quarta-feira, 21 de junho de 2017

Cidades Sustentáveis 2020 – Sustentabilidade e Eficiência

Continuando com o desafio de análise agora do segundo eixo definido na resolução de Conselho de Ministros N.º 61/2015: Sustentabilidade & Eficiência, tendo o primeiro sido apresentado ontem no meu blog.

Para a regeneração e reabilitação urbana, foram assim desenvolvidos 3 indicadores na ferramenta que pode ser utilizada gratuitamente no site:
  • Medidas para a coesão territorial para proteção das identidades locais, com a requalificação e proteção das condições existentes.
  • Plano Estratégico para a regeneração urbana nos centros históricos e recuperação de zonas industriais em espaços úteis, como garantia de uma melhor qualidade de vida.
  • Plano Estratégico para a revitalização económica, social, cultural e ambiental, através da regeneração urbana como pilar para a valorização do território.
Em relação à habitação existem 2 indicadores:
  • Programa de dinamização do mercado de arrendamento.
  • Programa de apoio de habitação social a famílias carenciadas e sem-abrigo.
Para o ambiente urbano foram definidos 5 indicadores:
  • Programa de dinamização de soluções para a sustentabilidade dos subsistemas de infraestruturas urbanas.
  • Programa estratégico para potenciar os ecossistemas nos espaços urbanos, contribuindo para a criação de corredores verdes.
  • Programa para reduzir pressões nos recursos hídricos.
  • Plano Municipal de Resíduos.
  • Mapa de Ruído do Município.
 
Em termos de Baixo Carbono são 4 indicadores:
  • Projetos para a Economia Circular e de gestão sustentável dos recursos endógenos.
  • Programa de apoio ao consumo de energias renováveis, e adoção de medidas para o consumo eficiente.
  • Plano de Mobilidade Sustentável e medidas alternativas ao uso de veículos que consomem combustíveis fósseis.
  • Programa com a definição alternativas sustentáveis aos transportes coletivos, tendo em conta a todo o tipo de utilizadores.
As alterações climáticas apresentam 3 indicadores:
  • Programa para adaptação ao risco, no sentido da sua prevenção e redução.
  • Plano Municipal de Risco com foco no planeamento territorial.
  • Projetos nacionais e internacionais para as alterações climáticas.
Por fim a integração urbano-rural, foram definidos 5 indicadores:
  • Plano de articulação e interface urbano-rural.
  • Programa de condicionamento da proliferação de edificações em solos rústicos.
  • Plano Municipal das Florestas.
  • Programa promoção de investimento de Áreas Protegidas de âmbito local.
  • Programa de valorização económica e social de Áreas Protegidas de âmbito local.
São estas estratégias sistematizadas em Planos, Programas, Mapas e afins que podem contribuir para uma maior Sustentabilidade e Eficiência dos Territórios e comunidades.

Amanhã no meu blog irei abordar o eixo Inclusão & Capital Humano.

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Artigo escrito por Susana Lucas do SEIbySusana.







1 Comentário:

António Sebastião Gonçalves Je disse...

Simplesmente fabuloso.

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