quinta-feira, 21 de julho de 2016

Garcia, Garcia concebe mais um investimento internacional em Portugal

O primeiro-ministro, António Costa, visitou a obra da Eurostyle Systems, multinacional francesa, ligada ao setor automóvel, que escolheu a Garcia, Garcia, construtora especializada na conceção e execução de edifícios industriais e logísticos, para um projeto de investimento que ascende a 18 milhões de euros, o que permitirá criar 100 postos de trabalho diretos, em Viana do Castelo. Este é o segundo projeto chave-na-mão assinado pela Garcia, Garcia, no qual o primeiro-ministro assinala presença.

António Costa já tinha estado na unidade da Eurocast, em Arcos de Valdevez, cujo investimento foi superior a 15 M€, gerando mais de 70 postos de trabalho, e que contou com o apoio de incentivos do “Portugal 2020”. A iniciativa visa acelerar o investimento empresarial em Portugal, através de fundos europeus, gerando empregos diretos e aumento no número de exportações.

Pertencente ao Grupo GMD, o projeto Eurostyle contempla a construção de uma unidade industrial com 6.000 m2, estando ainda prevista uma segunda fase para expansão da área produtiva. Pela sua natureza e dimensão, este investimento irá fomentar o desenvolvimento da economia local e nacional, quer pela dinamização de novos projetos associados, quer pelo contributo para a balança comercial.
O processo de identificação e seleção da localização teve a colaboração ativa da Garcia, que interveio desde o primeiro momento, sendo ainda responsável por todos os projetos de arquitetura e engenharia, além da construção. A nova unidade industrial da Eurostyle irá produzir peças injetadas de plástico para componentes da indústria automóvel, estando a sua produção destinada ao mercado nacional e internacional, entrando diretamente na cadeia de valor dos gigantes PSA, Volkswagen e Renault.

Só no último ano, a construtora desenvolveu vários projetos chave-na-mão para investimentos estrangeiros no país, tais como, para a Eurocast e para a multinacional brasileira WEG. Para além do anterior, construiu o Centro de Investigação e Desenvolvimento (I&D) de Aveiro da alemã Bosch Termotecnologia e a ampliação da nipónica Uchiyama.

Com forte implementação em França e presença em mais oito países – Portugal, Espanha, Alemanha, Roménia, Eslováquia, Rússia, Marrocos e China – o Grupo GMD é líder no mercado europeu no processamento de metal plano de corte e estampagem, na produção de peças de injeção de plástico e termoformagem, na fundição de alumínio e na fabricação de vedações estáticas e dinâmicas. Com um volume de negócios de 650 milhões de euros e uma força de trabalho de 3.750 pessoas distribuída por 31 localizações, visa com as novas instalações de Viana do Castelo reforçar o seu posicionamento estratégico e potenciar o seu crescimento internacional.

Nova unidade do Grupo GMD
Com conclusão prevista para dezembro deste ano, o edifício da Eurostyle Systems será composto por três áreas funcionais distintas: a área industrial, o bloco administrativo e social e a área técnica.

Na área industrial encontra-se a zona de armazenagem, produção e de logística. Na conceção e por forma a responder às necessidades da multinacional, foi definida uma solução estrutural em betão pré-fabricado, visando promover a rapidez da execução em obra, assim como equipar o edifício com pontes rolantes de elevada capacidade. Todo o edifício foi concebido, tendo em linha de conta a fase de expansão, prevista para 2018. Ao nível de projeto, o destaque vai para a solução de layout adotada, desenvolvida para otimizar o lead time e minimizar as necessidades de movimentação dentro da área de produção, como as matérias, produtos e máquinas.

Por sua vez, o bloco administrativo e social irá marcar a paisagem, em função das suas linhas diferenciadas e arrojadas, que conferem ao edifício um traço de elegância e modernidade. Desenvolvido em dois pisos, com uma implantação em L, destaca-se ainda pela área ajardinada, local por onde passarão os visitantes do complexo.

O edifício administrativo foi projetado em função da sua utilização final, organizando-se em duas áreas distintas: as áreas administrativas, que contemplam escritórios, salas de reunião, entre outros, e as áreas sociais, compostas pela cantina e balneários. Esta disposição permitirá a setorização funcional do edifício, promovendo a fluidez, a funcionalidade e a adequação dos espaços.

