segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Reabilitar: da excepção à regra

Muitas são as situações em que os edifícios antigos são sujeitos a exceções e isenções, um verdadeiro negócio para quem pode investir, um auxílio às cidades para que se revelem cidades atrativas, mas estaremos assim a proceder da melhor forma, adaptando os edifícios atualmente inadequados às necessidades dos tempos modernos?

Neste intuito nasceu o projecto “Reabilitar como Regra” - RcR, já aprovado pelo Conselho de Ministros, e que tem como objetivo elaborar propostas para adequar as normas técnicas da construção às exigências e especificidades da reabilitação de edifícios, conciliando a adequação dos padrões de segurança, habitabilidade, conforto e simplificação do processo de reabilitação com os princípios da sustentabilidade ambiental e da proteção do património edificado.

O projeto implica efetuar um diagnóstico da situação atual, identificando os constrangimentos da aplicação da regulamentação vigente a obras em edifícios existentes. Depois, deverá ser proposto um modelo global para a adequação das normas técnicas da construção à reabilitação de edifícios, incluindo linhas orientadoras para revisão de regulamentos específicos, e a correspondente estratégia de implementação. Com base nesse modelo, serão elaboradas propostas de alteração normativa e linhas orientadoras.

Este projeto será apoiado pelo Fundo Ambiental, mediante protocolo a celebrar entre este fundo e entidades de reconhecida competência técnica nos domínios da construção e reabilitação e contará com o apoio logístico do Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana.
É ainda acompanhado por uma rede de pontos focais, à qual compete pronunciar-se sobre os resultados da execução do projeto, bem como transmitir informações, observações ou sugestões relativas às matérias das suas competências. Esta rede é formada por um coordenador, que é o membro do Governo responsável pela área da habitação, representantes dos Governos das Regiões Autónomas e do Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana, um representante do LNEC, um representante do Instituto dos Mercados Públicos, do Imobiliário e da Construção, um representante do Instituto Nacional para a Reabilitação, um representante do Turismo de Portugal, do Instituto da Segurança Social, das Direções Gerais do Território, Energia e Geologia, do Património Cultural, das Autarquias Locais, da Segurança Social e das Atividades Económicas. Integram ainda esta rede representantes do Conselho Nacional do Consumo, da ADENE, da ANACOM, da ANPC, da Associação nacional de Municípios, da Ordem dos Engenheiros, da Ordem dos Engenheiros Técnicos, da Ordem dos Arquitetos e da Confederação Portuguesa da Construção e Imobiliário.

O Projecto RcR deverá ser concluído no prazo de um ano após celebração do protocolo com o Fundo ambiental.

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Artigo escrito por Catarina Vicente.

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Apartamentos do Aliados 107 colocados a 100%

Em regime de co-exclusividade, a Predibisa e a JLL concluíram a comercialização das habitações do Edifício Aliados 107, localizadas no coração do Centro Histórico do Porto. As obras de reabilitação deste imóvel histórico, antiga morada do edifício do jornal "O Comércio do Porto", arrancaram em 2016 e têm data prevista de conclusão para breve. Destinado ao mercado de gama alta, o projeto é composto por 23 habitações de T1 a T4, totalmente vendidas, tendo-se registado maior procura por parte de compradores portugueses.

Com valores de mercado a variar entre 215 mil e 1.45 milhões de euros, as habitações agregam áreas de 53 m2 a 243 m2, tendo atraído essencialmente clientes nacionais e alguns internacionais, originários de várias geografias.

“A comercialização decorreu num excelente ritmo, não só devido a este ser um projeto exclusivo no coração do Porto e que trará os moradores de volta à Avenida dos Aliados, como também devido às caraterísticas distintivas do edifício, a par de uma localização prime.”, refere João Magalhães, diretor-geral da Predibisa.

“O Aliados 107 recupera com excelência um edifício emblemático do Porto, permitindo trazer ao centro histórico um projeto residencial na sua mais importante avenida, refletindo a atual renovação da cidade. É uma proposta irresistível e isso revelou-se quer na dinâmica do ritmo das vendas quer no próprio perfil de comprador”, acrescenta Patrícia Barão, Head of Residential da JLL.
Construído em 1930, com assinatura dos arquitetos Rogério de Azevedo e Baltazar de Castro, o nº 107 da Avenida dos Aliados é um dos edifícios mais emblemáticos da cidade do Porto, caraterizado por uma fachada imponente e uma escala marcante. O novo projeto, com autoria do arquiteto Arnaldo Brito, foi pensado para conservar os aspetos arquitetónicos originais, mas adapta o imóvel a condições únicas de conforto e de modernidade, conferindo-lhe um caráter cosmopolita.

