quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Empreendimento residencial Primrose - City Living nasce na Baixa do Porto

Em plena Baixa do Porto, na Rua do Breiner, surge o empreendimento Primrose – City Living, composto por 19 apartamentos de T0 a T3, dotado de um amplo jardim e lugares de garagem. A Predibisa, consultora imobiliária especializada no mercado imobiliário do Norte do país, foi mandatada para comercialização destas habitações. Trata-se de um projeto de reabilitação urbana, que permitirá reconverter e ampliar o edifício, destinado agora ao segmento residencial. A qualidade do empreendimento, a par de uma localização privilegiada, são fatores que pautam o projeto numa oportunidade atrativa para quem pretende viver no centro da cidade.

Situado numa rua emblemática da cidade, que foi buscar o seu nome ao governador das Justiças do Porto, Pedro de Melo Breiner, Primrose – City Living fica muito próximo da Rua de Cedofeita, uma das artérias mais comerciais do centro do Porto. Nos últimos anos, a Rua do Breiner tem sido sinónimo de uma expansão comercial e cultural, integrando-se no distrito das artes. O imóvel que está a ser reconvertido para um projeto de habitação moderno, proporcionará condições únicas de conforto, possuindo um amplo jardim privativo com árvores de fruto e espaços contemporâneos, mesclados com a traça clássica do edifício. As áreas totais dos apartamentos variam entre os 35 m2 e os 158 m2, com os preços de venda a oscilarem entre os 160 e os 730 mil euros. De realçar que o projeto incorpora certificação energética, com as habitações a variar entre a classe A e B.
Ao nível dos acabamentos e materiais, o Primrose prima pelo detalhe e superior qualidade. As habitações do empreendimento dispõem de soalho de carvalho e painéis solares individuais para cada fração. Por outro lado, as varandas e terraços são revestidos com deck compósito, as caixilharias de alumínio com corte térmico e a iluminação LED nas zonas comuns e no interior das frações.
Para Joana Lima, responsável da Predibisa pelo negócio, trata-se de ”mais um projeto de reabilitação urbana na Baixa do Porto com imensa personalidade que decidimos abraçar. Está implantado numa zona carismática da cidade, como é a Rua do Breiner, envolvido por uma oferta do comércio e serviços. Acresce ainda o facto de o Primrose - City Living incorporar todo o simbolismo de uma zona histórica, que mistura memória com contemporaneidade”, refere. Para a consultora, esta comercialização “é um investimento seguro, que estamos convictos significará muita procura e vendas, não só devido à localização prime, como pela excelência do projeto em si”.

Ler o resto do artigo >>

Philips Lighting vai iluminar quatro estádios de desportos de inverno na Coreia do Sul

A Philips Lighting anunciou que a sua iluminação com projetores Philips ArenaVision será instalada em quatro estádios da Coreia do Sul, para utilização em provas de ski, snowboard, hóquei, patinagem e patinagem de velocidade em pista curta. Os estádios que implementarão esta iluminação são o Phoenix Snow Stadium, os Gangneung e Gwandong Hockey Centers e a Gangneung Ice Arena. A iluminação com projetores Philips ArenaVision já foi instalada em inúmeros estádios na Coreia do Sul e em todo o mundo.

A iluminação com projetores Philips ArenaVision foi concebida para ir de encontro às necessidades dos desportistas e adeptos. Com uma luz com temperatura de cor próxima da luz natural (5600 K), melhora a concentração dos atletas e dos espectadores.
(Gangneung Ice Arena)

Com o seu elevado índice de restituição cromática de 90, mostra a cor real de um objeto, melhorando o desempenho visual, o que é particularmente relevante em desportos como a patinagem artística. O rebordo refletor incorporado minimiza o encandeamento, possibilitando uma clara visibilidade do campo e removendo distrações que poderiam prejudicar o desempenho dos jogadores. A iluminação é durável e robusta, mesmo em condições adversas, devido à classificação IP65 à prova de água e pó.
(Gangneung Hockey Center)

A iluminação com projetores Philips ArenaVision também permite que a transmissão televisiva seja de qualidade. Este sistema cumpre os restritos padrões de emissão 3D e em Ultra High Definition, para capturar todos os detalhes e emoções, e a sua tecnologia sem cintilação permite que as repetições sejam apresentadas em câmara lenta, mostrando todos os detalhes sem tremeluzir. A sua claridade amplifica a beleza dos eventos no gelo, nos quais o resultado pode ser decidido num milissegundo, e aumenta a avaliação das competências dos atletas por parte dos espectadores.
(Phoenix Snow Park Free Style)
(Phoenix Snow Park Snowboard)

"A Philips ArenaVision conquistou o seu sucesso e a sua reputação ao longo de muitos anos a ser implementada em grandes eventos desportivos globais. Estamos confiantes de que ajudará tanto o desempenho dos atletas, como a experiência dos espectadores e dos milhões de telespectadores em casa, durante grandes eventos desportivos", afirmou Kees Klein Hesselink, Global Key Account Manager da Philips Lighting Arena Solutions.

Ler o resto do artigo >>

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Fundos de investimento e a engenharia civil

Gostava de efetuar uma reflexão alargada (gostava de ter conhecimento das vossas experiências), relativamente aos fundos de investimentos e a Engenharia Civil. Nesta nova moda de investimento em Portugal prolifera o aparecimento de fundos de investimentos. E julgo que deve existir cada vez mais necessidade nesta área de Engenheiros Civis… Porquê?

Quando existe disponibilidade financeira para efetuar investimentos para a seleção do objeto de aquisição, terá que existir uma avaliação técnica e logo devem entrar os Engenheiros Civis. A avaliação técnica passa tanto pela verificação das condições do imóvel como no seu possível potencial.

Depois da aquisição do imóvel, existirá a necessidade de intervenção, maior ou mais pequena… e lá existirá a necessidade do existir um Engenheiro Civil como representante do fundo de investimentos para verificar e acompanhar o desenvolvimento dos trabalhos.

