quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Vibrar o betão de forma natural

Não sabemos se os homens que estão nesta imagem quiseram inventar uma nova forma de vibrar o betão ou se simplesmente estavam com vontade de relaxar um bocado numa piscina pouco nada convencional. Qualquer que seja o caso, o que importa é que eles se tenham divertido. Confira na imagem a seguir esta nova técnica de vibrar o betão (mas fica à sua responsabilidade a aplicação do método).


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Já que falamos do assunto, não perca o nosso artigo sobre piscinas não convencionais.

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quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Quando não havia AutoCAD...

É frequente os profissionais se queixarem dos problemas com as ferramentas informáticas pelas mais diversas razões. No entanto, como é amplamente reconhecido, essas mesmas ferramentas informáticas existem para nos tornar a vida mais fácil. Da próxima vez que se queixar do AutoCAD, lembre-se da imagem que vai ver a seguir e do quanto mais difícil podia ser a sua vida sem o AutoCAD...

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terça-feira, 26 de setembro de 2017

Maior centro comercial das Canárias escolhe mobiliário português

O maior centro comercial do Arquipélago das Canárias, que está a ser construído na cidade de Las Palmas de Gran Canaria, selecionou o mobiliário urbano português da Larus. Os espaços públicos do novo Centro Comercial Alisios serão, assim, equipados com uma linha de mobiliário, que integra bancos e floreiras, desenhada em exclusivo para o local, assim como estacionamentos de bicicletas “Continuo” da autoria de Pedro Martins Pereira.

O mobiliário desenvolvido e fabricado na unidade industrial da Larus, em Albergaria-a-Velha, será distribuído ao longo dos 165 mil metros quadrados da área comercial. A inauguração do centro comercial está prevista para o próximo mês de novembro.

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Oferta de estágio para engenheiro civil por 557€, alguém quer?

Não estou propriamente à procura de trabalho, mas de vez em quando vou ver que ofertas há por aí. Gosto de estar informada sobre as ofertas de trabalho. Hoje de manhã, ao ler este “oferta” de trabalho senti um murro no estômago tão grande que me apeteceu vomitar, e logo de seguida uma raiva cresceu em mim que só pensei em denunciar isto.

Então é o seguinte, uma consultora de engenharia civil está a oferecer um estágio em que os estagiários têm como principais responsabilidades elaborar projectos de fundações, abastecimento de águas e drenagem, projectos de instalação de gás e elaboração de cadernos de encargos, medições e orçamentos. Para além disso querem um recém-licenciado com domínio de SAP2000 (um programa de cálculo estrutural), AutoCad, REVIT (sendo este factor eliminatório), conhecimentos de BIM e Robot (outro programa de cálculo estrutural) e de programação.

E o que é que eles dão em troca?

O salário mínimo nacional mais subsidio de almoço. Sim, o SALÁRIO MÍNIMO NACIONAL, 557€, mais um subsidio de almoço que nem se sabe quanto é, mas deve ser uma pechincha.
O que me interrogo é o seguinte? Será que eles pensam que estes programas são dados em todas as faculdades? Será que esta gente tem noção do custo de um daqueles cursos? Ora bem, fazendo uma breve pesquisa fico a saber que o REVIT, por exemplo, pode custar uns 490€ ou 515€, um curso de introdução ao BIM pode ir entre esses preços a 1100€.

Ora, para ter conhecimento naquilo tudo e ser recém-licenciado, ou têm pais ricos ou se andam prostituir. Para quê? Para depois ir receber o ordenado mínimo?

Tenho 25 anos, sou licenciada em Engenharia Civil e prestes a terminar o mestrado, mestrado este que me está a sair suado, pois estou a trabalhar e a estudar ao mesmo tempo. Isto é um desrespeito para quem estudou, para quem pagou os cursos e para a classe dos Engenheiros Civis. Por isso mesmo acho por bem que se saiba destas coisas.

Assim, obviamente, ninguém quer entrar nos cursos de Engenharia Civil, e fazem muito bem, não têm de passar por estas situações.

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Artigo escrito por Vânia Baptista.

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segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Procura-se casa: viva ou morta!

O filme “Procura-se Casa: Morta ou Viva”, é a proposta da Building Pictures para a exposição “Ideias em Confronto 20X20” que mostra, de forma divertida, a dificuldade em procurar Casa na cidade do Porto, que começa com a frase mais conhecida dos filmes Westerns.

