segunda-feira, 22 de agosto de 2016

BIM - Trends and Innovation

O corrente ano tem sido profícuo para o BIM (Building Information Modeling) em Portugal. Verifica-se uma crescente oferta de eventos e formações por todo o país e um franco crescimento de iniciativas de inegável valor, que visam apoiar a indústria portuguesa da construção para que esta se torne mais competitiva neste novo paradigma internacional. Todo este movimento em torno do BIM, por si só, já faz de 2016 um ano marcante na área.

O ISEPBIM promove junto da comunidade eventos como o BIM Trends and Innovation (BIMTI), no dia 14 de Setembro, procurando incentivar a modernização das empresas portuguesas da área AECO, trazendo também o desejo da implementação BIM para os que não mudaram ainda os métodos de trabalho.

O BIMTI foi pensado para esclarecer os decisores e influenciadores-chave das atuais tecnologias mais utilizadas em BIM assim como das atuais definições de normalização a nível mundial, dando lugar a um trabalho colaborativo eficaz.
A conferência irá fornecer uma sessão de estado da arte para atingir uma gama mais ampla de participantes, como estudantes e profissionais menos informados da indústria. Sendo a conferência sobre inovação e tecnologia assumindo um papel importante na modernização da indústria, haverá uma apresentação e promoção do RTC Europe 2016 (RTCEUR 2016), que decorrerá na Alfândega do Porto, pelo Chairman do RTC Events Management, Wesley Benn.

Para se inscrever clique aqui.

Ler o resto do artigo >>

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Ampliação do Canal do Panamá

A expansão do Canal do Panamá foi inaugurada no dia 26 de Junho, registando algum atraso relativamente ao inicialmente previsto. Este canal artificial de navios tem uma extensão de 82 Km e liga o Oceano Atlântico ao Oceano Pacífico. Há bloqueios e eclusas em cada extremidade da travessia para levantar os navios até o lago Gatún, um lago artificial criado para reduzir a quantidade de trabalho necessário para a escavação do canal e que está localizado 26 metros acima do nível do mar. Os bloqueios iniciais tinham 33,5 metros de largura. Uma terceira faixa de eclusas, mais larga, foi construída e entre 2007 e 2016. Recorde-se que a Somague esteve envolvida na ampliação do Canal do Panamá, uma obra de envergadura mundial.

Em 3 de setembro de 2007 iniciaram-se as obras para a construção de uma nova hidrovia, que permite a passagem de navios muito maiores, chamados: post-panamax.

O projeto custou 4700 milhões de euros, embora o orçamento inicial ser de 3118 milhões de euros. Teve um atraso de mais de um ano na conclusão das obras e houve ainda um conflito que chegou a levar à paragem da obra, em 2014.
O plano de expansão consistiu em criar um novo conjunto de comportas paralelo às existentes, que é operado simultaneamente junto às anteriores comportas. Cada conjunto ascende do nível do mar até o lago Gatún em apenas uma passagem, em oposição à situação anterior, onde havia uma passagem em duas etapas, Miraflores/Pedro Miguel.

As dimensões das novas comportas são da ordem de 427 metros de comprimento, 55 de largura e 18,3 de profundidade; a correspondente capacidade para navios será 366 metros de comprimento, 49 de largura e 15 de profundidade. Tais dimensões equivalem a um navio de containers de 12.000 TEU (twenty-foot equivalent - containers de 6,1 metros de comprimento).
Cada conjunto de comportas é acompanhado por bacias de reutilização de água, de dimensões 430 m de comprimento, 70 de largura e 5,5 de profundidade. Tal arranjo permite colectar gravitacionalmente a água utilizada no tráfego pelas comportas, num reaproveitamento de 60%.

Veja de seguida um vídeo onde se resume a grande obra de ampliação do Canal do Panamá em dois minutos de vídeo.

