quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Lucios constrói fábrica de componentes aeronáuticos para a Mecachrome em Évora

A Lucios foi escolhida pela francesa Mecachrome Aeronáutica para construção de uma fábrica com uma área de construção bruta de 13.500 m2, destinada à produção de componentes aeronáuticos, no Parque Aeronáutico de Évora. Esta obra industrial, orçada em cerca de 7,2 milhões de euros, arrancou no final de 2015 e deverá estar concluída no início do quarto trimestre deste ano.

“Esta empreitada assenta na construção de um bloco administrativo com 2 pisos, localizado a poente da grande nave industrial e de um bloco social, a nascente da fábrica, onde se localizarão as zonas de cozinha, refeitório e cafetaria, vestiários e balneários dos funcionários e ainda um centro de formação”, relata Luís Machado, administrador da Lucios.

Para além da construção, esta empresa assume, também, a conceção do projeto, de onde o responsável sublinha que as soluções arquitetónicas escolhidas visam dotar estas instalações das melhores condições de conforto e segurança.

“Serão instalados sistemas e tecnologias ecológicas e amigas do ambiente, com o objetivo primordial de apostar num desenvolvimento sustentável, recorrendo a fontes de energia renovável e outros recursos naturais”, explica.

Na Mecachrome de Évora serão, assim, instalados coletores solares fotovoltaicos para produção de energia elétrica, que permitam consumos de correntes fracas e reabastecimento de baterias de viaturas elétricas, bem como coletores solares térmicos, para produção de água quente sanitária.

“Instalaremos, também, aparelhos de iluminação LED, criando soluções mais ecológicas e económicas em relação aos consumos de energia”, acrescenta o administrador da Lucios.
No que concerne os materiais construtivos, Luís Machado destaca as estruturas metálicas e chapas “sandwish” para a edificação da nave industrial, desenhando as coberturas em “shed” de modo a proporcionar e garantir as melhores condições de ventilação e iluminação natural.

Já os espaços exteriores serão divididos por setores, prevendo-se em cada um deles lugares para estacionamento de automóveis ligeiros, viaturas elétricas e motociclos.

A par dos projetos de habitação, serviços, hotelaria e saúde, a indústria reveste-se de enorme importância para esta construtora nortenha.

“O nosso know-how no setor industrial está patente nas inúmeras empreitadas já executadas, com especial incidência nos últimos anos, nomeadamente a Unicer e a Imosermec, no Porto, a Indasa, em Aveiro, a Eurospuma, em Espinho, e a Generis, em Lisboa”, conclui Luís Machado.

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Augusto Guimarães & Irmão é o novo distribuidor da Fundermax em Portugal

A AGI-Augusto Guimarães & Irmão, Lda começa o ano 2016 com grandes novidades. A AGI selecionou a marca de painéis fenólicos para fachadas ventiladas Fundermax® tornando-se distribuidor para a comercialização em Portugal dos seus compactos fenólicos Max Exterior.

Max Exterior é um produto de construção que se utiliza especialmente para revestimentos de fachadas e varandas. Os painéis Max Exterior são laminados termoestáveis fabricados numa das cinco fábricas que a marca possui na Áustria de acordo com a norma EN 438-6, tipo EDF, a alta pressão (HPL) e com uma resina desenvolvida com tecnologia própria. Estes painéis têm garantia de 10 anos de estabilidade de cor na Classe 4-5 segundo a Escala Internacional de Cinzentos.
Max Exterior da Fundermax® apresenta-se com uma gama de mais de 100 cores, com acabamento acetinado (NT), brilho (NG) ou anti-derrapante (NH), disponíveis em 4 formatos de placas (2800x1300mm; 2800x1854mm; 4100x1300mm; 4100x1854mm) com espessuras que podem ir desde 4 a 13mm. O núcleo das placas é castanho e tem classificação B-s2-d0 (retardante ao fogo). A superfície é resistente à luz e muito resistente às intempéries graças à resina duplamente endurecida. Para que não restem dúvidas na altura de escolher o revestimento para o seu projeto, saiba que a Fundermax® cria os seus produtos através de recursos sustentáveis e possui a certificação PEFC e FSC.

