segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

"Não é seguro que 2014 seja de viragem na construção"

Na entrevista que deu à TSF Castro Henriques afirmou que a Soares da Costa trabalhou sem folgas nos últimos dois anos, tendo a preocupação neste período de tempo sido a curto prazo, e nunca a médio e longo prazo. A sobrevivência da empresa esteve em jogo, mas Castro Henriques sempre se manteve confiante, tendo em conta, entre outros, a qualidade técnica e o prestígio internacional da empresa. No entanto revela que foi essencial a entrada de António Mosquito na Soares da Costa, empresa que de outra forma podia ter a sua continuidade comprometida.

Quanto à recuperação do sector da construção o CEO da Soares da Costa diz que acha que os primeiros sinais surgirão apenas em 2015 e não antes, uma vez que é necessário que a economia portuguesa comece a dar sinais positivos antes disso, para depois sim, o sector da construção começar a retomar.
As ambições da Soares da Costa em Angola, o principal mercado da empresa, serão reforçadas agora que António Mosquito vai assumir a presidência da empresa.









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