Ler o resto do artigo >>

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Irmãos Cavaco pede insolvência

A construtora Irmãos Cavaco vai entrar em processo de insolvência, após uma decisão do Tribunal da Relação do Porto ter revogado o plano de recuperação iniciado em 2015. Esta empresa de Santa Maria da Feira emprega 112 pessoas, e este era já o seu segundo Plano Especial de Revitalização (PER). O primeiro PER tinha sido aprovado em 2012 mas, segundo responsáveis da Irmãos Cavaco, a conjuntura económica não permitiu a empresa cumprir com os valores de facturação previstos o que levou a que em 2015 fosse solicitado outro PER, tal como outras empresas fizeram.

De acordo com o administrador judicial provisório, Francisco Duarte, 78,5% dos credores votaram neste segundo PER, e, destes, 77,4% “foram favoráveis ao plano de recuperação apresentado pela devedora”.

No entanto, esta foi uma decisão em primeira instância, que acabou por ser alvo de recurso por parte de um credor, logo em Novembro. Três meses depois, em Fevereiro deste ano, o Tribunal da Relação do Porto veio dar-lhe razão, revogando a decisão de homologar o novo PER.

Tanto a Irmãos Cavaco com o administrador judicial provisório dão a mesma explicação: o tribunal considerou que, falhado o primeiro PER, por incumprimento, não podia percorrer o mesmo caminho pela segunda vez.
O valor das dívidas, ligadas a 1367 créditos (a lista de credores é composta por 49 páginas), ascende a 87 milhões de euros, dos quais, diz a construtora, 55 milhões correspondem a dívida de capital, a que acrescem depois valores de garantias, encargos e juros.

No rol de credores estão, além do próprio António Cavaco e da holding António Cavaco Investimentos, pelo menos 17 bancos e instituições de crédito de Portugal e Angola, desde a CGD ao Finibanco Angola (detido pelo Montepio). Depois, há ainda entidades oficiais como a Segurança Social, Marinha, Ministério da Economia e Parvalorem.

Ler o resto do artigo >>

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Mercado Municipal de Abrantes

No centro de Abrantes encontramos o mercado Municipal. Ao entrarmos, o vídeo leva-nos pelo contraste entre as paredes brancas e as cores vivas das flores e da fruta que se vendem. Continuamos e à medida que subimos a escadaria em espiral, vamos explorando os três pisos do mercado. Mas estas escadas cumprem mais do que uma função e fazem também a ponte entre duas ruas.

Em baixo temos o Largo do Tribunal e 13 metros acima encontramos a rua Nossa Senhora da Conceição. O vídeo tira partido do pé direito duplo, mostrando que existe uma visibilidade total do espaço, seja qual for o piso em que estamos. No topo do edifício existem dois volumes que deixam entrar a luz natural que acompanha as curvas interiores do mercado. O espaço vive dessa luz que realça as texturas, os materiais e as cores.

Veja de seguida o vídeo.


Apresentamos ainda algumas fotografias que documentam alguns dos pormenores arquitectónicos do Mercado Municipal de Abrantes.

Créditos:
Direção & Produção: Building Pictures (buildingpictures.pt)
Direção de Fotografia: Building Pictures
Pós-produção: Building Pictures
Música: Creative Commons - Chris Zabriskie - Cylinder Six
2016 | 45” | 16:9
Projectos: Mercado Municipal de Abrantes
Arquitectos: ARX Portugal
Localização: Portugal
Ano: 2016

Ler o resto do artigo >>

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Garcia, Garcia concebe mais um investimento internacional em Portugal

O primeiro-ministro, António Costa, visitou a obra da Eurostyle Systems, multinacional francesa, ligada ao setor automóvel, que escolheu a Garcia, Garcia, construtora especializada na conceção e execução de edifícios industriais e logísticos, para um projeto de investimento que ascende a 18 milhões de euros, o que permitirá criar 100 postos de trabalho diretos, em Viana do Castelo. Este é o segundo projeto chave-na-mão assinado pela Garcia, Garcia, no qual o primeiro-ministro assinala presença.

António Costa já tinha estado na unidade da Eurocast, em Arcos de Valdevez, cujo investimento foi superior a 15 M€, gerando mais de 70 postos de trabalho, e que contou com o apoio de incentivos do “Portugal 2020”. A iniciativa visa acelerar o investimento empresarial em Portugal, através de fundos europeus, gerando empregos diretos e aumento no número de exportações.