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Sonae Indústria vence prémio de sustentabilidade

O Prémio de Sustentabilidade das Empresas Sonae procura incentivar a implementação de programas, projetos, medidas para reforçar o desenvolvimento sustentável dos negócios, distinguindo as melhores iniciativas que conciliam as vertentes económica, ambiental, social e envolvimento com os stakeholders. O prémio, atribuído pelo Fórum da Sustentabilidade das Empresas Sonae, abrange a Sonae e suas várias áreas de negócio, bem como a Sonae Indústria e a Sonae Capital.

O grande vencedor da 2ª edição do prémio foi o projeto Rewood, desenvolvido pela Tafisa Canadá, subsidiária da Sonae Indústria. O projeto consistiu na criação de uma rede de pontos de recolha e reciclagem de resíduos de madeira no Canadá e nos Estados Unidos, os quais são incorporados no fabrico de painéis de madeira.

O sucesso do projeto-piloto conduziu à criação uma rede de 41 centros de reciclagem na América do Norte, os quais já empregam 445 pessoas. A rede criada permite um abastecimento constante e renovável de resíduos de madeira sem interrupção e poupanças anuais de 7 milhões de euros nos custos de matérias-primas. Desde 2011, o projeto recolheu e tratou 665 mil toneladas de resíduos urbanos de madeira, o equivalente a 10 milhões de árvores.

O Prémio de Sustentabilidade das Empresas Sonae recebeu três dezenas de candidaturas, as quais foram avaliadas por um júri composto pelos membros do Fórum da Sustentabilidade das Empresas Sonae. Face à qualidade dos projetos, além do grande prémio, foram atribuídas cinco menções honrosas a projetos desenvolvidos na Sonae MC, na Sonae Sierra, na Sonae SR e na Sonae Centro de Serviços.
Luís Filipe Reis, sponsor do Fórum da Sustentabilidade das Empresas Sonae, afirma: “A segunda edição do prémio distinguiu-se pela qualidade dos projetos apresentados a concurso, demonstrando a forte preocupação das Empresas Sonae em contribuírem para um mundo mais sustentável. Os projetos permitiram-nos melhorar a nossa pegada ecológica ao mesmo tempo que reforçaram a nossa eficiência e proporcionaram importantes poupanças que contribuem para o reforço das nossas posições competitivas”.

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KeepOn alarga oferta de serviços para manutenção de coberturas

A KeepOn, empresa de operação de manutenção e assistência técnica de equipamentos industriais e domésticos, alargou a sua oferta de serviços à manutenção e reparação de coberturas. Coberturas de edifícios industriais, serviços, ou habitação requerem uma manutenção periódica, que ainda que simples, é muitas vezes descurada. Daqui resultam com frequência danos no sistema de impermeabilização e/ou drenagem, causando prejuízos maiores, como danos profundos, infiltrações, inundações e outros.

É no sentido de resolver este problema que a KeepOn decidiu capitalizar o know-how do grupo Sotecnisol – líder em sistemas de impermeabilização -, criando programas de manutenção que previnam e resolvam esse tipo de problemas.

Segundo Duarte Barradas Cornacho, Diretor Geral da KeepOn, «pretendemos continuar a apostar no mercado reforçando as nossas áreas de atuação, para uma melhor satisfação dos nossos clientes e ao mesmo tempo aumentar cada vez mais a competitividade».
A KeepOn é uma empresa que conta com um conhecimento e experiência de mais de 45 anos, assente numa equipa especializada e na elevada qualidade da prestação de serviços, garantindo um acompanhamento profissional ao longo do ciclo de vida dos equipamentos, seja de clientes empresariais ou particulares.

A empresa possui também entre as suas valências programas de manutenção para unidades fotovoltaicas, na qual se configura como um gestor e potenciador do desempenho das unidades, internalizando integralmente o risco associado ao investimento.

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segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Patentes e Siza Vieira são apostas da Oli para crescer em Espanha

A Oli aposta nas últimas patentes de eficiência hídrica e em Álvaro Siza Vieira, Prémio Pritzker 1992, para crescer 15% em Espanha até 2020. A empresa portuguesa, que mais pedidos de patentes apresentou no Instituto Europeu de Patentes nos últimos dois anos, acredita que o investimento em inovação alavancará o seu crescimento na construção nova e na reabilitação urbana do país vizinho, em particular no setor da hotelaria e da restauração, em que o consumo de água e o design são fatores determinantes.