”A procura residencial na Baixa do Porto tem sido constante e crescente, designadamente em edifícios com memória histórica e alvo de reabilitação, como o Aliados 107. Este processo é idêntico ao que ocorreu em outras cidades europeias com património histórico de grande qualidade arquitetónica, o que revela que atualmente são essas as zonas mais valorizadas. O Porto está cada vez mais a seguir essa tendência.”, sublinham João Nuno Magalhães e Patrícia Barão.

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Engenheiros portugueses pelo mundo - MovMe

Tive a satisfação de ontem ter tido mais um contacto de um colega, o Joaquim Almeida, que se encontra fora, mais concretamente na Argélia (aproveite para recordar o artigo Engenheiros Portugueses pelo Mundo - Chile). Trocamos várias ideias via Skype.

O Joaquim pertence ao um grupo de Engenheiros que criou o website do MovME, que pretende ser um local de troca de experiências e de ligação entre engenheiros. Os seus criadores consideram que podemos nos ajudar uns aos outros com a partilha de experiências, nomeadamente das diferentes realidades internacionais.

Mesmo sendo a fórmula de cálculo (por exemplo de estruturas) as mesmas, podemos ter desafios distintos em cada país. Essas dificuldades podem ir desde a dificuldade de aquisição de materiais até questões legais.
Fiquei logo curiosa e, depois de ver, entusiasmada com este interesse de poder existir um espaço de ligação entre engenheiros, estando disponível para ajudar e colaborar.

Assim gostava que dessem uma espreitadela a esta fantástica iniciativa, bem como que colaborem e participem. Considero que podemos ser melhores e chegar mais longe se trabalharmos juntos para o bem de todos.

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Artigo escrito por Susana Lucas do SEIbySusana.

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terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Engenheiros civis portugueses pelo mundo - Chile

Do desafio que coloquei a semana passada apareceu o primeiro contacto vindo do Chile. O Mário Ferreira, mesmo não sendo engenheiro de formação, tem tanta experiência na área da Engenharia, que internacionalmente o não título não influencia a sua contratação para obras de grande dimensão. Assim o Mário é oriundo da zona do Porto tendo uma formação técnica na área da Orçamentação, Controlo e Gestão de Obra. Apresenta mais de 30 anos na Industria da Engenharia e Construção, dos quais já lá vão 12 anos internacionalmente.

Enquanto esteve por Portugal colaborou com diversas empresas de grande dimensão, tendo sido a sua “grande” escola de Engenharia a empresa Motaengil. Quando começou o seu percurso internacional foi desde logo para empresas que se encontram no ranking mundial das 100 maiores. Assim passou já por 4 continentes, num total de 7 países, Portugal, Angola, Argélia, Gabão, Qatar, Kuwait, Chile.

Atualmente encontra-se a colaborar num mega projeto na área mineira, localizado no norte do Chile, Mina de Chuquicamata, onde é responsável pelo controle do projeto, estando ao serviço de uma empresa europeia que se encontra implantada há muitos anos no Chile.

Para enquadrar o projeto em que o Mário se encontra, a mina de Chuiquicamata, (a mina maior do mundo de cobre, a céu aberto, tem forma elíptica 4,5km x 2km), está situada no norte do Chile , no deserto de Atacama ( considerado o deserto mais árido do mundo). Começou a ser explorada no ano 1915 pelos Espanhóis, então colonos do Chile. Devido aos altos custos de transporte da matéria, a exploração da mina deixou de ser rentável nos próximos anos. Mais de 160 mil metros de sondagens e 15 mil metros de tuneis foram realizados, os quais revelaram existir 4200 milhões de toneladas de mineral, com elevado potencial de ser explorado através de mina subterrânea, nos próximos 40 anos.
O desafio que atualmente está a construir (mina subterrânea) é constituído por unidades independentes, denominadas “Macrobloques”, em quatro níveis, a 800 metros abaixo do nível atual do rasgo da mina. Atualmente, este é considerado o projeto mineiro mais arrojado e de complexidade a nível de execução e de segurança no Chile.

