quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Duches integrados no pavimento

A Oli apresenta um novo duche integrado no pavimento para espaços de banhos, novos ou reabilitados, de casas, hotéis e unidades de saúde e bem-estar. O novo sistema Olifilo dispõe de três versões - “Standard”, com o corpo em aço inox, grelha e placa em aço inox mate; “Ceramic”, também com o corpo em inox, mas com a grelha em acabamento cerâmico; e “Basic” com o corpo em plástico e grelha em aço inox cromada brilhante.

Com um carácter minimalista, o duche integrado no pavimento é uma solução para as pessoas com mobilidade reduzida, idosos e crianças. É versátil e integra-se em qualquer configuração da casa de banho, permitindo uma limpeza fácil.

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sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Piscina dos céus - Uma piscina suspensa a 25 metros de altura

Uma piscina de 25 metros ficará instalada entre dois edifícios de um empreendimento de luxo em Londres, o Embassy Gardens. Construída com o auxílio de arquitetos de aquários, a piscina transparente de 25 metros ficará instalada em suspensão entre os décimos andares de dois edifícios do referido empreendimento de luxo. Esta piscina é já conhecida como a piscina dos céus.

As paredes (e pavimento) da piscina serão em vidro com 20 cm de espessura, terão altura de 3 metros, sendo a profundidade da piscina de 1,2 metros.

Os apartamentos deste empreendimento de luxo não estão ao alcance de todos, o mais barato custará 853 mil euros.
“A minha visão para a piscina do céu partiu do desejo de alargar as fronteiras das capacidades de construção e da engenharia”, afirmou Sean Mulryan, CEO do Ballymore Group, responsável pelo empreendimento.
Aproveite para recordar aquela que, pelo menos até agora, é apelidada por muitos como a piscina mais assustadora do mundo.

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quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Siza Vieira vai desenhar torre de luxo em Nova Iorque

Álvaro Siza Vieira foi comissionado para desenhar uma torre de luxo na cidade de Nova Iorque, mais concretamente em Manhattan, naquele que será o primeiro projecto do arquitecto português nos Estados Unidos. O contrato para o projecto da torre de 35 andares, chamada 611 West 56th Street, foi anunciado pela empresa Sumaida + Khurana. Esta torre vai ser construída no lado oeste de Manhattan.

Amit Khurana, sócio fundador da Sumaida + Khurana, disse que “Álvaro Siza é um mestre lendário da arquitectura, tendo desenhado alguns dos mais icónicos edifícios do século passado. Estamos honrados por trabalhar com ele no seu prémio prédio nos Estados Unidos e que acreditamos que vai ser um projecto seminal, capaz de capturar a elegância e profunda subtileza que está no cerne do seu corpo de trabalho.”
A construção, que está prevista começar em Maio de 2016, terá o tamanho total de 15,000 metros quadrados, a torre vai ter perto de 80 unidades, cada uma delas contendo entre um a quatro quartos. Com uma altura planeada de 128 metros, vai ter diversas acessibilidades como piscina, ginásio, cinema, jardim no último piso e vários terraços privados.

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quarta-feira, 19 de agosto de 2015

CIN lança novo produto Protective Coatings

A CIN acaba de lançar um novo produto da gama Protective Coatings. O 7P-288 C-THANE S288 MIO permite acabamentos com efeitos “tipo forja”, uma boa resistência à intempérie, boa dureza e resistência à abrasão. A grande novidade deste produto é a possibilidade de afinação de cor no sistema ICS – Industrial Colour System, estando disponível nas cores habituais do “forja”, cores Ral e mais de 50 outras cores. Pode ainda ser usado como acabamento de esquemas intumescentes de base solvente e base aquosa, e tem a característica de ter classificação de reação ao fogo segundo EN 13501-1: B-s1, d0.

A CIN é uma referência incontornável no mercado dos produtos anticorrosivos e o novo produto é o resultado da aposta contínua da marca na Investigação & Desenvolvimento ao serviço deste segmento.

Este novo produto substitui o anterior 7P-278 C-Thane S278 Mio, que era mais limitado, nomeadamente por não estar disponível no sistema de afinação de cores em ICS.
A ampla gama de produtos anticorrosivos da CIN abarca produtos para a construção civil, energia, construção industrial e indústria petroquímica, tendo os mesmos sido utilizados em obras de grande referência mundial.

