sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Gabriel Couto na Zâmbia

A construtora Gabriel Couto iniciou a empreitada “Mazyopa Drainage Project” em Lusaca, Zâmbia, uma obra de elevada monta - a reabilitação do Sistema de Drenagem em Mazyopa, numa extensão de cerca de 2.6 Km, projeto esse integrado no Sistema de Abastecimento de Água, Drenagem e Saneamento da cidade de Lusaka, a um custo de US$ 17,2 milhões, dos US$ 355 milhões do total investido pela Lusaka Water Supply, Sanitation and Darinage (LWSSD), empresa pública de abastecimento de água, saneamento e drenagem de Lusaca, financiadas pelo governo dos EUA através do Millennium Challenge Corporation (MCC) em parceria com o governo da República da Zâmbia.

Mazyopa é uma linha de água natural, para onde as águas pluviais das descargas de sistema de drenagem confluem. A finalidade deste projeto é melhorar o sistema de drenagem existente, incrementando o eficaz escoamento de águas pluviais em período de chuvas intensas e/ou tempestades para o emissário, a fim de evitar as cíclicas cheias que afetam a população.
O canal de drenagem serpenteia por cerca de 2400m ao longo de uma área de casas informais na margem ocidental, onde se situa o povoado de Mazyopa e por uma área casas inseridas em lotes murados com 140m de frente na margem ocidental.
No final do canal é proposto a construção de uma estrutura para fazer a recolha de todo o lixo e madeiras que sejam arrastados pela corrente e ao mesmo tempo servir de estrutura de dissipadora de energia a par com outras duas que se realização ao longo do canal a montante deste ponto. Para serviço da população local, estão previstas a construção de duas pontes pedonais que atravessarão o canal, bem como a reabilitação de uma existente ponte pedonal suspensa.
A Gabriel Couto, com mais esta empreitada internacional, vê o seu portfólio de obras reforçado nesta área de projetos de infraestruturas hidráulicas, afirmando-se hoje como uma das maiores empresas portuguesas do sector da construção civil além-fronteiras.

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Conclusão das obras do Quartel da GNR de Fafe

A NVE concluiu no final do mês de Novembro a empreitada de construção das novas instalações do Destacamento Territorial da Guarda Nacional Republicana de Fafe, obra que teve início em Dezembro de 2014 na Rua Serpa Pinto, concelho de Fafe, obra de extrema importância para o Município e restante comunidade.

Com um investimento superior a 1 milhão e setecentos mil euros, o novo quartel foi construído na rua Serpa Pinto, no centro da cidade, ocupando a área onde funcionou uma antiga escola e aproveitando um edifício centenário contíguo e resulta de um protocolo entre o Município de Fafe, a Direção Geral de Infraestruturas e Equipamentos do Ministério da Administração Interna e a GNR. Com as novas instalações a GNR pretende a centralização de diversos núcleos operativos num mesmo edifício, melhorando a interação e a comunicação entre os mesmos.

Recorde-se que o Posto Territorial da GNR de Fafe estava instalado num edifício desajustado ao número de efetivos disponíveis e limitativo face ao incremento previsível dos mesmos, as suas instalações eram completamente desadequadas às necessidades atuais exigíveis e a sua localização desarticulada com as dinâmicas da Cidade.

O novo edifício surgiu, no seu alçado principal voltado para a Rua Serpa Pinto como sendo um edifício de rés-do-chão. O corpo situado a norte do terreno e voltado para o Parque tem um andar, no entanto, o mesmo surge com um afastamento ao arruamento principal que retira qualquer impacto visual que o mesmo pudesse ter relativamente ao edifício centenário e à envolvente. A geometria e morfologia do terreno, possibilitou a obtenção de uma solução volumétrica que não retirou a proporção do edifício centenário, e ao mesmo tempo “disfarçou” o volume necessário para a instalação das áreas funcionais necessárias ao correcto funcionamento de um equipamento deste tipo.
O Edifício tem uma área total de cerca de 3000 m2, distribuída por três pisos, o quartel vai contemplar no piso -1 uma garagem, vestiário e arquivo, com uma área de 840 m2, no piso 0, a receção e área administrativa. No piso 1, será instalada a área administrativa e alojamentos, numa área de 570 m2 mais 270 m2, no edifício existente."

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Hospital israelita adota inovação portuguesa

O Tel Aviv Sourasky Medical Center, hospital de excelência no tratamento médico e investigação em saúde, em Israel, selecionou uma inovação da empresa portuguesa Oli, que diminuirá a contaminação nas casas de banho.

A unidade hospitalar de Tel Aviv torna-se na primeira instituição pública de Israel a adotar autoclismos electrónicos. O objetivo é diminuir a taxa de infeções hospitalares e evitar as mortes e complicações associadas a estas doenças.
Os equipamentos selecionados são os autoclismos interiores “OLI74 Sanitarblock” e as placas de acionamento “Electra III”, com um sistema “no touch”, desenvolvidos no Departamento de Investigação e Desenvolvimento e produzidos na fábrica, em Aveiro.

