terça-feira, 23 de janeiro de 2018

A nova sede da Vieira de Almeida & Associados

A Sociedade de Advogados Vieira de Almeida & Associados mudou-se em Novembro de 2017 para uma nova Sede, um edifício na zona de Santos, propriedade da Fidelidade Property Europe, SA – marca que assegura a gestão dos investimentos imobiliários do Grupo Fidelidade. As novas instalações assinalam mais um marco na história desta Sociedade que é parte ativa da história económica do País.

O escritório, que ocupa na totalidade cerca de 8.330 m2 de área bruta acima do solo e 3.192 m2 de área bruta abaixo do solo, resulta de um projeto de reabilitação de um conjunto de naves industriais em Santos, da propriedade da Fidelidade Companhia de Seguros, e a sua conversão num moderno edifício de escritórios. O edifício, uma referência de estilo em edifícios do tipo industrial da primeira metade do século XX, mantinha a sua arquitetura original de grande interesse, embora em avançado estado de deterioração.

A intervenção conservou as fachadas originais do edificado, tendo ainda contemplado a reconstrução de diversos elementos arquitetónicos preexistentes. O projeto, da autoria da OpenBoook Arquitectura, foi meticulosamente pensado em colaboração com as equipas da VdA, de modo a refletir os seus valores e o posicionamento institucional da Sociedade. O espaço está dotado das mais inovadoras soluções tecnológicas e de eficiência energética e as opções na escolha dos materiais e equipamentos foram orientadas por critérios de sustentabilidade.

“É um orgulho a mudança para uma nova Sede da Sociedade que, para além de se situar numa zona nobre e até agora esquecida da cidade, fica num edifício que preserva a memória e o carácter industrial e modernista do espaço, mas adaptado aos mais elevados padrões de conforto e funcionalidade e dotado de meios tecnológicos inovadores”, refere xxx da Sociedade Vieira de Almeida & Associados.

“Este projeto é um marco no movimento de reabilitação da Zona Ribeirinha de Lisboa que, sendo hoje uma realidade, não era ainda evidente aquando do arranque do projeto. A decisão da Vieira de Almeida & Associados de mudar a sua Sede para esta zona da cidade e a aposta da Fidelidade Property Europe numa operação de grande investimento nesta localização, evidenciam a sintonia entre duas instituições de referência nos seus respetivos sectores”, afirma Miguel Santana, Administrador da Fidelidade Property.

O projeto está inserido num conjunto de outros, de grande dimensão, que o Grupo Fidelidade está a desenvolver na cidade de Lisboa, e que são a face visível da recomposição do portfólio imobiliário que a Seguradora tem em curso, no âmbito da qual irá intervencionar diversos outros imóveis, maioritariamente em Lisboa e no Porto.

O Grupo Fidelidade, através da Fidelidade Property, investiu durante os últimos doze meses mais de 80 milhões de euros na reconstrução de edifícios situados, especialmente, em zonas históricas da capital.

Caracterização técnica
O projeto desenvolve-se em dois núcleos comunicantes ocupando na totalidade cerca de 8.330 m2 de área bruta acima do solo e 3.192 m2 de área bruta abaixo do solo. O primeiro núcleo, confinante com a R. D. Luís I e Boqueirão do Duro, é constituído por três pisos acima do solo e um piso em cave para estacionamento e zonas técnicas. O segundo núcleo, com entrada pelo Largo Conde Barão, é constituído por um edifício com cinco pisos acima do solo e com aproveitamento da cobertura.
• Área Bruta acima do solo: 8.330,00 m2
• Área Bruta abaixo do solo: 3.192,80 m2
• Pisos acima da cota de soleira: 5 + aproveitamento da cobertura
• Nº de lugares de Estacionamento: 80
• Auditório: 140 lugares
• Biblioteca
• Sala Reuniões / Formação
• Cafetaria / Refeitório / Cozinha

Gabinetes / Postos de Trabalho:
• Nº de Gabinetes: 157 (147 + 10)
• Nº de Salas de Reuniões: 24 (23+1)
• Nº de postos de trabalho: 380