Carlos, a personagem principal, é o Pavilhão Carlos Ramos da FAUP (Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto), desenhado pelo arquitecto Siza Vieira e que no filme ganha vida própria. As janelas transformam-se em olhos e boca, e a pala de ensombreamento em nariz.

É através deste edifício falante, que estabelece diálogo com o espectador, que vamos tomando conta das dificuldades envolvidas na procura de casa para alugar ou comprar no Porto, devido ao elevado número de turistas que a cidade tem vindo a registar nos ultimos três anos.

A maior parte das habitações transformaram-se em hotéis, hostéis e Airbnbs, levando Carlos, durante o filme, a questionar: “Será que uma Casa, pode ser chamada de Casa, se as pessoas vivem nela apenas dois ou três dias?”.

O filme é baseado na experiência de Sara Nunes, realizadora da Building Pictures, que na procura de Casa no Porto, sentiu que estas fugiam como criminosas e que era preciso ser cowboy ou agente 007 para conseguir encontrar uma com área, preço, localização e arquitectura certas e reservar antes das centenas de pessoas que procuram habitação na cidade.

“O que está de errado na (tua) casa?” é a pergunta que os organizadores da exposição colocaram aos convidados e que a Building Pictures responde através deste filme pela “boca” de Carlos: “Será que terei de me transformar num turista, para viver na minha própria cidade?” “E quantas Casas, que posso chamar de Casas existirão no Porto? Umas 100? Hum… 10? 5?”

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dst solar assina parceria com líder mundial do mercado das energias renováveis

A dst solar, empresa do grupo dst que opera no setor do solar fotovoltaico, prevê atingir uma faturação de um volume de negócios superior a sete milhões de euros em 2017. A previsão assenta no crescimento significativo que a empresa tem vindo a registar aos longos dos últimos meses, em resultado do desenvolvimento de dezenas de projetos no âmbito do novo enquadramento legal que regula o setor do autoconsumo e que corresponde já a mais de 8 MW instalados.

A dst solar continua assim no seu caminho de afirmação no mercado do solar fotovoltaico, onde conta com um importante portfólio de clientes, entre os quais se destacam grandes unidades industriais de diversas áreas de atuação, tais como a Polopique, a Endutex, a Intermolde, a Carvitin, a Urcaplás, o Feliz e a Bramp, entre outras.

O futuro da competitividade da produção de energia com base em fontes renováveis, devido à sua natureza intermitente, está no armazenamento de energia, pelo que a dst solar entrou nesta agenda.
Face à evolução tecnológica dos sistemas de armazenamento de energia e as vantagens associadas à sua complementaridade com a produção de energia para autoconsumo, com base na energia fotovoltaica, a dst solar estabeleceu uma parceria com a centenária suíça Leclanché, uma das empresas líderes mundiais no fornecimento de soluções de armazenamento de energia para casas, escritórios, indústria e redes de eletricidade. Com este acordo, a dst solar passou a deter a exclusividade na distribuição e instalação de equipamento da Leclanché no mercado português, o que lhe permitirá reforçar a sua posição no mercado industrial e apresentar opções inovadoras para o mercado residencial, com soluções de sistemas de produção de energia com armazenamento, proporcionando a independência energética aos seus clientes.
Segundo José Teixeira, presidente do Conselho de Administração do grupo dst, “a recente parceria firmada com esta prestigiada empresa, fornecedora de soluções de armazenamento de energia de confiança ao longo dos últimos cem anos, é para nós um passo decisivo na consolidação da nossa posição no mercado nacional, uma vez que reforçamos a nossa capacidade de apresentar soluções integradas aos nossos clientes. Por outro lado, o crescimento sustentado do portfólio registado ao longo deste ano consolida a posição da dst solar no mercado nacional, reiterando a aposta que tem vindo a ser feita pelo grupo há vários anos, na economia do ambiente, assente no desenvolvimento sustentável e num futuro mais ecológico.”
Importa ainda referir que, no âmbito da potência fotovoltaica certificada pela DGEG no primeiro semestre deste ano, correspondeu à dst solar uma quota de mercado de, aproximadamente, 30%.

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Arte com resíduos da construção

A construção produz muitos resíduos, ou seja, recursos que não são utilizados nesta indústria. Já existem artistas, como o caso Juazeiro do Norte no Brasil, que os utiliza em formato de mosaicos com partes de azulejos e não só.