Por último, as áreas técnicas enquadram todos os sistemas de apoio à unidade e à sua produção, tais como as utilidades, assim como alguns espaços de trabalho e laboratórios. A área técnica, tal como o bloco industrial, foi projetada tendo em conta a segunda fase do complexo industrial.
Dados do projeto
Localização: Parque Empresarial de Lanheses, Viana do Castelo
Projeto e Construção: Garcia, Garcia
Prazo de Execução: 8 meses
Terreno: 17 575 m2
Área de Implantação: 5 441 m2
Área total de construção: 6 068 m2

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Larus eleita para proteger árvores no Dubai

A Larus foi eleita para preservar centenas de árvores no Dubai, junto ao Burj Al Arab, o edifício símbolo do emirado construído sobre uma ilha artificial. Esta é a primeira exportação da empresa para o Dubai e foi concluída este mês.

Em Albergaria-a-Velha, o Gabinete de Projeto da Larus desenvolveu uma grelha de proteção de árvores com o nome “Horizon”, fabricada em ferro fundido, para auxiliar a absorção e a respiração necessárias ao desenvolvimento dos diferentes géneros de árvores, assim como à sua proteção.

As grelhas “Horizon” apresentam duas versões - “square” e “circle” - e podem ser encontradas ao longo das extensas zonas pedonais de Jumeirah, zona turística por excelência do Dubai.
Pedro Martins Pereira, Presidente da Larus, revela que a entrada no Dubai resulta “da estratégia de internacionalização da empresa focada em mercados com um elevado crescimento económico e exigentes ao nível da qualidade formal e construtiva dos equipamentos. Simultaneamente, estes países têm mostrado uma grande sensibilidade por propostas que respeitem a sua cultura, tendo a Larus conseguido desenvolver soluções que valorizem a identidade destes locais”.
Nos Emirados Árabes, a Larus já mobilou Sharjah, capital da Cultura Islâmica, com quiosques, esplanadas e estruturas de ensombramento, e a Cidade Kuwait com a linha de bancos “Bench”.

A intervenção em projetos urbanísticos internacionais de referência, como a Medina de Casablanca, em Marrocos, ou a Baía de Luanda, em Angola, e a conquista dos mais importantes prémios internacionais de Design, têm contribuído para a afirmação da Larus como um dos principais “players” mundiais de desenvolvimento e produção de mobiliário urbano.

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terça-feira, 19 de julho de 2016

Predibisa conclui comercialização do Edifício N.U./Chã

A Predibisa, consultora imobiliária especializada no norte do país, é a responsável pela comercialização do Edifício N.U./Chã, um empreendimento com uma localização privilegiada em pleno coração do Centro Histórico do Porto e já com as vendas totalmente asseguradas. A intervenção no edifício e a respetiva conversão em apartamentos de tipologia T1 e T1 Duplex atraiu compradores estrangeiros, que acabaram por ser os únicos a garantir os imóveis, aliando a um bom investimento turístico a aquisição de uma segunda residência.