Imagem: Ponte de Caniços, que liga Rebordões, em Santo Tirso, a Bairro, em Famalicão.

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terça-feira, 18 de agosto de 2015

Novos relvados do Boavista FC e Centro de Treinos do FC Porto transportados pela Garland

Em menos de um mês, a Garland assegurou dois transportes de relvados naturais – um para o FC Porto e outro para o Boavista FC –, provenientes da RED – Relvados e Equipamentos Desportivos Lda, num total de quatro novos campos. O Grupo Garland volta assim a merecer a confiança da empresa que assegura os relvados dos principais clubes, depois de já ter transportado a relva do Estádio da Luz e do Estádio do Dragão. O transporte de mercadorias a temperatura controlada – neste caso, em camiões frigoríficos, a marcar os 2º C – é uma das áreas nas quais a Garland Transportes tem registado um maior crescimento.

A operação de transporte de três novos campos de treino da equipa principal do clube azul e branco para o Centro do Olival do FC Porto, em Vila Nova de Gaia, envolveu 66 camiões frigoríficos que, durante uma semana inteira, transportaram desde Salvaterra de Magos o relvado da RED.
Também o Boavista FC, atualmente na I Divisão da Liga, efetuou trabalhos de substituição do campo sintético do Estádio do Bessa por um relvado natural, tendo a operação ocupado somente três dias com a utilização de 27 camiões, também frigoríficos, chegados de Bordéus, França.

Este último transporte representou o maior desafio logístico com o qual a Garland Transportes se deparou, dada a localização do estádio axadrezado, situado na zona residencial da Boavista, um dos principais centros urbanos da cidade do Porto. Predominantemente habitacionais, as imediações do estádio apresentam restrições a veículos pesados como, por exemplo, o impedimento de efetuar trabalhos a menos de 500 m das moradias, impedindo-os assim de pernoitar no local. Como resultado, a Garland Transportes redefiniu o serviço, que exigia um elevado rigor, de modo a salvaguardar o bem-estar dos moradores.
“Ambos os transportes atestam uma parceria que demonstra, uma vez mais, a confiança que não só a RED mas também o FC Porto e agora o Boavista FC depositam na Garland. A nossa frota está equipada com material inteiramente adequado ao transporte deste tipo de mercadoria nas melhores condições de segurança” comentou Ligia Neves, Key Account Manager.

A preferência da RED pelo Grupo Garland mantém-se, depois de a empresa de relvados ter previamente escolhido a Garland Transportes em 2012 e em 2013 para o transporte dos relvados do Estádio do Dragão e da Luz, respetivamente.

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quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Fábrica das Palavras - Biblioteca Municipal de Vila Franca de Xira

A Biblioteca Municipal de Vila Franca de Xira está situada na margem Norte do Rio Tejo, a 25 quilómetros de Lisboa e no lugar anteriormente ocupado por uma fábrica de descasque de arroz, daí a sua designação como “Fábrica das Palavras”. O projecto foi da responsabilidade de Miguel Arruda Arquitectos Associados, ficando a fiscalização da obra a cargo da Ficope, Lda. e a execução da empreitada a cargo da FML Construções, Lda. A obra teve um custo de construção de 5,08 milhões de euros.

Os aspectos mais determinantes na conceptualização da “Fábrica das Palavras” foram os seguintes:
  • As características volumétricas da antiga fábrica, assim como a sua proximidade do Rio Tejo.
  • A proposta de um conceito mais amplo das funções de uma Biblioteca.
  • A execução de um dos dois acessos através de uma ponte metálica, destinada a vencer o constrangimento da existência de uma via-férrea entre a cidade e a biblioteca.
  • A pretensão de construir um equipamento que respondesse por uma efetiva utilização dos diversos níveis sociais e etários do concelho a partir da cidade de Vila Franca de Xira.
"A leitura da pré-existência volumétrica impulsionou-nos de imediato para uma construção em altura. Esta pareceu-nos ser a mais indicada em função da área de loteamento disponível", afirmou Miguel Arruda.

Esta premissa altimétrica, permitiu implementar o conceito espacial do programa pretendido e ainda aceder em simultâneo à leitura visual da paisagem envolvente e do desenho urbano da própria cidade, agora criticamente observável.
A proximidade do rio, com tudo aquilo que envolve, quer pelo desfrutar do seu movimento quer pelo efeito lumínico resultante da incidência da luz solar sobre o seu curso de água, constituíram-se como valores lumínicos a contemplar no espaço interno da Biblioteca.