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Parecer de Freitas do Amaral sustenta posição da Ordem dos Arquitectos contra a realização de projectos de arquitectura por engenheiros civis

A Ordem dos Arquitectos, através das Secções Regionais do Norte e do Sul, solicitou ao Professor Diogo Freitas do Amaral um parecer relativo ao processo de alteração da Lei nº 31/2009 de 3 de Julho, que pretende permitir aos engenheiros civis a elaboração de projectos de arquitectura e que se encontra actualmente em discussão na Comissão Parlamentar de Economia Inovação e Obras Públicas na Assembleia da República. Recorde-se que no ano passado demos conta de mais um episódio nesta guerra: a Ordem dos Arquitectos denunciou a "chico-espertice" de um grupo de engenheiros, e a Ordem dos Engenheiros acusou a Ordem dos Arquitectos de persistir na ilegalidade.

O parecer, que é co-assinado pelo Professor Luís Fábrica, é inequívoco quanto à legitimidade dos argumentos da Ordem dos Arquitectos na defesa da profissão, considerando que a aprovação do Projecto de lei nº 495/XIII/1º, defendido pelos engenheiros civis, "pretende criar uma situação, sem precedentes, de equiparação plena entre arquitectos e engenheiros civis (...) num contexto fáctico de abundância de oferta qualificada e num contexto jurídico de organização de ambas as profissões em ordens”.

O documento refere que “a organização da Arquitectura em ordem profissional é incompatível com a inexistência de actos próprios da profissão, decorrente de tais actos poderem caber a outros profissionais com outras profissões”. E acrescenta: “Faz parte da essência da organização de uma profissão em ordem a existência de um saber técnico-científico, assim como haver uma só ordem para todos os profissionais e não haver profissionais fora da respectiva ordem”.

“É de todo incompreensível que a lei exija como condições de inscrição na Ordem dos Arquitectos a licenciatura e o estágio profissional, e ao mesmo tempo, venha admitir, por força da reforma projectada, que a profissão, no seu núcleo caracterizador, seja exercida por quem não disponha desse grau e da correspondente formação académica e profissional”, lê-se nas conclusões do parecer de 35 páginas.
Diogo Freitas do Amaral e Luís Fábrica defendem ainda que “sendo inviável em face da lei a inscrição na Ordem dos Arquitectos dos detentores de licenciaturas e engenharia civil sem a licenciatura em arquitectura, a aprovação do Projecto de Lei nº 495/XIII/1º conduziria a que os licenciados em engenharia civil autores de projectos de arquitectura não estivessem inscritos em qualquer ordem ou, então, estivessem inscritos na Ordem dos Engenheiros”. O que, remata o documento, “acarretaria diversas consequências insustentáveis, designadamente o esvaziamento da Ordem dos Arquitectos e o extravasar das atribuições da Ordem dos Engenheiros”.

Considerando que a aprovação do Projecto de Lei “acarretaria ainda sucessivas violações do princípio da igualdade, quer no relacionamento entre arquitectos e engenheiros, quer no relacionamento entre as diversas categorias de engenheiros”, o documento conclui que “carece de qualquer consistência o argumento que pretende justificar a modificação projectada na tutela dos (inexistentes) direitos adquiridos ou das (já acauteladas) expectativas legítimas dos engenheiros civis abrangidos”.

Com este parecer, a Ordem dos Arquitectos tem esperança que os deputados, membros da Comissão Parlamentar de Economia, Inovação e Obras Públicas tomem a decisão correspondente ao enorme serviço que prestam à democracia portuguesa. Que este novo ano simbolize na prática, a efectiva representação e defesa dos interesses de todos os cidadãos.

