segunda-feira, 27 de julho de 2015

Empresa do Porto lança conceito inovador: vouchers para obras, reparações ou arranjos de jardim

A Áreas, empresa do Grupo NEAR, acaba de lançar um conceito inovador de obras, trabalhos e reparações ao domicílio, que consiste na comercialização de vouchers de horas de mão-de-obra para utilização à medida das necessidades de cada cliente. Seguindo o princípio da criatividade de soluções como diferenciação face ao mercado, introduzido pelo Grupo NEAR nas áreas da construção, renovação e arranjos exteriores, esta empresa de Matosinhos introduz também no sector da assistência ao domicílio uma nova forma de resolver os pequenos problemas do dia-a-dia, seja em casa ou no local de trabalho.

O voucher Áreas, já disponível nas lojas Bricor de V.N. de Gaia e Vila do Conde, pode ter diferentes valores, aos quais vai corresponder determinado número de horas de trabalho que podem ser contratadas para ultrapassar contratempos ligados à manutenção e arranjo e fazer pequenas reparações. Acresce que o vale é transmissível, pelo que pode ser utilizado em ofertas ou prendas.

“Começámos no norte do país com vouchers de 2, 4 e 6 horas, mas queremos alargar esta solução a todo o território nacional”, explica a administração da Áreas, sublinhando “haver uma prioridade dada pela empresa aos novos produtos e serviços focados no consumidor final”.
A par do carácter inovador das soluções, a agilidade dos serviços é outra das apostas do Grupo NEAR que, no mercado desde há três anos, procura estar perto do cliente e ajudar a criar soluções adequadas de renovação e construção (residencial, comercial e de serviços). O objectivo é dar resposta ao desejo de mudança, de criar novas energias e motivações. “Acreditamos que a renovação espacial é a primeira fase de uma renovação pessoal, de ver e viver os espaços e a vida de uma perspectiva diferente, que permita mais energia, alegria e motivação”, dizem os fundadores Ângelo Monteiro, arquitecto, e Albino Caminha, medidor-orçamentista, preocupados em manter o espírito de inovação e criatividade em permanente presença no negócio.
Além da Áreas, o Grupo NEAR integra a Near Construção, empresa dedicada a construção (nova, manutenção e recuperação) de edifícios e a NewArea, empresa dedicada aos arranjos exteriores e jardins. A breve prazo, a NewArea irá apostar também nos sectores da decoração e mobiliário.

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Six Senses Douro Valley foi inaugurado

A primeira operação na Europa do Grupo Tailandês concretizou-se em Portugal nas margens do Douro. A unidade hoteleira de cinco estrelas, agora detida pelo Fundo Discovery, passa a ser gerida sob a marca Six Senses Hotels Resorts & Spa. À Bindopor foi entregue a responsabilidade de desenvolver, produzir e instalar uma solução integrada de Wayfinding, Sinalética, Artwork e Iluminação Decorativa.

Uma tarefa abrangente e complexa, que passou por um trabalho colaborativo com os diversos intervenientes no projecto espalhados um pouco pelo mundo: Arquitectos, Investidor, Construção e Fiscalização em Portugal, Brand Owner em Bangkok, Interior e Light Designers em New York e Procurement no Dubai.
No final, Nicholas Yarnel, o Director Geral da unidade, afirmou que após "inaugurar o Six Senses Douro Valley com a Bindopor como nossa parceira, e não podíamos estar mais satisfeitos”.

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Oli cresce 6% no primeiro semestre

A Oli, líder ibérica na produção de autoclismos, cresceu 6% no primeiro semestre de 2015, em comparação com o volume de negócios do período homólogo do ano passado. Este comportamento foi impulsionado pelo aumento das exportações para a Europa e Médio Oriente. Os maiores crescimentos registaram-se na Alemanha (8%), mercado que representa 10% da faturação total, Jordânia (11%) e Israel (9%).

Destaque ainda para os resultados dos mercados do Médio Oriente, com a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos a registarem elevados aumentos de vendas, sobretudo ao nível das soluções mais inovadoras da marca. A taxa de exportação manteve-se nos 80%, com a OLI a ser comercializada em 60 países dos cinco continentes.