Com o objectivo de tornar esta Biblioteca como um espaço de efectiva fruição pelo maior número de público, quer no plano social quer etário, foram introduzidas algumas novas valências.

No piso térreo em comunicação com o vestíbulo da entrada foi criado um espaço multifuncional que pode ser usado como auditório.
No primeiro piso foi instalada uma área de cafetaria com significativo espaço envolvente de características claramente comunicativas quer em ordem aos elementos de leitura diária disponíveis (jornais e revistas) quer ao teor e diversidade de formas de estar aí existentes.

Este espaço pretendera constituir-se como um verdadeiro “lounge” da Biblioteca, comunicando ainda com um espaço para exposições, que completa a totalidade da área deste piso.

Ao nível do segundo piso foi introduzida uma área de dimensões significativa, dedicada a crianças com o intuito de pedagogicamente as familiarizar com este tipo de equipamento e por outro lado, disponibilizar aos seus familiares um apoio ocupacional qualificado.
O segundo piso (com excepção da área criada para crianças), o terceiro o quarto e quinto pisos são destinados a áreas de leitura e de consulta multimédia, com níveis de isolamento e privacidade que acompanham a sua viagem altimétrica.

A existência de uma linha de caminho-de-ferro entre a cidade e o rio constitui-se para a cidade e em particular nesta Biblioteca como um forte constrangimento urbanístico.

Com o intuito de minimizar esta situação foi criada uma estrutura metálica a 12 metros de altura e com um comprimento de 53 metros. Esta ponte arranca numa pequena torre situada do lado da cidade, fazendo uma penetração directa no edifício mas ao nível exterior do terceiro piso deste equipamento. Este percurso faz simultaneamente a ligação da cidade ao caminho pedonal ribeirinho e à própria Biblioteca no seu piso térreo.
Por forma a reforçar a orientação programática atrás referida e com a intenção de poder contribuir para um maior e mais efectiva relação dos utilizadores com o espaço, os diferentes pisos foram sobrepostos de forma intencionalmente desfasada visando garantir um claro contacto visual entre eles.

Esta sobreposição desenha um vazio de carácter vincadamente vertical que se assume como elemento perspético de referência, possibilitando uma maior e mais efectiva relação entre os utilizadores do espaço, permitindo que cada um possa ver e ser visto, tornando-se ao mesmo tempo espectador e actor.

Este “espaço vertical” é reforçado por uma ampla janela triangular, comum a todos os pisos, constituindo-se como chave de comunicação para o exterior enquanto montra e simultaneamente ecrã do seu conteúdo.
"Julgamos ainda poder considerar que a leitura do campo visual através de superfícies de expressão triangular e trapezoidal, em contraponto com os habituais quadrados e rectângulos poderá constituir-se pela diversidade de enquadramentos disponibilizados, como um factor de desenvolvimento crítico do acto de observar.

Pensamos ainda que este conjunto de opções quer de carácter programático e organizacional, quer urbanístico podem contribuir para um maior e mais efectiva democratização do espaço numa perspectiva de disponibilizar este equipamento a um conjunto mais vasto da população deste concelho, numa perspectiva da sua valorização intelectual", considerou Miguel Arruda.

Esta Biblioteca não se constitui como um fim em si mesma, mas um meio para atingir um fim ou seja, o desenvolvimento intelectual da população deste concelho independentemente do seu nível etário e social.

Veja de seguida o vídeo realizado pela Building Pictures e onde pode conhecer a Fábrica das Palavras em palavras, pelo arquitecto Miguel Arruda, e em imagens.


Créditos:
Texto: Miguel Arruda Arquitectos Associados com edição de Engenharia e Construção
Fotografias: Fernando Guerra | FG+SG
Vídeo: Sara Nunes | Building Pictures

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Tinta para combater fungo da indústria vitivinícola

A CIN acaba de lançar uma inovadora tinta aquosa mate, capaz de combater um resistente fungo que habitualmente se desenvolve nas caves de vinho. Stridor forma uma película resistente ao desenvolvimento da maioria dos fungos, em particular do Mucor que é insensível aos tratamentos clássicos e que habitualmente prolifera na indústria vitivinícola, danificando anualmente muitas produções de vinho.