Para desenvolver este projeto de expansão num dos mercados da construção mais competitivos da Europa, a OLI investiu na criação de uma nova direção comercial para o país vizinho liderada por José Maria Vives e na participação em mostras de referência. Entre 1 e 5 de fevereiro, apresentará as novidades em Valência, na feira internacional Cevisama.

No certame estarão em destaque a “Trumpet” desenhada por Álvaro Siza Vieira e o “Oli 120 Plus”, um novo autoclismos que vem revolucionar o consumo de água e a ‘performance’ acústica do espaço de banho.

A placa de comando “Trumpet” é inspirada no pistão de um trompete e recria o virtuosismo das artes. Reúne design, funcionalidade e sustentabilidade ao utilizar o sistema de acionamento pneumático, uma fonte de energia limpa.
O autoclismo “Oli 120 Plus”, resultado de cinco anos de investigação, integra as soluções patenteadas “Hidroboost” e “Azor Plus”. O “Hidroboost” é um sistema autossuficiente que gera e armazena a energia a partir da água que enche o depósito do autoclismo, dispensando a ligação à rede elétrica ou a substituição de pilhas. A “Azor Plus” é uma torneira de bóia silenciosa e exclusiva de poupança de água com um sistema de abertura retardada.

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domingo, 24 de janeiro de 2016

NVE reabilita edifício do Século XIX na Baixa Pombalina

A NVE deu início a mais uma obra integrada no conjunto histórico da Baixa Pombalina, o imóvel está localizado na Rua dos Bacalhoeiros, trata-se de um edifício com a área bruta total de construção aproximada de 3.211m2 e está distribuída por 6 pisos: rés-do-chão, 4 andares destinados à habitação e um piso de águas furtadas também de uso residencial.

O rés-do-chão encontra-se integralmente ocupado por estabelecimentos comerciais, concretamente quatro espaços de restauração. Um desses restaurantes desenvolve-se em dois pisos, ocupando assim parte da área do primeiro andar.

O edifício em questão é um imóvel de gaveto que constitui o cunhal da Rua dos Bacalhoeiros com a Rua dos Arameiros, integrado no conjunto histórico da Baixa Pombalina. Foi construído em meados do século XIX, durante o período construtivo que sucedeu ao sistema Pombalino, denominado por Gaioleiro.

A Rua dos Bacalhoeiros, das mais antigas e tradicionais ruas ribeirinhas da Baixa Pombalina, a Nascente do Terreiro do Paço, assumiu no passado diferentes designações, tais como Rua dos Confeiteiros, Rua da Porta do Mar ou Rua Direita da Ribeira.

O projecto de arquitetura do atelier ARX de José e Nuno Mateus, preserva o valor histórico e memória do edifício, conservando a fachada e os azulejos originais, tendo como estratégia preconizada o pressuposto da reabilitação e conservação do maior número possível de elementos arquitetónicos existentes, propondo apenas as alterações necessárias às exigências contemporâneas de habitabilidade e do redimensionamento dos fogos.
Deste modo, será levada a cabo a conservação minuciosa das fachadas, ao nível dos azulejos, das cantarias, dos caixilhos de madeira originais e respectivas portadas interiores, do redesenho das caixilharias dos espaços comerciais no piso térreo, que foram sendo modificadas ao longo dos anos, em concordância com o resto do edifício.

No interior propõe-se a manutenção de todos os pisos existentes e a introdução de um novo nível superior de mezaninos que aproveita o oco das coberturas, agora inacessível e que virá permitir a articulação de tipologias duplex com o quinto piso de águas furtadas.

Para este efeito é proposta a reconstrução integral da cobertura, respeitando a geometria, forma e materialidade existentes, bem como as cotas atuais de cumeeira e de beiral. A intenção de reconstrução advém da necessidade de corrigir o estado de degradação existente e de melhorar as condições de habitabilidade, conforto térmico e iluminação natural do piso das águas-furtadas.

As obras têm um prazo previsto de 15 meses e dão continuidade à estratégia da NVE, de consolidação da atividade na área de requalificação de edifícios na centralidade das principais zonas históricas das cidades.

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quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Prebuild regressa em força ao norte de África

O grupo português Prebuild inicia em Março a construção de dois edifícios de 86 apartamentos na turística cidade argelina de Oran, na costa mediterrânica, concretizando o primeiro dos dois contratos já firmados para 2016 e cujo valor global ascende a 125 milhões de euros. Esta primeira obra, estimada em 15 milhões de euros, está a cargo da empresa mista luso argelina Prebuild Algerie SARL e consiste em dois edifícios de 17 pisos num total de 30 mil metros quadrados de área de construção.

