quarta-feira, 16 de Julho de 2014

Homologado o Processo Especial de Revitalização da Ramos Catarino

Foi homologado o Processo Especial de Revitalização (PER) apresentado pela Ramos Catarino, que mereceu os votos favoráveis de 85% dos credores e registou uma abstenção de 10%. Esta decisão do Tribunal Judicial de Cantanhede já transitou em julgado, tornando-se, assim, definitiva. A Ramos Catarino, empresa de Construção Especializada e Reabilitação com mais de três décadas de actividade, apesar de ser uma das mais conceituadas do País (com várias distinções conquistadas no sector), recorreu – como na altura tomou a iniciativa de divulgar – ao Processo Especial de Revitalização (PER) no passado dia 4 de Dezembro, junto do Tribunal Judicial de Cantanhede (Comarca onde a empresa tem a sua sede).

O Presidente do Conselho de Administração da empresa, Vítor Catarino, esclareceu que esse passo foi dado “de forma a reestruturar a empresa e acautelar os interesses dos seus Clientes e Fornecedores, mas também dos seus Colaboradores”.

E justificou que tal se ficou a dever à substancial redução do volume de obras e às dificuldades de acesso ao crédito em Portugal num sector, como o da Construção, em que isso é fundamental para a sustentabilidade das empresas.

Sublinhou ainda que a Ramos Catarino conseguiu resistir à gravíssima crise que afectou o sector da Construção, não só pelo vasto conjunto de Clientes que fidelizou, e para os quais tem continuado a concretizar obras, mas também graças à internacionalização para Espanha, França e Reino Unido, que iniciou em 2007 e que se tem vindo a intensificar.

O PER seguiu os trâmites legais, tendo sido aprovado por mais de 85% dos votos (registando-se 10% de abstenções), o que significa que mereceu a aceitação da esmagadora maioria dos Credores, incluindo os Bancos BES, CGD, MG e BCP.

Viria a ser homologado pelo Tribunal Judicial de Cantanhede, numa decisão que já transitou em julgado, o que significa que se torna definitiva, não sendo passível de recurso. Aliás, a homologação não foi objecto de qualquer impugnação.
Vítor Catarino sublinhou que “este resultado reforça a confiança com que encaramos o futuro, pois é eloquente demonstração de que também os nossos Credores acreditam na Ramos Catarino e no seu Plano Estratégico“.

De salientar que, ao longo deste processo, a Ramos Catarino não só prosseguiu com diversas empreitadas que tinha em curso, como ganhou muitas outras obras de considerável dimensão, em diversos pontos do País – para além das que tem vindo a conquistar no estrangeiro.

Vítor Catarino fez questão de manifestar “a profunda gratidão da Ramos Catarino a todos quantos a apoiaram“, afirmando que a empresa “está em condições de responder a todos os desafios, com a qualidade e rigor que sempre foram seu apanágio e com a garantia agora proporcionada pelos instrumentos financeiros que virão a ser colocados à sua disposição“.

A Ramos Catarino pertence ao Grupo Catarino, com 65 anos de actividade (foi fundado em 1949 em Febres, Cantanhede, onde mantém a respectiva sede), intervindo nos sectores da Construção Especializada e Reabilitação; Equipamento e Decoração de Hotéis; Home Interior; Fileira Florestal e Madeiras.

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Banhos do Torre de Palma Wine Hotel equipados pela Oli

A Oli assinou as soluções de banho para o “Torre de Palma Wine Hotel”, em Monforte, Alto Alentejo. O complexo turístico de cinco estrelas integra 19 unidades de alojamento, spa, restaurante, adega, loja de produtos locais e picadeiro.

Reconhecida pela inovação orientada para a eficiência hídrica e energética, a Oli forneceu autoclismos interiores, equipados com torneiras de bóia silenciosas, sistemas de instalação “Simflex” para a instalação de louça sanitária suspensa, nomeadamente lavatório, bidé e sanita, e placas de comando para o autoclismo “INO-X” que se destacam pelo design minimalista.
As soluções da oli, desenvolvidas com recurso às últimas tecnologias e associadas à construção sustentável, garantem, assim, uma sustentabilidade hídrica ao empreendimento alentejano projetado pelo arquiteto João Mendes Ribeiro.