Após a intervenção se não for para venda, mas para rentabilização ou uso, a manutenção da componente estrutural do edifício tem que ser considerada e o Engenheiro Civil pode contribuir.
Por isto, e com toda a certeza podem existir outros aspetos a considerar, o mercado dos fundos de investimentos têm necessidade de ter como colaborador ou parceiro um Engenheiro Civil (ou mais).

A abrangência da Engenharia Civil é cada vez mais alargada, sendo um desafio para todos os profissionais. Temos que atualizar, verificar o que o mercado precisa e onde podemos dar o nosso contributo.

---
Artigo escrito por Susana Lucas do SEIbySusana.

Ler o resto do artigo >>

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

DHM (Discovery Hotel Management) confia empreitada do Rio Douro Hotel & SPA à Gabriel Couto

Apostada cada vez mais na construção e reabilitação de empreendimentos para a industria hoteleira, a construtora Gabriel Couto foi a empresa selecionada pela Discovery Hotel Management (DHM) para a ampliação e reconversão do Hotel “Rio Douro Hotel & SPA”, pretendendo-se com esta requalificação, dotar o mesmo das características funcionais necessárias à sua viabilização e valorização, integrando a conceção espacial desenvolvida característica dos hotéis detidos pelo grupo DHM

Esta empreitada consiste numa reconversão profunda desta unidade hoteleira já existente na localidade de Raiva - Castelo de Paiva, na margem sul do Rio Douro.

No final da intervenção global prevista para o Hotel “Rio Douro Hotel & SPA”, decorrerá a existência de um único empreendimento turístico com as seguintes características: 202 camas distribuídas por 58 quartos duplos, 4 suites e 20 apartamentos (1 dos quais adaptado para utentes com mobilidade condicionada), sendo 5 T1, 11 T2 e 4 T3, do qual farão também parte um spa, restaurante, piscinas exteriores, receção, salas de estar/conferência e zonas de lazer, assim como zonas de apoio ao cais fluvial.
Numa primeira fase, serão reconvertidos cinco dos apartamentos de tipologia T3 (Villas) em quartos de hotel e prevista a integração dos mesmos como unidades de alojamento do empreendimento, desenvolvendo-se o acesso vertical aos vários pisos da nova ala de quartos e à piscina exterior, por via de um elevador inclinado do tipo “funicular”.
Após esta primeira fase da empreitada, seguir-se-á a integração dos restantes 20 apartamentos que já estão parcialmente construídos, igualmente em unidades de alojamento do hotel, para além da remodelação geral dos quartos do hotel, com uma ligeira reestruturação ao nível dos acabamentos. A remodelação de outras zonas constituintes deste empreendimento hoteleiro faz também parte deste projeto, tais como o SPA, restaurante, bar, balneários, receção, piscinas exteriores, e outras áreas de lazer, para além de uma intervenção profunda ao nível dos arranjos exteriores.
A Fiscalização desta empreitada estará a cargo da “Enescoord - Coordenação e Gestão de Projectos e Obras”, entidade também responsável pela condução e gestão eficiente de todo o processo de concurso, e respetiva negociação da empreitada.
Para o grupo Gabriel Couto este projeto hoteleiro, da autoria do Atelier de Arquitetura “Serôdio Furtado & Associados”, representa «mais um desafio a ser alcançado num prazo muito exigente» e, de acordo com o CEO deste grupo construtor, Carlos Couto, o facto do grupo a que preside ter sido responsável pela execução de vários projetos hoteleiros em Portugal nos últimos anos, é revelador da «confiança que os investidores neste nicho de mercado têm vindo a depositar na competência apresentada».

Ler o resto do artigo >>

Torre de luxo na Arábia Saudita equipada por empresa portuguesa

Um dos maiores e luxuosos edifícios da Arábia Saudita, Jeddah's Sail Tower, está a ser equipado com inovadoras soluções de banho da empresa portuguesa Oli, desenvolvidas e produzidas na fábrica de Aveiro.

Esta torre de 64 andares, composta por um hotel de luxo - Shangri-La Hotel, com 242 quartos e uma área residencial com 104 apartamentos, será inaugurada no próximo ano, na cidade de Jeddah, considerada a capital comercial do país e a mais rica do Médio Oriente e da Ásia Ocidental.
A Oli, reconhecida pela sua tecnologia patenteada, que torna os espaços de banho mais eficientes, forneceu autoclismos “OLI74 Plus”, placas de comando “Slim”, estruturas bidé e de sanita.

António Oliveira, Presidente da Oli, afirma: “a Arábia Saudita é uma país muito relevante para a consolidação da marca no Médio-Oriente, sendo esta prescrição o reconhecimento da capacidade de inovação da empresa no desenvolvimento de soluções hidricamente sustentáveis”.
“A Arábia Saudita é um mercado muito exigente, que privilegia a inovação, a criatividade e o ‘know-how’, por isso encaramos este projeto como um estímulo ao nosso compromisso diário com o desenvolvimento sustentável, procurando sempre melhorar e criar novas soluções para um WC mais amigo do ambiente e autónomo”, sublinha.

Ler o resto do artigo >>

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

KW Business investe 1,5 milhões de euros em novo centro de negócios em Braga

O Grupo KW Business vai investir 1,5 milhões de euros num centro de negócios na cidade de Braga, reforçando desta forma a sua presença no mercado imobiliário do distrito. Depois dos investimentos realizados no Porto e em Madrid (este último a marcar o arranque da internacionalização da empresa), Braga e, posteriormente, Famalicão, assumem-se como os novos investimentos na senda de expansão da KW Business.

Localizado na rotunda do centro comercial Braga Parque, num edifício ao lado da Associação de Futebol de Braga, este centro irá albergar 180 colaboradores. Neste novo espaço da KW Business estará disponível um vasto leque de soluções para quem procura casa ou para quem vê no imobiliário uma área apetecível para investimento. Desta forma, são disponibilizadas ao cliente todas as valências necessárias a um bem-sucedido negócio chave-na-mão.

