segunda-feira, 23 de maio de 2016

Congresso de Inovação na Construção Sustentável - CINCOS´16

O Congresso de Inovação na Construção Sustentável - CINCOS´16 (cincos16.talkb2b.net) é um evento internacional organizado pelo Cluster Habitat Sustentável, que congrega empresas, municípios, centros de I&D, associações empresariais, clusters e outros agentes de desenvolvimento com interesse na Sustentabilidade enquanto mote para a Inovação e Competitividade.

A 5ª edição do CINCOS´16 realiza-se este ano de 3 a 4 de novembro de 2016 na Universidade Lusíada de Lisboa e o seu tema central serão os “Novos desafios para a cadeia de valor do habitat”.

Trata-se de um evento para o Cluster Habitat Sustentável onde se pretende promover sinergias e parcerias geradoras de inovação e competitividade, realçar o trabalho efetuado pelas entidades do Cluster e fomentar a sua diferenciação e internacionalização.

O programa aborda temas estratégicos para o Cluster Habitat através de Painéis onde se integram oradores convidados e as comunicações a serem submetidas pelos participantes nos seguintes domínios relevantes para o tema do congresso e para o Cluster Habitat:

1- Cidades Sustentáveis
2- Inovação e Sustentabilidade no Habitat
3- Uso Eficiente de Recursos
4- Economia Circular e o Habitat
5- Clusters - Cooperação para a Competitividade

Está também previsto um evento B2B “Encontros/Meetings Habitat” para promover encontros bilaterais dos participantes com as empresas e outras entidades do Cluster Habitat Sustentável presentes. Os participantes registados no congresso têm acesso gratuito a este evento B2B.
Mais informações relevantes sobre o congresso podem ser obtidas no website cincos16.talkb2b.net ou contactando para centrohabitat@centrohabitat.net

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sábado, 7 de maio de 2016

Sonae Indústria atinge 3 milhões de euros de resultado líquido no 1º trimestre de 2016

O volume de negócios consolidado das operações continuadas da Sonae Indústria atingiu 259 milhões de euros, no primeiro trimestre de 2016, o que representa uma subida de um milhão de euros face ao mesmo período do ano passado, e uma evolução de 4% face ao trimestre anterior. Este desempenho é essencialmente recorrente do resultado do aumento dos volumes vendidos.

O EBITDA recorrente alcançou 32 milhões de euros, o que representa uma subida de 7,2 milhões de euros ou 29% em comparação com o primeiro trimestre de 2015. A margem EBITDA recorrente melhorou para 12,3% (2,8 p.p. acima do valor registado no período homólogo de 2015), registando-se uma melhoria das margens em todas as operações.

O resultado líquido foi de 3 milhões de euros positivo, valor que compara com os 11 milhões de euros negativos registados nos primeiros três meses do ano passado. Esta evolução positiva traduz as melhorias operacionais resultantes do processo de reorganização da Sonae Indústria e o reforço das margens em todas as operações.

A Sonae Indústria prosseguiu com a otimização da estrutura de custos fixos e a adaptação das estruturas de apoio à atividade industrial, alcançando uma redução nos custos fixos totais de um milhão de euros nas operações continuadas, em comparação com o ano anterior.
A evolução dos resultados refletiu a execução e conclusão da estratégia de concentração da atividade nas unidades industriais mais eficientes da Sonae Indústria, que abre novas perspetivas de desenvolvimento futuro. Estas perspetivas são reforçadas pela parceria estratégica celebrada com a Arauco para os mercados da Europa e África do Sul.

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VRSA lança concurso público para construção de unidade hoteleira no Complexo Desportivo

A autarquia de Vila Real de Santo António (VRSA) lançou, através da empresa municipal VRSA SGU, um concurso público para a construção, exploração e gestão de uma unidade hoteleira de gama superior no Complexo Desportivo de VRSA. O futuro hotel dará resposta aos milhares de estágios de atletas de alta competição que anualmente escolhem esta estrutura de treino já classificada como Centro de Alto Rendimento (CAR) e será um complemento ao turismo desportivo, responsável pelas boas taxas de ocupação hoteleira do concelho.

A unidade terá a tipologia mínima de 4 estrelas e cerca de uma centena de quartos. Será construída junto aos campos de ténis do Complexo Desportivo e localizada a poucos metros da Mata Nacional das Dunas Litorais e do centro histórico da cidade, possuindo todas as comodidades associadas à prática desportiva.

Para Luís Gomes, presidente da Câmara Municipal de VRSA, o futuro hotel «representa um sinal claro da atratividade económica de VRSA, que ganha o seu primeiro hotel de gama superior, e é sinal do reconhecimento do Complexo Desportivo, procurado há muito por milhares de atletas olímpicos e pelas melhores equipas mundiais».
A construção de um novo alojamento com mais de duzentas camas mostra igualmente o potencial económico do Complexo Desportivo e comprova a aposta feita no turismo desportivo e de bem-estar, de que é também exemplo o Centro Médico Internacional de VRSA, vocacionado para a medicina desportiva e de reabilitação.