Pertencente ao Grupo GMD, o projeto Eurostyle contempla a construção de uma unidade industrial com 6.000 m2, estando ainda prevista uma segunda fase para expansão da área produtiva. Pela sua natureza e dimensão, este investimento irá fomentar o desenvolvimento da economia local e nacional, quer pela dinamização de novos projetos associados, quer pelo contributo para a balança comercial.
O processo de identificação e seleção da localização teve a colaboração ativa da Garcia, que interveio desde o primeiro momento, sendo ainda responsável por todos os projetos de arquitetura e engenharia, além da construção. A nova unidade industrial da Eurostyle irá produzir peças injetadas de plástico para componentes da indústria automóvel, estando a sua produção destinada ao mercado nacional e internacional, entrando diretamente na cadeia de valor dos gigantes PSA, Volkswagen e Renault.

Só no último ano, a construtora desenvolveu vários projetos chave-na-mão para investimentos estrangeiros no país, tais como, para a Eurocast e para a multinacional brasileira WEG. Para além do anterior, construiu o Centro de Investigação e Desenvolvimento (I&D) de Aveiro da alemã Bosch Termotecnologia e a ampliação da nipónica Uchiyama.

Com forte implementação em França e presença em mais oito países – Portugal, Espanha, Alemanha, Roménia, Eslováquia, Rússia, Marrocos e China – o Grupo GMD é líder no mercado europeu no processamento de metal plano de corte e estampagem, na produção de peças de injeção de plástico e termoformagem, na fundição de alumínio e na fabricação de vedações estáticas e dinâmicas. Com um volume de negócios de 650 milhões de euros e uma força de trabalho de 3.750 pessoas distribuída por 31 localizações, visa com as novas instalações de Viana do Castelo reforçar o seu posicionamento estratégico e potenciar o seu crescimento internacional.

Nova unidade do Grupo GMD
Com conclusão prevista para dezembro deste ano, o edifício da Eurostyle Systems será composto por três áreas funcionais distintas: a área industrial, o bloco administrativo e social e a área técnica.

Na área industrial encontra-se a zona de armazenagem, produção e de logística. Na conceção e por forma a responder às necessidades da multinacional, foi definida uma solução estrutural em betão pré-fabricado, visando promover a rapidez da execução em obra, assim como equipar o edifício com pontes rolantes de elevada capacidade. Todo o edifício foi concebido, tendo em linha de conta a fase de expansão, prevista para 2018. Ao nível de projeto, o destaque vai para a solução de layout adotada, desenvolvida para otimizar o lead time e minimizar as necessidades de movimentação dentro da área de produção, como as matérias, produtos e máquinas.

Por sua vez, o bloco administrativo e social irá marcar a paisagem, em função das suas linhas diferenciadas e arrojadas, que conferem ao edifício um traço de elegância e modernidade. Desenvolvido em dois pisos, com uma implantação em L, destaca-se ainda pela área ajardinada, local por onde passarão os visitantes do complexo.

O edifício administrativo foi projetado em função da sua utilização final, organizando-se em duas áreas distintas: as áreas administrativas, que contemplam escritórios, salas de reunião, entre outros, e as áreas sociais, compostas pela cantina e balneários. Esta disposição permitirá a setorização funcional do edifício, promovendo a fluidez, a funcionalidade e a adequação dos espaços.

Por último, as áreas técnicas enquadram todos os sistemas de apoio à unidade e à sua produção, tais como as utilidades, assim como alguns espaços de trabalho e laboratórios. A área técnica, tal como o bloco industrial, foi projetada tendo em conta a segunda fase do complexo industrial.
Dados do projeto
Localização: Parque Empresarial de Lanheses, Viana do Castelo
Projeto e Construção: Garcia, Garcia
Prazo de Execução: 8 meses
Terreno: 17 575 m2
Área de Implantação: 5 441 m2
Área total de construção: 6 068 m2

Ler o resto do artigo >>

Larus eleita para proteger árvores no Dubai

A Larus foi eleita para preservar centenas de árvores no Dubai, junto ao Burj Al Arab, o edifício símbolo do emirado construído sobre uma ilha artificial. Esta é a primeira exportação da empresa para o Dubai e foi concluída este mês.