Em Portugal, a Oli cresceu 13%, o maior aumento registado nos últimos quatro anos. Este acréscimo foi impulsionado pela reabilitação urbana e pela renovação das infraestruturas do setor hoteleiro, orientadas pela adoção de soluções hidricamente sustentáveis que contribuam para a redução do consumo de água.
No segundo semestre, a Oli estima manter o ritmo de crescimento e encerrar o exercício com um aumento global de 10% face ao volume de negócios de 43 milhões de euros de 2014. Prevê-se que durante este período os Emirados Árabes intensifiquem a tendência de crescimento.

Ainda na segunda metade do ano, a OLI apresentará as últimas inovações da marca, no âmbito da semana aberta, em outubro, na sede em Aveiro.

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domingo, 26 de julho de 2015

Mota-Engil perde contrato de 2,6 mil milhões de euros

A Mota-Engil perdeu o contrato de 2,6 mil milhões de euros nos Camarões que tinha sido anunciado há cerca de um ano atrás, e que seria o maior contrato da sua história. A empreitada consistia na construção de uma linha férrea e de um porto de águas profundas nos Camarões. O governo camaronês alegou que precisa recalcular os custos do projeto devido à descida da cotação do ferro. O contrato para a obra tinha sido conseguido pela Sundance Resources, que depois a adjudicou à Mota-Engil Engenharia e Construção África, SA.

A Sundance Resources emitiu um comunicado onde revela que “o governo da República dos Camarões concordou procurar financiamento para os 100% do capital necessário para as estruturas do caminho-de-ferro e do porto nos Camarões, através de um empréstimo feito pela China e possivelmente outros países”. A contrapartida ao financiamento é que a empreitada da obra seja entregue a construtoras chinesas.

Quanto à participação, o governo camaronês ficará com 98% do capital da empresa dona da linha férrea e do porto e a mineira Sundance ficará com os restantes 2%, como contrapartida do capital que já investiu até agora. A Mota-Engil ainda não reagiu oficialmente a esta perda do contrato.

EM QUE CONSISTE ESTA EMPREITADA?

O projecto prevê a construção de 510 quilómetros de linha férrea desde a mina, em Mbalam, República dos Camarões, até ao terminal, em Lolabe, na costa oeste do país, assim como de um ramal ferroviário com extensão de 70 quilómetros, para ligação à mina em Nabeba, na República do Congo. O contrato inclui ainda a construção de um terminal portuário de águas profundas (navios "China-max"), e dos respectivos estaleiros.

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quarta-feira, 22 de julho de 2015

Fissura ou junta de dilatação na Ponte Rio-Niterói?

Há uma imagem da Ponte Rio-Niterói, no Brasil, que tem levantado muitos comentários e discussões na internet.

A 'abertura' que se vê na imagem é uma fissura (rachadura se preferir) ou uma junta de dilatação? Faça a sua análise e diga-nos o que pensa.

A seguir à imagem damos-lhe a resposta, leia apenas depois de tirar a sua conclusão.


RESPOSTA

Na altura que a polémica sobre esta imagem surgiu, a concessionária, a CCR Ponte, veio a público esclarecer que se trata apenas de uma junta, não havendo qualquer perigo de desabamento. Segundo a CCR Ponte "esta abertura é necessária e consiste em uma separação física entre as duas partes de uma estrutura, para que estas possam se movimentar sem transmitir esforços entre si". Nesta explicação a concessionária acrescentou ainda que "toda ponte de grandes dimensões precisa deste tipo de abertura para acomodar a movimentação da estrutura em função das variações térmicas, evitando tensões indesejáveis, o que poderia ocasionar fissuras nas lajes e vigas".

De acordo com a CCR, no trecho sobre a Baía de Guanabara, as juntas de dilatação existem a cada 400 metros, com cerca de 13 cm de abertura. Nos acessos ao Rio e a Niterói, há aberturas de 3 cm a cada 30 metros.