Existe igualmente arte urbana que é efetuada, por exemplo, em paredes não utilizadas. Por vezes com resíduos se faz arte.

Contudo parece-me que ainda são situações muito pontuais e não estudadas. Será que não devíamos ter uma forma de colocar estes resíduos, ou melhor, recursos, noutra indústria? Ou mesmo reutilizados nesta industria…

A sua utilização como arte parece-me mesmo um desafio muito interessante que deve ser estudado e potenciado.

Temos que ter presente que foram recursos que foram extraídos, transformados, por isso não podem simplesmente ser colocados em aterros (sacos de plástico gigantes enterrados, a meu ver). Devem existir outras formas de os utilizar, de promover o seu potencial.

Pode e deve ser uma reflexão global mas também individual. Todos que estamos nesta indústria temos que fazer o nosso pequeno contributo. Fica o desafio de cada um de nós enviar para este site exemplos de arte que têm feito com os resíduos / recursos de construção.

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Artigo escrito por Susana Lucas do SEIbySusana.

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sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Onyria Palmares vence pela 6ª vez consecutiva a categoria "Melhor Campo de Golfe do País"

O Onyria Palmares Beach & Golf Resort, situado em Lagos, foi considerado pela 6ª vez consecutiva o Melhor Campo de Golfe do país nos Prémios Publituris Portugal Travel Awards 2017. Prémio que vence desde o primeiro ano completo de operação, em 2012.

Este prémio, atribuído pelo Publituris, considerado o mais prestigiado do turismo nacional, surge também no seguimento do reconhecimento internacional que o campo tem tido ao longo destes últimos anos: considerado o Nº21 na Europa Continental pela “Golf World” e TOP 3 em Portugal pela “Golf Digest” e pela “Today’s Golfer”.

E reforça ainda o posicionamento do grupo que em 2013 também venceu o prémio de “Golf Tourism Supplier of the Year”, atribuído pela prestigiada IAGTO.

A cerimónia de entrega de prémios, realizada no dia 21 de Setembro de 2017, atribuiu 21 distinções entre empresas, instituições e personalidades do Turismo Nacional.

Onyria Palmares Beach & Golf Resort tem um campo de golfe de 27 buracos e foi totalmente remodelado em 2011 pelo prestigiado arquiteto Robert Trent Jones Jr., destacando-se pela sua localização única e com vistas deslumbrantes para a Ria de Alvor, Meia-Praia e para a cidade de Lagos.
Em 2012 foi considerado o melhor destino de férias no mundo do TripAdvisor.

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Bosch Security Systems expande atividade em Ovar

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, inaugurou nesta sexta-feira, dia 22, na Bosch Security Systems, em Ovar, uma nova área produtiva que vai permitir à empresa expandir a sua atividade na região. A nova superfície de produção tem 4.000 m2 efetivos e mais 3.000 m2 pré-preparados para o crescimento nos próximos anos, e traduz-se num investimento de 2,9 milhões de euros. A expansão da produção em Ovar vai permitir um aumento de 10% no volume vendas já em 2017 e cerca de 45% no próximo ano.

Para responder aos novos projetos na produção, serão contratadas 240 pessoas até março de 2018. Desta forma, a empresa passará a contar com cerca de 800 colaboradores, um crescimento que irá contribuir para reduzir em cerca de 10% o desemprego no concelho de Ovar. António Pereira, administrador da Bosch em Ovar, explica: “Este espaço representa um crescimento conseguido com o empenho, dedicação e talento de cada um dos nossos 689 colaboradores. Essa equipa acreditou e mostrou ao Grupo Bosch que é possível fazer bem e de forma competitiva a partir de Ovar.”

O desenvolvimento da Bosch em Ovar resulta da aposta da empresa a diversificação do portefólio de produtos e aumento da robustez do negócio. Hoje, esta é a principal fábrica de videovigilância e sistemas de comunicação e deteção de incêndio da Bosch em todo o mundo.

O sucesso desta unidade de produção é visível pelos projetos que tem realizado e dos quais se destacam: a produção de modernas câmaras de videovigilância colocadas na Amadora ou os sistemas de comunicação da Casa Branca, por exemplo. Na nova área recém-inaugurada, a Bosch em Ovar vai produzir e exportar peças eletrónicas para as fábricas das divisões de Termotecnologia, Ferramentas Elétricas e Eletrodomésticos da Bosch em todo o mundo.