Em Albergaria-a-Velha, o Gabinete de Projeto da Larus desenvolveu uma grelha de proteção de árvores com o nome “Horizon”, fabricada em ferro fundido, para auxiliar a absorção e a respiração necessárias ao desenvolvimento dos diferentes géneros de árvores, assim como à sua proteção.

As grelhas “Horizon” apresentam duas versões - “square” e “circle” - e podem ser encontradas ao longo das extensas zonas pedonais de Jumeirah, zona turística por excelência do Dubai.
Pedro Martins Pereira, Presidente da Larus, revela que a entrada no Dubai resulta “da estratégia de internacionalização da empresa focada em mercados com um elevado crescimento económico e exigentes ao nível da qualidade formal e construtiva dos equipamentos. Simultaneamente, estes países têm mostrado uma grande sensibilidade por propostas que respeitem a sua cultura, tendo a Larus conseguido desenvolver soluções que valorizem a identidade destes locais”.
Nos Emirados Árabes, a Larus já mobilou Sharjah, capital da Cultura Islâmica, com quiosques, esplanadas e estruturas de ensombramento, e a Cidade Kuwait com a linha de bancos “Bench”.

A intervenção em projetos urbanísticos internacionais de referência, como a Medina de Casablanca, em Marrocos, ou a Baía de Luanda, em Angola, e a conquista dos mais importantes prémios internacionais de Design, têm contribuído para a afirmação da Larus como um dos principais “players” mundiais de desenvolvimento e produção de mobiliário urbano.

Ler o resto do artigo >>

terça-feira, 19 de julho de 2016

Predibisa conclui comercialização do Edifício N.U./Chã

A Predibisa, consultora imobiliária especializada no norte do país, é a responsável pela comercialização do Edifício N.U./Chã, um empreendimento com uma localização privilegiada em pleno coração do Centro Histórico do Porto e já com as vendas totalmente asseguradas. A intervenção no edifício e a respetiva conversão em apartamentos de tipologia T1 e T1 Duplex atraiu compradores estrangeiros, que acabaram por ser os únicos a garantir os imóveis, aliando a um bom investimento turístico a aquisição de uma segunda residência.

Datada do século XV, conhecida como Antiga Viela da Cadeia, a Travessa da Rua Chã, na qual o acesso é feito por ruas estreitas, mas carregadas de simbolismo, acolhe o Edifício N.U./Chã. Trata-se de um prédio composto por cinco pisos e sete frações, destinados à habitação e distribuídas por tipologias T1 e T1 Duplex. Os valores dos apartamentos situam-se entre os 97 mil e os 200 mil euros, com as áreas a variar, respetivamente, entre os 52m2 e os 90m2. Uma área de jardim também foi contemplada no projeto, fazendo parte de duas das frações, no caso a fração A cuja área total é de19m2 e a fração B de 17m2. Por outro lado, as frações C, D, E e F agregam uma área de varanda que oscila entre 1m2 e 7m2.
Ao nível da intervenção no edifício e consequente conversão em apartamentos, foi respeitado as pré-existências ao nível estrutural e de detalhe, e devido a esse facto, o edifício mantém o mais possível a traça original. No que diz respeito aos acabamentos destacam-se nos apartamentos os tetos falsos em gesso cartonado hidrófugo (duas placas) pintados, com lã de rocha 80 milímetros e espessura 70Kg/m3, as paredes interiores estucadas ou revestidas a gesso cartonado pintadas (dupla forra com caixa de ar preenchida, com lã de rocha 70kg/m3) e as caixilharias em madeira lacada, com vidro duplo.
Com duas fachadas, uma virada para a Rua Sá da Bandeira e outra para a Rua do Ateneu Comercial do Porto e em fase de remodelação para habitação e comércio está o Edifício N.U. Sá da Bandeira, com um total de quatro T2, um T3 e duas lojas. O imóvel insere-se no Quarteirão D. João I e toda a zona envolvente até ao Mercado do Bolhão, e integra uma das zonas de reabilitação do centro da cidade, que está a ser dinamizada pela Câmara Municipal do Porto, pela PortoVivo, SRU e outras entidades particulares, e irá sofrer duas das mais importantes intervenções de reabilitação, nomeadamente, na Praça D. João I e no Mercado do Bolhão. Os apartamentos, com áreas entre os 70m2 e os 150m2, apresentam preços entre os 80 mil euros e os 440 mil euros, sendo que o projeto também tem previsto duas lojas de comércio e serviços, uma localizada na Rua Sá da Bandeira com cerca de 160m2 e um preço de 600 mil euros e a outra situada na Rua do Ateneu Comercial do Porto, cuja área é de 100m2, orçamentada em 190 mil euros. A cargo da Predibisa encontra-se a comercialização do imóvel.
Joana Lima, consultora Predibisa para a área da Reabilitação, na zona histórica, refere: “O projeto Edifício N.U./Chã e agora o mais recente N.U./Sá da Bandeira, que surge como resultado do sucesso de vendas do primeiro, possuem caraterísticas e valências com as quais o comprador, nacional, mas particularmente o estrangeiro se identifica, cada vez mais atraídos por espaços de refúgio, em zonas de grande centralizado e de riqueza histórica. Há já alguns anos que a reabilitação urbana no centro do Porto é uma das nossas apostas, daí a abertura do escritório na Baixa, algo que nos tem ajudado a aprofundar o conhecimento local e as tendências, acolhendo e colocando com sucesso os pedidos de clientes”, refere.

