segunda-feira, 28 de março de 2016

Investimento imobiliário vai crescer em 2016

Segundo a mais recente publicação da Cushman & Wakefield, “Atlas Outlook”, o investimento imobiliário global deverá manter uma evolução positiva em 2016, com um crescimento estimado de 4% podendo alcançar os 1,34 biliões (trillions) de dólares em transações. As previsões apontam para um ano com mais oferta disponível mas também mais procura, com os países emergentes a liderar este crescimento.

A América do Sul deverá ser a região mais dinâmica, em que as estimativas apontam para uma evolução positiva do volume transacionado em 2016 que deverá ultrapassar os 18%. Quanto à Europa, também registará uma evolução acima da média, sendo esperado um crescimento de 9%.

Segundo o estudo, o principal enfoque dos investidores na Europa será no sul, nomeadamente em Portugal, onde os ativos de escritórios em Lisboa figuram no radar dos investidores “core plus” a nível mundial, bem como os ativos logísticos no Porto para os investidores de valor acrescentado.
Depois do volume de investimento imobiliário ter mais do que duplicado no ano passado em Portugal, chegando aos 1,9 mil milhões de euros, espera-se um ano de 2016 com continuação de procura em todos os setores. Procura essa que será liderada sobretudo por investidores estrangeiros, que no ano passado representaram 86% volume transacionado.







4 Comentários:

antónio m. nóbrega disse...

Atenção Srs. Engenheiros... muita atenção!
Situações muito sensíveis estão a surgir.
Com a alteração da legislação urbanística, (DL 136/014), desde janº /2015, o cidadão, na maioria das situações, poderá iniciar as obras de construção civil sem apreciação das câmaras municipais, ou seja mediante comunicação prévia e após o pagamento das taxas. Em loteamentos urbanos, planos de pormenor e aglomerados urbanos consolidados é este o procedimento previsto na lei. Este novo paradigma tem acarretado graves situações, especialmente para os particulares que, seguindo as instruções dos seus técnicos, iniciam as obras nestas situações.
Às câmaras, apenas cumpre fiscalizar... e o resultado é o desastre que conhecemos. Acreditem! Mesmo com controlo prévio (licença) todos conhecemos casos dramáticos, imagine-se agora sem apreciação técnica municipal. Os dramas sucedem-se e os tribunais já se confrontam com inúmeros conflitos.Este novo paradigma de gestão da Administração Pública deve ser discutido e aprofundado urgentemente, pois não abrange apenas a construção mas também inclui a utilização de edificações. Na utilização reside toda a actividade económica do país.Iremos em breve ter notícias sobre esta polémica! Uma sessão de esclarecimentos decorrerá em breve.

José Matos disse...

O plural de corrimão é lógicamente corrimãos.É uma palavra composta (correr + mão), sendo que o plural só é aplicado à segunda palavra, o qual não é seguramente mões.

roger disse...

Volp, que é autoridade máxima no registro de palavras da língua portuguesa considera correto tanto corrimãos quanto corrimões. O usual é formarmos o plural com base na palavra mão, porém admite mais de um plural. Tais como dezenas de outras palavras terminadas em ão. Assim, estão corretas:
alazães e alazões;
aldeões, aldeãos e aldeães;
anões e anãos;
anciãos, anciães e anciões;
artesães e artesãos;
castelãos e castelões;
cirurgiões e cirurgiães;
etc.

António Sebastião Jesus disse...

Não é uma noticia nova,mas é muito importante o seu conteúdo, energia limpa e barata e é disso que precisamos para poupar um pouco o nosso planeta, que sobrevive asfixiado pela poluição.

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