quarta-feira, 20 de julho de 2011

Soares da Costa reforça aposta em Angola

A construção do mega empreendimento imobiliário Vista Club – Luanda Towers vai arrancar no mês de Agosto, avançou ao SOL fonte oficial da Soares da Costa, empresa que lidera o consórcio responsável pela empreitada. Apesar de a obra ter sido adjudicada em 2010, alguns problemas burocráticos têm atrasado o levantamento do edifício. Contudo, neste momento todos os problemas parecem estar já resolvidos, depois de a construtora portuguesa ter começado a mobilizar todos os recursos necessários para ‘colocar’ de pé este projecto. O projecto do empreendimento inclui um centro comercial com uma área total de 28.000 m2 e ainda três torres residenciais com 20 pisos cada, onde estará incluído um hotel. Além destas valências, as Luanda Towers terão um parque de estacionamento subterrâneo.

A maior construtora portuguesa, a Mota-Engil, também faz parte do consórcio que venceu o concurso para a construção do Vista Club – Luanda Towers. Segundo apurou oSOL, empresas chinesas também estão envolvidas no projecto, que deverá estar finalizado em 2013.

E a promotora imobiliária Escendo Ventures, S.A. já está a proceder à venda dos imóveis que serão construídos.

Nova fábrica até 2014

A construtora Soares da Costa tem apostado intensamente no mercado angolano nos últimos 20 anos.Por isso mesmo, Angola representou 344,8 milhões de euros no volume de negócios da empresa em 2010, ou seja, 38,6% do total, um resultado que cimentou a posição de Angola como o maior mercado do grupo detido pelo empresário Manuel Fino.

A aposta no mercado angolano irá concretizar-se na construção de uma fábrica de materiais de construção, num investimento que ficará entre os 45 milhões de euros e os 55 milhões de euros.

«Confirmo que será um projecto de cariz industrial», disse numa entrevista ao SOL o CEO Pedro Gonçalves.

Nos próximos tempos a construtora irá alienar, a um parceiro local, uma parte minoritária da empresa que constituiu neste mercado, a Soares da Costa Angola.

«Reduzir a exposição ao mercado angolano de construção» e «reforçar as capacidades para entrar em novos sectores de actividade em Angola» são os principais objectivos da empresa liderada por Pedro Gonçalves.

A carteira de encomendas em Angola ronda os 446 milhões de euros, segundo as contas do primeiro trimestre da empresa.

Fonte: Sol









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