Além de expandir as suas atividades produtivas, a empresa está ainda a investir em Investigação e Desenvolvimento, e a desenhar uma parceria com a Universidade do Porto que estará focada nas cidades seguras e também na indústria 4.0. “A Bosch está a contribuir para o desenvolvimento da região de Ovar, que acreditamos poder vir a tornar-se, cada vez mais, num centro para a produção e desenvolvimento de soluções para as cidades seguras e indústria eletrónica de ponta.”, conclui António Pereira.

Recorde-se ainda que Bosch Ovar foi a primeira fábrica da Bosch fora do setor automóvel a ser distinguida como “finalista” no EFQM European Excellence Award 2016.

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quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Glícinias Plaza de Aveiro vai ser ampliado, num investimento de 40 milhões de euros

O centro comercial Glicínias Plaza, em Aveiro, vai ser alvo de uma ampliação e renovação, no valor total de 40 milhões de euros, com a construção de dois novos pisos, divulgou o proprietário do espaço, o Grupo Vougainvest. A obra será realizada de janeiro de 2018 a outubro de 2019.

O Glícinias Plaza tem atualmente 28.000 metros quadrados de área, 75 lojas e 18 restaurantes. A intervenção contempla a criação de mais dois pisos e um terraço, passando o centro comercial a ter 41.000 metros quadrados, 120 lojas e 2.000 lugares de estacionamento. Além disso, será também construído um parque infantil e melhorados os acessos rodoviários.

As obras decorrerão de forma articulada com a utilização do centro comercial, mantendo-se este em funcionamento durante todo o prazo da empreitada.
A apresentação do projeto realizou-se no museu de Santa Joana, em Aveiro, e contou com as presenças de Jorge Buco, do gerente do Grupo, Daniel Lafforgue, do arquiteto responsável pelo projeto, Vítor Pais, e do presidente da Câmara de Aveiro, José Ribau Esteves.

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Metade dos cursos de Engenharia Civil estão vazios mas continuam abertos. Porquê?

Parece óbvio que manter abertos muitos cursos de engenharia civil que ficam vazios ou com meia dúzia de alunos é prejudicial e não faz qualquer sentido. Os poucos alunos que lá vão parar têm mais a perder do que a ganhar, a qualidade média do ensino nos cursos de engenharia civil vai descendo - e a sua credibilidade também. Isto afeta a curto prazo o ensino da engenharia civil, e a médio prazo o exercício da profissão.

Algumas questões ficam a pairar sobre o assunto. Quantos mais anos com vários cursos de engenharia civil vazios serão necessários para fechar definitivamente esses cursos? A quem interessa mantê-los abertos?
Imagem retirada da capa do Jornal de Notícias de 17 de Setembro

Deixe-nos a sua opinião sobre este assunto nos comentários.

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quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Gabriel Couto constrói hotel na Herdade da Aroeira

Localizado a 25 km do centro de Lisboa e apenas a 600 metros da praia, o hotel da Herdade da Aroeira ficará integrado num grande condomínio de luxo composto por habitações de diversas tipologias, onde sobressaem dois campos de golfe de 18 buracos. A Herdade da Aroeira destaca-se numa área preservada com 350 hectares, onde abundam alguns milhares de pinheiros e sobreiros, árvores características desta área costeira, que em conjunto com os lagos existentes proporcionam um microclima temperado neste espaço.

O êxito alcançado na construção de unidades hoteleiras com características únicas e vanguardistas foi decisivo para a construtora Gabriel Couto ter ganho o concurso para construir o aguardado empreendimento hoteleiro de Aroeira, um condomínio de luxo que vem ganhando notoriedade com o passar dos anos.
Inserido num lote com uma área de 14.878 metros quadrados, o futuro hotel da Herdade da Aroeira será constituído por uma cave e mais dois pisos, onde se desenrolarão os 70 quartos projetados. Da autoria do gabinete de arquitetura Saraiva + Associados, esta nova unidade hoteleira terá a sua textura exterior toda em madeira de forma a obter um enquadramento mais adequado com a paisagem.
No piso térreo deste hotel, além de existirem 33 quartos, concentram-se todos os serviços que o hotel disponibilizará, como seja a piscina, “fitness center”, sala de reuniões, restaurante, um lounge bar e um terraço para melhor usufruir do envolvimento da natureza, enquanto o piso superior será composto pelos restantes quartos.

