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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Conheça o júri do “Prémio Nacional do Imobiliário”

Já são conhecidos os jurados que vão avaliar as candidaturas ao “Prémio Nacional do Imobiliário”. Almeida Guerra, presidente da Rockbuilding, o arquiteto Regino Cruz, Paulo Silva, diretor-geral da Aguirre Newman, César Neto, diretor-geral da Renascimóvel, e Eduardo Abreu, partner da Neoturis, são as personalidades que integram o júri destes que são considerados os “Óscares” do Imobiliário em Portugal.

Aos cinco elementos do júri junta-se Joaquim Pereira de Almeida, diretor da Magazine Imobiliário que coordena as reuniões de júri.

Até 27 de fevereiro mantêm-se abertas as inscrições para o “Prémio Nacional do Imobiliário / Melhor Empreendimento do Ano”. As candidaturas às categorias Habitação, Escritórios, Comércio, Equipamentos Coletivos, Turismo e Reabilitação podem ser submetidas online no site da Magazine Imobiliário.

O concurso admite a candidatura de todos os empreendimentos ou fases autónomas de empreendimentos situados em território português e cuja construção tenha sido concluída entre 1 de Janeiro de 2013 e 31 de Dezembro de 2014.

As candidaturas dos empreendimentos são apresentadas pelos respetivos promotores, podendo também ser apresentadas pelos seus construtores, projetistas ou mediadores de comercialização, nestes casos com a concordância expressa dos respetivos promotores.
A Gala dos “Óscares” do Imobiliário, que visa premiar o que de melhor se tem feito em Portugal no sector ao longo dos últimos anos, decorrerá a 9 de Abril no Palacete do Hotel Tivoli, em Lisboa.

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Bysteel concorre aos European Business Awards

A bysteel, empresa do grupo dst, referência na engenharia e construção de estruturas metálicas, está a concorrer aos conceituados Prémios “European Business Awards” que reúnem importantes empresas de 33 países europeus, para o título de “National Public Champion”, na categoria de Import/Export, após ter conquistado a atribuição do título de “National Champion”. A empresa bracarense tem já disponível online o seu vídeo institucional e vai agora competir com todos os outros participantes através de uma votação já aberta ao público, e que decorrerá até 24 de fevereiro de 2014.

A segunda fase da votação do público terá lugar entre 3 de março e 16 de abril, onde será consagrado um único campeão europeu de entre os campeões nacionais, anunciado e premiado na Gala do Prémio a realizar em maio de 2015.

Para votar na apresentação do vídeo corporativo - onde o administrador da bysteel, Rodrigo Crespo de Araújo, apresenta uma perspetiva global do negócio e do sucesso da atividade da empresa em Portugal e no estrangeiro - basta aceder ao website www.businessawardseurope.com, selecionar “Portugal” na lista de bandeiras dos países participantes e escolher o vídeo “bysteel - dst group” nas opções de vídeos dos concorrentes. Competem pelo título de Campeão Nacional um total de 709 empresas representantes de 33 países europeus, um recorde de participações nos EBA 2014/15, patrocinados pela RSM International.
Para José Teixeira, presidente do grupo dst, “será um reconhecimento de todo o trabalho realizado pela bysteel se alcançarmos o objetivo de nos tornarmos “National Public Champion” nos conceituados European Business Awards, uma das competições mais importantes na Europa e presidida por um júri altamente qualificado.”

Os European Business Awards (EBA) são um reconhecimento internacional que vem premiar a inovação, excelência e sustentabilidade assim como a ética empresarial das melhores empresas europeias. Em 2013, votaram online mais de 95 mil pessoas nas suas empresas preferidas.