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segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Garcia, Garcia assina design & build de centro logístico para multinacional espanhola ADI

A comprovada especialização na área industrial e logística garantiu à Garcia, Garcia mais um projeto nesta área, desta vez a construção da nova unidade logística da multinacional espanhola ADI, cujo core business é a distribuição de produtos químicos para os mercados têxtil, de tintas e construção, de galvanoplastia e de limpeza e manutenção industrial, além da venda de instrumentos de medição para controlo de qualidade. Localizada no Parque Empresarial da Ermida, em Santo Tirso, este é mais um projeto design & build da construtora nacional, que se junta ao vasto portefólio de edifícios logísticos, uma área que tem tido uma evolução muito favorável no nosso país.

As novas instalações possibilitarão ao Grupo ADI aumentar a sua capacidade de armazenamento e distribuição no país, onde a sua atividade tem vindo a crescer progressivamente desde 2006, ano em que se instalou na Zona Industrial da Maia com um centro logístico que, entretanto, deixou de ter capacidade para as necessidades da multinacional.

Parque empresarial da Ermida em expansão
O novo centro logístico ficará localizado no Parque Empresarial da Ermida, em Santo Tirso, o qual é propriedade da Garcia, Garcia. Com 20 hectares de área industrial, onde se localizam empresas como WEG ou Casfil (projeto PIN), ambas construídas pela Garcia, Garcia, o parque encontra-se em fase de expansão.

A Garcia, Garcia interveio em todo o processo, desde a seleção da localização, até à construção, passando pelos projetos de engenharia. “A nossa experiência na área industrial e logística justificou a confiança do Grupo ADI, à qual procurámos responder com um projeto que, acreditámos, está alinhado com a inovação e capacidade técnica da empresa.”, explica Carlos Garcia, administrador da construtora.

Localização privilegiada potencia distribuição rápida
Com uma localização privilegiada, o novo centro logístico do Grupo ADI irá beneficiar de excelentes acessibilidades e vias rodoviárias, o que lhe permitirá um acesso fluído e rápido aos principais centros urbanos e industriais da zona Norte, bem como às principais infra-estruturas aeroportuárias. Em função do anterior, todo o processo logístico da empresa será potenciado, através de uma resposta rápida e eficiente, possibilitando desta forma otimizar o grau de eficiência da sua operação.

Sendo concebido de raiz, o novo centro logístico beneficiará de instalações de última geração, desenvolvidas e pensadas à medida das necessidades específicas do tipo de negócio e incorporando soluções de última geração. Para além disso, as novas instalações vão de encontro aos normativos de qualidade e segurança aplicáveis.

Com data de conclusão prevista para fevereiro, o novo espaço logístico do Grupo ADI será constituído por duas áreas funcionais distintas, uma de armazém e outra área administrativa e social, ficando as duas instaladas em dois volumes fisicamente separados.
Ao nível estrutural, o edifício de armazém tem previsto uma estrutura pré-fabricada em betão, com revestimento em painéis de betão até 2,20 metros e painel na restante área. Por sua vez, a área administrativa será em estrutura metálica, sendo marcada pelas grandes fachadas em vidro.

Já na área de armazém e tendo em conta a utilização final do edifício, o mesmo beneficiará de quatro cais de carga, assim como de um laboratório equipado com toda a tecnologia necessária para apoiar a atividade e os clientes. Em função do tipo de materiais a armazenar no edifício, o mesmo será dotado de todas as condições de segurança necessárias.

Este novo centro logístico construído pela Garcia, Garcia vem confirmar a dinâmica do mercado de logística e distribuição que existe atualmente em Portugal. No portefólio da Garcia, Garcia, encontram-se outras obras relativas a este setor, como é exemplo a construção e ampliação das unidades logísticas de empresas como o Grupo Garland (Maia I e II, Gaia e Abóboda), Brasmar, Brunotir, ID Logistics e, recentemente, a Nacex em Água Longa, Santo Tirso.

Dados do projeto:
Localização: Parque Empresarial da Ermida, em Santo Tirso
Engenharia e Construção: Garcia, Garcia
Terreno: 15.370 m2
Área de Construção: 4.998 m2
Implantação: 4. 261 m2
Área de Armazém: 4.353 m2
Área Administrativa e Social: 645 m2
Cércea: 11,5 m

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Worx coloca Gstep no edifício Miraflores Premium

A Gstep tem mais de uma década de experiência em Business Intelligence, Enterprise Performance Management e Business Analytics. A Mudança Institucional da Marca surge como resultado do principal objetivo da Gstep: a criação de valor.

