segunda-feira, 26 de junho de 2017

Transporte de água gravítico - Aquedutos

Sempre gostei de aquedutos. São obras de engenharia singulares com uma funcionalidade específica de transporte de água apenas por gravidade. Sei que a sua construção é anterior à industrialização, com produção de equipamentos mais propriamente bombas.

Mas será que era assim tão mau para ter sido abandonado? Além de termos processo construtivos com elevada durabilidade, todos acima de muito mais de 100 anos, será que o investimento que tinha que ser efetuado para a sua construção não compensava os custos de operação e manutenção de sistemas de bombagem?

Quando os vejo parece-me sempre que foi uma questão de “moda” a sua substituição. Tinha que ser tudo mecanizado para ser eficiente, mas será mesmo?
Realmente o transporte de água é fundamental para ser possível efetuar abastecimento de comunidades, mas porquê que passamos do transporte gravítico para o transporte em pressão?

Parece-me que devia existir um entendimento melhor da funcionalidade destas estruturas e talvez pensar em poder utilizar novamente a gravidade! Julgo que teria que ter outra medida em consideração: a redução do consumo desenfreado do recurso água. Passamos da raridade à abundância, sem pensar na sua possível escassez.

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Artigo escrito por Susana Lucas do SEIbySusana.







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