segunda-feira, 7 de março de 2011

Urina corrói betão armado

Evitar a corrosão do betão armado é uma preocupação crescente na engenharia civil, pois disso depende a segurança estrutural dos elementos construídos. A importância deste tema é tal, que isso se pode ver nos custos inerentes à corrosão das estruturas de betão armado: nos países desenvolvidos, 50% dos custos de construção são usados com a reparação e reabilitação de estruturas. Um facto que muita gente desconhece é que a urina também corrói o betão armado, e pode provocar consequências catastróficas. De seguida apresentaremos dois casos reveladores da importância de prevenir este fenómeno.

Curiosamente ambos os casos se passaram em Salvador no Brasil. O primeiro tem a ver com um viaduto no qual a Prefeitura de Salvador gastou 500 mil reais na sua recuperação, devido ao desgaste que a estrutura sofreu com a acidez da urina humana. Para resolver o problema usaram argamassas e pinturas resistentes à corrosão. Podem ler a notícia por inteiro clicando na imagem abaixo.

O segundo caso terminou mesmo em tragédia, e tem a ver com a queda de uma bancada do Estádio Fonte Nova, de Salvador, em 2007. Na altura esse acidente provocou 7 vitimas fatais.
Recentemente um relatório deu a conhecer que uma das causas da queda da bancada foi a urina que os adeptos frequentemente ali faziam, que acabou por corroer e desgastar a estrutura de betão armado.

Entretanto o estádio Fonte Nova sofreu uma implosão, dando lugar a um estádio novo em Salvador, a ser construído no mesmo local e tendo em vista a organização do Mundial de Futebol de 2014 no Brasil.









1 Comentário:

Anónimo disse...

o pormenor do "xixi corrói" é que parte tudo eheh

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