Datada do século XV, conhecida como Antiga Viela da Cadeia, a Travessa da Rua Chã, na qual o acesso é feito por ruas estreitas, mas carregadas de simbolismo, acolhe o Edifício N.U./Chã. Trata-se de um prédio composto por cinco pisos e sete frações, destinados à habitação e distribuídas por tipologias T1 e T1 Duplex. Os valores dos apartamentos situam-se entre os 97 mil e os 200 mil euros, com as áreas a variar, respetivamente, entre os 52m2 e os 90m2. Uma área de jardim também foi contemplada no projeto, fazendo parte de duas das frações, no caso a fração A cuja área total é de19m2 e a fração B de 17m2. Por outro lado, as frações C, D, E e F agregam uma área de varanda que oscila entre 1m2 e 7m2.
Ao nível da intervenção no edifício e consequente conversão em apartamentos, foi respeitado as pré-existências ao nível estrutural e de detalhe, e devido a esse facto, o edifício mantém o mais possível a traça original. No que diz respeito aos acabamentos destacam-se nos apartamentos os tetos falsos em gesso cartonado hidrófugo (duas placas) pintados, com lã de rocha 80 milímetros e espessura 70Kg/m3, as paredes interiores estucadas ou revestidas a gesso cartonado pintadas (dupla forra com caixa de ar preenchida, com lã de rocha 70kg/m3) e as caixilharias em madeira lacada, com vidro duplo.
Com duas fachadas, uma virada para a Rua Sá da Bandeira e outra para a Rua do Ateneu Comercial do Porto e em fase de remodelação para habitação e comércio está o Edifício N.U. Sá da Bandeira, com um total de quatro T2, um T3 e duas lojas. O imóvel insere-se no Quarteirão D. João I e toda a zona envolvente até ao Mercado do Bolhão, e integra uma das zonas de reabilitação do centro da cidade, que está a ser dinamizada pela Câmara Municipal do Porto, pela PortoVivo, SRU e outras entidades particulares, e irá sofrer duas das mais importantes intervenções de reabilitação, nomeadamente, na Praça D. João I e no Mercado do Bolhão. Os apartamentos, com áreas entre os 70m2 e os 150m2, apresentam preços entre os 80 mil euros e os 440 mil euros, sendo que o projeto também tem previsto duas lojas de comércio e serviços, uma localizada na Rua Sá da Bandeira com cerca de 160m2 e um preço de 600 mil euros e a outra situada na Rua do Ateneu Comercial do Porto, cuja área é de 100m2, orçamentada em 190 mil euros. A cargo da Predibisa encontra-se a comercialização do imóvel.
Joana Lima, consultora Predibisa para a área da Reabilitação, na zona histórica, refere: “O projeto Edifício N.U./Chã e agora o mais recente N.U./Sá da Bandeira, que surge como resultado do sucesso de vendas do primeiro, possuem caraterísticas e valências com as quais o comprador, nacional, mas particularmente o estrangeiro se identifica, cada vez mais atraídos por espaços de refúgio, em zonas de grande centralizado e de riqueza histórica. Há já alguns anos que a reabilitação urbana no centro do Porto é uma das nossas apostas, daí a abertura do escritório na Baixa, algo que nos tem ajudado a aprofundar o conhecimento local e as tendências, acolhendo e colocando com sucesso os pedidos de clientes”, refere.

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Caetanos 22 integra portfólio do SIIMGROUP

O edifício antigo no nº 22 da Rua dos Caetanos deu lugar a um edifício de prestígio, passando de escritórios para habitação. O edifício foi adquirido no último trimestre de 2014 e as obras arrancaram em Fevereiro de 2015, que incluíram a ampliação de um bloco existente e a construção de um segundo bloco, com a criação de pátios interiores e varandas com vista de rio nos pisos superiores.

Datado dos anos 50, teve o seu projeto original assinado pelo Arquiteto Francisco Keil do Amaral, onde funcionaram as antigas instalações da Editora Livros do Brasil, mantendo a sua marca na entrada principal e na matriz original da fachada da antiga editora.
O novo projeto, da autoria do Arquiteto Francisco Xavier Oliveira e promovido por um investimento conjunto de um grupo de empresários internacionais e da Quantico, SA, que também realizou toda a gestão do processo, tem como intenção proporcionar habitações de qualidade para um alvo etário jovem, indo ao encontro das tendências de ocupação residencial do Bairro Alto. Para esse efeito, o projeto caracteriza-se com linhas sóbrias e contemporâneas, procurando tirar partido das virtudes da luz natural resultante da boa orientação solar do edifício.
O “Caetanos 22” apresenta 10 apartamentos de tipologia T2 e um duplex T3, alguns com vista de Rio. As áreas variam entre 85 e 170 m2; conta com dois pátios privativos de 24 e 46 m2 e terraços privados entre os 5 e os 28 m2, tendo todos os apartamentos arrecadação e um lugar de estacionamento.