Com este novo centro de negócios a KW Business prevê, para 2018, a duplicação da facturação em Braga, mantendo desta forma o registo de crescimento que tem vindo a demonstrar num mercado cada vez mais competitivo como é o do sector imobiliário.
A KW Business foi considerada pela revista Exame como a segunda melhor empresa para se trabalhar em Portugal, a primeira na área do imobiliário. Daí que este novo espaço tenha sido pensado não só para a partilha de experiências e contactos profissionais, mas também para proporcionar a fundamental descompressão que deve acompanhar um ambiente de negócios.

Ler o resto do artigo >>

RE/MAX supera investimento de um milhão de euros em fornecedores portugueses

A RE/MAX ultrapassou a marca do milhão de euros em merchandising, integralmente adquiridos a fornecedores portugueses em 2017. Ao todo são mais de 750.000 artigos, distribuídos pelos 5.600 agentes da marca, entre os quais chapéus-de-chuva, para-sóis, bolas de futebol, entre outros, que diariamente contribuem para a visibilidade da maior rede imobiliária a operar no país.

Para Beatriz Rubio, CEO da RE/MAX “Esta é apenas uma das áreas que torna visível o nosso compromisso em contribuir positivamente para a economia nacional. Além da nossa atividade movimentar milhões de euros por ano, é um enorme orgulho termos a consciência que apoiamos fornecedores nacionais em áreas tão distintas como o merchandising, construção civil ou informática”.

O merchandising tem um papel fundamental na estratégia de marca da RE/MAX. Do ponto de vista de vestuário, a empresa tem polos, camisas, camisolas, corta-ventos, sweatshirts, bonés, gravatas e blazers. Entre o restante material de visibilidade são produzidos chapéus-de-chuva, para-sóis, sacos reutilizáveis, chinelos e bolas de futebol.
Nesta área, apesar de poder adquirir este tipo de material através da sua rede internacional, a RE/MAX optou por fornecedores nacionais, o que tem um peso relevante na faturação de algumas empresas, mas que sobretudo reforça a orientação estratégica de aposta no Made in Portugal.

Ler o resto do artigo >>

terça-feira, 23 de janeiro de 2018

A nova sede da Vieira de Almeida & Associados

A Sociedade de Advogados Vieira de Almeida & Associados mudou-se em Novembro de 2017 para uma nova Sede, um edifício na zona de Santos, propriedade da Fidelidade Property Europe, SA – marca que assegura a gestão dos investimentos imobiliários do Grupo Fidelidade. As novas instalações assinalam mais um marco na história desta Sociedade.

O escritório, que ocupa na totalidade cerca de 8.330 m2 de área bruta acima do solo e 3.192 m2 de área bruta abaixo do solo, resulta de um projeto de reabilitação de um conjunto de naves industriais em Santos, da propriedade da Fidelidade Companhia de Seguros, e a sua conversão num moderno edifício de escritórios. O edifício, uma referência de estilo em edifícios do tipo industrial da primeira metade do século XX, mantinha a sua arquitetura original de grande interesse, embora em avançado estado de deterioração.

A intervenção conservou as fachadas originais do edificado, tendo ainda contemplado a reconstrução de diversos elementos arquitetónicos preexistentes. O projeto, da autoria da OpenBoook Arquitectura e PMC Arquitetos, foi meticulosamente pensado em colaboração com as equipas da VdA, de modo a refletir os seus valores e o posicionamento institucional da Sociedade. O espaço está dotado das mais inovadoras soluções tecnológicas e de eficiência energética e as opções na escolha dos materiais e equipamentos foram orientadas por critérios de sustentabilidade.

“É um orgulho a mudança para uma nova Sede da Sociedade que, para além de se situar numa zona nobre e até agora esquecida da cidade, fica num edifício que preserva a memória e o carácter industrial e modernista do espaço, mas adaptado aos mais elevados padrões de conforto e funcionalidade e dotado de meios tecnológicos inovadores”, refere um responsável da Sociedade Vieira de Almeida & Associados.
“Este projeto é um marco no movimento de reabilitação da Zona Ribeirinha de Lisboa que, sendo hoje uma realidade, não era ainda evidente aquando do arranque do projeto. A decisão da Vieira de Almeida & Associados de mudar a sua Sede para esta zona da cidade e a aposta da Fidelidade Property Europe numa operação de grande investimento nesta localização, evidenciam a sintonia entre duas instituições de referência nos seus respetivos sectores”, afirma Miguel Santana, Administrador da Fidelidade Property.

O projeto está inserido num conjunto de outros, de grande dimensão, que o Grupo Fidelidade está a desenvolver na cidade de Lisboa, e que são a face visível da recomposição do portfólio imobiliário que a Seguradora tem em curso, no âmbito da qual irá intervencionar diversos outros imóveis, maioritariamente em Lisboa e no Porto.



O Grupo Fidelidade, através da Fidelidade Property, investiu durante os últimos doze meses mais de 80 milhões de euros na reconstrução de edifícios situados, especialmente, em zonas históricas da capital.

Caracterização técnica
O projeto desenvolve-se em dois núcleos comunicantes ocupando na totalidade cerca de 8.330 m2 de área bruta acima do solo e 3.192 m2 de área bruta abaixo do solo. O primeiro núcleo, confinante com a R. D. Luís I e Boqueirão do Duro, é constituído por três pisos acima do solo e um piso em cave para estacionamento e zonas técnicas. O segundo núcleo, com entrada pelo Largo Conde Barão, é constituído por um edifício com cinco pisos acima do solo e com aproveitamento da cobertura.
• Área Bruta acima do solo: 8.330,00 m2
• Área Bruta abaixo do solo: 3.192,80 m2
• Pisos acima da cota de soleira: 5 + aproveitamento da cobertura
• Nº de lugares de Estacionamento: 80
• Auditório: 140 lugares
• Biblioteca
• Sala Reuniões / Formação
• Cafetaria / Refeitório / Cozinha

Gabinetes / Postos de Trabalho:
• Nº de Gabinetes: 157 (147 + 10)
• Nº de Salas de Reuniões: 24 (23+1)
• Nº de postos de trabalho: 380

Ler o resto do artigo >>

Parecer de Freitas do Amaral sustenta posição da Ordem dos Arquitectos contra a realização de projectos de arquitectura por engenheiros civis

A Ordem dos Arquitectos, através das Secções Regionais do Norte e do Sul, solicitou ao Professor Diogo Freitas do Amaral um parecer relativo ao processo de alteração da Lei nº 31/2009 de 3 de Julho, que pretende permitir aos engenheiros civis a elaboração de projectos de arquitectura e que se encontra actualmente em discussão na Comissão Parlamentar de Economia Inovação e Obras Públicas na Assembleia da República. Recorde-se que no ano passado demos conta de mais um episódio nesta guerra: a Ordem dos Arquitectos denunciou a "chico-espertice" de um grupo de engenheiros, e a Ordem dos Engenheiros acusou a Ordem dos Arquitectos de persistir na ilegalidade.