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terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Bosch reforça a área de Tecnologias de Energia e Construção com a aquisição da Climatec

A Robert Bosch da América do Norte adquiriu a Climatec, LLC, fornecedor líder de eficiência energética, automação de edifícios e segurança para o mercado dos Estados Unidos. Com sede em Phoenix, AZ, a Climatec, LLC registou vendas de 170 milhões de dólares (128 milhões de euros) em 2013. De acordo com dados preliminares, a Climatec aumentou as vendas em 2014 para cerca de 190 milhões de dólares (143 milhões de euros). A empresa emprega cerca de 670 colaboradores num total de doze escritórios no Arizona, Califórnia, Nevada e Texas. A Climatec tem tido uma participação maioritária da Pegasus Capital Advisors, L.P. desde abril de 2012. Os termos da transação não foram divulgados.

“Com a aquisição da Climatec, estamos a expandir a nossa presença no mundo e em especial no mercado em crescimento da América do Norte, a fortalecer o nosso portfólio e a tornarmo-nos num fornecedor global de soluções na área da energia, automação de edifícios e serviços de segurança”, afirma Dr. Stefan Hartung, membro do conselho de administração da Bosch, responsável pela área de negócio de Tecnologia Energia e Construção. “O espírito empreendedor, conhecimento da indústria, foco no consumidor e valores culturais que fizeram da Climatec uma empresa de sucesso são um excelente parceiro para a Bosch. O nosso conhecimento tecnológico em aquecimento, serviços de energia, sistemas de segurança, software, sensores e tecnologia de armazenamento em conjunto com o portfólio da Climatec preveem que a Bosch atinja, em 2020, vendas de 8 mil milhões de euros no setor de negócio das Tecnologias de Energia e Construção.”

“Ao longo dos seus 40 anos de história, a Climatec estabeleceu-se como um fornecedor de confiança em soluções de conforto, segurança e eficiência em quase todos os segmentos de construção. Fiquei impressionado com a determinação da Bosch em criar um ambiente que preserva o nosso modelo de negócio e foco no cliente ", afirma Terry Keenen, presidente da Climatec, LLC. "Estou confiante de que esta aquisição vai fortalecer a nossa posição para um crescimento sustentado, beneficiando os nossos consumidores e colaboradores".

Competências integradas para um mercado em crescimento
O mercado de serviços integrados de energia, automação de edifícios e integração de sistemas está a crescer significativamente não só nos Estados Unidos mas em todo o mundo. Como as necessidades globais de energia duplicaram nas últimas quatro décadas, a procura de eficiência energética por parte do consumidor tem aumentado. E os últimos anos assistiram a uma maior procura por conforto, conectividade e segurança. O aumento dos custos de energia, os sistemas de energia cada vez mais complexos e uma alteração do ambiente regulamentar fomentam grandes oportunidades de crescimento no setor de construção residencial e comercial, bem como o segmento de serviços.

O setor das Tecnologias Energia e Construção combina diversas áreas de expertise: amplo conhecimento de sistemas técnicos em sistemas de videovigilância, intrusão e deteção de incêndio, controlo de acesso, alarmes, sistemas de evacuação e de endereço público; áudio profissional e sistemas de conferência; bem como sistemas de aquecimento de água e de aquecimento central. Como líder global de mercado em sensores microeletromecânicos (MEMS), a Bosch oferece tecnologia de software e de sensores para conectividade da “internet das coisas”. A empresa oferece também serviços de gestão de energia, monitorização remota, e manipulação de processos de negócio.

A Climatec é reconhecida na indústria da construção como um integrador de sistemas de construção essenciais, incluindo serviços de energia, automação de edifícios e integração de sistemas de segurança no mercado dos EUA. A empresa presta serviços de consultoria, planeamento, implementação e gestão remota 24/7 de soluções globais de conforto, segurança e eficiência. A Climatec atua em diversos segmentos de mercado e indústrias, incluindo educação, saúde, setor público, industria/ fabrico, serviços de computação, edifícios de escritórios, estado e governo local, hospitalidade e energia.

Reunindo estes pontos fortes, a Bosch pode agora oferecer aos clientes um portfólio completo de energia eficiente em rede, automação em edifícios e soluções de segurança.