As propostas a concurso serão valorizadas tendo em consideração o valor da contrapartida económica e a proposta de intervenção. Deverão igualmente contemplar um plano de marketing que deverá posicionar a marca do equipamento hoteleiro e vocacioná-lo para o segmento do desporto e bem-estar.

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Sotecnisol instala sistema de autoconsumo de apoio à produção de vinho

A Sotecnisol projetou e instalou um Sistema Fotovoltaico para autoconsumo da Herdade Grande, um dos maiores produtores de vinho do Baixo Alentejo. A Sotecnisol Energia reforça assim a sua atuação em diferentes áreas do mercado, neste caso concreto na agricultura e produção de vinho.

Face aos seus elevados consumos energéticos, a Herdade Grande lançou o desafio à Sotecnisol, como player de referência em soluções inovadoras de produção de energia, para apresentar uma solução que permitisse uma redução superior a 20% nos custos anuais de energia elétrica.

Após uma análise detalhada das várias soluções tecnológicas existentes no mercado, a Sotecnisol Energia propôs, com base no diagrama de cargas e perfil diário de consumo da instalação, um sistema fotovoltaico para autoconsumo de 15 kWn e 18 kWp.
A solução foi um campo fotovoltaico instalado no solo, próximo da instalação de consumo, baseada em 72 painéis policristalinos de 255 W e 1 inversor de 15 kWn.

Esta instalação permitirá à Herdade Grande reduzir a sua fatura energética em cerca de 23%, com um pay-back de 5,8 anos e uma rentabilidade do capital investido a 15 anos, de 14%.

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Portugal Steel - Os desafios do BIM na construção metálica

O Departamento de Engenharia Civil (DEC) do Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP) está a organizar, em parceria com a Associação Portuguesa de Construção Metálica e Mista (CMM), o seminário Portugal Steel ISEP 2016. Depois da primeira edição em 2013, a iniciativa regressa agora subordinada ao tema “Os Desafios do BIM na Construção Metálica”, a decorrer no dia 11 de maio, entre as 14:00 e as 18:00 horas, no Auditório E.

O Portugal Steel ISEP 2016 no ISEP acontece num período de uma boa implementação da metodologia BIM (Building Information Modeling) no Mestrado em Engenharia Civil (MEC), que tem culminado no desenvolvimento de diversas dissertações e estágios em ambiente empresarial e na constituição de um grupo académico – ISEPBIM – constituído por docentes e diplomados do MEC. Saliente-se que o ISEPBIM tem em perspetiva alguns trabalhos na área do BIM em parceria com empresas, bem como a participação no evento RTC Europe 2016, a decorrer no Porto, em outubro.

Nesta edição, a comissão organizadora objetiva incrementar a projeção nacional e internacional do setor da construção metálica e mista portuguesa, evidenciando as vantagens do recurso à metodologia BIM, além de dar um maior relevo à construção metálica e mista no contexto académico em Portugal.
O programa do evento conta com a presença de figuras ilustres e enquadradas com o tema em debate, nomeadamente: Professor Miguel Azenha (DEC da Universidade do Minho); Eng.ª Emília Cabral (Construsoft); Eng.ª Inês Grilo e Arq. Nuno Rocha e Porfírio (A1V2); Eng.º Adriano Lopes (SE2P); Eng.º Bruno Costa (Garsteel); Eng.º Luís Santos (Leica Geosystems), entre outros.

O Portugal Steel ISEP 2016 destina-se a todos os docentes, investigadores e profissionais enquadrados com a área da indústria da AECO (Arquitetura, Engenharia, Construção e Promoção), bem como a estudantes do Ensino Superior. A sessão é aberta, mas requer a inscrição obrigatória.

Para mais informação consulte o site oficial.

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quarta-feira, 27 de abril de 2016

Águas de Gondomar promove requalificação paisagística da ETAR de Gramido

A Águas de Gondomar (AdG) iniciou a requalificação paisagística da ETAR de Gramido, culminando assim um processo que passou pela reabilitação estrutural, ampliação e modernização dos processos de tratamento, num investimento que contou com a comparticipação comunitária do Fundo de Coesão, no âmbito da candidatura efectuada ao Programa Operacional de Valorização do Território.

O projeto de valorização ambiental da ETAR de Gramido é realizado em colaboração com o departamento de Ambiente da Câmara Municipal de Gondomar, que elaborou um plano de plantação de árvores e plantas, no qual foram indicadas as espécies mais adequadas e os locais para a sua colocação. A AdG assegurou a aquisição integral de todas as plantas, bem como a mobilização dos meios técnicos e humanos necessários à sua execução.