O parecer, que é co-assinado pelo Professor Luís Fábrica, é inequívoco quanto à legitimidade dos argumentos da Ordem dos Arquitectos na defesa da profissão, considerando que a aprovação do Projecto de lei nº 495/XIII/1º, defendido pelos engenheiros civis, "pretende criar uma situação, sem precedentes, de equiparação plena entre arquitectos e engenheiros civis (...) num contexto fáctico de abundância de oferta qualificada e num contexto jurídico de organização de ambas as profissões em ordens”.

O documento refere que “a organização da Arquitectura em ordem profissional é incompatível com a inexistência de actos próprios da profissão, decorrente de tais actos poderem caber a outros profissionais com outras profissões”. E acrescenta: “Faz parte da essência da organização de uma profissão em ordem a existência de um saber técnico-científico, assim como haver uma só ordem para todos os profissionais e não haver profissionais fora da respectiva ordem”.

“É de todo incompreensível que a lei exija como condições de inscrição na Ordem dos Arquitectos a licenciatura e o estágio profissional, e ao mesmo tempo, venha admitir, por força da reforma projectada, que a profissão, no seu núcleo caracterizador, seja exercida por quem não disponha desse grau e da correspondente formação académica e profissional”, lê-se nas conclusões do parecer de 35 páginas.
Diogo Freitas do Amaral e Luís Fábrica defendem ainda que “sendo inviável em face da lei a inscrição na Ordem dos Arquitectos dos detentores de licenciaturas e engenharia civil sem a licenciatura em arquitectura, a aprovação do Projecto de Lei nº 495/XIII/1º conduziria a que os licenciados em engenharia civil autores de projectos de arquitectura não estivessem inscritos em qualquer ordem ou, então, estivessem inscritos na Ordem dos Engenheiros”. O que, remata o documento, “acarretaria diversas consequências insustentáveis, designadamente o esvaziamento da Ordem dos Arquitectos e o extravasar das atribuições da Ordem dos Engenheiros”.

Considerando que a aprovação do Projecto de Lei “acarretaria ainda sucessivas violações do princípio da igualdade, quer no relacionamento entre arquitectos e engenheiros, quer no relacionamento entre as diversas categorias de engenheiros”, o documento conclui que “carece de qualquer consistência o argumento que pretende justificar a modificação projectada na tutela dos (inexistentes) direitos adquiridos ou das (já acauteladas) expectativas legítimas dos engenheiros civis abrangidos”.

Com este parecer, a Ordem dos Arquitectos tem esperança que os deputados, membros da Comissão Parlamentar de Economia, Inovação e Obras Públicas tomem a decisão correspondente ao enorme serviço que prestam à democracia portuguesa. Que este novo ano simbolize na prática, a efectiva representação e defesa dos interesses de todos os cidadãos.

Ler o resto do artigo >>

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Garcia, Garcia assina design & build de centro logístico para multinacional espanhola ADI

A comprovada especialização na área industrial e logística garantiu à Garcia, Garcia mais um projeto nesta área, desta vez a construção da nova unidade logística da multinacional espanhola ADI, cujo core business é a distribuição de produtos químicos para os mercados têxtil, de tintas e construção, de galvanoplastia e de limpeza e manutenção industrial, além da venda de instrumentos de medição para controlo de qualidade. Localizada no Parque Empresarial da Ermida, em Santo Tirso, este é mais um projeto design & build da construtora nacional, que se junta ao vasto portefólio de edifícios logísticos, uma área que tem tido uma evolução muito favorável no nosso país.

As novas instalações possibilitarão ao Grupo ADI aumentar a sua capacidade de armazenamento e distribuição no país, onde a sua atividade tem vindo a crescer progressivamente desde 2006, ano em que se instalou na Zona Industrial da Maia com um centro logístico que, entretanto, deixou de ter capacidade para as necessidades da multinacional.

Parque empresarial da Ermida em expansão
O novo centro logístico ficará localizado no Parque Empresarial da Ermida, em Santo Tirso, o qual é propriedade da Garcia, Garcia. Com 20 hectares de área industrial, onde se localizam empresas como WEG ou Casfil (projeto PIN), ambas construídas pela Garcia, Garcia, o parque encontra-se em fase de expansão.

A Garcia, Garcia interveio em todo o processo, desde a seleção da localização, até à construção, passando pelos projetos de engenharia. “A nossa experiência na área industrial e logística justificou a confiança do Grupo ADI, à qual procurámos responder com um projeto que, acreditámos, está alinhado com a inovação e capacidade técnica da empresa.”, explica Carlos Garcia, administrador da construtora.

Localização privilegiada potencia distribuição rápida
Com uma localização privilegiada, o novo centro logístico do Grupo ADI irá beneficiar de excelentes acessibilidades e vias rodoviárias, o que lhe permitirá um acesso fluído e rápido aos principais centros urbanos e industriais da zona Norte, bem como às principais infra-estruturas aeroportuárias. Em função do anterior, todo o processo logístico da empresa será potenciado, através de uma resposta rápida e eficiente, possibilitando desta forma otimizar o grau de eficiência da sua operação.

Sendo concebido de raiz, o novo centro logístico beneficiará de instalações de última geração, desenvolvidas e pensadas à medida das necessidades específicas do tipo de negócio e incorporando soluções de última geração. Para além disso, as novas instalações vão de encontro aos normativos de qualidade e segurança aplicáveis.