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Grupo dst constrói nova fábrica da Howa Tramico

O primeiro-ministro, António Costa, presidiu à cerimónia de lançamento da primeira pedra da nova unidade industrial da Howa Tramico, em Viana do Castelo, um investimento de cinco milhões de euros e que vai criar cerca de 70 novos postos de trabalho. A obra, a carga do grupo dst, através das empresas dst, dte e dst solar, está localizada na Zona Industrial do Neiva e visa a produção de componentes para automóveis.

Na ocasião, António Costa, que depositou no local uma “cápsula do tempo”, lembrou a importância deste investimento não só para a economia regional, mas também do país, designadamente no que diz respeito à criação de emprego. Também presente na cerimónia, José Maria Costa, presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, salientou que os investimentos que agora chegam ao concelho “devem-se à confiança que os investidores têm na região, o que permite que, atualmente, estejam em curso projetos na ordem dos 60 milhões de euros, que possibilitarão a criação de meio milhar de postos de trabalho.
A nova unidade da Howa Tramico será implantada num terreno com aproximadamente 25 mil metros quadrados, prevendo-se que comece a produzir, num primeiro momento, acabamentos interiores para viaturas, com uma capacidade de produção de mais de 10% do mercado ibérico. Já está em estudo uma ampliação significativa das instalações, para acompanhar o previsível aumento de produção dos próximos anos. Cédric Termeau, CEO da Howa Tramico, salientou que a implantação em Viana do Castelo “também se inscreve na nossa lógica de desenvolvimento no mercado ibérico e vem complementar a nossa unidade em Espanha, permitindo uma maior proximidade com todos os fabricantes do ramo automóvel”. O responsável pela empresa salientou ainda a “disponibilidade, boa vontade e profissionalismo de todos os parceiros e interlocutores” que tornaram possível o projeto.
A empreitada, que deverá estar concluída no primeiro trimestre de 2017, envolve três empresas do grupo dst. À dst cabe a construção de um edifício para armazenamento e transformação de produtos plásticos, uma estrutura pré-fabricada em betão, com um vão livre de 37 metros e uma altura de 9,5 metros. A empreitada entregue à dst solar visa a instalação de um central fotovoltaica nas instalações da Howa Tramico, o que permitirá uma poupança energética superior a 335 MWh/ano e reduzir consideravelmente as emissões de CO2. Finalmente, a dte terá a seu cargo o projeto e execução das instalações elétricas, sistemas de segurança e telecomunicações, assim como todos os trabalhos de aquecimento, ventilação e ar condicionado. O valor do negócio para o grupo dst ascende aos 3,5 milhões de euros.

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terça-feira, 5 de julho de 2016

C.A.S.A. pós-catástrofe | Área Metropolitana de Lisboa e OASRS juntam-se para lançar Concurso de Arquitectura

“A única certeza que temos em relação à possibilidade de uma catástrofe, é que ela vai acontecer um dia”, afirmou o eng. Demétrio Alves, primeiro-secretário da Área Metropolitana de Lisboa (AML) na assinatura do protocolo com a OASRS para o lançamento do Concurso C.A.S.A pós-catástrofe (centro de apoio social e administrativo).

Foi com esta certeza em mente que as duas instituições decidiram lançar um Concurso de Ideias destinado a conceber uma unidade polivalente com funções administrativas e sociais num cenário pós-catástrofe que considere a realidade e as condicionantes intrínsecas destas situações e que responda eficazmente a factores psicológicos e sociológicos associados à catástrofe, tais como a escassez de recursos, durabilidade, preço, transporte e sustentabilidade.

O programa do concurso não considera uma localização específica, embora aponte para que seja implementado na área metropolitana de Lisboa, uma região composta por 18 concelhos, representando uma população de 3 milhões de pessoas, o equivalente um quarto da população portuguesa.

A estrutura deverá ter uma área de 500 metros quadrados e pretende antecipar as necessidades resultantes de um cenário de emergência em que são preferenciais soluções tão rapidamente construídas como desmanteladas, de carácter modular, simples de construir, funcional, flexível e sustentável.

Aberto a todos os arquitectos, o concurso é o segundo a ser promovido no âmbito do Programa escolha-arquitectura da OASRS (o primeiro foi o concurso Duas Casas nas Ilhas Selvagens, na Madeira). As candidaturas estão a decorrer até ao dia 29 de Agosto. Os vencedores serão conhecidos em Outubro próximo.
O júri é presidido pelo Primeiro-Secretário Metropolitano, eng. Demétrio Alves e composto ainda pelos arquitectos Jorge Moura, Director do Departamento de Gestão do Território da AML e Pedro Campos Costa, indicado pela OASRS.