Stridor é um produto certificado quanto à Qualidade do Ar e tem ainda a certificação Excell+, que assegura que as emissões de compostos químicos voláteis não deterioram a qualidade organoléptica do vinho ou de qualquer outro produto agro-alimentar.

Recomendado para a protecção de paredes e tectos, em interior, Stridor da CIN é também aconselhado para a indústria agro-alimentar, cozinhas, instalações de saúde e cantinas. Não contém qualquer composto passível de alterar o sabor dos alimentos.
Stridor encontra-se disponível em branco, em embalagens de 15L.

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quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Sistema Regional do Carvoeiro: investimento superior a 30 milhões de euros foi um dos maiores em Portugal no setor da hidráulica

O grupo dst (Domingos da Silva Teixeira), em consórcio, concluiu a construção do sistema de abastecimento de água em alta aos concelhos de Albergaria-a-Velha, Águeda, Aveiro, Estarreja, Ílhavo, Murtosa, Oliveira do Bairro e Vagos, uma empreitada que compreendeu a reabilitação e reforço da ETA do Carvoeiro e a implantação de todo o sistema de captação e adução de água. A empreitada constituiu um investimento superior a 30 milhões de euros, um dos maiores em Portugal no setor da hidráulica, designadamente no que concerne à execução de infraestruturas de água potável para abastecimento.

Iniciada em 2013, a obra implicou a execução de mais de 130 Km’s de condutas de adução de água bruta, a construção de seis reservatórios de armazenamento de água potável e as Estações Elevatórias do Beco e Á-dos-Ferreiros.

A execução dos trabalhos de instalação de tubagens em FFD e PEAD, os reservatórios de armazenamento de água em betão armado e as instalações elétricas e hidromecânicas estiveram a cargo do grupo dst, que optou pela aplicação de tubagem em FFD, com revestimento interior em poliuretano, por apresentar vantagens consideráveis, contribuindo de forma decisiva para a redução do consumo de cloro, situação particularmente importante nos troços onde a velocidade é mais baixa e, por isso, o tempo de retenção no interior da tubagem é maior. A ampliação do Sistema Regional do Carvoeiro implicou também o projeto de construção civil em todas as especialidades necessárias à execução dos trabalhos, com particular incidência para as soluções de Engenharia Hidráulica, um sector onde o grupo dst tem vindo a assumir um papel de destaque em termos de inovação e desenvolvimento de soluções que melhor se adaptam às necessidades dos clientes.
O projeto para o sistema do Carvoeiro implicou ainda a execução de um by-pass às duas condutas elevatórias de água bruta existentes, ficando fora de serviço os troços os existentes e que colidiam com a execução de obras na nova ETA. Foi ainda efetuado o reforço e reabilitação de furos e poços de captação de água subterrânea, uma nova captação de água superficial e estação elevatória associada, e a implantação de uma conduta elevatória de água bruta de captação superficial, para alimentação das câmaras de mistura rápida da linha de tratamento na nova ETA.

No que concerne à intervenção na ETA existente, o destaque vai para a alteração do traçado das atuais condutas de água bruta de furos e poços, a reabilitação dos silos de cal apagada em termos de estanqueidade e total ausência de humidade, a ampliação da zona de colocação dos cilindros de cloro ou a recuperação e reforço do sistema de neutralização de fugas de cloro por soda cáustica. A obra compreendeu também a execução da plataforma e da via de acesso, incluindo os necessários muros de suporte, para a implantação de órgãos e edifícios da nova ETA e a construção do reservatório de água tratada do Beco e da respetiva estação elevatória, na freguesia de Macinhata do Vouga.
O Ministro-Adjunto e do Desenvolvimento Regional, Miguel Poiares Maduro, considerou que “esta empreitada, em muitas circunstâncias, ajudará seguramente a reforçar as condições de competitividade das empresas”, reforçando que se trata de “um investimento que melhorará a qualidade e a capacidade de abastecimento, visto que se juntam mais dois municípios a esta associação, e também a qualidade da água”. Poiares Maduro ressalvou ainda que Portugal está a experienciar “uma evolução muito significativa” e que “em muitos domínios, ao nível de equipamentos e de infraestruturas que servem as nossas populações, estamos colocados em condições superiores às da média da grande maioria dos estados europeus, havendo no entanto áreas, e esta é uma delas, em que continuarão a ser necessários investimentos”.