Com data de conclusão prevista para fevereiro, o novo espaço logístico do Grupo ADI será constituído por duas áreas funcionais distintas, uma de armazém e outra área administrativa e social, ficando as duas instaladas em dois volumes fisicamente separados.
Ao nível estrutural, o edifício de armazém tem previsto uma estrutura pré-fabricada em betão, com revestimento em painéis de betão até 2,20 metros e painel na restante área. Por sua vez, a área administrativa será em estrutura metálica, sendo marcada pelas grandes fachadas em vidro.

Já na área de armazém e tendo em conta a utilização final do edifício, o mesmo beneficiará de quatro cais de carga, assim como de um laboratório equipado com toda a tecnologia necessária para apoiar a atividade e os clientes. Em função do tipo de materiais a armazenar no edifício, o mesmo será dotado de todas as condições de segurança necessárias.

Este novo centro logístico construído pela Garcia, Garcia vem confirmar a dinâmica do mercado de logística e distribuição que existe atualmente em Portugal. No portefólio da Garcia, Garcia, encontram-se outras obras relativas a este setor, como é exemplo a construção e ampliação das unidades logísticas de empresas como o Grupo Garland (Maia I e II, Gaia e Abóboda), Brasmar, Brunotir, ID Logistics e, recentemente, a Nacex em Água Longa, Santo Tirso.

Dados do projeto:
Localização: Parque Empresarial da Ermida, em Santo Tirso
Engenharia e Construção: Garcia, Garcia
Terreno: 15.370 m2
Área de Construção: 4.998 m2
Implantação: 4. 261 m2
Área de Armazém: 4.353 m2
Área Administrativa e Social: 645 m2
Cércea: 11,5 m

Ler o resto do artigo >>

Worx coloca Gstep no edifício Miraflores Premium

A Gstep tem mais de uma década de experiência em Business Intelligence, Enterprise Performance Management e Business Analytics. A Mudança Institucional da Marca surge como resultado do principal objetivo da Gstep: a criação de valor.

Assim, passou a ocupar o 9º Piso do edifício I, integrado no Complexo Miraflores Premium. Este edifício, situado próximo do centro de Lisboa, junto à saída da Cril e autoestrada A5 Lisboa Cascais, possui uma área disponível de 4.815m2 com um valor/m2 de mercado bastante competitivo.

Este foi um projeto One Stop Advisor, em que a Worx deu continuidade, complementando os seus serviços de agência com o projeto de arquitetura para as novas instalações da Gstep, através da sua empresa de arquitetura e obra – Done, Design to Build.

O projeto envolveu a renovação do espaço, maioritariamente em open space. Foi criado um novo espaço lounge, zonas de trabalho individuais e coletivas e estendeu-se a detalhes como as carpintarias, ou captação de luz natural conseguida através da prevalência de materiais como o vidro e uma copa inovadora, reafirmando a imagem corporativa da Gstep.
Mafalda Carvalho, Architecture da Worx, afirma: “este foi um projeto ‘chave na mão’ e inovador que conseguiu, através de um ‘rebranding corporativo’, promover o carácter inovador e único da Gstep junto do mercado”.

Afonso Almeida Fernandes, Agency da Worx, comenta: “o Miraflores Premium é um edifício muito interessante pelas condições que proporciona aos seus inquilinos, como excelentes áreas por piso, prestação de serviços incluído no preço e um constante investimento na modernização e imagem do edifício.”

O Miraflores Premium é um edifício comercializado em co-exclusividade pela Worx e a Cushman&Wakefield.

Ler o resto do artigo >>

Perfis de engenharia civil e as tendências de evolução

Estando em avaliação o mestrado em Engenharia Civil, neste caso, do Instituto Politécnico de Setúbal (IPS), onde leciono gostava de efetuar uma reflexão sobre quais serão as tendências de evolução…

Durante alguns anos, talvez antes de Bolonha, existiam os perfis de Edificações, Estruturas, Vias de Comunicação e Hidráulica. Onde tirei a licenciatura a distribuição era igualmente numa escala descendente de procura por parte dos alunos pela sequência apresentada, sendo cerca de 40%, 30%, 20%, 10% a distribuição de alunos.

Nos últimos anos tem existido uma diminuição bastante significativa de alunos na área, estando atualmente no IPS os perfis de Construção e Estruturas.

Estando a refletir sobre a evolução dos perfis, gostava de partilhar a minha perspetiva para Portugal. Considero que a Construção em si, sempre existirá sendo que a grande parte que acontecesse atualmente está mais relacionada com a Reabilitação. Não sei se vamos continuar nesta perspetiva, se sempre vão avançar novos grandes projetos que necessitem de novas competências…

Os grandes projetos estão relacionados com Vias de Comunicação, sendo que sendo um perfil atualmente pouco usual se tivesse mais relacionado com a Mobilidade Sustentável, tanto em voga atualmente, talvez pudesse ter mais interessados.

Considero que a Reabilitação vai ser uma necessidade nos próximos anos, talvez mesmo se torne uma necessidade contínua, dado o elevado parque edificado que temos em condições para o efeito… Aliás considero que em termos do perfil de estruturas o mesmo devia ter um foco no reforço estrutural, no âmbito da Reabilitação, em especial sísmico!
No meu ponto de vista, julgo que devia existir um perfil mais relacionado com a Manutenção e Eficiência dos Edifícios, instalações e afins. Quando falamos destes conceitos estamos sempre a relacionar com outras áreas de Engenharia relativas aos equipamentos, mas considero, que as estruturas físicas existentes deviam ter igualmente manutenção, dado a sua vida útil ser perspetivada para um período mesmo superior aos equipamentos. A questão da eficiência está igualmente relacionada com a estrutura física.

A Hidráulica, sempre foi no meu ver considerado “o parente mais pobre”. Contudo tivemos grandes obras na área, que continuam a existir, e usualmente muita dificuldade em ter profissionais na área. Bem como não nos podemos esquecer do potencial marítimo do nosso Pais. Temos uma área costeira muito significativa, bem como área marítima. Outro aspeto é a carência de água potável que estamos a atravessar, não será que esta situação vai ser cada vez mais recorrente? Porque não a Hidráulica Sustentável... Não devíamos ir por aí?