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Ampliação da Wieland Thermal Solutions a cargo da Garcia, Garcia

Líder global na fabricação de produtos semiacabados e na produção de materiais específicos de cobre e ligas de cobre, o Grupo alemão Wieland selecionou a Garcia, Garcia, construtora nacional especializada na conceção e execução de edifícios industriais, para ampliar a unidade da sua divisão Wieland Thermal Solutions, em Esposende. Em função do crescimento evidenciado, o projeto irá reforçar a capacidade de produção da empresa germânica, fomentando a criação de postos de trabalho diretos e indiretos. A Garcia assume a execução e a coordenação da obra, que contempla a construção de uma nova área produtiva (2000 m2), a remodelação do atual edifício de produção (2.000m2) e a construção e reabilitação da área administrativa e social (1.155m2).

Com conclusão prevista para janeiro de 2017, o projeto prevê a construção de uma nova nave industrial, contígua à existente, permitindo a duplicação da área de produção, que passará dos atuais 2.000 m2 para 4.000 m2. Por sua vez, as áreas administrativas existentes serão alvo de uma remodelação e ampliação, dando lugar a novos e funcionais escritórios, estando também projetadas novas áreas sociais para os colaboradores.

“É muito gratificante podermos participar nesta fase de crescimento da Wieland Thermal Solutions. A nossa missão neste projeto é contribuir para que a empresa seja dotada de um espaço dinâmico, que corresponda integralmente às suas necessidades nas suas várias dimensões e garantindo um eficiente aumento da sua capacidade instalada”, explica Carlos Garcia, administrador da construtora.

A fase conceptual do projeto teve em linha de conta alguns desafios e condicionalismos, nomeadamente o reduzido espaço disponível e a necessidade de a empresa se manter em funcionamento. Todos os trabalhos foram planeados e estão a ser executados de modo a não provocarem constrangimentos à atividade laboral da Wieland, assegurando a manutenção das instalações em total funcionamento e a gestão de todas as condições de segurança para todos os que trabalham no complexo.

A nova nave foi projetada em betão pré-fabricado e a existente beneficiou de um reforço estrutural que suportará a ampliação. A expansão da área administrativa e social foi conseguida através da construção de um novo piso sobre a área já existente, o que implicou uma adaptação e reforço da estrutura do edifício. Para além do anterior, todos os espaços foram alvo de significativa remodelação e beneficiação.
Respeitando a linguagem arquitetónica anterior, que era outro dos condicionalismos iniciais, o edifício irá apresentar uma imagem mais atual e afirmadora da modernidade da Wieland. O recurso a novos revestimentos de fachada (área de produção) e ao vidro (área administrativa) irão marcar a imagem do futuro edifício.

Com um volume de negócios de 2,8 biliões de euros, o Grupo Wieland integra aproximadamente 6.800 trabalhadores em todo o mundo.

Por sua vez, a Wieland Thermal Solutions, que pertence ao grupo Wieland, é líder global em soluções para transferência térmica e em tecnologias de deformação, tem 490 trabalhadores, divididos por quatro unidades industriais em Portugal, Estados Unidos, Alemanha e China. No nosso país produz tubos de superfície melhorada para permutadores de calor para a indústria de ar condicionado e refrigeração, assim como para aplicações industriais ligadas à indústria de processos (química, petroquímicos, gás natural, etc.).

A produção da Wieland em Portugal destina-se quase exclusivamente à exportação, nomeadamente, para o mercado europeu e americano. É uma indústria de alta tecnologia e com forte componente de I&D.

Dados do projeto:
Localização: Esposende
Concepção e Construção: Garcia, Garcia
Prazo de Execução: 8 meses
Data prevista de conclusão: janeiro 2017

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Empresa portuguesa requalifica antiga central de gás na Bélgica

A AGM (Agremarco) – empresa de construção civil de Braga – ganhou o projecto de requalificação de uma antiga estação e central de gás na cidade de Sint-Truiden, na Bélgica, um investimento de aproximadamente três milhões de euros e que constitui a maior empreitada alguma vez efectuada pela empresa em território belga. O espaço em causa dará lugar a um edifício com várias valências, entre as quais um centro social, uma escola primária e uma área residencial. Com uma carteira de obras em execução no valor de 6,5 milhões de euros, a empresa bracarense continua a crescer naquele mercado europeu, estratégico na aposta de internacionalização empreendida.

A AGM será assim responsável pela requalificação de um espaço privilegiado no centro daquela cidade, localizada no Norte da Bélgica, tendo a seu cargo a construção de três edifícios, nomeadamente um centro de juventude constituído por salão de festas e auditório, salas de ensaio e centro de dia para jovens, uma escola primária e um complexo residencial que fará a ligação ao espaço urbano residencial envolvente. Sob este espaço será desenvolvido um parque subterrâneo público de dois níveis.

A obra, com uma área aproximada de 24 mil metros quadrados, arranca em Janeiro de 2017, após a conclusão dos trabalhos de despoluição e descontaminação dos solos daquela antiga estação e central de gás, e prevê a realização de toda a estrutura em betão armado, a alvenaria estrutural e não estrutural e o revestimento de fachadas em tijolo face à vista.
“Esta empreitada, a maior até agora entregue pelo cliente à AGM, reflete a confiança na capacidade da empresa e a crescente presença que temos no mercado belga”, sublinha Nuno Vieira, director-geral da AGM, lembrando a propósito que a confiança na equipa técnica suscitou um convite para a AGM participar no planeamento e redefinição de soluções para optimizar custos e tempo. “O cliente pediu-nos para prepararmos a obra em conjunto nos últimos dois meses, no sentido de garantir o arranque da obra em 2017”, conclui.

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