Para José Teixeira, presidente do Conselho de Administração do grupo dst, esta obra de ampliação do Sistema Regional do Carvoeiro é reflexo "da vasta experiência da empresa na construção de infraestruturas hidráulicas de grande complexidade, fruto de um know-how onde a inovação é contínua na procura de soluções que melhor se adaptam aos requisitos dos nossos clientes, e que fazem do grupo dst uma referência no setor". No entender de José Teixeira, "o caminho da inovação é determinante para a manutenção da solidez empresarial que temos orgulho em apresentar e que faz de nós um parceiro preferencial no mercado, com a qualidade de execução que já nos caracteriza e o vanguardismo tecnológico que aplicamos em todos os trabalhos que efetuamos em Portugal e no estrangeiro".

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Recriação de um novo espaço público em Albergaria-a-Velha

A Larus concluiu o projeto de renovação do mobiliário urbano da área central de Albergaria-a-Velha, no âmbito da primeira fase do projeto de requalificação urbana. O novo espaço público foi mobilado com o banco “Ária”, inspirado nos bancos que o Cineteatro Alba trouxe à cidade nos anos 50 do século XX. O banco é constituído por uma estrutura em ferro fundido, metalizado e pintado e réguas de madeira Tali protegidas com verniz U.V.. As papeleiras “Urbus” e os pilaretes “Ufo” completam a gama de equipamentos instalados no centro cívico da cidade.

Este projeto de regeneração urbana, para além de pretender favorecer a afirmação de uma imagem urbana mais qualificada e a inclusão social, visava também resolver questões de sustentabilidade energética e ambiental. Para cumprir este objetivo, a Larus aplicou três colunas de iluminação com tecnologia LED - “Pérgola”, “Gemini” e “17º”.

A coluna de iluminação “17º”, da autoria do designer Francisco Providência e vencedora do Prémio Mundial de Design, apresenta uma linguagem lacónica inspirada numa vida reduzida ao essencial. A “Gemini” distingue-se por dois pontos de luz, uma linguagem depurada e um desenho racional. A “Pérgola” exibe funções decorativas e um desenho simples e contemporâneo.

No Ano Internacional da Luz, a iluminação pública é a aposta da Larus que lançou, no início do segundo semestre, uma linha de oito colunas de iluminação que pretendem criar um impacto positivo na paisagem urbana, no conforto dos cidadãos e na otimização da fatura energética.
Para Pedro Martins pereira, fundador da Larus, o projeto de renovação do mobiliário urbano de Albergaria-a-Velha, ao longo dos últimos meses, procurou valorizar o espaço público, no sentido de aumentar a frequência e a fruição da população, melhorando a qualidade de vida.

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quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Vinyl da CIN tem nova imagem

A CIN, marca portuguesa líder ibérica no mercado de tintas e vernizes, lança uma nova imagem da gama Vinyl, mais atraente e mais apelativa. A nova abordagem visual desta gama da CIN pretende, segundo os seus responsáveis, "reforçar a superior qualidade deste produto". As novas embalagens de VinylMatt, VinylSoft e VinylSilk já estão disponíveis em pontos de venda CIN por todo o país.

Considerado o produto-estrela da CIN, VinylMatt é uma tinta extra mate desenvolvida pelos laboratórios de I&D da CIN, com um acabamento perfeito disponível em milhares de cores e que permite disfarçar as imperfeições nas paredes. VinylMatt, VinylSoft e VinylSilk mereceram já a classificação máxima (A+) por parte do Laboratório da Qualidade do Ar Interior (LQAI) no que se refere ao cumprimento das normas europeias de protecção da qualidade do ar interior.

A gama Vinyl possui diferentes níveis de brilho: "VinylMatt é uma tinta com um aspecto mate profundo; VinylSoft permite um acabamento semi-mate e sedoso ao tacto; e VinylSilk apresenta um acabamento acetinado". Para além disso, Vinyl caracteriza-se pelo "acabamento de qualidade que garante, bem como pela resistência aos fungos".
Segundo os responsáveis da CIN, "ao fim de 25 anos no mercado, e com uma imagem renovada, Vinyl continua a surpreender o consumidor e a reforçar o posicionamento da marca CIN enquanto especialista em cor".

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