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sexta-feira, 23 de agosto de 2019

As empresas pré-qualificadas para a construção das novas linhas do Metro do Porto

A empresa do Metro do Porto revelou haver onze consórcios pré-qualificados para construir as novas linhas, sendo seis para a Linha Rosa (entre os Aliados/Praça da Liberdade e a Casa da Música), e sete para a extensão da Linha Amarela (entre Santo Ovídio a Vila d'Este, em Vila Nova de Gaia). Em ambos os casos houve quatro candidaturas que foram excluídas.

Assim, segundo o Jornal de Negócios, no concurso para a Linha Amarela foram pré-qualificados sete consórcios liderados pela Mota-Engil, Teixeira Duarte, Zagope, Lena Engenharia, ABB, Acciona e a Sacyr. No caso da Linha Rosa, repetem-se os consórcios pré-qualificados para a Linha Amarela, com a excepção da Sacyr que nesta linha ficou de fora.

Esta fase de pré-qualificação prosseguirá agora com o período de audiência prévia, no qual os candidatos podem apresentar as suas reclamações relativamente às disposições do relatório preliminar.

Após a fase de audiência prévia será publicado o relatório final e depois a Metro do Porto convidará as empresas pré-qualificadas a apresentarem a respetiva proposta de preço para a execução das duas empreitadas de expansão da rede.
Os dois concursos correspondem a um investimento global na ordem dos 300 milhões de euros, que acrescentará seis quilómetros e 10 milhões de novos clientes à rede do Metro, segundo a expectativa indicada pela empresa.

A Linha Rosa tem um valor base de 175 milhões de euros um prazo de execução de 42 meses. A extensão da Linha Amarela tem um valor base de 95 milhões de euros e um prazo de execução de 34 meses.

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terça-feira, 16 de julho de 2019

As construtoras que trabalham para a Mercadona em Portugal

A chegada da Mercadona a Portugal trouxe oportunidades para várias empresas de construção. O gigante espanhol da distribuição confiou as obras de construção das suas instalações a diversas empresas, tendo optado por uma estratégia de diversificação na escolha destas. Quando entrou no mercado português a Mercadona procedeu a uma primeira consulta a um conjunto alargada de empresas, a partir de um projeto-tipo para tomar o pulso ao mercado. Depois convidou um grupo restrito para cada projeto concreto, diversificando a escolha para ter um leque de experiências mais alargado e avaliar o desempenho de cada um dos empreiteiros que contrata.

Na implantação em Portugal a Mercadona lida com dois modelos: geralmente é dona dos terrenos e promotor da obra, mas admite ocupar o edifício em regime de aluguer de longa duração, celebrando um contrato com o promotor imobiliário.

Nos supermercados que abrirá até ao fim do ano, não há uma construtora repetida. Na primeira vaga de supermercados adjudicados constava a Arcada Prometida a quem foi entregue o supermercado da Maia, a DST no de Matosinhos, a Retail Concept no de Gondomar e a CJR no de Gaia foram as outras construtoras envolvidas. Além destas, outras empresas portuguesas fazem parte deste primeiro leque de empresas selecionadas: Cobelba, ABB, Mota-Engil e Costa & Carreira.

A somar a estas, surge ainda a Araconsa, empresa catalã, que é a responsável pela instalação da loja de Ovar. Este é o primeiro caso em que a Mercadona recorre a uma construtora espanhola sem sucursal em Portugal. No total a Araconsa construiu já mais de 100 supermercados da Mercadona.
Tendo em conta estas primeiras empreitadas da Mercadona em Portugal, pode-se dizer que o valor de cada uma anda entre os 2,5 milhões e 5 milhões de euros, dependendo da dimensão e das soluções adoptadas.

O maior investimento será no segundo pólo comercial em Gaia, adjudicado à Mota-Engil. Este pólo comercia incorpora um edifício de escritórios que acolherá os serviços centrais.

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