Sempre em plena harmonia com os conceitos da natureza característica deste local, no “masterplan” do projeto em questão, está ainda prevista a construção de um futuro centro de congressos, cuja multifuncionalidade assume a simbiose perfeita com os locais de lazer envolventes. O promotor pretende, assim, construir um hotel de qualidade e centro de congressos, envolvidos num ambiente calmo, mediterrâneo e sofisticado, com a envolvência de muitos espaço verdes, e a uma curta distância praia.
 
De referir que, nos últimos anos, a Gabriel Couto tem sido responsável pela execução de diversos projetos hoteleiros construídos no nosso país, trabalhando com os principais promotores do setor e grupos privados portugueses, o que «demonstra de forma inequívoca a confiança que os investidores neste nicho de mercado têm vindo a depositar na nossa competência», segundo Carlos Couto, o CEO da Gabriel Couto.

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Grupo dst celebra Semana Europeia da Mobilidade

O grupo dst assinala a Semana Europeia da Mobilidade, que decorre entre os dias 16 e 22 de setembro, com um calendário de atividades transversal aos mais de mil funcionários do grupo. A iniciativa, que decorre todos os dias da semana, destina-se a promover a mobilidade sustentável e culmina numa ação de celebração do Dia Europeu Sem Carros.

A ação de sensibilização para a necessidade da mudança de comportamentos, relativamente à mobilidade, arranca hoje (segunda-feira) com o lançamento da Plataforma CarSharing dst, através da qual os colaboradores se podem registar para partilha de viagens profissionais e também pessoais, bem como partilha de transporte para a distribuição de materiais solicitados pelas obras (encomendas). Esta plataforma interna foi desenvolvida pela innovation point, empresa pertencente ao grupo dst e está disponível para todos os colaboradores através dos computadores ou on-the-go, nos smartphones. A ideia surgiu de colaboradores do grupo na plataforma interna de gestão da inovação (caixa da inovação), tendo sido considerada uma boa ideia a desenvolver. Assim, foi alvo de discussão e sujeita a brainstorming interno pela equipa dos gestores locais de inovação (GLI’s), de sessões de innovation talks com a presença de diversos colaboradores do grupo e incorporou diversas sugestões de todos. Para além da redução do número de viagens individuais e da particularidade de recompensar os colaboradores que aderirem, a CarSharing apresenta significativas e impactantes vantagens sociais e ambientais.

Amanhã , o grupo promove um inquérito junto dos funcionários de obra relacionado com o tema da mobilidade. Ao aderir a esta iniciativa, os participantes ficam automaticamente habilitados a participar no sorteio de vales de compras, para utilizar na Decathlon ou na Go By Bike (Braga).

Na quarta-feira, dia 20, os colaboradores são convidados a participar em test-drives de carros elétricos, no complexo dst, sendo disponibilizados para o efeito dois Renault Zoe. Para além de proporcionar a experiência de conduzir um automóvel 100% elétrico, silencioso e, sobretudo ecológico, o grupo dst habilita os participantes a ganhar um fim de semana ao volante de um carro elétrico, alargando assim a possibilidade de os vencedores partilharem a experiência “eletrizante” e amiga do ambiente com a respetiva família. No dia seguinte, prosseguem as ações de test-drive ecológicas, mas com bicicletas elétricas e bicicletas urbanas.

No Dia Europeu Sem Carros, que se assinala na sexta-feira, o grupo dst promove a “dst by bike”, iniciativa através da qual um número alargado de colaboradores fará o percurso diário “casa-trabalho” de bicicleta. A partida está agendada para as 8 horas, no centro da cidade de Braga, estando prevista a chegada ao complexo dst por volta das 8h45.

Para além de todas estas ações, os colaboradores podem ainda usufruir ao longo da semana de descontos na Go By Bike, parceira do grupo dst na Semana Europeia da Mobilidade.

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segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Crescimento na reabilitação urbana abranda

Após três meses consecutivos de forte subida na reabilitação urbana, o mês de Julho foi de estabilização. Porém verificam-se aumentos na carteira de encomendas e na produção contratada.

A Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOP) divulgou dados sobre a actividade da reabilitação urbana em Portugal e conta que, após 3 meses consecutivos de aumento da actividade, em Abril, Maio e Junho, de respectivamente 7,7%, 22,6% e 24,1%, em termos homólogos trimestrais, no mês de Julho registou-se uma variação de - 0,7%.