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Ramos Catarino remodela mais 3 hotéis em França

A Ramos Catarino concluiu há dias a remodelação do Hotel Belloy Saint Germain, uma unidade de 4 estrelas situada no coração de Saint Germain-des-Près, uma das mais características zonas de Paris. A construtora do Grupo Catarino está também a ultimar a remodelação de um outro hotel parisiense de 3 estrelas, o Opéra Saint-Georges, também com uma magnífica localização, entre Montmarte, as célebres Galeries Lafayette e a Opéra Garnier. A obra ficará concluída ainda no corrente mês de Julho.

Sublinhe-se que a Ramos Catarino tem vindo a executar diversas obras em França, em várias cidades e em diferentes sectores, embora com destaque para a hotelaria, onde remodelou já um considerável número de unidades, algumas delas pertencentes a importantes grupos internacionais e com projectos de reputados arquitectos.
O Grupo Catarino tem também concretizado, em França, projectos integrais, de remodelação de edifícios, equipamento e decoração de interiores em hotelaria. Um dos exemplos recentes é o Hotel Ibis Budget Vélizy, situado perto do célebre Palácio de Versailles, em que a Ramos Catarino procedeu à remodelação dos 100 quartos e a D&ID (empresa de equipamento e decoração de hotéis do Grupo Catarino) executou a decoração de interiores.
Esta obra foi executada em apenas 6 meses, evidenciando a capacidade do Grupo Catarino para dar resposta a este desafio em França.

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terça-feira, 21 de julho de 2015

Regulamento nº 420/2015 - Atos de Engenharia por Especialidade da Ordem dos Engenheiros

O Conselho Diretivo Nacional da Ordem dos Engenheiros (OE) após sucessivas reuniões em que apreciou as diversas propostas que foram sendo apresentadas pelo Conselho Coordenador dos Colégios deliberou, e obtido o assentimento da maioria dos membros da Assembleia de Representantes, aprovar e mandar publicar o Regulamento de Atos de Engenharia por Especialidade, dos membros da Ordem dos Engenheiros.

Pode consultar o Regulamento nº 420/2015 - Atos de Engenharia por Especialidade da Ordem dos Engenheiros clicando aqui.

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NVE conclui duas empreitada de reabilitação no centro histórico do Porto e vai começar outro

A NVE anunciou a conclusão de duas empreitadas no centro histórico do Porto e o arranque de mais uma obra. A NVE tem-se aliado a projetos que promovam a reconversão do património degradado das principais cidades portuguesas. As obras em conclusão situam-se nas emblemáticas Rua de Santana e Rua de Mouzinho da Silveira, e tratam-se da reabilitação de dois prédios destinados a 5 habitações multifamiliares e um estabelecimento comercial.

Muito próxima localiza-se a empreitada em fase de arranque, que está enquadrada no quarteirão estratégico PORTO VIVO do eixo de intervenção Mouzinho/Flores e faz frente para a Rua Mouzinho da Silveira e para a Viela do Anjo no tardoz. O prédio data do séc. XIX e apresenta características arquitectónicas e construtivas que retratam bem a sua época e o local em que se insere. Neste contexto, o projeto pretende reabilitar o imóvel, alterando a propriedade horizontal para habitação, distribuindo-se em 8 fogos (de tipologias T1 e T1+1, que variam em área bruta entre 71m2 e 90m2).
A requalificação pretende manter o mais possível os materiais e estruturas existentes recuperando-as e reforçando-as, para se manter a traça do edifício, aliando a introdução de novos elementos capazes de satisfazer e adaptar o edifício às necessidades contemporâneas de habitação.
Irá ser instalado um elevador que fará a comunicação vertical mecânica entre os pisos de habitação e serão reformuladas as áreas comuns, mantendo a escada completa em madeira original e adicionando uma zona paralela de distribuição correspondente à zona de chegada do elevador em cada piso, desta forma será possível, não só melhorar os acessos verticais como também melhorar as áreas destinadas às frações de habitação. As frações preexistentes serão portanto adaptadas a frações independentes de habitação com um único acesso vertical comum.
A proposta apresentada pretende requalificar o edifício tornando-o atraente de vários pontos de vista. Conservando ao máximo o seu património, introduz uma "fórmula" moderna de intervenção e desenho capaz de o tornar com valências atrativas para a cidade, para quem nele investe e para quem o usa.