Ler o resto do artigo >>

Caetanos 22 integra portfólio do SIIMGROUP

O edifício antigo no nº 22 da Rua dos Caetanos deu lugar a um edifício de prestígio, passando de escritórios para habitação. O edifício foi adquirido no último trimestre de 2014 e as obras arrancaram em Fevereiro de 2015, que incluíram a ampliação de um bloco existente e a construção de um segundo bloco, com a criação de pátios interiores e varandas com vista de rio nos pisos superiores.

Datado dos anos 50, teve o seu projeto original assinado pelo Arquiteto Francisco Keil do Amaral, onde funcionaram as antigas instalações da Editora Livros do Brasil, mantendo a sua marca na entrada principal e na matriz original da fachada da antiga editora.
O novo projeto, da autoria do Arquiteto Francisco Xavier Oliveira e promovido por um investimento conjunto de um grupo de empresários internacionais e da Quantico, SA, que também realizou toda a gestão do processo, tem como intenção proporcionar habitações de qualidade para um alvo etário jovem, indo ao encontro das tendências de ocupação residencial do Bairro Alto. Para esse efeito, o projeto caracteriza-se com linhas sóbrias e contemporâneas, procurando tirar partido das virtudes da luz natural resultante da boa orientação solar do edifício.
O “Caetanos 22” apresenta 10 apartamentos de tipologia T2 e um duplex T3, alguns com vista de Rio. As áreas variam entre 85 e 170 m2; conta com dois pátios privativos de 24 e 46 m2 e terraços privados entre os 5 e os 28 m2, tendo todos os apartamentos arrecadação e um lugar de estacionamento.

Ler o resto do artigo >>

Grupo dst constrói nova fábrica da Howa Tramico

O primeiro-ministro, António Costa, presidiu à cerimónia de lançamento da primeira pedra da nova unidade industrial da Howa Tramico, em Viana do Castelo, um investimento de cinco milhões de euros e que vai criar cerca de 70 novos postos de trabalho. A obra, a carga do grupo dst, através das empresas dst, dte e dst solar, está localizada na Zona Industrial do Neiva e visa a produção de componentes para automóveis.