Por fim o Mário fez uma sistematização em relação à Internacionalização. Como principais obstáculos considera:
• Concorrer a nível mundial a uma oferta de emprego;
• Empresas grandes em Portugal aos “olhos” internacionais, são consideradas pequenas empresas, igualmente se aplica as Obras e Projetos;
• Pensar em desistir, desmotivação devida a insucesso nos resultados da procura.

Contudo o Mário deixa igualmente as seguintes dicas para quem pensa na internacionalização:
• Internacionalize-se se tiver mesmo a certeza que o quer fazer;
• Internacionalizar não é igual a imigrar, é partilhar conhecimento e experiencia que já obteve no seu país de origem;
• Seja persistente e tenha uma atitude internacional;
• Crie, altere, e melhore o seu CV sempre que o achar necessário;
• Crie uma rede de contactos online, por exemplo em Linkedin (eles vão lhe ligar sem que se espere);
• Deposite o seu CV nas melhores empresas de recrutamento internacional, tudo acontece em UK, especialmente em Londres;
• Igualmente deposite e contacte diretamente as empresas que lhe interessam trabalhar;
• Tenha canais diretos disponíveis para entrevistas internacionais (Skype, Telemóvel, etc.);
• Nem tudo é um “mar de rosas” prepare-se para dificuldades físicas e emocionais;
• Não desista, pode ter que enviar mil ou dois mil Currículos até conseguir o que deseja.

Por fim gostaria de deixar aqui o desafio do Mário, para outros colegas que tenham estado com ele em obra e que a vida os levou para outra parte que comuniquem, apresentem os projetos em que estão para todos podermos ficar orgulhosos.

Obrigada Mário pelo contacto, partilha e desafio, espero continuar a ter notícia do fantástico pais do Chile, que só lá tive uma vez e adorei! Estes contactos torna todos mais próximos e orgulhosos do que a Engenharia Portuguesa anda a fazer pelo mundo.

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Artigo escrito por Susana Lucas do SEIbySusana.

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quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Gabriel Couto contrói em Alvor o Longevity Health & Wellness Hotel

A construtora Gabriel Couto é a responsável pela construção de mais um hotel de luxo no Algarve. Após o êxito alcançado com a construção do Mar Shopping Algarve, o segundo centro comercial da IKEA Centres em Portugal recentemente inaugurado, a Gabriel Couto foi convidada pelo Grupo HPA, através da sua participada Hotel Salus SA, para construir o “Longevity Health & Wellness Hotel”, uma nova unidade de luxo em Alvor, reforçando assim a sua posição como empresa construtora de referência no mercado algarvio.

Com a assinatura do atelier “Vitor Vilhena Arquitectura”, a nova unidade hoteleira, uma aposta inovadora do Grupo HPA Saúde em parceria com a Longevity Wellness Worldwide, será o primeiro projeto do promotor em hotelaria de saúde e bem-estar, único e diferenciado, através da marca “Longevity Health & Wellness Hotel”.
Localizado na região de Portimão, este novo hotel vai ser edificado na aldeia turística de Alvor, que apresenta uma simbiose perfeita entre a tranquilidade da praia e a tradição da pesca. Usufruindo de uma localização privilegiada, o “Longevity Health & Wellness Hotel" constitui um novo e arrojado empreendimento turístico de quatro pisos acima do solo, uma cave e uma sub-cave, cuja área de construção total é de 7500m2.
Este hotel será constituído por 70 unidades de alojamento. Este projeto que aposta no turismo ligado à saúde e ao bem-estar, um segmento mundial crescente de pessoas que procuram conjugar as suas férias com soluções de relaxamento, revitalização e regeneração da saúde, reequilíbrio do corpo e da mente e no geral na prevenção da doença e manutenção do capital de saúde. A infraestrutura inclui, entre outros equipamentos, um SPA / Welness de aproximadamente 1500 m2 de área, incluindo área médica, uma sala multiusos com capacidade audiovisual, restaurantes, sala de chá, uma piscina localizada no último piso com vista para a baía de Alvor e um conjunto de espaços verdes que proporcionarão aos seus clientes agradáveis momentos de lazer.
A Gabriel Couto tem sido, de resto, responsável pela execução de diversos projetos hoteleiros construídos no nosso país (por exemplo o Rio Douro Hotel & SPA), o que “demonstra bem a confiança que os promotores hoteleiros têm vindo a depositar na competência apresentada e qualidade do trabalho desenvolvido”, salienta Carlos Couto, o CEO desta construtora minhota, sediada em V.N de Famalicão, e que ocupa um lugar de destaque no ranking nacional.

