e Porto foram responsáveis por mais de 200 novas operações de arrendamento que ultrapassaram os 50.000 m2 de área ocupada. Lisboa continua a liderar a procura, tendo sido responsável por 80% dos espaços transacionados.

Para ver o ranking completo clique aqui.

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terça-feira, 14 de novembro de 2017

Elétrica estreia-se na Exponor com o melhor do setor eletrónico

A primeira edição da Elétrica, uma feira dedicada ao setor elétrico e eletrónico, chega à Exponor já entre os dias 23 e 26 de novembro, e pretende ser o ponto de encontro de excelência da oferta e da procura nas mais diversas áreas deste setor.

A decorrer em simultâneo com a Concreta 2017, a Elétrica assume-se desde já como o espaço privilegiado para o estabelecimento de pontes entre as empresas que desenvolvem atividade industrial, comercial, investigação tecnológica e/ou formação profissional no âmbito do setor elétrico, eletrónico, energia e telecomunicações, mas também pretende ser o palco para todos aqueles que fornecem produtos e soluções nas referidas áreas, assim como para quem procura fornecedores capazes, que permitam ajudar a desenvolver os negócios.
Contando com uma forte componente expositiva, a Elétrica desenvolverá um ambicioso programa de atividades paralelas, como conferências, seminários e exposições temáticas.
Na Exponor será ainda possível encontrar as mais recentes novidades em máquinas elétricas e industriais, fios e cabos, aparelhagem e sistemas de medida, controlo e automatismos, sistemas eletrónicos e de telecomunicações, eletrónica de consumo, eletrodomésticos, engenharia de software e sistemas de informação, lâmpadas ou material para iluminação, são algumas das valências que podem ser visitadas na Elétrica.
Numa época em que as questões energéticas, ambientais e de sustentabilidade estão na ordem do dia, a Exponor conta com uma adesão significativa de empresas expositoras, nomeadamente as que se apresentam com maior representatividade nos seus respetivos mercados, elevando o potencial de negócio entre os expositores e os visitantes qualificados que, normalmente, visitam estes eventos.

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Sustentabilidade do novo Terminal de Cruzeiros de Lisboa assegurada pela Oli

O novo Terminal de Cruzeiros de Lisboa, a nova porta de entrada da capital, inaugurado pelo primeiro-ministro, António Costa, na última sexta-feira, foi equipado pela Oli, ao nível dos espaços de banho e do sistema de drenagem de água pluviais.

A eficiência hídrica da infraestrutura de 13.800m², da autoria do arquiteto João Luís Carrilho, será assegurada, nos WC’s, pelos autoclismos interiores “OLI 74 PLUS” e as placas de comando “Slim Mate” e “Slim Inox”, e na drenagem de águas pluviais, pelos sistemas sinfónicos “Triplus” e “Rainplus”, que permitem a reutilização hídrica.
O novo Terminal de Cruzeiros de Lisboa junta-se, assim, a outros recentes projetos arquitectónicos de referência equipados pela marca portuguesa, nomeadamente as sedes da EDP e da Polícia Judiciária, a nova Basílica do Santuário de Fátima ou a renovada Torre dos Clérigos.

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