Estes resultados baseiam-se num inquérito feito aos empresários que operam no sector da reabilitação urbana e que para além de avaliar o crescimento, avalia também a evolução da Carteira de Encomendas que, por sua vez, continua a crescer, com uma variação de 26,8% em termos homólogos trimestrais.
Outro parâmetro avaliado foi a Produção Contratada em meses, ou seja, o tempo assegurado de laboração a um ritmo normal de produção, que se fixou em 8,7 meses e que se traduz num aumento de 17,7% em termos homólogos.

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Artigo escrito por Vânia Baptista.

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Ad Quadratum Arquitectos vai reabilitar antigo hotel das Termas de Melgaço

O emblemático ‘Hotel do Pezo’ vai ser devolvido a Melgaço pelas mãos do Grupo Pinto da Costa & Carriço e com um projeto do gabinete de arquitectura ad quadratum arquitectos. O processo desenvolver-se-á na propriedade onde se localizava o ‘Grande Hotel do Pezo’, conjunto edificado hoje em ruínas, construído na segunda metade do séc. XIX, em propriedade autónoma, adjacente ao Parque Termal de Melgaço.

Localizado num dos mais belos recantos do Norte de Portugal, a unidade hoteleira complementará a oferta da estância termal e será uma mais-valia para a região: ‘O alojamento terá características diferenciadoras, numa filosofia de sustentabilidade ambiental.’, conta o arquitecto responsável pelo projecto, José António Lopes. O investimento na recuperação do hotel está na ordem dos 2,5 milhões de euros.
Considerando uma área da propriedade aproximada de 11.900 m2 e uma área de construção estimada em 4.500 m2 de ampliação e 1.800 m2 de reabilitação de estruturas existentes, o processo prevê a estruturação de uma unidade hoteleira sob o conceito de Hotel-Boutique, orientada para a classificação de 4 estrelas, que assenta essencialmente na reconstrução do conjunto edificado existente (hoje votado à ruína) e agora vocacionado para o acolhimentos das funções de receção, acolhimento e outras valências sociais, e ainda na ampliação com construção nova, esta acolhendo essencialmente as unidades de alojamento, dispostas ao longos de diversas alas de quartos (44 unidades).

Toda a intervenção está orientada para a observância de princípios de sustentabilidade ambiental, num contexto de adjacência ao Parque e Complexo Termal das Termas de Melgaço. Neste enquadramento, o projecto assume propósitos de grande integração paisagística, propondo espaços de estadia em íntima proximidade e comunhão com os elementos naturais da envolvente. «Associado ao gesto de reabilitação do património arquitectónico e à valorização do património natural de enquadramento, o processo assume-se como uma oportunidade de resgatar à ruína um conjunto edificado de grande significado histórico para Melgaço, desde sempre em relação próxima e ‘cúmplice’ com o complexo/fonte termal, onde o elemento Água pontua como valor maior.», afirma José António Lopes. «Aquele hotel, que um dia foi um estabelecimento de referência na região, vai voltar a ser.», afirma a CEO do Grupo, Carina Pinto da Costa.

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bilstein group reforça presença em Portugal e confia nova unidade à Garcia, Garcia

A Garcia, Garcia está atualmente a construir na Malveira, Mafra, a nova unidade logística do alemão bilstein group, um dos principais players mundiais no setor de pós-venda de peças automóveis. Este é já a terceiro centro logístico construído pela construtora nacional só este ano, o que parece confirmar a crescente importância do mercado de logística e distribuição em Portugal, bem como a retoma económica. As novas instalações permitirão ao bilstein group duplicar a capacidade de armazenamento no país, onde a sua atividade enquanto fabricante e distribuidor de produtos das marcas febi, SWAG e Blue Print, tem vindo a crescer sucessivamente.

Assumindo a disponibilidade de stock, a flexibilidade e a rapidez na resposta como fatores críticos para o sucesso no mercado de pós-venda automóvel, o bilstein group decidiu construir um novo centro logístico de raiz, desenvolvido e equipado com soluções de última geração, que favorecerão a eficiência da sua cadeia de fornecimento. Com uma vasta experiência no design and build deste género de edifícios, tendo sido responsável pela construção e/ou ampliação das unidades logísticas de empresas como Grupo Garland (Maia I e II, Gaia e Abóboda), Brasmar, Brunotir, ID Logistics e Nacex, a Garcia, Garcia foi o parceiro escolhido para desenvolver o projeto de engenharia e executá-lo.