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Mercado imobiliário nacional apresenta uma curva de sinal positivo

De acordo com o IMI – Imovirtual Market Index, o mercado imobiliário nacional apresentou uma curva de sinal positivo, registando um comportamento tendencialmente mais otimista face ao registado no mês anterior. Este barómetro mensal, elaborado em parceria com a REVConsultants, revela que o tempo de venda do produto residencial diminuiu para perto de 13 meses, quando registava 14 anterior (abril).

O estudo, que ausculta profissionais de mediação imobiliária, consultores imobiliários, empresas de gestão e administração de imóveis, entre outros, desvenda, de igual forma, que o tempo de absorção dos imóveis de arrendamento ronda agora os 4 meses, denotando-se uma ligeira diminuição neste segmento de mercado (em abril situava-se nos 5 meses).
Um dos fatores que mais contribuiu para a melhoria do IMI – Imovirtual Market Index foi a melhoria observada ao nível das expectativas de curto-prazo (fortemente relacionadas com a sazonalidade), em virtude de nos encontrarmos em início do período estival, altura em que o país acolhe quer turistas, quer emigrantes que podem potenciar futuras transações imobiliárias.

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Grupo dst distingue alunos da licenciatura em Gestão da Universidade do Minho

O grupo dst distinguiu uma equipa de sete alunos do 3º ano da licenciatura em Gestão da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho, com um prémio pecuniário de 1750 euros. O desafio consistiu na identificação de potenciais vantagens competitivas sustentáveis no âmbito do mercado de telecomunicações. Mercado em expansão e mudança constante, o mundo das telecomunicações exige que a definição de estratégias e de posicionamento empresarial seja estudado de forma exaustiva, por forma a conseguir ganhos de competitividade. O desafio foi aceite por oito equipas da instituição de ensino, que traçaram planos para o crescimento e sustentabilidade desta área de negócio.

Para José Teixeira, presidente do Conselho de Administração do grupo dst, estas experiências “são fundamentais não só para promover uma maior aproximação entre a universidade e o meio empresarial, mas também para ajudarem a alavancar um modelo de negócio de forma consistente e com o know-how apropriado”. “Ao estimularmos a investigação universitária estamos a criar valor e a permitir que os estudantes desenvolvam ferramentas teóricas e práticas indispensáveis para uma melhor integração futura no mercado de trabalho”.
A rápida expansão da rede de fibra ótica em Portugal, que vem ganhando cada vez mais espaço ao coaxial, tem colocado novos desafios ao grupo dst, que disponibiliza serviços de telecomunicações de última geração fundamentais no mercado altamente competitivo em que se enquadra.

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Ceranor: a feira dos setores da casa, decoração e brinde está de volta em Setembro

A 24ª edição da Ceranor promete, uma vez mais, ser o grande fórum de encontro entre os setores ligados à fileira casa, brinde e decoração. A acontecer de 4 a 7 de Setembro, a Ceranor é o maior ponto de encontro dos agentes diretamente ligados ao setor, promovendo a troca de experiências, a criação de sinergias e a realização de negócios.

Assumindo-se como a maior feira de homeware portuguesa, a Ceranor é ainda, de acordo com os seus responsáveis, “a plataforma certa para os expositores mostrarem o talento do seu negócio aos visitantes profissionais, tendo por isso fidelizado ao longo destes 24 anos alguns expositores desde as primeiras edições”.

Destinado exclusivamente a profissionais, este certame pretende estar cada vez mais centrado nos visitantes, criando-lhes para tal o cenário ideal para que sejam realizados negócios. Assim, e com esta orientação, a organização vai instalar um espaço lounge, propiciando desta forma um ambiente convidativo à negociação. Um ciclo de iniciativas desenhadas para as diferentes necessidades dos profissionais e o «Exponor Market Place» – uma feira online todo o ano e que destaca as empresas expositoras e os seus produtos - completam o quadro, que se pretende ideal, para que a Ceranor possa representar uma mais-valia económica quer para expositores, quer para visitantes.