O projeto, feito em Portugal, está em aprovação já pelo CTC (organismo argelino de Controle Técnico de Construção, equivalente ao português LNEC) por onde têm que passar todos os projetos de construção devido à natureza sísmica da região.

Ainda em 2016 deverá iniciar-se igualmente a construção de outro empreendimento habitacional, desta vez na cidade de Bouira, situada a 140km da capital Argel, decorrendo neste momento a fase de montagem da operação local de financiamento a cargo do promotor imobiliário argelino.

De conceção igualmente portuguesa, o projeto inclui dois lotes, cada um com seis blocos de 15 pisos cada, num total de 70.245 mil metros quadrados de área construtiva, compreendendo 512 apartamentos, 74 espaços de comércio e escritórios, uma escola com mais de dois mil metros quadrados de área e ainda 60 lugares de estacionamento exterior, num contrato de 110 milhões de euros.
Em ambos os casos o prazo de execução das obras é de 24 meses.

Estas obras marcam o regresso da Prebuild, grupo do empresário português João Gama Leão, ao setor da construção na Argélia, depois da suspensão dos trabalhos previstos no mega contrato de construção de 75 mil fogos de habitação social em Blida, estabelecido em Fevereiro de 2013 por ocasião da visita oficial do antigo ministro Alvaro Santos Pereira.

Além da Prebuild, que ali chegou a montar um estaleiro e uma central de betão, participavam no concurso as portuguesas Lena, Painhas e Gabriel Couto. Os constrangimentos locais, sobretudo os resultantes do facto de a obra ser de natureza pública, viriam a revelar-se incompatíveis com o desenvolvimento do processo e as outras empresas portuguesas não chegaram a arrancar o projeto.

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Otimismo do mercado imobiliário mantém-se apesar de quebra no final do ano

O Imovirtual Market Index (IMI), indicador que reflete a expectativa dos agentes imobiliários em Portugal, desenvolvido em parceria com a REVConsultants, terminou o ano com uma quebra significativa nos dois últimos meses do ano.

De entre os vários obstáculos que norteiam a Atividade de Mediação Imobiliária e que contribuíram para a quebra do índice, destacam-se:


• 55% das empresas mencionaram a manutenção de novo produto em carteira, 22% referiu um aumento em carteira;
• 48% do inquiridos mencionou que se registou a manutenção das visitas efetuadas, cerca de 28% uma diminuição e 24% um aumento;
• em média 22% das empresas inquiridas afirmaram ter registado um aumento do número de imóveis transacionados, 44% mencionou a sua manutenção e 34% registou uma diminuição;
• em média 52% dos inquiridos, registou um comportamento estável no desenvolvimento da sua atividade, não obstante 27% mencionou um decréscimo da mesma e 22% mencionou um desenvolvimento positivo da mesma.

Destacam-se ainda como obstáculos, um maior otimismo a desadequação do produto imobiliário existente em relação à procura, avaliações bancários desfasadas da realidade e a diminuição do poder de compra.

Ano positivo, otimismo deve continuar
No ano de 2015, o mercado observou uma melhoria do mencionado índice em relação a 2014.

A colocação de imóveis no mercado registou igualmente uma alteração positiva entre o ano de 2014 e 2015. Em 2015, o tempo médio de absorção de imóveis pelo mercado registou, de acordo com os inquiridos, um valor de 10,7 meses para venda e 3,4 meses para arrendamento enquanto que em 2014 o período médio de 13,4 meses e 4,5 meses, respetivamente. No mês de dezembro do ano de 2015, os inquiridos estimaram que os imóveis para venda registaram um tempo médio de absorção pelo mercado de 9,5 meses, e no arrendamento cerca de 3,4 meses.
As empresas de Mediação Imobiliária inquiridas, no curto prazo, alternam entre uma estabilização no nível de preços e um aumento. De facto, cerca de 47% dos inquiridos mencionou uma estabilização no nível de preços dos imóveis, 47% mencionou um aumento e 6,7% uma redução dos valores praticados.

No que concerne ao dinamismo da atividade, os participantes do IMI registaram um comportamento mais otimista no mês de dezembro, com cerca de 62% dos inquiridos a anteciparem no curto prazo um desenvolvimento mais positivo da atividade (no mês transato apenas 56% das empresas inquiridas antevia um dinamismo positivo da atividade).