Com três prémios a atribuir no valor global de 7 500 euros, o concurso é o primeiro a ser integralmente desenvolvido na Plataforma de Encomenda da OASRS, sendo toda a tramitação digital.

Mais informações aqui.

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Primeiras demolições marcam arranque da requalificação da Praia de Monte Gordo

A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) deu início no dia 20 de Junho às demolições de dois antigos apoios de praia em Monte Gordo, estruturas que se encontravam já abandonadas e sem uso, marcando assim o início da requalificação da frente de mar daquela zona balnear.

As intervenções têm a duração de duas semanas e prevêem a demolição dos antigos restaurantes «Firmo», junto ao Casino de Monte Gordo, e «Celso», na Praia do Coelho, permitindo a renovação daquelas áreas e a reconstituição do cordão dunar.

Todas estas ações cumprem, na íntegra, as indicações do Plano de Ordenamento da Orla Costeira (POOC) Vilamoura – Vila Real de Santo António, aprovado em 2005, cujo processo de revisão esteve em curso durante o ano passado.

Para Luís Gomes, presidente da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António, «a medida é claramente positiva e marca o primeiro passo do que virá a ser a reabilitação da frente de mar da praia de Monte Gordo, uma área que se pretende moderna, atrativa e dinâmica».

«As ações só pecam por tardias, até porque não temos medo da palavra demolições. Pelo contrário, esta será a oportunidade de dotar a praia de Monte Gordo com um turismo de qualidade e dar a oportunidade de os concessionários investirem em apoios com novas condições e com a dignidade que a praia merece», prossegue o autarca.

O plano geral já aprovado contempla a remoção das antigas estruturas e a instalação de 10 zonas balneares, 10 novos apoios de praia simples com equipamento associado, bem como seis outros equipamentos.
Esta segunda fase da operação deverá arrancar no final desta época balnear e os trabalhos irão estender-se até ao início do Verão de 2017. O número de unidades em projeto permite que os atuais concessionários tenham a possibilidade de reinvestir, mantendo a sua atividade naquela praia.

Um projeto ambientalmente sustentável

O plano de requalificação prevê a construção de um grande passadiço transversal ao longo da praia que dará a acesso aos novos apoios balneares, assim como a construção de dez pontos de entrada no areal a partir dos estacionamentos e marginal de Monte Gordo.

Ao nível ambiental, será recuperado todo o cordão dunar, enquanto as construções a implementar serão sobrelevadas, de forma a evitar o pisoteio, e obedecerão a materiais e projetos sustentáveis.

A proposta integra ainda a manutenção do corredor e zonas afetas à atividade piscatória, salvaguardando este importante setor da baía de Monte Gordo.

Autarquia avança com a construção de novo passeio marítimo
A reabilitação da praia de Monte Gordo junta-se ao processo de requalificação da frente de mar promovido pela autarquia de VRSA, cujo arranque está previsto para o final do Verão.

Esta, que é a maior operação urbanística jamais realizada em Monte Gordo, irá dar origem à criação de um grande passeio marítimo que será dotado por espaços verdes e de lazer, comércio, lojas e restauração.

Em plano, encontra-se ainda a construção de um núcleo hoteleiro de gama superior na frente de praia, com vistas espetaculares sobre a baía de Monte Gordo.

Junta-se a estes equipamentos a implementação de um conjunto de unidades turísticas na zona do antigo parque de campismo de Monte Gordo, avaliado em 120 milhões de euros, bem como a construção de um novo empreendimento turístico na zona nascente de Monte Gordo, avaliado em 50 milhões de euros.

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Lucios constrói 58 apartamentos junto ao Polo Universitário, no Porto

A construtora Lucios está prestes a reforçar o seu portefólio de projetos residenciais com a conclusão do empreendimento Polis Residence, composto por 58 apartamentos, junto ao Polo Universitário, na cidade do Porto.