Na edição anterior, a feira contou com 11 000 metros quadrados de área expositiva e foi visitada por 12 400 profissionais que, de acordo com um estudo, a maioria deles pretende conhecer as mais recentes colecções e novidades, sobretudo para a época forte, que começa a ser preparada: o Natal.
Resta salientar que entre os expositores contam-se fabricantes, importadores, representantes e criadores. Do lado dos visitantes estão retalhistas de artigos de decoração, lojas de decoração, grandes superfícies, hotéis, restaurantes e similares, decoradores e arquitetos de interiores.

A feira está aberta entre as 10h00 e as 19h00, nos quatro dias em que decorre.

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terça-feira, 8 de Julho de 2014

Garcia, Garcia assina reabilitação de edifício industrial devoluto para a Grandvision

A Garcia, Garcia é a responsável pela requalificação e adaptação de uma fábrica devoluta, anteriormente ocupada pela Sardinha & Leite, em Gaia, que, ainda este mês, se tornará na primeira unidade fabril do Grupo Grandvision, que representa as marcas Multiópticas, GrandOptical e Solaris, em Portugal. Com um investimento global de cerca de 7,3 milhões de euros, que irão criar aproximadamente 90 postos de trabalho, a multinacional começará a produzir um milhão e meio de óculos graduados, 80 por cento dos quais para exportação para diversos países europeus.

A Garcia, Garcia que, nos últimos três anos, cresceu 100 por cento e está a construir dois projetos de Potencial Interesse Nacional (PIN) – a Casfil, no Parque Industrial da Ermida, em Santo Tirso – criado e explorado pela própria construtora –, e a BorgWarner, em Lanheses, Viana do Castelo, tem investido no desenvolvimento de competências e de técnicas de reabilitação que proporcionem uma intervenção sustentada a este nível, integrando as melhores práticas construtivas e as novas exigências funcionais e regulamentares.

Foi, por isso, “com entusiasmo e convicção que a empresa se associou à multinacional Grandvision para desenvolver o projeto da nova unidade para o grupo, a implantar numa instalação fabril desativada”, como partilha Carlos Garcia, um dos três irmãos da família Garcia que, há três gerações lidera a empresa de Guimarães.

Exigências do projeto
A nova unidade fabril, que integra uma forte componente tecnológica e de inovação, permitirá à Grandvision aumentar significativamente a sua capacidade de produção. O projeto de adaptação e reabilitação do edifício de 8000 m2, focou-se na requalificação do espaço, adaptando-o às especificidades de produção da Grandvision, líder no retalho de ótica na Europa, com uma rede mundial de mais de 5.000 lojas em 41 países, 173 das quais (próprias) em Portugal.

Mantendo as características e a arquitetura da fachada do edifício, o projeto contempla o desenvolvimento das estruturas interiores, assim como de todos os sistemas e instalações de suporte à produção e áreas administrativas e sociais. A este nível, a definição de soluções técnicas que garantissem o compromisso entre qualidade e custo foram a principal preocupação, destacando-se a construção de um bloco social (balneários e vestiários) integrado na nave industrial, o reforço do isolamento das paredes, a reabilitação das zonas administrativas e os trabalhos de acabamentos interiores.

As exigências da nova instalação fabril determinaram a substituição integral do piso da nave, a instalação de novos sistemas elétricos, de telecomunicações e de AVAC, bem como a instalação de uma rede de ar comprimido. Ao nível da prevenção e combate e incêndios, o edifício foi equipado com claraboias de desenfumagem.

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Seveme inicia 2ª empreitada na África do Sul

A Seveme iniciou na semana passada o envio dos contentores com materiais para a segunda empreitada em Joanesburgo, África do Sul. Este segundo contrato naquele país africano diz respeito ao projeto, fabrico e montagem das fachadas e caixilharias de alumínio e vidro do Illovo Edge - Phase 3.

Será mais um edifício de escritórios que faz parte do condomínio Illovo Edge, que fica localizado no bairro mais valorizado da cidade e destaca-se dos demais pela sua arquitetura de linhas arrojadas e de grande transparência.