---
Artigo escrito por Susana Lucas do SEIbySusana.

Ler o resto do artigo >>

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Concurso para nova Unidade de Saúde de Santa Iria da Azóia com a assessoria da OASRS

A Secção Regional Sul da Ordem dos Arquitectos (OASRS) está a fazer a assessoria do Concurso público de concepção para a Elaboração do Projecto da Unidade de Saúde de Santa Iria da Azóia, promovido pela Câmara Municipal de Loures.

O prazo de candidaturas decorre até 14 de Fevereiro 2018.

O novo edifício, que vai ocupar uma área de 1291 metros quadrados, pretende colmatar as deficientes condições das instalações do actual Centro de Saúde.

Com um custo estimado de um milhão e cem mil euros, o projecto pretende “funcionar como um objecto arquitectónico de referência que valorize a relação do edifício com os seus utilizadores e com a freguesia de Santa Iria da Azóia”. A nova estrutura deverá ter um comportamento energético exemplar, ser catalisador da vida urbana e integrar os conceitos de mobilidade, acessibilidade e inclusão, entre outros critérios.

Atribuindo três prémios de, respectivamente, 5 mil, 3 mil e 1500 euros, o concurso conta, no júri, com a participação dos arquitectos João Félix, da Câmara Municipal de Loures (que preside); Carlos Santos, da Câmara Municipal de Loures e Victor Neves, indicado pela OASRS.

Tudo sobre o concurso aqui

Adenda: já é conhecido o resultado do concurso, pode consulta-lo neste link.

Ler o resto do artigo >>

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

O que aconteceu na bancada do estádio do Estoril?

Esta é a pergunta que muita gente tem feito nas últimas horas e aparentemente ainda não há resposta para a mesma. O mais surpreendente é que a bancada norte do Estádio António Coimbra da Mota, o estádio do Estoril, foi inaugurada em Setembro de 2014, ou seja, há pouco mais de 3 anos.

O que se sabe, segundo o Observador, é que a bancada norte do António Coimbra da Mota foi uma obra da Farcimar, Soluções em Pré-Fabricados de Betão S.A., com sede na Zona Industrial de Farrapa, em Arouca, sendo inaugurada em setembro de 2014 com o objetivo de cumprir os requisitos obrigatórios para a realização de encontros europeus. Ou seja, e apesar de já ter indícios de algum desgaste, como alguns espetadores testemunharam, é muito recente, pelo que se estranhou as visíveis fissuras nas paredes e no chão.

Veja de seguida as diversas imagens do problema estrutural no Estádio António Coimbra da Mota e deixe-nos a sua opinião sobre o que terá acontecido.

Ler o resto do artigo >>

Eclusa na Barragem das Três Gargantas

“Eclusa” é uma obra de engenharia hidráulica que permite que as embarcações subam ou desçam os rios ou os mares onde há desníveis, tais como, barragens, quedas de água, etc.

Não sendo uma Eclusa no sentido tradicional, a China construiu o maior elevador do mundo, na também maior hidroelétrica do mundo, a Barragem das Três Gargantas, para vencer a diferença de altura nas águas da barragem, entre montante e jusante, permitindo a navegação.

O percurso, que demoraria 3 horas, por uma eclusa tradicional, agora é feito em 40 minutos. O elevador suporta o peso de 3 milhões de toneladas!

São obras de Engenharia, em especial as de hidráulica, que ainda nos continua a surpreender, e demonstrar que a tecnologia por de ser aliada no desenvolvimento e ultrapassar obstáculos naturais.
Existiram tantas obras que foram construídas sem as tecnologias que existem hoje, desde as pirâmides no Egipto ao Taj Mahal e ao Convento de Mafra, que até parece que agora que temos a possibilidades tecnologias fantásticas já não existe tanto uma perspetiva de grandeza e longevidade que existia…


---
Artigo escrito por Susana Lucas do SEIbySusana.

Ler o resto do artigo >>

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Grupo DST constrói Centro de Logística Bolama Supermercado nas antigas instalações da fábrica Josim

O grupo dst está a construir, em Guimarães, o Centro de Logística Bolama Supermercados, um entreposto que servirá de base de controlo e distribuição para toda a cadeia de supermercados Bolama. A empreitada, avaliada em mais de dois milhões de euros, envolve várias insígnias do grupo dst, nomeadamente a construtora dst, sa, a dte - instalações especiais, a tconcrete e a tmodular.

A obra nasce nas antigas instalações da fábrica Josim, em Ronfe, pelo que os trabalhos englobam a conservação da fachada existente que será a fachada principal da zona administrativa, onde existirá uma área social, escritórios e salas de apoio. A restante intervenção implica a construção de um edifício em estrutura de betão armado pré-fabricado, com fachadas em painel e cobertura em "deck".

À área de construção de cerca de 6000 m2 soma-se ainda a área de 9926 m2 de arranjos exteriores, onde serão realizados trabalhos de pavimentação e respetivos passeios.
A dst é responsável pela execução dos trabalhos de construção civil, cabendo à dte - instalações especiais, a execução da especialidade de ITED e eletricidade. O betão pronto será fabricado e fornecido pela tconcrete e o fabrico e instalação das carpintarias estará a cargo da tmodular.

Esta parceria resulta “da confiança que a Supermercados Bolama deposita na capacidade técnica e financeira do grupo dst e na nossa vasta experiência na implementação de projetos chave-na-mão na área da logística, da distribuição e do retalho”, sublinha José Teixeira, presidente do Conselho de Administração do grupo dst. “O recurso às diferentes competências das várias empresas do grupo, num processo in-house tem sido um fator de diferenciação e um critério francamente valorizado no momento da tomada de decisão por parte dos nossos parceiros”, destaca o responsável.
José Teixeira defende ainda que “a consolidação do portfólio se deve à qualidade técnica das soluções apresentadas, mas também às sólidas relações comerciais de confiança que o grupo estabelece com os clientes, a maioria dos quais volta com novos projetos para serem executados sob a batuta, o conhecimento e a inovação das equipas do grupo dst.”