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quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Declarações Ambientais de Produto em Portugal

Os materiais e produtos da fileira da construção já podem registar as suas Declarações Ambientais de Produto (DAP) com reconhecimento internacional pelo sistema DAPhabitat (www.daphabitat.pt). O Sistema DAPHabitat, programa de registo nacional de Declarações Ambientais do tipo III para produtos e serviços do habitat foi lançado em 2014 tendo o seu desenvolvimento sido feito com o apoio do QREN/COMPETE no âmbito da estratégia de coletiva do Cluster Habitat Sustentável.

As DAP são uma ferramenta de comunicação da informação ambiental de produtos e serviços, assegurando a sua credibilidade por serem um documento verificado por uma terceira parte independente e baseado numa metodologia científica de avaliação de ciclo de vida (ACV), que permitem objetivar o uso eficiente de recursos e o grau de sustentabilidade dos materiais, produtos e sistemas de construção.

Este sistema conta já com DAP’s registadas e com o reconhecimento internacional por outros sistemas europeus congéneres obtidos pelo trabalho na associação europeia ECOPlatform, associação esta que reúne vários programas de registo de DAP europeus, incluindo o Sistema DAPHabitat como membro fundador.
Recentemente, foi publicada a versão portuguesa da norma NP EN ISO 14001:2015 que refere que “uma organização deve considerar o ciclo de vida dos produtos e serviços”. Como esta, outras normas e regulamentos europeus evidenciam a preocupação com a sustentabilidade dos produtos, como o novo Regulamento Europeu de Produtos de Construção, que introduziu um sétimo requisito básico para os produtos relacionado com o uso sustentável dos recursos, sendo as DAP um elemento de prova desse grau de sustentabilidade.
Posto isto, evidencia-se a relevância das empresas de materiais e produtos usados na construção do nosso Habitat se apressarem a efetuar declarações ambientais dos seus produtos para não ficarem em situação de desigualdade com a sua concorrência internacional nos mercados externos e interno. Para mais informações sobre as DAP e seu registo consulte www.daphabitat.pt.

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DTE reforça carteira com circuito hidraúlico do Bloco Roxo Sado, em Aljustrel, e Fitness Hut da Amadora

A dte, empresa do grupo dst, tem vindo a registar uma curva de crescimento acentuada, alicerçada em obras onde o know-how e a inovação tecnológica assumem posição primordial no cumprimento dos desejos dos clientes e no estrito cumprimento dos prazos acordados. Recentemente, a dte foi a empresa escolhida para a construção do circuito hidráulico do Bloco Roxo Sado, em Aljustrel, uma obra orçamentada em 1,45 milhões de euros, que visa potenciar o desenvolvimento hidroagrícola da região do Alentejo.

A área atualmente beneficiada pelo aproveitamento hidroagrícola do Roxo é de 5,5 mil hectares, sendo que após a conclusão dos trabalhos, este perímetro será aumentado para mais de 15,7 mil hectares. A dte é responsável pela instalação elétrica de baixa e média tensão, iluminação normal e de emergência, automação, instalação de equipamentos hidromecânicos, comandos, limpa-grelhas e aços. A implementação do comando e telegestão de equipamentos, também a cargo da dte, irão permitir um aumento da eficiência na distribuição e a redução dos custos energéticos e de exploração.
Numa outra vertente, e como prova do ecletismo com que a dte se posiciona no mercado, a empresa participa na construção das novas instalações do ginásio Fitness Hut da Amadora, nomeadamente nas instalações especiais, aquecimento, ventilação, ar condicionado e eletricidade. A empreitada destina-se a alterar a organização e configuração do interior de um espaço comercial existente, para a instalação deste novo ginásio premium low-cost, que se assume como uma alternativa cada vez mais concorrencial em relação aos ginásios tradicionais. O valor envolvido nesta obra ascende a mais de 980 mil euros.

Para José Teixeira, presidente do Conselho de Administração do grupo dst, estas obras tão diferentes entre si “são a prova da nossa capacidade em estar em diferentes áreas do mercado, sempre com a qualidade e exigência que colocamos em todas as intervenções”, frisando ainda que “a dte é, cada vez mais, uma força incontornável para o serviço global prestado pelo grupo dst”.

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