Assim, passou a ocupar o 9º Piso do edifício I, integrado no Complexo Miraflores Premium. Este edifício, situado próximo do centro de Lisboa, junto à saída da Cril e autoestrada A5 Lisboa Cascais, possui uma área disponível de 4.815m2 com um valor/m2 de mercado bastante competitivo.

Este foi um projeto One Stop Advisor, em que a Worx deu continuidade, complementando os seus serviços de agência com o projeto de arquitetura para as novas instalações da Gstep, através da sua empresa de arquitetura e obra – Done, Design to Build.

O projeto envolveu a renovação do espaço, maioritariamente em open space. Foi criado um novo espaço lounge, zonas de trabalho individuais e coletivas e estendeu-se a detalhes como as carpintarias, ou captação de luz natural conseguida através da prevalência de materiais como o vidro e uma copa inovadora, reafirmando a imagem corporativa da Gstep.
Mafalda Carvalho, Architecture da Worx, afirma: “este foi um projeto ‘chave na mão’ e inovador que conseguiu, através de um ‘rebranding corporativo’, promover o carácter inovador e único da Gstep junto do mercado”.

Afonso Almeida Fernandes, Agency da Worx, comenta: “o Miraflores Premium é um edifício muito interessante pelas condições que proporciona aos seus inquilinos, como excelentes áreas por piso, prestação de serviços incluído no preço e um constante investimento na modernização e imagem do edifício.”

O Miraflores Premium é um edifício comercializado em co-exclusividade pela Worx e a Cushman&Wakefield.

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Perfis de engenharia civil e as tendências de evolução

Estando em avaliação o mestrado em Engenharia Civil, neste caso, do Instituto Politécnico de Setúbal (IPS), onde leciono gostava de efetuar uma reflexão sobre quais serão as tendências de evolução…

Durante alguns anos, talvez antes de Bolonha, existiam os perfis de Edificações, Estruturas, Vias de Comunicação e Hidráulica. Onde tirei a licenciatura a distribuição era igualmente numa escala descendente de procura por parte dos alunos pela sequência apresentada, sendo cerca de 40%, 30%, 20%, 10% a distribuição de alunos.

Nos últimos anos tem existido uma diminuição bastante significativa de alunos na área, estando atualmente no IPS os perfis de Construção e Estruturas.

Estando a refletir sobre a evolução dos perfis, gostava de partilhar a minha perspetiva para Portugal. Considero que a Construção em si, sempre existirá sendo que a grande parte que acontecesse atualmente está mais relacionada com a Reabilitação. Não sei se vamos continuar nesta perspetiva, se sempre vão avançar novos grandes projetos que necessitem de novas competências…

Os grandes projetos estão relacionados com Vias de Comunicação, sendo que sendo um perfil atualmente pouco usual se tivesse mais relacionado com a Mobilidade Sustentável, tanto em voga atualmente, talvez pudesse ter mais interessados.

Considero que a Reabilitação vai ser uma necessidade nos próximos anos, talvez mesmo se torne uma necessidade contínua, dado o elevado parque edificado que temos em condições para o efeito… Aliás considero que em termos do perfil de estruturas o mesmo devia ter um foco no reforço estrutural, no âmbito da Reabilitação, em especial sísmico!
No meu ponto de vista, julgo que devia existir um perfil mais relacionado com a Manutenção e Eficiência dos Edifícios, instalações e afins. Quando falamos destes conceitos estamos sempre a relacionar com outras áreas de Engenharia relativas aos equipamentos, mas considero, que as estruturas físicas existentes deviam ter igualmente manutenção, dado a sua vida útil ser perspetivada para um período mesmo superior aos equipamentos. A questão da eficiência está igualmente relacionada com a estrutura física.