Considerada pelos prémios Construir a construtora do ano em 2016, a Garcia, Garcia prevê concluir a obra em novembro. “Em função do crescimento registado nos últimos anos e naquele que está previsto para os próximos, o bilstein group reforça a sua posição em Portugal e antecipa o futuro. Assim, o novo edifício permitir-lhe-á quadruplicar a sua área administrativa e social e duplicar a sua capacidade de armazenagem, mas está a ser construído prevendo a possibilidade de expansão”, explica Carlos Garcia, administrador da construtora.

As novas instalações irão, por um lado, potenciar a otimização da cadeia de fornecimento da empresa, e, por outro, alavancar o crescimento do negócio em Portugal, assim como, sustentar outras necessidades em outras geografias. Com um volume de negócios superior a 500 milhões de euros, o bilstein group está presente em mais de 170 países.
Um dos desafios de engenharia assumidos pela Garcia, Garcia foi a maximização da área útil interior e a eliminação de obstáculos físicos estruturais na área de produção. Foi, por isso, definida uma solução estrutural em betão pré-fabricado com uma malha estrutural alargada como forma de reduzir o número de pilares. Ao nível construtivo, destaca-se a opção por um pavimento de alta planimetria com certificação FM2, assim como, a instalação de sete cais de carga para pesados e cinco para carrinhas.

De salientar que, confirmando o bom momento que o setor logístico atravessa no nosso país, este é o terceiro centro que a Garcia, Garcia desenvolve só este ano. Efetivamente, o mercado de operadores logísticos fechou 2016 com um volume de negócios de 510 milhões de euros, mais 2,4% face ao ano anterior, segundo um estudo da Informa D&B, divulgado no final de agosto.

Dados do projeto:
Localização: Malveira, Mafra
Arquitectura: FORM 04
Construção e Engenharia: Garcia, Garcia
Terreno: 30.406 m2
Área de Construção: 9.100 m2
Área de Armazém: 7.000 m2
Área Administrativa e Social: 2.100 m2
Prazo de Obra: 7 meses
Data de Conclusão: novembro 2017

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Empresa portuguesa investe 4 milhões de euros em Aveiro

A Oli, líder da Europa do sul na produção de autoclismos, irá investir 4 milhões de euros (M€) na ampliação da sua fábrica em Aveiro, reconhecida pela inovação e premiada pela eficiência. Este projeto visa a criação de um espaço inovador de armazenamento semi-inteligente de 5.000m2, numa área total nova de 8.000m2. Após a sua conclusão em 2018, o complexo industrial da Oli envolverá 22.000m2.

Com este anúncio, e num espaço de um ano, a Oli soma um investimento total na indústria portuguesa de 9M€. Em 2016, 3M€ foram aplicados na construção de uma nova fábrica de moldes, orientada para as indústrias hidro-sanitária e automóvel de todo o mundo, e 2M€ foram investidos na criação de um novo laboratório de inovação e alargamento da área fabril.
“Este novo investimento de 4M€ é dirigido à expansão da área industrial e de armazenamento, assim como à aquisição de alta tecnologia, com o objetivo de aumentar a eficiência operacional, que acreditamos ser determinante para melhorar a competitividade da empresa à escala mundial”, explica António Oliveira, Presidente da Oli.

"A Oli tem uma vocação internacional - está presente em 70 países dos cinco continentes - e uma identidade associada à inovação, sendo este investimento o reforço da capacidade exportadora e o reflexo da nossa ambição de evolução e de confiança em Portugal e no futuro”.

"Sublinhamos ainda a celeridade da Câmara Municipal de Aveiro, em particular do Presidente José Ribau Esteves, na agilização dos procedimentos necessários para dar início a este projeto de imediato" afirma António Oliveira.