Ler o resto do artigo >>

Reduzir o consumo de água para salvar o planeta

O novo ano convida a criação de hábitos diários sustentáveis, particularmente de redução de consumo de água para a preservação do planeta e a salvaguarda da humanidade.

A Oli, empresa portuguesa líder da Europa do sul na produção de autoclismos eficientes, alerta para a urgência de se alterar o padrão de consumo de água no WC, responsável por 33% do consumo diário total de água.

A empresa, que há 23 anos, foi responsável pela massificação da produção da dupla descarga do autoclismo - uma inovação, hoje presente em todo o mundo, que contribuiu para a redução do consumo de água na ordem dos 50% -, quer dar mais um passo decisivo para a eficiência hídrica.

Nesse sentido, a Oli recomenda a adoção de duas soluções simples, que podem ser integradas em qualquer autoclismo, amigas do ambiente e com benefícios económicos.
A “Azor Plus”, uma torneira de bóia com um sistema retardador que apenas abre após o fecho da válvula de descarga, assegurando a poupança até 9 litros de água por dia e reduz a fatura mensal em 2%.

A “Atlas”, uma válvula de dupla descarga com possibilidade de regulação do volume de água a descarregar - residual e meia descarga, podendo o seu botão de acionamento universal ser aplicado na posição frontal, topo ou lateral.

Há simples gestos diários que podem mudar o mundo. Um deles é a descarga de água do autoclismo, determinante para a preservação da água, um recurso natural da qual depende o futuro das próximas gerações e do planeta.

A Oli acredita que a mudança do padrão de consumo no WC “é um pequeno passo para o homem e um salto gigante para a humanidade”.

Ler o resto do artigo >>

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Worx divulga quais serão as estrelas do imobiliário em 2018

O ano de 2017 foi um ano de superação e crescimento para o Mercado Imobiliário Português. Os números alcançados deixaram claro o excelente período que Portugal atravessa, não só ao nível da sua recuperação económica, mas também pela expansão de atividade observada em diversos segmentos imobiliários. Do boom do turismo com repercussões em várias vertentes, ao setor residencial e à reabilitação urbana, o mercado português confirmou uma vez mais o seu lugar no cenário europeu e o Mercado de Investimento assim o comprova. Atingida a fasquia dos 1.9 mil milhões de euros, o mercado observou um aumento de aproximadamente 40% comparativamente ao ano 2016, quando se registaram transações no montante global de 1.4 mil milhões de euros.

Com os Fundos de Investimento a manterem o seu nível de atividade em terreno elevado, representando cerca de 62% do montante global de investimento, observámos igualmente que a maior fatia de investimento foi levada a cabo por investidores estrangeiros, que reuniram uma quota de 88%.

Uma das grandes tendências de 2017 foi, sem dúvida, o alargamento das nacionalidades, além-fronteiras europeias. Aos tradicionais peso-pesados vindos de Espanha, Reino Unido e Alemanha, juntaram-se este ano investidores oriundos da China e dos Estados Unidos.

Os bons resultados estenderam-se igualmente ao mercado de ocupação, com um volume de absorção superior a 150.000 m2, valor que supera os números observados nos últimos 8 anos. Apesar do Mercado de Escritórios de Lisboa estar atualmente a acusar uma falta de oferta nova, tal não foi determinante para o nível de dinâmica sentida e que culminou num fecho de ano muito positivo para a generalidade das zonas de mercado.

O corredor Oeste com 36 000 m2 ocupados até ao final de Novembro de 2017, registou a melhor performance dos últimos 7 anos, revelando ter sido o destino de eleição para empresas com requisitos de áreas médias maiores e bons acessos à capital.

A verdade é que os segmentos de escritórios e retalho contabilizaram entre si mais de 70% do total de mercado e contaram com importantes operações, como foi, para o caso do segmento de escritórios, a venda do Portfolio Silcoge no valor de 130 milhões de euros, da venda do Edifício Entreposto por 65.5 milhões de euros e da venda do Edifício Guitarras ao Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social por 50 milhões de euros. Já no segmento de retalho, as maiores operações foram concluídas pela venda dos Centros Comerciais Fórum Coimbra e Fórum Viseu num total de 220 milhões de euros, ao consórcio GreenBay e Resilient, marcando a entrada de investidores oriundos da África do Sul no mercado de investimento português e pela venda do Vila do Conde Style Outlet por 130 milhões de euros à holandesa Via Outlet.
Mas foi o mercado Industrial&Logístico que arrecadou a maior operação do ano 2017, correspondente à venda de 16 ativos da Logicor no valor de 260 milhões de euros à China Investment Corporation e exercendo influência no aumento de quota deste segmento (16%).

Adianta Pedro Rutkowski, CEO da Worx – Real Estate Consultant que “2017 encerra com chave-de-ouro e deixa antever para 2018 um ano igualmente forte, com muitas operações de montantes significativos a aguardarem o seu fecho no decorrer dos próximos meses. Os segmentos de retalho e escritórios continuarão a ser as grandes estrelas em 2018, com os valores de yield a entrarem em terreno mais estável. Também o segmento de Development será uma das maiores tendências apontadas para 2018, muito virado para os segmentos residencial e de escritórios.”

Com volumes de liquidez que deverão permanecer elevados, o mercado português de investimento continuará a estar na rota dos principais fundos de investimento internacionais, continuando a competir em terreno vantajoso perante as suas congéneres europeias.

Ainda que com algumas ressalvas fruto de incertezas políticas e económicas de algumas potencias europeias, Portugal deverá continuar a confirmar o interesse dos players internacionais.

Ler o resto do artigo >>

APREN e ZERO reclamam uma mais forte expansão das renováveis para 2018

A APREN – Associação Portuguesa de Energias Renováveis e a ZERO – Associação Sistema Terrestre Sustentável fazem um balanço do setor em 2017 e apelam à aposta consistente nas energias endógenas e renováveis como forma de aumentar a autonomia energética do país, em linha com os objetivos de descarbonização do Acordo de Paris, que passam por limitar o aumento da temperatura no planeta a 2,0 ºC.