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NVE conclui obra no centro histórico de Guimarães

A NVE concluiu a obra de Reabilitação de um edifício na Rua de Camões em pleno Centro Histórico de Guimarães, Património da Humanidade desde 2001, com um conjunto arquitetónico de valor excecional, um testemunho do desenvolvimento urbano da cidade, contendo uma enorme diversidade de expressões formais e construtivas que devem ser preservadas e valorizadas.

A requalificação urbana e posterior classificação de Património da Humanidade observadas no centro histórico de Guimarães valorizaram de forma significativa a área da cidade que permanecia mais degradada, fruto de um abandono que gradualmente deixou “esquecido” um conjunto notável de edifícios de habitação, ruas, praças e monumentos cujo valor reside acima de tudo na autenticidade, integridade e unidade da linguagem construtiva do seu tecido urbano de origem.

A rua em que se insere este edifício tem características medievais, com os prédios coloridos e varandas de madeira, do edifício existente restou apenas a parede de pedra do piso inferior, a nova estrutura cresceu atrás dessa parede e foi executada em elementos de betão armado.
A cobertura foi executada com o tradicional acabamento em telha, vigas de madeiras a descarregar em paredes de alvenaria que descarregam em vigas de betão.

O edifício tem uma área de construção aproximada de 1.465m2 distribuídos por rés-do-chão e três pisos, o edifício terá um espaço comercial no piso 0 e um total de 17 apartamentos, tipologias T0, T1 e T2 distribuídos pelos restantes pisos.
Segundo um responsável da NVE "esta obra representou mais uma excelente oportunidade para a NVE aplicar todo o seu currículo e know how na área de requalificação de edifícios históricos, sendo um orgulho trabalhar mais uma vez na requalificação urbana da Cidade Berço".

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Preço médio de arrendamento em Portugal aumentou 26% no último ano

O Imovirtual acaba de revelar os seus dados globais de 2017, que confirmam que o mercado imobiliário português continua em crescimento. Lisboa, Porto, Sintra e Cascais foram os concelhos que registaram uma maior procura de casa no portal, tanto para arrendar como para comprar. No geral, o preço dos apartamentos para venda teve um aumento de 12% e o preço dos apartamentos para arrendar um aumento de 26%, relativamente a 2016.

No preço médio por metro quadrado de apartamentos para venda, Cascais registou-se como o concelho mais caro (2.410€/m2), seguido de Lisboa (1.895€), Espinho (1.850€), Albufeira (1.747€) e Loures (1.650€). Já no preço médio por metro quadrado de apartamentos para arrendar, Lisboa ocupou o primeiro lugar (14€/m2), seguida de Cascais (12,90€/m2), Oeiras (10,40€), Porto (9,73€/m2) e Loures (8,81€/m2). No geral, o preço do arrendamento no distrito de Lisboa aumentou 28%, no distrito do Porto 10% e no distrito de Setúbal 8%, face a 2016.
Relativamente às casas de férias para arrendar, Vila Real de Santo António foi o concelho mais procurado, seguido do Porto, Loulé, Alcobaça e Tavira.

No total, o portal recebeu 581.530 novos anúncios em 2017, sendo que Lisboa, Porto, Coimbra, Cascais e Vila Nova de Gaia foram as cidades com maior oferta de anúncios de casas para arrendar. Já no top 5 de cidades com maior oferta de anúncios de casas para vender, situou-se Vila Nova de Gaia, Lisboa, Porto, Sintra e Gondomar, respetivamente.

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segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Reconstrução do Bar da Alameda em Melgaço

Já arrancaram as obras de reconstrução do Bar da Alameda que representam um investimento de cerca de 125 mil euros por parte do Município de Melgaço. Com esta intervenção será também requalificada a envolvente extramuros do Castelo de Melgaço, tornando toda aquela área mais agradável, assumindo-se o compromisso entre o património e a contemporaneidade.