Climatec continua como entidade maioritariamente independente
A Climatec vai operar como uma entidade maioritariamente independente, mantendo os escritórios no Arizona, Califórnia, Nevada e Texas. As operações vão continuar a ser orientadas pela mesma equipa de gestão. A Climatec vai também continuar a representar e integrar inúmeros fabricantes líder de linhas de produtos em toda a sua vasta gama de serviços, incluindo os produtos da Bosch. Tal como acontecia anteriormente, a secção da Bosch de Sistemas de Segurança em Fairport, NY, vai continuar a vender os seus produtos de segurança no mercado norte-americano através dos principais distribuidores e integradores de sistemas.

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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Monitorização Geodésica de Grandes Obras de Engenharia

Existem três aspetos bastante diferenciados que orientam todas as atividades profissionais na engenharia civil: projetar, construir e explorar. A topografia, cartografia, geodesia e a fotogrametria são áreas indispensáveis ligadas aos três aspetos pois existem técnicas e instrumentos que permitem dentro de cada área levar a cabo a correta exploração das obras executadas nos diversos campos da engenharia. A topografia e a geodesia ocupam lugares bem definidos no ponto de vista da engenharia pois com a evolução diária da obra há que garantir a sua segurança estabelecendo metodologias que permitem detetar deformações inerentes a todas as estruturas.

As obras que mais exigem este tipo de controlo periódico de deformação são as barragens, pontes e viadutos, túneis, muros de contenção, taludes instáveis, escombreiras e outros tipos de solos que sofrem intervenção.

Uma estrutura convencional é caracterizada por constituir um conjunto elástico que se deforma perante uma força, transferindo à estrutura uma carga tensorial que se deve manter abaixo dos valores previamente estabelecidos. Recorrendo ao controlo efetuado à estrutura e após análise das deformações (que estão diretamente relacionadas com as tensões) é possível retirar conclusões e assim tomar medidas preventivas para corrigir as anomalias que forem detetadas.

Este controlo pode ser realizado através de auscultações geodésicas que têm como objetivo detetar movimentos de pontos localizados numa estrutura, tendo por base um conjunto de observações topográficas realizadas com o equipamento e métodos de observação mais adequados a cada tipo de estrutura a monitorizar. Dependendo do elemento a controlar (barragem, muro, túnel, ponte, etc.) o campo de precisão varia em função das exigências deste e no caso de elementos como barragens, tuneis e pontes a precisão deve ser a maior possível. Para se conseguir tais exigências é necessário dispor de equipamentos adequados a esse tipo de serviço com uma precisão que pode oscilar ente os 3 milímetros e 0,5 milímetros.

Uma vez estabelecido o erro máximo admitido na monitorização e definida a precisão do equipamento é altura de materializar os pontos a auscultar, preferencialmente logo após a conclusão da construção da estrutura ou do final de uma das etapas de construção, uma vez que se admite que esta é a posição original da estrutura, sendo por isso chamada a origem das leituras realizadas à estrutura. A partir daqui todas as campanhas de leituras realizadas são comparadas com a leitura origem determinando assim se existiu deformação e em que sentido. Caso não sejam detetadas deformações terão de se continuar a realizar periodicamente campanhas de leituras até que não exista mais perigo de existirem deformações, se pelo contrário forem detetadas deformações, as campanhas de leituras terão de ser realizadas com uma maior frequência ou mesmo em tempo real e caso o tipo de deformação assim o exija terá de se realizar uma intervenção à estrutura para evitar o colapso ou rutura.
Assentamento dos pilares da Ponte Leo Frigo Memorial

Segundo uma pesquisa efetuada pela Munich RE em túneis em fase de construção, 17 em 31 túneis que não dispunham de monitorização em tempo real colapsaram o que representa uma taxa de colapso de 54% e somente 1 em 24 túneis colapsou entre aqueles que dispunham de monitorização em tempo real.

Vale a pena continuar a correr riscos e considerar a monitorização de estruturas uma opção?

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Artigo escrito por Paulo Fernandes.