A Hidráulica, sempre foi no meu ver considerado “o parente mais pobre”. Contudo tivemos grandes obras na área, que continuam a existir, e usualmente muita dificuldade em ter profissionais na área. Bem como não nos podemos esquecer do potencial marítimo do nosso Pais. Temos uma área costeira muito significativa, bem como área marítima. Outro aspeto é a carência de água potável que estamos a atravessar, não será que esta situação vai ser cada vez mais recorrente? Porque não a Hidráulica Sustentável... Não devíamos ir por aí?

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Artigo escrito por Susana Lucas do SEIbySusana.

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quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Concurso para nova Unidade de Saúde de Santa Iria da Azóia com a assessoria da OASRS

A Secção Regional Sul da Ordem dos Arquitectos (OASRS) está a fazer a assessoria do Concurso público de concepção para a Elaboração do Projecto da Unidade de Saúde de Santa Iria da Azóia, promovido pela Câmara Municipal de Loures.

O prazo de candidaturas decorre até 14 de Fevereiro 2018.

O novo edifício, que vai ocupar uma área de 1291 metros quadrados, pretende colmatar as deficientes condições das instalações do actual Centro de Saúde.

Com um custo estimado de um milhão e cem mil euros, o projecto pretende “funcionar como um objecto arquitectónico de referência que valorize a relação do edifício com os seus utilizadores e com a freguesia de Santa Iria da Azóia”. A nova estrutura deverá ter um comportamento energético exemplar, ser catalisador da vida urbana e integrar os conceitos de mobilidade, acessibilidade e inclusão, entre outros critérios.

Atribuindo três prémios de, respectivamente, 5 mil, 3 mil e 1500 euros, o concurso conta, no júri, com a participação dos arquitectos João Félix, da Câmara Municipal de Loures (que preside); Carlos Santos, da Câmara Municipal de Loures e Victor Neves, indicado pela OASRS.

Tudo sobre o concurso aqui

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terça-feira, 16 de janeiro de 2018

O que aconteceu na bancada do estádio do Estoril?

Esta é a pergunta que muita gente tem feito nas últimas horas e aparentemente ainda não há resposta para a mesma. O mais surpreendente é que a bancada norte do Estádio António Coimbra da Mota, o estádio do Estoril, foi inaugurada em Setembro de 2014, ou seja, há pouco mais de 3 anos.

O que se sabe, segundo o Observador, é que a bancada norte do António Coimbra da Mota foi uma obra da Farcimar, Soluções em Pré-Fabricados de Betão S.A., com sede na Zona Industrial de Farrapa, em Arouca, sendo inaugurada em setembro de 2014 com o objetivo de cumprir os requisitos obrigatórios para a realização de encontros europeus. Ou seja, e apesar de já ter indícios de algum desgaste, como alguns espetadores testemunharam, é muito recente, pelo que se estranhou as visíveis fissuras nas paredes e no chão.

Veja de seguida as diversas imagens do problema estrutural no Estádio António Coimbra da Mota e deixe-nos a sua opinião sobre o que terá acontecido.

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Eclusa na Barragem das Três Gargantas

“Eclusa” é uma obra de engenharia hidráulica que permite que as embarcações subam ou desçam os rios ou os mares onde há desníveis, tais como, barragens, quedas de água, etc.

Não sendo uma Eclusa no sentido tradicional, a China construiu o maior elevador do mundo, na também maior hidroelétrica do mundo, a Barragem das Três Gargantas, para vencer a diferença de altura nas águas da barragem, entre montante e jusante, permitindo a navegação.

O percurso, que demoraria 3 horas, por uma eclusa tradicional, agora é feito em 40 minutos. O elevador suporta o peso de 3 milhões de toneladas!

São obras de Engenharia, em especial as de hidráulica, que ainda nos continua a surpreender, e demonstrar que a tecnologia por de ser aliada no desenvolvimento e ultrapassar obstáculos naturais.
Existiram tantas obras que foram construídas sem as tecnologias que existem hoje, desde as pirâmides no Egipto ao Taj Mahal e ao Convento de Mafra, que até parece que agora que temos a possibilidades tecnologias fantásticas já não existe tanto uma perspetiva de grandeza e longevidade que existia…


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Artigo escrito por Susana Lucas do SEIbySusana.