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segunda-feira, 20 de julho de 2015

Antarte abre terceira loja em Luanda: investimento superior a dois milhões de euros

A Antarte acaba de reforçar presença em Angola, com a abertura da sua terceira loja em Luanda, na zona do Gamek (Avenida Pedro de Castro Van-Dunem Loy). O investimento superior a dois milhões de euros é o resultado da aposta da marca portuguesa em território angolano, onde está desde 2012 e onde pretende continuar a crescer com a abertura de novos espaços quer na capital quer na zona envolvente.

Dividida por dois pisos, a loja apresenta um show room com 850 metros quadrados, onde é possível encontrar mais de 1500 referências do portfólio Antarte. Esta é já a terceira loja da marca em Angola, a do Patriota e à da Via Expresso, do lado oposto ao Estádio 11 de Novembro. A marca emprega actualmente três dezenas de colaboradores.

Zita Rocha, directora comercial e de marketing da Antarte, classifica este novo investimento da marca como “um compromisso claro com Angola e com o Angolanos, apostando em estar cada vez mais perto dos clientes que vêm nos nossos produtos um compromisso único de qualidade, conforto e design”. “Mesmo numa altura em que se assiste a uma estação do investimento, a Antarte reforça o seu plano de expansão em Angola, um mercado onde entrou em 2012 e que tem sido fundamental para a estratégia de internacionalização da marca”, concluiu.
Anselmo Ralph, embaixador da Antarte para Portugal e Angola, e um dos mais populares músicos do momento nos dois países, marcou presença na inauguração da nova loja, numa cerimónia que contou ainda com a presença de diversas figuras públicas de Luanda. Assumindo-se como uma marca destinada a um público da classe média-alta, a Antarte lança assim uma nova âncora no mercado angolano, cada vez mais exigente e atento às novas tendências de mobiliário e decoração.

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Trabalhadores da Soares da Costa em protesto no Porto e em Angola

Os trabalhadores da Soares da Costa que estão em Angola com salários em atraso desde maio estão a ameaçar queimar camiões e contentores onde dormem em protesto contra a situação dos atrasos dos ordenados. Os protestos alargam-se ao Porto, tendo os trabalhadores protestado à porta da seda da empresa, antes de se deslocarem até à Câmara Municipal do Porto. O protesto dos trabalhadores da Soares da Costa era encabeçado por uma faixa que dizia "Exigimos o pagamento dos salários em atraso em Portugal, Angola e Moçambique. Despedimento coletivo: Não!".

Em Angola há 400 portugueses a trabalhar para a Soares da Costa e neste momento têm 3 meses de salários em atraso. Segundo o presidente do Sindicato da Construção Civil, Albano Ribeiro, os trabalhadores angolanos da Soares da Costa têm "apenas" 1 salário em atraso, o que indicia uma situação de discriminação.

Em Portugal os 275 trabalhadores em inatividade da Soares da Costa ameaçam mesmo ocupar com as suas famílias os escritórios da empresa.

"A manter-se o não pagamento dos salários, os trabalhadores e suas famílias vão ocupar os escritórios até que sejam pagos os salários", lê-se no comunicado do Sindicato da Construção de Portugal, dizendo ainda que "quer em Portugal quer em Angola a Soares da Costa tem milhões de euros nos bancos e há muitos trabalhadores e suas famílias que estão a recorrer a familiares para se alimentarem."
Recorde-se em 2011 a Soares da Costa avançou com uma reestruturação da empresa, que implicou centenas de despedimentos. No ano passado António Mosquito assumiu a presidência da Soares da Costa após ter injetado 70 milhões de euros na empresa. Juntamente com a Mota-Engil e a Teixeira Duarte, a Soares da Costa figurou entre as 5 maiores construtoras da Europa.

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