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sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Oli lança Boheme para ambientes românticos

A Oli apresenta a linha de mobiliário “Boheme”, inspirada no estilo “vintage chic” que regressou em força à decoração de espaços interiores. A gama é constituída por um móvel, que pode ser conjugado com um pilar e um espelho e apresenta-se em tons neutros, como o branco vintage ou o cinzento mate. O móvel está disponível em duas medidas 70cm e 90cm dispõe de portas e gavetas com grande capacidade de arrumação, sendo possível escolher três modelos de puxadores.

“Bohème” é uma linha cheia de personalidade, elegante e romântica que permite criar uma atmosfera singular de inspiração quotidiana.

A Oli oferece há 61 anos soluções para os banhos. Em Portugal, comercializa uma ampla gama de móveis, divisórias e duche, através da marca Salgar.

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segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Tecniconstroi prestes a concluir duas obras com o Programa Reabilita +

A Tecniconstroi, uma empresa especializada em reabilitação urbana, restauro e pinturas, está prestes a concluir duas obras no concelho da Amadora, no âmbito do Programa Reabilita +. Este é um programa municipal com comparticipação a fundo perdido de obras particulares de conservação e bene ciação das partes comuns dos edifícios em condomínio ou em regime de arrendamento.

A Câmara Municipal da Amadora comparticipou 20% do valor total das obras, de acordo com o orçamento apresentado e sempre com a aprovação de técnicos selecionados pela Câmara.

A Tecniconstroi está a cargo da requalificação de dois apartamentos, obra que ainda decorre, bem como de todas as fachadas do empreendimento.
Para Dário Santos, CEO da Tecniconstroi “esta obra de requalificação é importante, porque conseguimos desta forma ajudar o cliente a valorizar o seu imóvel.”

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sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Mercado imobiliário aumentou otimismo em 2014

O Imovirtual Market Index (IMI), indicador que reflete a expectativa dos agentes imobiliários em Portugal, desenvolvido em parceria com a REVConsultants, encerrou 2014 perto do seu valor mais alto, tendo desenhado uma trajetória ascendente. Embora com algumas perturbações ao longo do ano, nomeadamente causadas pela crise do BES, o mercado imobiliário apresentou-se em 2014 bastante mais otimista face ao ano anterior. A procura aumentou, quer por parte do mercado nacional, quer por parte do mercado estrangeiro, alguns deles associados à questão do Golden Visa e /ou regime fiscal de residentes não habituais.

Em 2014, o tempo médio de absorção de imóveis pelo mercado diminui - 13,4 meses para venda e 4,5 meses para arrendamento – sendo que em 2013, o período médio de venda foi de 15,7 meses e de 5 meses para arrendamento.

No ano de 2014, o mercado observou uma melhoria do Imovirtual Market Index em relação a 2013. A generalidade dos vários indicadores que compõem o índice registaram valores mais positivos durante o ano transato, validado pelos seguintes dados:
  • 46% das empresas de mediação imobiliária inquiridas mencionaram a manutenção de novo produto em carteira, 41% referiu um aumento da mencionada variável em carteira (valor acima do registado no ano de 2013, que se cifrou em 40%);
  • no mencionado período temporal 42% do inquiridos mencionou que se registou um aumento de visitas efetuadas (valor acima do registado em 2013 que se cifrou em 36%), cerca de 16% mencionaram uma diminuição (em 2013 esse valor ascendeu a 22%);
  • no período temporal em análise, em média 29% das empresas inquiridas afirmaram ter registado um aumento do número de imóveis transacionados (valor superior ao ano de 2013 que em média rondou os 25%);
  • em 2014 em média 49% dos inquiridos, registou um comportamento estável no desenvolvimento da sua atividade, não obstante 17% mencionou um decréscimo da mesma e 34% mencionou um desenvolvimento positivo da mesma (em 2013 apenas 26% anteviu um desenvolvimento positivo da sua atividade).
De entre os principais obstáculos que intervêm no funcionamento do mercado, destacaram-se, quer em 2013, quer em 2014, os de cariz socioeconómico, nomeadamente:
  • Instabilidade no Mercado de Trabalho
  • Restritividade Bancária
  • Diminuição do Poder de Compra

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terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Moçambique e Kuwait são destino para empresas de construção

A Associação Nacional de Pequenas e Médias Empresas (ANPME) quer abrir novos mercados às empresas da construção. No âmbito do projecto conjunto Portugal Export 2020, as PMEs poderão aceder a fundos para a internacionalização. "As empresas da construção, em crescentes dificuldades no mercado interno, poderão aceder a fundos que facilitarão a sua expansão no sentido da internacionalização", refere Paula Hespanhol, vice-presidente da ANPME. "Entre os mercados com potencial de crescimento no sector da construção estão o Kuwait e Moçambique", acrescenta.