Com um investimento de aproximadamente 2.300 euros, a ETAR de Gramido será assim delimitada por uma cortina arbórea, em especial ao longo da linha de água, constituída por 215 Ciprestes de Leyland com uma altura de 2 a 2,5 metros. Também de forma a minimizar os possíveis odores inerentes ao funcionamento de uma ETAR, serão ainda plantados 226 Jasmim brancos e 36 Lavandas.
Com a conclusão deste projeto atingir-se-á o objetivo pretendido de conseguir um melhor enquadramento visual e paisagístico da ETAR na sua envolvente, bem como a valorização do seu espaço interior, proporcionando igualmente melhores condições para as visitas de estudo que, com frequência, se realizam naquele local.

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Imovirtual ultrapassa as 30 milhões de visitas e disponibiliza mais de 1 milhão de anúncios

O Imovirtual acaba de divulgar os seus dados globais de 2015, que demonstram não só o reforço da liderança do portal, como as principais tendências no mercado imobiliário em Portugal durante o ano de 2015. O portal registou um total de 30.144.826 visitas ao site, um aumento de 41,64% face ao período homólogo, sendo que 57% das mesmas foram realizadas através de desktop e 43% através de dispositivos mobile, tendência que tem vindo a ganhar terreno.

No que respeita ao número de imóveis anunciados, este superou 1 milhão, sendo que os anúncios para venda representaram 79%, com um total de 849.221 e os de arrendamento alcançaram os 21%, num total de 228.362 imóveis. Lisboa foi o distrito que totalizou um maior número de anúncios, seguido do Porto, Setúbal, Faro e Aveiro.

Os imóveis de tipologia T2 são os mais procurados (34%), seguidos dos T3 (26%) e dos T1 (18%). Em termos de oferta, os T2 e os T3 andam a par e par como os imóveis com maior expressão no mercado (25%), sendo que os T0 representam 13%. No entanto, a procura por casas grandes, com tipologias de T5 a T10, disparou neste último ano, crescendo 68%.

Em termos de preço, o valor médio para arrendamento de um apartamento situou-se nos 741 euros, um aumento de 5,26% face a 2014. O preço médio de arrendamento de uma moradia aumentou cerca de 15%, fixando-se, em média, nos 1.464 euros. Já os preços de venda dos imóveis baixaram consideravelmente. O preço de venda de um apartamento diminuiu cerca de 8,35%, situando-se nos 148.700 euros e o de uma moradia por 280.218 euros, sofrendo um decréscimo de preço de 6,54%.
No Imovirtual é possível encontrar todo o tipo de imóveis para arrendar ou comprar, desde moradias, apartamentos, terrenos, quintas e herdades, garagens e estacionamentos, escritórios ou lojas. Em 2015, o imóvel mais caro colocado para venda no portal foi o conhecido Palácio da Comenda, inserido no Parque Natural da Serra da Arrábida, que continua à venda por 50 milhões de euros.

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Garcia, Garcia assegura ampliação da nipónica Uchiyama em Portugal

O grupo japonês Uchiyama Manufacturing Corporation (UMC) está a ampliar a sua fábrica em Viana do Castelo e escolheu a Garcia, Garcia (GG), construtora nacional especializada na conceção e execução de edifícios industriais, para a construção. A subsidiária portuguesa que produz vedantes, rolamentos e juntas para a indústria automóvel, que se destinam essencialmente aos mercados externos, prevê, com este aumento da sua capacidade de produção, juntar 30 novos postos de trabalho diretos aos 400 já existentes.

A GG volta, assim, a ser o parceiro escolhido por uma multinacional a investir em Portugal depois de ter concluído há poucos meses a primeira fábrica da francesa Eurocast em Arcos de Valdevez e de ter arrancado recentemente com as construções do novo Centro de Investigação e Desenvolvimento (I&D) de Aveiro da Bosch Termotecnologia e da segunda unidade da brasileira WEG no país, em Santo Tirso. Um conjunto de investimentos que ascende a 61,8 milhões de euros.

Este projeto, que reflete o dinamismo e competitividade que a filial portuguesa tem vindo a demonstrar, tem como objetivo aumentar a capacidade de resposta e suportar a conquista de novos mercados.

O projeto, da autoria do gabinete “Cândido Azevedo”, implica a ampliação da unidade existente com a construção de duas novas áreas – 2.035 m2 destinados a armazenagem e expedição de produção e 280 m2 para novo bloco social – e a construção de um novo edifício independente, de 4.845 m2, para zonas fabris e de produção.
Todos os trabalhos estão a ser realizados enquanto a fábrica continua a laborar, tendo sido planeados pela construtora de modo a terem um impacto reduzido na atividade normal da empresa. De salientar ainda que a ampliação da área do edifício existente destinada a armazenagem foi concluída em apenas quatro meses, correspondendo o tempo de execução às necessidades mais prementes da Uchiyama.