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Eficiência Hídrica

Depois de ter abordado o assunto do Ciclo Urbano da Água, agora gostava de passar para o conceito de Eficiência Hídrica. Esta eficiência hídrica pode-se resumir a 5 R’s, conforme é amplamente transmitido pela ANQIP, Associação Nacional de Qualidade das Instalações Prediais. Assim sistematizado temos:

- Reduzir os consumos – a primeira abordagem tem que ser sempre por verificar os excessos. Onde se pode otimizar os consumos, de forma a no final estes serem reduzidos.
- Reduzir as perdas – são por vezes muito significativas, só a título de exemplo uma grande instalação que efetuou uma auditoria hídrica e verificou que tinha perdas na ordem dos 40%, pelo menos foi o que a fatura reduziu após começarem a fechar a válvula geral nas horas em que não existia consumo.
- Reutilizar Água – existe água que após a sua utilização ou drenagem se encontra em condições de ser utilizada sem qualquer necessidade de tratamento, claro que usualmente numa utilização que distinta da inicial. Mas temos que ter presente que nem em todas as utilizações que temos de água é necessário ter a qualidade de uma água potável.
- Reciclar Água – aqui já existe tratamento podendo o mesmo não ser muito “exigente” tendo como base o uso que vai ter, bem a sua proveniência. Podemos ter águas utilizadas que vão precisar apenas de alguma afinação para o uso pretendido.
- Recorrer a origens Alternativas – Existem diversas “fontes” de água que podem ser utilizadas além da convencional. A primeira que nos chega é a água da chuva.
Assim temos aqui uma sistematização de uma análise ao ciclo urbano, ou predial, da água, e como podemos otimizar o seu consumo e claro reduzir custos! Temos que ter uma visão alargada da água para não ser necessário utilizar fundos comunitários para que pequenas explorações agrícolas tenham apoio para garantir água para os animais, como está neste momento em fase de candidatura.

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Artigo escrito por Susana Lucas do SEIbySusana.

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domingo, 17 de setembro de 2017

Ciclo Urbano da Água

O ciclo urbano da água é usualmente abordado numa perspetiva da ligação do ciclo natural da água com uma componente que está relacionada com o nosso consumo, conforme é apresentado na figura mais abaixo.

Assim relativamente ao nosso consumo temos a referida captação, tratamento, distribuição e depois a utilização. Após a utilização o tratamento para devolução ao meio natural. Contudo parece-me um pouco redutor ou simplificado. Em termos urbanos, e no interior das habitações, temos que ter a noção que, existem diversas necessidades de qualidade de água. Para a rega ou lavagem de vias, não necessitamos a mesma qualidade do que para beber.

Num território existem, salvo raras exceções, diversos tipos de fontes de água, com diversas qualidades, claro. Mas genericamente podemos considerar 3: água existente em aquífero (subterrâneo ou superficial) com potencial para se tornar potável (tanto de características de qualidade como de quantidade), água também em aquífero sem potencial para se tornar água potável, por questões de qualidade e/ou quantidade e a água da chuva.

Assim podemos desde o início do ciclo da água considerar estas 3 possibilidades. Como foi referido anteriormente, existindo diversos níveis de necessidade de água que podemos desde logo potenciar os seus diferentes usos a nível urbano.
A utilização urbana da água deve assim ser otimizada tendo em conta as características da água e as necessidades existentes. Se tivermos necessidade de uma água de qualidade da água da chuva não será necessário o tratamento de água até ser potável e assim vamos ter mais Sustentabilidade no ciclo, dado que se diminui a necessidade de tratamento e de distribuição de água potável.

Aliás considero que em termos urbanos devia-se ter mais preocupação e potenciar o uso da água da chuva. Se tivermos formas de a armazenar em reservatórios ou lagos (que praticamente deixaram de existir de uma forma natural), podemos ter capacidade de a ter disponível, capacidade de reter cheias e capacidade de garantir a drenagem progressiva.

Em termos de otimização do consumo ai existe muito que pode ser feito a nível urbano. Tanto na rega ou lavagem dos espaços públicos, como no consumo das instalações públicas. Deve ser efetuada uma avaliação e definição do que pode ser feito, em quanto tempo e qual o investimento necessário.

Por fim a drenagem e tratamento. Se otimizarmos as etapas a montante estas também serão reduzidas. Ainda é muito frequente existir tratamento de água pluvial conjuntamente com a água residual. Mesmo sendo difícil separar completamente deve ser efetuada uma avaliação do território e evitar que os maiores caudais de água pluvial sejam encaminhados para sistemas unitários.

A água é um recurso que temos que ter uma maior sustentabilidade no seu uso para garantirmos que contínua disponível.

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Artigo escrito por Susana Lucas do SEIbySusana.

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