Contudo, há outros mercados além dos dois já referidos. A ANPME, através dos seus representantes internacionais, procurará também abrir portas na Colômbia às PMEs da construção. Já as pequenas e médias empresas do sector dos materiais de construção terão a oportunidade de se internacionalizarem para a Alemanha e Kuwait.

As empresas que, em conjunto com a ANPME, acederem a este programa poderão contar com uma comparticipação de 50% das despesas de investimento elegíveis até 100 mil euros. Podem qualificar-se para este programa todas as PMEs nacionais, excepto da região de Lisboa, Algarve e Ilhas. Os apoios alargam-se a todas as áreas de actividade económica, excepto serviços financeiros.

As empresas interessadas deverão inscrever-se junto da Associação Nacional das PMEs até dia 5 de Fevereiro.

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segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Levira ganha contrato com a espanhola RENFE

A metalúrgica Levira vai equipar o principal centro de manutenção integral da companhia ferroviária espanhola RENFE, em Valladolid, num contrato que deverá ultrapassar os 1,2 milhões de euros. Um terço deste valor diz respeito ao equipamento para a warehouse robótico da BMI (base de manutenção integral) de Valladolid, numa parceria com a igualmente portuguesa Efacec.

Com este contrato, a fábrica de Oliveira do Bairro - que há três anos foi adquirida pelo Grupo Prebuild e desde então objecto de profunda reestruturação – confirma o sucesso do processo de turnaround, fechando o exercício de 2014 com resultado líquido positivo.

Com 60 por cento da sua produção destinada ao mercado de exportação, a Levira registou no ultimo ano um volume de negócios próximo dos 12 milhões de euros, o que representa um crescimento de 30 por cento em relação ao apurado em 2013.

Adquirida pelo grupo de João Gama Leão em 2011, a Levira é a maior e mais robotizada empresa portuguesa de mobiliário de escritório, ocupa uma área fabril mais de dois hectares (20 mil metros quadrados) e emprega cerca de 200 trabalhadores.

A empresa possui já certificações em Qualidade, em Ambiente, em Responsabilidade Florestal e Ecodesign.

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Sotecnisol admitida na exclusiva rede PME Inovação COTEC

A Sotecnisol foi recentemente admitida na exclusiva rede PME Inovação COTEC, presidida pelo Presidente da República. Esta entrada na rede COTEC tem por base a recente certificação da Sotecnisol em IDI (Investigação, Desenvolvimento e Inovação) pela norma NP 4457, e resulta da sua aposta contínua em desenvolver soluções e processos inovadores que permitam gerar valor para os diversos stakeholders do mercado em geral e para a empresa.

Para José Luís Castro, Presidente da Sotecnisol, «a entrada na rede COTEC permitirá à Sotecnisol estar ainda presente junto dos agentes inovadores do mercado, absorvendo assim as melhores práticas de inovação e dando também o seu pequeno contributo à rede, no sentido de potenciar a competitividade, qualidade e diversidade da sua oferta».

Com a missão de «promover o aumento da competitividade das empresas localizadas em Portugal, através do desenvolvimento e difusão de uma cultura e de uma prática de inovação, bem como do conhecimento residente no país», a COTEC é uma associação sem fins lucrativos que conta com o apoio de diversos associados e de instituições do Sistema Nacional de Inovação (SNI) para a realização de iniciativas inovadoras em várias áreas de atividade, nomeadamente: Dinamização da Inovação Empresarial, Valorização do Conhecimento, Aceleração do Crescimento das PME e Projetos.

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