À semelhança do Phase 2 também construído pela Seveme e inaugurado em 2012, nestas fachadas serão utilizadas soluções adaptadas ao mercado local, mas tecnologicamente evoluídas e de grande apuro visual.

A satisfação do promotor MBPP - Mont Blanc Projects & Properties com a 1ª empreitada da Seveme foi fundamental para a escolha da empresa portuguesa para esta nova empreitada.
Para além deste projeto na África do Sul, a Seveme tem neste momento obras e colaboradores em Angola, Guiné Equatorial, Brasil e adjudicações na Argélia.

Em Portugal encontra-se presente no terminal de cruzeiros de Leixões, no Centro Comercial Alegro em Setúbal, no edifício sede do Lidl em Sintra e na ampliação do Fórum Algarve em Faro.

As vendas da Seveme no 1º semestre de 2014 cresceram 53% quando comparadas com o período homólogo do ano passado, tendo atingido 9,1 milhões de euros. Os proveitos operacionais globais do grupo ascenderam a 13,87 milhões de euros, no mesmo período.

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segunda-feira, 7 de Julho de 2014

Imovirtual marca presença em 45 novos países

O Imovirtual, portal imobiliário mais utilizado em Portugal e detido pela FixeAds, www.imovirtual.com, acaba de fechar uma parceria com a WorldPosting, entidade internacional que permite a distribuição das listas de imóveis, para os principais portais imobiliários em todo o mundo. Desta forma, os imóveis premium do Imovirtual passam a ser exportados diretamente para mais de 80 portais imobiliários em 45 países, o que permite atingir cerca de 70 milhões de novos potenciais compradores e investidores.

Na WordlPosting, o portal imobiliário da FixeAds vem referenciado como sendo o primeiro portal imobiliário português, com mais de 1.8 milhões de visitantes e mais de 45 milhões de pageviews por mês. Tal referência apenas vem corroborar o facto de o Imovirtual ser o portal mais representativo do sector em Portugal, disponibilizando mais de 215 mil oportunidades de negócio, dinamizadas por mais de 1.500 profissionais.

De acordo com Manuel Braga, sitemanager do portal Imovirtual, “esta parceria vai permitir que o imobiliário português potencie a sua visibilidade junto de um mercado global de investidores que, durante 2013, canalizou mais de 790 milhões de euros para a económica nacional”.

Em paralelo, o Imovirtual passa também a disponibilizar a oferta da rede WorldPosting, procurando assegurar, desta forma, um meio seguro, com qualidade e de fácil consulta a todos os portugueses que estão a pensar em emigrar, estudar no estrangeiro ou investir em mercados imobiliários internacionais.
Ao longo do primeiro semestre de 2014, o Imovirtual foi consultado por mais de 560 mil visitantes internacionais, que geraram mais de 20 mil contactos, pelo que esta parceria, entre o Imovirtual e a WorldPosting vai permitir alavancar ainda mais a visibilidade do portal imobiliário português, alcançando mercados que até agora eram marginais, ao mesmo tempo que permite reforçar o posicionamento em países onde o Imovirtual já é uma referência.

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Ordem dos Engenheiros Região Norte considera inaceitável atuação da ACT na barragem do Tua

Fernando de Almeida Santos garantiu que a Ordem tem tido o cuidado de visitar as poucas obras de alguma dimensão que estão a ser feitas em Portugal, e que a de Foz Tua "tem exemplos de segurança únicos na Europa". O presidente da região Norte da Ordem dos Engenheiros insurgiu-se hoje contra a atuação da Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) na barragem do Tua, defendendo que a obra é exemplar ao nível da segurança na construção.

A posição de Fernando de Almeida Santos surge na sequência da ação inspetiva realizada, na terça-feira, pela ACT em Foz Tua, com a participação do diretor-geral Pedro Pimenta Braz, que deu conta de que foram feitas 30 notificações e levantados vários autos por falhas de segurança e outras irregularidades detetadas nos estaleiro.

"Fico absolutamente apreensivo com este ato de publicidade feito pelo nosso inspetor-geral do Trabalho, não é mais do que um ato de publicidade e de autopromoção nas televisões todas", declarou à Lusa o dirigente regional da Ordem dos Engenheiros (OE), que classificou a atuação da ACT de "inaceitável.