Na ocasião, António Costa, que depositou no local uma “cápsula do tempo”, lembrou a importância deste investimento não só para a economia regional, mas também do país, designadamente no que diz respeito à criação de emprego. Também presente na cerimónia, José Maria Costa, presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, salientou que os investimentos que agora chegam ao concelho “devem-se à confiança que os investidores têm na região, o que permite que, atualmente, estejam em curso projetos na ordem dos 60 milhões de euros, que possibilitarão a criação de meio milhar de postos de trabalho.
A nova unidade da Howa Tramico será implantada num terreno com aproximadamente 25 mil metros quadrados, prevendo-se que comece a produzir, num primeiro momento, acabamentos interiores para viaturas, com uma capacidade de produção de mais de 10% do mercado ibérico. Já está em estudo uma ampliação significativa das instalações, para acompanhar o previsível aumento de produção dos próximos anos. Cédric Termeau, CEO da Howa Tramico, salientou que a implantação em Viana do Castelo “também se inscreve na nossa lógica de desenvolvimento no mercado ibérico e vem complementar a nossa unidade em Espanha, permitindo uma maior proximidade com todos os fabricantes do ramo automóvel”. O responsável pela empresa salientou ainda a “disponibilidade, boa vontade e profissionalismo de todos os parceiros e interlocutores” que tornaram possível o projeto.
A empreitada, que deverá estar concluída no primeiro trimestre de 2017, envolve três empresas do grupo dst. À dst cabe a construção de um edifício para armazenamento e transformação de produtos plásticos, uma estrutura pré-fabricada em betão, com um vão livre de 37 metros e uma altura de 9,5 metros. A empreitada entregue à dst solar visa a instalação de um central fotovoltaica nas instalações da Howa Tramico, o que permitirá uma poupança energética superior a 335 MWh/ano e reduzir consideravelmente as emissões de CO2. Finalmente, a dte terá a seu cargo o projeto e execução das instalações elétricas, sistemas de segurança e telecomunicações, assim como todos os trabalhos de aquecimento, ventilação e ar condicionado. O valor do negócio para o grupo dst ascende aos 3,5 milhões de euros.

Ler o resto do artigo >>

terça-feira, 5 de julho de 2016

C.A.S.A. pós-catástrofe | Área Metropolitana de Lisboa e OASRS juntam-se para lançar Concurso de Arquitectura

“A única certeza que temos em relação à possibilidade de uma catástrofe, é que ela vai acontecer um dia”, afirmou o eng. Demétrio Alves, primeiro-secretário da Área Metropolitana de Lisboa (AML) na assinatura do protocolo com a OASRS para o lançamento do Concurso C.A.S.A pós-catástrofe (centro de apoio social e administrativo).

Foi com esta certeza em mente que as duas instituições decidiram lançar um Concurso de Ideias destinado a conceber uma unidade polivalente com funções administrativas e sociais num cenário pós-catástrofe que considere a realidade e as condicionantes intrínsecas destas situações e que responda eficazmente a factores psicológicos e sociológicos associados à catástrofe, tais como a escassez de recursos, durabilidade, preço, transporte e sustentabilidade.

O programa do concurso não considera uma localização específica, embora aponte para que seja implementado na área metropolitana de Lisboa, uma região composta por 18 concelhos, representando uma população de 3 milhões de pessoas, o equivalente um quarto da população portuguesa.

A estrutura deverá ter uma área de 500 metros quadrados e pretende antecipar as necessidades resultantes de um cenário de emergência em que são preferenciais soluções tão rapidamente construídas como desmanteladas, de carácter modular, simples de construir, funcional, flexível e sustentável.

Aberto a todos os arquitectos, o concurso é o segundo a ser promovido no âmbito do Programa escolha-arquitectura da OASRS (o primeiro foi o concurso Duas Casas nas Ilhas Selvagens, na Madeira). As candidaturas estão a decorrer até ao dia 29 de Agosto. Os vencedores serão conhecidos em Outubro próximo.
O júri é presidido pelo Primeiro-Secretário Metropolitano, eng. Demétrio Alves e composto ainda pelos arquitectos Jorge Moura, Director do Departamento de Gestão do Território da AML e Pedro Campos Costa, indicado pela OASRS.

Com três prémios a atribuir no valor global de 7 500 euros, o concurso é o primeiro a ser integralmente desenvolvido na Plataforma de Encomenda da OASRS, sendo toda a tramitação digital.

Mais informações aqui.

Ler o resto do artigo >>

  ©Template by Dicas Blogger

TOPO