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quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Grupo DST constrói Centro de Logística Bolama Supermercado nas antigas instalações da fábrica Josim

O grupo dst está a construir, em Guimarães, o Centro de Logística Bolama Supermercados, um entreposto que servirá de base de controlo e distribuição para toda a cadeia de supermercados Bolama. A empreitada, avaliada em mais de dois milhões de euros, envolve várias insígnias do grupo dst, nomeadamente a construtora dst, sa, a dte - instalações especiais, a tconcrete e a tmodular.

A obra nasce nas antigas instalações da fábrica Josim, em Ronfe, pelo que os trabalhos englobam a conservação da fachada existente que será a fachada principal da zona administrativa, onde existirá uma área social, escritórios e salas de apoio. A restante intervenção implica a construção de um edifício em estrutura de betão armado pré-fabricado, com fachadas em painel e cobertura em "deck".

À área de construção de cerca de 6000 m2 soma-se ainda a área de 9926 m2 de arranjos exteriores, onde serão realizados trabalhos de pavimentação e respetivos passeios.
A dst é responsável pela execução dos trabalhos de construção civil, cabendo à dte - instalações especiais, a execução da especialidade de ITED e eletricidade. O betão pronto será fabricado e fornecido pela tconcrete e o fabrico e instalação das carpintarias estará a cargo da tmodular.

Esta parceria resulta “da confiança que a Supermercados Bolama deposita na capacidade técnica e financeira do grupo dst e na nossa vasta experiência na implementação de projetos chave-na-mão na área da logística, da distribuição e do retalho”, sublinha José Teixeira, presidente do Conselho de Administração do grupo dst. “O recurso às diferentes competências das várias empresas do grupo, num processo in-house tem sido um fator de diferenciação e um critério francamente valorizado no momento da tomada de decisão por parte dos nossos parceiros”, destaca o responsável.
José Teixeira defende ainda que “a consolidação do portfólio se deve à qualidade técnica das soluções apresentadas, mas também às sólidas relações comerciais de confiança que o grupo estabelece com os clientes, a maioria dos quais volta com novos projetos para serem executados sob a batuta, o conhecimento e a inovação das equipas do grupo dst.”

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Reduzir o consumo de água para salvar o planeta

O novo ano convida a criação de hábitos diários sustentáveis, particularmente de redução de consumo de água para a preservação do planeta e a salvaguarda da humanidade.

A Oli, empresa portuguesa líder da Europa do sul na produção de autoclismos eficientes, alerta para a urgência de se alterar o padrão de consumo de água no WC, responsável por 33% do consumo diário total de água.

A empresa, que há 23 anos, foi responsável pela massificação da produção da dupla descarga do autoclismo - uma inovação, hoje presente em todo o mundo, que contribuiu para a redução do consumo de água na ordem dos 50% -, quer dar mais um passo decisivo para a eficiência hídrica.

Nesse sentido, a Oli recomenda a adoção de duas soluções simples, que podem ser integradas em qualquer autoclismo, amigas do ambiente e com benefícios económicos.
A “Azor Plus”, uma torneira de bóia com um sistema retardador que apenas abre após o fecho da válvula de descarga, assegurando a poupança até 9 litros de água por dia e reduz a fatura mensal em 2%.

A “Atlas”, uma válvula de dupla descarga com possibilidade de regulação do volume de água a descarregar - residual e meia descarga, podendo o seu botão de acionamento universal ser aplicado na posição frontal, topo ou lateral.

Há simples gestos diários que podem mudar o mundo. Um deles é a descarga de água do autoclismo, determinante para a preservação da água, um recurso natural da qual depende o futuro das próximas gerações e do planeta.

A Oli acredita que a mudança do padrão de consumo no WC “é um pequeno passo para o homem e um salto gigante para a humanidade”.

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