Fernando de Almeida Santos garantiu que a Ordem tem tido o cuidado de visitar as poucas obras de alguma dimensão que estão a ser feitas em Portugal, e que a de Foz Tua "tem exemplos de segurança únicos na Europa".

"Todas as vinte e tal anomalias que foram detetadas, são anomalias menores e foram corrigidas no momento", defendeu, alegando que as falhas não têm comparação "com aquilo que de bom está em obra".

O representante dos engenheiros indicou que "cerca de três por cento do valor do custo da obra é gasto em segurança na construção" nesta barragem em que a EDP está a investir mais de 300 milhões de euros.
Fernando de Almeida Santos questionou as "habilitações técnicas" dos inspetores de trabalho para inspecionarem atividades de engenharia, argumentando que "um inspetor tanto entra a verificar uma obra como uma unidade industrial, um comércio ou uma instalação hospitalar".

A OE acusou ainda a ACT e a tutela governamental de "não terem a coragem política e técnica de rever um regulamento de segurança na construção, que está mais do que obsoleto, esta em vigor desde 1958".

Fernando de Almeida Santos exortou ainda a ACT a "forçar a saída da lei", aguardada há uma década, sobre a classificação dos coordenadores de segurança.

Portugal é o único país da Europa que não tem essa qualificação definida, segundo disse.

Para o presidente da zona Norte da OE "situações de autopromoção são desnecessárias" e lamenta que a ACT não "releve pela positiva o muito esforço, o muito que tem sido feito a bem pelos agentes, pela engenharia na segurança" daquela obra.

A construção da barragem de Foz Tua, em Trás-os-Montes, registou quatro acidentes com quatro mortos e oito feridos, em três anos de obra com conclusão está prevista para 2016.

O inspetor-geral da ACT, Pedro Pimenta Braz, adiantou, na terça-feira, que estas ações inspetivas são para continuar, numa altura em decorre o pico da obra, com cerca de 600 trabalhadores, e os riscos aumentam, nomeadamente o perigo de queda em altura com a construção do paredão.

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sexta-feira, 27 de Junho de 2014

Mitsubishi Electric representada em exclusivo pela Sotecnisol no mercado Moçambicano

Foi anunciada pela Sotecnisol a representação exclusiva da Mitsubishi Electric no mercado moçambicano, através da sua empresa moçambicana Sotecnisol-Entreposto, resultante da parceria com o grupo Entreposto.

Esta parceria, estabelecida há cerca de um ano, conjuga a experiência e competência das duas organizações no setor da construção, potenciadas pelo conhecimento da realidade empresarial de Moçambique por parte do Grupo Entreposto cuja presença neste País remonta à década de 40, e onde atualmente desenvolve a sua atividade em diversos sectores com instalações que cobrem a totalidade do território Moçambicano.

A empresa líder mundial em Ar Condicionado está presente em todos os continentes e em todos os grandes mercados, sendo, por isso, inevitável a sua presença em Moçambique – um país que se tem vindo a destacar pelo seu assinalável crescimento e com excelentes oportunidades para o ar condicionado, devido às condições naturais do seu clima.

Em Moçambique, a seleção de uma parceria local, com capacidade e provas dadas, capaz de assegurar um serviço de excelência ao mercado moçambicano, era inevitável, daí a escolha ter recaído sobre a Sotecnisol-Entreposto, que alia um elevado know-how tecnológico a um profundo conhecimento do país.

Através da Sotecnisol, a Mitsubishi Electric acredita seriamente nas potencialidades do mercado moçambicano, querendo marcar a sua presença com uma oferta abrangente a todo o sector do AVAC, desde os equipamentos de uso doméstico até aos sistemas de climatização total de grandes edifícios e infraestruturas, assegurando inclusivamente garantias, peças e assistência técnica no território.

José Luís Castro, Presidente da Sotecnisol, considera que, «Moçambique é um mercado estratégico para a Sotecnisol, pelo crescimento económico que vive atualmente e pela necessidade de investimento em infraestruturas, e a representação de marcas líderes como a Mitsubishi Electric é uma grande mais-valia para o grupo».

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