Este projeto engloba a construção de dois pisos subterrâneos para garagem e arrumos, e sete pisos, entre eles o rés-do-chão, para habitação.

O Polis Residence oferece 19 apartamentos de tipologia T1, 38 T2 e um T3, todos eles com varanda ou terraço com áreas até os 10,7 m2.

Com data de conclusão prevista para setembro, este empreendimento pretende dar resposta habitacional à procura não só dos estudantes do ensino superior que frequentam as escolas vizinhas, como também dos profissionais de saúde do Centro Hospitalar São João.

Este empreendimento beneficia de uma localização privilegiada que garante, num raio de 2km, acessos a autoestradas e transportes públicos, escolas e universidades, centros comerciais e serviços.
A promoção e comercialização do Polis Residence resulta de uma parceria entre a Lucios Imobiliária e a Feitoria Urbana Imobiliária.

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domingo, 26 de junho de 2016

Ares Capital finaliza projeto do Évora Shopping e Grupo dst mantem-se como a empresa construtora

O centro comercial Évora Shopping reiniciou a construção e estende-se por um edifício com 20.000 m2 de área de construção, dos quais 16.400 m2 são área bruta locável, distribuídos por dois pisos. Disponibiliza ainda mais de 930 lugares, em estacionamento ao ar livre e estacionamento coberto. Dispõe de espaços locáveis com áreas diversificadas podendo acolher desde grandes lojas a pequenos espaços regionais.

O projeto prevê que o primeiro centro comercial da região do Alentejo se destaque “pelo conforto, pela maneira como se funde com a paisagem e pelas suas características inovadoras”. Pensado para um universo de aproximadamente 300 mil pessoas, o Évora Shopping assume-se como um pólo de atração turística e económica para todo o Alentejo, sendo ainda de destacar o elevado número de empregos que serão gerados de forma directa e indirecta com a conclusão deste projecto.

Localizado em Évora, o centro comercial beneficia de bons acessos a outras regiões do Alentejo, ao Algarve, Lisboa e Espanha.

A Ares Capital seleccionou a DDN para a Gestão Integrada de Projecto e o grupo dst como o responsável pelas obras de conclusão do Évora Shopping, apostando fortemente na competência e na qualidade.

Maximilian Herget, Diretor de Investimentos da Ares Capital, afirma "estou muito satisfeito com o início da construção do nosso primeiro centro comercial em Portugal. O feedback que temos obtido do mercado e dos potenciais clientes nas últimas semanas tem sido extraordinariamente positivo e confirmou a nossa abordagem prudente de seleção dos melhores parceiros para este projeto. Estou confiante de que, juntamente com os nossos parceiros experientes, vamos criar um grande centro de compras no Alentejo."
Para José Teixeira, presidente do Conselho de Administração do grupo dst, a escolha da empresa para a conclusão deste projeto “demonstra a confiança que os acionistas do empreendimento têm no grupo dst”, frisando ainda que “uma vez mais colaboramos num projeto gerador de riqueza e emprego em Portugal e que será fundamental para a dinamização económica da região em que se insere”.

Por seu turno, a administração da DDN congratula-se com esta distinção que implicará seguramente uma grande dedicação e um trabalho muito exaustivo no sentido de atingir os objetivos exigentes deste projeto.

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sexta-feira, 17 de junho de 2016

Construção de bar no parque de campismo da Penha

A NVE deu início a uma obra no Parque de Campismo da Penha, nomeadamente a construção de um bar de apoio à infraestrutura, que se encontra integrada na montanha da Penha, com uma localização geográfica privilegiada aliada à envolvente rica em termos de características naturais.

A empreitada consiste na conversão da construção preexistente, uma pergola em granito e betão, aparentemente sem uso, e a sua recuperação, habilitando o edifício com um bar e uma esplanada exterior com acesso externo ao parque, podendo assim ser utilizado pelos campistas e pela população em geral no sentido de dotar o equipamento de um uso mais alargado ao período sazonal de maior afluência ao parque de campismo.
Prevê-se uma área de bar interior e a reconfiguração de uma zona de esplanada exterior, zona esta que simultaneamente irá albergar os sanitários e arrecadação de apoio.

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