Fundada em 1898, a UMC é especialista na produção de vedantes de rolamentos e juntas para o setor automóvel, vedantes e cápsulas para garrafas, além de materiais de construção e de embalagem, e dispõe de sete unidades fabris no Japão, mais seis distribuídas por Portugal, Estados Unidos, China e Vietname.

Em Portugal, a Uchiyama emprega 400 dos 6.000 colaboradores do Grupo e destina praticamente toda a produção a exportação para países como Alemanha, Polónia, França e República Checa.

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Predibisa comercializa Edifício Histórico na zona da Alfândega

A Predibisa foi a consultora imobiliária responsável pela identificação de um edifício com valências capazes de integrar um projeto inovador do Look at Porto. A escolha do local recaiu numa rota de grande fluxo turístico, próxima do Centro de Congressos da Alfândega, do World of Discoveries - Museu dos Descobrimentos e da Ribeira, enquadrado numa zona de grande dinamismo. O edifício histórico carateriza-se por uma fachada singular, visível da marginal.

Situado em plena Zona Histórica, em Miragaia, uma área emblemática da Invicta, concretamente na Rua de Ancira, “o edifício datado do século XIV, possui identidade histórica, perpetua um caráter diferenciador e pauta-se pelas qualidades arquitetónicas que apresenta, pelas boas acessibilidades que dispõe e por uma proximidade ao rio Douro”, destaca Joana Lima, consultora Predibisa e responsável pelo negócio.
Por forma a evidenciar ainda mais as caraterísticas ímpares do edifício, os promotores do Look At Porto convidaram o artista Alexandre Farto, também conhecido como Vhils, a intervir na fachada do Edifício, que se abre para um largo e possibilita visibilidade da marginal, sendo esta a primeira obra pública a céu aberto do artista no norte. “A peça combina elementos naturais e humanos, com o olho da figura a contemplar poeticamente a cidade e os seus velhos bairros, humanizando o espaço construído enquanto sublinha a riqueza do seu património humano”, refere Vhils.

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terça-feira, 26 de abril de 2016

9,1 Milhões de metros quadrados de centros comerciais esperados na Europa nos próximos 2 anos

A promoção de novos centros comerciais na Europa deverá acelerar nos próximos meses, sendo esperada a entrada de 9,1 milhões de metros quadrados até ao final de 2017, segundo a mais recente edição do European Shopping Centre Development, publicado semestralmente pela Cushman & Wakefield.

O European Shopping Centre Development demonstra que 2015 foi um dos anos com menos promoção de centros comerciais da última década, com a inauguração de apenas 4,6 milhões de metros quadrados, o que representa uma queda de 15,8% em relação a 2014. Desta nova área comercial, 3,3 milhões m2 abriram na segunda metade de 2015. Com este valor, a oferta total europeu subiu para os 156 milhões de metros quadrados no fim do ano.

Apesar deste abrandamento em 2015, é esperada uma recuperação durante os próximos 2 anos com 9,1 milhões m2 em projetos futuros, O estudo mostra que Londres mantém a sua posição de liderança em promoção de novos centros comerciais, justificada pela baixa densidade de centros existentes – 231 m2 por 1000 pessoas, comparado com 517 m2 por 1000 pessoas na Grande Lisboa – e pelo forte crescimento (15,8%) das vendas de retalho esperado até 2020.

Em Portugal existem hoje um total de 3 milhões de m2 de centros comerciais distribuídos por 117 projetos. A tendência de crescimento da oferta tem sido equivalente à do resto da Europa, com um claro abrandamento na promoção de novos projetos nos anos de crise. A inauguração de novos centros comerciais recomeçou em 2014 com o Alegro de Setúbal promovido pela Immochan, enquanto que em 2015 inaugurou apenas o Jumbo de Sintra. A partir de 2016 será evidente um aumento da nova oferta, com o Nova Arcada inaugurado em Braga no passado mês de Março e o MAR Shopping Algarve com abertura prevista para o Verão de 2017.
Numa perspetiva de investimento, foram transacionados 15,5 mil milhões de euros em centros comerciais na Europa no segundo semestre de 2015, o que representou um crescimento de 16,6% em período homólogo. O Reino Unido e a Alemanha continuam a ser os mercados mais procurados, tendo totalizado mais de 45% do volume investido.

Também em Portugal, o sector mantêm-se extremamente atrativo para as principais casas de investimento imobiliário estrangeiras. Em 2015 mais de 700 milhões e euros alocados a centros comerciais nacionais. Os valores de mercado retratam a atratividade do sector, com as yields prime para este tipo de ativos a situar-se nos 5,50%, o valor mais baixo desde 2008.

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