Com este projeto está a ser repensado o edifício para que sirva de lazer e de estadia a quem visita a Vila, mais propriamente o Centro Histórico. Será preservada a função de Biblioteca de Verão localizada à entrada da Alameda.
Será ainda criado um espaço de promoção e divulgação de Melgaço e da região e também de venda de produtos locais.

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Mercado Industrial em Portugal na mira de investidores internacionais

A análise do ano de 2017 feita pela Worx revela que se tem verificado um aumento no interesse de investidores internacionais, no mercado industrial português. Em 2017, o aumento de desempenho do setor das exportações resultou numa melhoria da atividade económica nacional, com impacto na atividade dos operadores logísticos.

Mais de 250 000 m2 de plataformas e armazéns logísticos (em regime de arrendamento e construção para ocupação própria) foram ocupados, fruto de necessidades de otimização de eficiência operacional e reavaliação das estratégias de localização dos operadores face aos seus principais mercados e clientes.
Segundo o departamento de Research da Worx, em 2017, destaca-se a ocupação de uma Plataforma Logística por parte do Grupo Jerónimo Martins, num total de 70 000 m2, a aquisição e ocupação de um armazém logístico em Palmela com 19 000 m2 pela Luso Alimentos, a ocupação de um armazém logístico pelo Grupo Sonae com 14 000 m2 e diversas ocupações protagonizadas pela empresa nacional de transportes Luís Simões.

TENDÊNCIAS
- Existiu, no ano de 2017, uma crescente procura por ativos no centro de Lisboa e Porto. O interesse por parte de inquilinos e investidores internacionais revelou-se elevado face a períodos homólogos.
- Os grandes centros urbanos serão alvo de procura por parte dos operadores logísticos que pretendem proximidade ao cliente e tornar o seu processo de distribuição mais célere.
- A confirmar-se a entrada na Amazon no mercado português em 2018 através de um investimento numa plataforma logística de dimensão considerável, podemos antever o interesse de outros operadores internacionais no nosso mercado.
- Portugal apresenta uma margem significativa de crescimento no e-commerce, estando ainda muito aquém de números alcançados por outros países europeus. A tendência será de aumento com repercussões diretas na entrada de novos players no mercado, nacionais e internacionais.

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grupo dst constrói novo hotel na baixa pombalina, em Lisboa

A construtora dst, sa, empresa do grupo dst, está a construir o Madalena Beautique Hotel, em Lisboa, uma unidade quatro estrelas do Grupo The Beautique Hotels, que nascerá em finais de 2018 da reabilitação de um edifício existente na baixa Pombalina. A empreitada representa um volume de negócios superior a três milhões de euros e representa uma oferta de mais 38 quartos à atual capacidade hoteleira existente na capital. O projeto conta com assinatura do arquiteto Miguel Saraiva e a decoração será da responsabilidade de Nini Andrade Silva.

A reabilitação do edificado será realizada em cinco pisos acima do solo, prevendo ainda o alargamento da cave existente destinados à futura área técnica. No piso 0 estará localizado o lobby, o restaurante/bar e diversos espaços técnicos. Os restantes quatro pisos estão exclusivamente destinados aos 38 quartos duplos que reforçarão a oferta hoteleira na cidade de Lisboa, cujo fluxo turístico não pára de aumentar.

A dst sa será responsável pelos trabalhos de demolição, betão armado, estrutura metálica de reforço, especialidades e acabamentos deste projeto hoteleiro, no qual a tgeotecnia, também do grupo dst, terá a seu cargo a realização de microestacas que permitirá a execução em segurança dos trabalhos de escavação e betão armado previstos.
Para José Teixeira, presidente do Conselho de Administração do grupo dst, esta empreitada “é muito importante para a valorização do trabalho que a dst,sa, tem vindo a desenvolver na área da reabilitação urbana, assente num know-how ímpar que lhe permite encontrar as melhores soluções quando as intervenções se centram no património edificado”, sublinhando ainda que “este é também um investimento que reforça a aposta no turismo, uma das grandes alavancas da economia nacional”.

Nos últimos três anos, o grupo dst faturou mais de 60 milhões de euros com a construção e reabilitação de mais de uma dezena de unidades hoteleiras no coração da cidade de Lisboa, algumas das quais ainda em execução e cujas aberturas estão previstas para o corrente ano. A experiência do grupo dst na intervenção de equipamentos hoteleiros estende-se a outras regiões, nomeadamente Braga e Porto, onde se encontra a construir um hotel.

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