2017 foi um ano cheio de desafios para o setor eletroprodutor, pois a condição de seca extrema que se fez sentir na grande maioria do ano, veio demonstrar a importância e a necessidade de um mix energético diversificado, no qual as interligações com o exterior e a bombagem hidroelétrica tiveram um papel fundamental de regularização de preços e de segurança de abastecimento.

A produção de eletricidade a partir de fontes renováveis em Portugal Continental representou apenas 44 % do consumo de eletricidade, tendo, porém, acrescentado importantes ganhos para a economia do setor, dos quais sobressaem:

- A redução do preço médio da eletricidade transacionada no mercado grossista da ordem dos 18,3 €/MWh, o que representa um benefício para o consumidor em 2017 de 727 M€[1];
- Poupanças na importação de 770 M€ de combustíveis fósseis, e consequentemente aumento da autossuficiência energética;
- O evitar da emissão de 8,5 milhões de toneladas de CO2, 82,5 mil toneladas de CH4 e 8,25 toneladas de N2O, entre outros componentes gasosos.

A eólica foi a tecnologia renovável que gerou mais eletricidade - 11,9 TWh, seguida da eletricidade de origem hídrica (7,3 TWh), da bioenergia (2,8 TWh) e da solar fotovoltaica (0,8 TWh).
António Sá da Costa, Presidente da APREN, afirma que: “Os benefícios das renováveis superaram largamente, mais uma vez, os seus custos colocando-as como a solução mais custo-eficaz para o sistema elétrico nacional. Contudo, em 2017, os acréscimos de nova potência foram residuais, especialmente no caso da solar, que só cresceu 3%”.

“Assinalo o ano histórico da bombagem hidroelétrica resultante da plena exploração dos novos aproveitamentos de V. Nova III e de Foz Tua, o que permitiu nivelar preços de mercado e evitar situações de eventual rutura de abastecimento”, conclui António Sá da Costa.

Por seu lado, Francisco Ferreira, Presidente da ZERO, considera que: “Portugal tem de investir muito mais na eficiência energética e nas energias renováveis para ser neutro em carbono em 2050 e esse investimento tem de ser fortemente acelerado. O aproveitamento da energia solar é crucial e é preciso informar, simplificar e ultrapassar os obstáculos que impedem termos muito mais edifícios com telhados preenchidos com painéis fotovoltaicos ou no caso de grandes parques solares dando preferência a áreas sem outra utilização significativa”.

“É fundamental assegurar que os investimentos sejam feitos de forma sustentável do ponto de vista ambiental, não explorando a biomassa com qualidade para outras utilizações industriais mais relevantes no contexto da economia circular ou destruindo floresta importante na retenção do carbono”, reforça Francisco Ferreira.

Ler o resto do artigo >>

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Conceitos (e desafios) para aplicar em 2018

Na primeira semana de 2018 tive alguns desafios que gostava de partilhar ou mesmo de ter contribuições…
O primeiro foi da Ordem dos Engenheiros que definiu que 2018 será o ano das alterações climáticas. Considero uma ótima iniciativa, bem como considero que os engenheiros podem contribuir, e muito. É um tema que abrange qualquer colégio ou especialidade, ou seja, pode definir-se grupos de trabalho multidisciplinares de engenharia para o efeito.

O segundo foi o conceito de regeneração. O que se começa a considerar é que ser sustentável já não é suficiente, temos que contribuir para a reposição de recursos no planeta. Também deve ser tido em conta, na minha perspetiva, deve ser iniciado a nível local. Cada vez mais existe pouca ligação entre as pessoas, nas aldeias, vilas ou bairros. Tem que se regenerar o conceito de comunidade e criar valor. Para mim as pessoas são o recurso mais relevante podendo o mesmo ser regenerado.

Por fim um desafio que vos coloco, talvez com base nos dois anteriores. Gostava que em 2018 aqui no site Engenharia e Construção existisse uma mobilização para refletirmos sobre os processos construtivos tradicionais e a sua pertinência para os dias de hoje. Vou dar uns exemplos.

Podemos ter as habitações, por exemplo na zona da Serra da Estrela, em que a zona habitacional é usualmente no primeiro piso e a zona da loja, era para os animais. Será que quando se começou a efetuar tiveram em atenção o rádon?
Ou então existiam aldeias que se mobilizavam para efetuar a nova casa para uma família.

Temos as casas tradicionais do Algarve com diversas zonas de sombreamento e de drenagem para poços de água pluvial. Porque se deixou de considerar?

São exemplos destes que gostava que partilhássemos de forma a refletirmos se a nossa construção tradicional não teria um contributo para as Alterações Climáticas, bem como podia ser uma forma de Regeneração da nossa forma de construir habitações.

---
Artigo escrito por Susana Lucas do SEIbySusana.

Ler o resto do artigo >>

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Emprego para engenheiro civil pelo salário mínimo nacional

A situação não é uma novidade, mas provoca sempre indignação em quem a encontra. Fomos alertados por um visitante do nosso site para uma oferta de emprego no site Net-Empregos onde se oferece o salário mínimo nacional para contratar um engenheiro civil. Na oferta ainda referem "outras regalias"... Talvez considerem que pagar o salário mínimo nacional a um engenheiro civil já é uma boa regalia. Recorde-se que há uns meses demos conta de uma oferta de estágio para engenheiro civil por 557 euros.

Veja de seguida a imagem com a oferta de emprego para engenheiro civil pelo salário mínimo nacional.

Numa altura em que ainda há propostas miseráveis destas, não se percebe como há pessoas (com responsabilidades na representação da classe profissional dos engenheiros civis) que tentam passar a ideia de que Portugal precisa importar engenheiros civis. Algumas tentam alarmar ainda mais dizendo que o país pode parar por falta de engenheiros civis. Como é possível?

Ler o resto do artigo >>

  ©Template by Dicas Blogger

TOPO